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I see dead people

26 Dezembro, 2009

Sócrates já vê “sinais claros” da retoma

José Sócrates espera que obras públicas criem emprego

José Sócrates sublinha “sinais claros de retoma”

José Sócrates confiante na recuperação económica

Não temos um Primeiro Ministro. Temos um vidente. Ou, talvez, um mau treinador de futebol.

77 comentários leave one →
  1. Co2's avatar
    Co2 permalink
    26 Dezembro, 2009 21:17

    Mas olhe que um dos seus amigos africanos deu-lhe no natal um conjunto advinhador à base de conchas e ossos de bichas africanas…

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  2. MJRB's avatar
    26 Dezembro, 2009 21:20

    Para Sócrates, “tudo” em que toca, está bem.
    Para Sócrates, “tudo” o que está menos bem, passa a estar muito melhor — basta o seu olhar ou um suspiro !
    Sócrates é um milagreiro — um milagreiro à solta.
    (Abençoado povo que o tem e estima).

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  3. raul's avatar
    26 Dezembro, 2009 21:25

    EU PÁS OBRAS NÃO VOU.

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  4. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    26 Dezembro, 2009 21:29

    o miranda foi possuído pela velha, não há karamba que lhe valha.

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  5. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    26 Dezembro, 2009 21:41

    “i see dead people!

    o delírio tem destas coisas, não tarda falas com eles.

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  6. tina's avatar
    tina permalink
    26 Dezembro, 2009 21:46

    E a sensação ao ouvir Sócrates a falar é a mesma quando se ouve um vidente a falar: nada do que dizem vai acontecer. Nem o euromilhões vai sair, nem o investimento nos transportes, escolas ou renováveis vai criar emprego ou ajudar a relançar a economia. Basta olhar para os números apesar do investimento todo que já se tem feito nestas áreas. Mas os videntes trabalham com bolas de cristal, não com calculadoras.

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  7. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    26 Dezembro, 2009 21:51

    deves ser boa a lavar bolas de pirex

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  8. MJRB's avatar
    26 Dezembro, 2009 21:56

    Se Sócrates tivesse o ‘dom da palavra’, a espectacularidade dum ‘pastor’ norte-americano, então, sim, nada a fazer: conquistaria muita mais gente…
    Mas os trejeitos durante a mentira, mais o risinho ao “sacudir a água do capote”, não convencem. Desde há pouco tempo até tem uma outra sinalética: durante o discurso, roda quase consecutivamente a mão direita para…a direita. Mau demais !

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  9. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Dezembro, 2009 21:56

    são lindas as “esperanças” do senhor. está prenhe de esperanças.
    e se as coisas não correrem como “espera” o homem tem um plano B ?
    era importante saber. é que dá-me ideia que vai parir um nado morto.

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  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Dezembro, 2009 22:00

    4,5 e 7 deves ser bom a lamber tomates

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  11. tina's avatar
    tina permalink
    26 Dezembro, 2009 22:03

    Aquela escola simpática mesmo do outro lado da rua, está a tornar-se num monstro de betão. Duvido que tenha requerido mais do que 2 engenheiros e um arquitecto, e mais do que 1 mês a projectá-la. Há muitos trabalhadores a construí-la, sim, mas são todos africanos. O único branco é o senhor da grua que passa todos os dias pela minha janela (quando está a subir a grua). É este tipo de emprego que as obras criam. Aquele que temos de mandar vir gente de fora fazer porque mais ninguém quer.

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  12. Amêijoa Fresca's avatar
    26 Dezembro, 2009 22:05

    Num país maravilhado
    com tamanha fantasia,
    o povo é humilhado
    por tanta hipocrisia.

    Tantos anos desperdiçados
    por políticas erradas,
    deixam sinais reforçados
    de cegueiras desterradas.

    Nestes anos desperdiçados
    entre mentiras e ilusões,
    tantos ensejos passados
    baseados em falsas razões.

    Tantas oportunidades
    foram desperdiçadas,
    mostrando insanidades
    muito mal disfarçadas.

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  13. Socretino's avatar
    Socretino permalink
    26 Dezembro, 2009 22:19

    É isto que distingue um grande líder
    dos outros vulgares mortais
    não perde a esperança
    enquanto outros dão ais
    fareja a bonança,
    convence os seus seguidores
    que quem procura sempre alcança.

    Consegue mostrar argumentos
    que contrariam o possível.

    Se ele fosse o capitão do Titanic! Nunca teria ocorrido o naufrágio,
    pois ELE seria capaz de contrariar o destino.
    Mentindo, mentindo, até convencer a água a não entrar no navio

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  14. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    26 Dezembro, 2009 22:34

    Parece já estar xe xe a repetir coisas.

    Preparem-se para a novas palavras e narrativa: cortes, congelamento, sustentabilidade económica…

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  15. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Dezembro, 2009 22:36

    Ora,estão nas obras mas é a recibo verde.

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  16. Luís Bonifácio's avatar
    26 Dezembro, 2009 23:11

    O Sócrates está a ver uma luz ao fundo do túnel.

    É apenas o TGV a aproximar-se.

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  17. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Dezembro, 2009 23:39

    o chato de ter uma pessoa sem educação verdadeira a mandar é que a sobrevaloriza. só alguém que não percebe peva de tecnologia , um mero instrumento , lhe dá tanta importância. só alguém parolo dá também tanta importância à modernidade ( deve achar que é chic e sinal de inteligência) . só um ” doutor” à pressão não percebe que aquilo que uma pessoa não dispensa é comida. só um burro de gravata e canudo a fingir não faz aquilo que é preciso : aproveitar os recursos naturais , trabalhar e importar o mínimo.
    ele que vá perguntar ao belmiro. merceeiro ( não só , madeireiro também e quimico e turistico ) e safa-se á grande. pc só prá h5.e prá vender net a tolos com o patrocinio do estado.

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  18. Piscoiso's avatar
    26 Dezembro, 2009 23:50

    Obsessão só
    Obsessão cra
    Obsessão tes

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  19. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    26 Dezembro, 2009 23:55

    #17 – “… aproveitar os recursos naturais…”

    só se for transformar a estupidez em energia

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  20. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 00:18

    Ó grande Estaline! O nosso amor, a nossa fidelidade, a nossa força, o nosso coração, o nosso heroísmo, a nossa vida – tudo te pertence. Toma-os, ó grande Estaline, ó chefe da Pátria! Ordena e os teus filhos serão capazes de deslocar-se sob a terra, no ar, debaixo de água ou na estratosfera. Os homens de todas as épocas e de todas as nações dirão que o teu nome é, entre todos, em todos os campos, o mais forte, o mais sábio, o mais belo. O teu nome figura em todas as fábricas, em todas as máquinas, em todos os campos, em todos os corações humanos. Se a minha mulher bem amada der à luz um filho, a primeira palavra que lhe ensinarei a dizer será «Estaline».

    Avdeienko, Gazeta Vermelha de Leninegrado, 1935.

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  21. li's avatar
    27 Dezembro, 2009 00:49

    Poça! O homem não pode ser optimista?
    Era preferível dizer que “o país está de tanga”?

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  22. Desconhecida's avatar
    Eu já cá estou outra vez! permalink
    27 Dezembro, 2009 01:24

    Depois de ouvir, em diferido, que os jantares em família não admitem desconhecidos de má fama, o nosso querido mentor e líder, “realizei” como tenho sido burro e injusto (afinal devia ter convidado esta personalidade para jantar com a família) em não ver a luz que ele nos mostra, “com amanhãs que cantam”… Por isso, resolvi voltar e “já cá ’tou outra vez!”. “Isto” com o nosso amado e insubstituível mentor e líder vai “dar a volta” e “dobrar o Cabo das Tormentas”. Estejamos confiantes, enquanto contarmos com esta liderança esclarecida.

    Disse.

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  23. Eduardo F.'s avatar
    27 Dezembro, 2009 02:00

    Na melhor das hipóteses, à força de tanto mentir, já não consegue deixar de acreditar nas suas próprias mentiras. A novilíngua atingiu os objectivos pretendidos: a mentira tornou-se “verdade” e é inabalável.

    PS – Os pobrezinhos que não se esqueçam: aproveitem os incentivos fiscais e comprem logo a correr os primeiros cinco mil carrinhos eléctricos. Não se esqueçam!

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  24. OLP's avatar
    OLP permalink
    27 Dezembro, 2009 09:46

    Não era preferível dizer que o país está de tanga, claro que não.
    Era preferível dizer a verdade, ou seja. …….que o país está de tanga.
    E não há optimismo que lhe valha nem a ele nem a nós enquanto não enfrentarmos a realidade.
    Com este “optimismo” ainda ficamos até sem a tanga.

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  25. Desconhecida's avatar
    Avalia Técnica permalink
    27 Dezembro, 2009 10:28

    Socrates? é o melhor 1º Ministro depois do 25 de Abril

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  26. Desconhecida's avatar
    Manuel Silva permalink
    27 Dezembro, 2009 10:31

    ‘Isto faz-me lembrar o Maradona, que jogava muito bem, mas levava porrada porque tinha uma forma muito irritante de fintar, ridicularizava os adversários, isso enervava. O Sócrates é assim. É muito bom naquilo que faz e irrita muito, ficam furiosos. O Sócrates suscita nos adversários uma raiva. ’

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  27. Desconhecida's avatar
  28. Desconhecida's avatar
    Manuel Silva permalink
    27 Dezembro, 2009 10:45

    A velhota não sabe o que diz.

    Valha-me Santo Eleutério

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  29. Desconhecida's avatar
    campeão permalink
    27 Dezembro, 2009 10:45

    Os piscoisos “taxeaters” defendem irracionalmente um ignorante que até a realidade ignora e há mais de 4 anos tem o mesmo discurso de “tangas” ao mesmo tempo que o país segue impavido no plano inclinado em direcção ao abismo e indiferente á esquizifrenia verborreica do “querido lider”.A falência e bancarrota nunca estiveram tão ;Até o “tecnicamente bom” ministro das finanças quer fugir pois finalmente parece estar a vislumbrar a realidade e a conseguir ver o ha muito tempo óbvio ´; O sistema educativo-recreativo-festivo passou quase exclusivamente a recreativo e festivo , tendo-se esquecido do educativo; A segurança afundou ;A justiça não existe .
    Com o “palhaço” vive-se apenas e só , num equilibrio cada vez mais instavel e a caminho do fim a dualidade entre os “tax-eaters” eos “tax-payers” até ao claudicar dos ultimos.

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  30. Desconhecida's avatar
    Manuel Silva permalink
    27 Dezembro, 2009 10:47

    Dezenas de militantes do ppd/pssd tem todos a mesma morada.

    Os outros é que são vigaros

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  31. Desconhecida's avatar
    Pároco de Aldeia permalink
    27 Dezembro, 2009 10:54

    São de algum colegio interno, por isso não é de estranhar que tenham a mesma morada

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  32. Desconhecida's avatar
    Aderito Silva permalink
    27 Dezembro, 2009 11:13

    Pinto Balsemão diz, que o PSD está a suicidar-se lentamente com Manuela Ferreira Leite na liderança tem um cancro galopante.

    Vai daí

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  33. gata escondida's avatar
    27 Dezembro, 2009 11:16

    Chamem um padre!!!

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  34. O Psiquiatra de serviço's avatar
    27 Dezembro, 2009 11:20

    O PS sempre gerou “grandes” ilusionistas. O caminho para a ditadura é quase inevitavel.

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  35. Mariana's avatar
    Mariana permalink
    27 Dezembro, 2009 11:29

    Todo este arrazoado só revela que Sócrates é mesmo bom, caso contrário ã direita ranhosa não lhe dedicava tantos posts

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  36. Desconhecida's avatar
    Maria das Dores permalink
    27 Dezembro, 2009 12:11

    A pergunta sobre o caso TVI a velhota disse como o Patrão Cavaco

    “No estranjeiro não falo dos problemas de Portugal”

    O patrão Cavaco, quando foi a Austria, mandou recados ao Governo de Portugal, neste caso pode

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  37. Desconhecida's avatar
    Tolstoi permalink
    27 Dezembro, 2009 12:14

    De manifestação de esperança em manifestação de esperança, a situação piora.
    Sem retórica e apenas com objectividade qual é o verdadeiro défice (mesmo com a desorçamentação da saúde) qual é o índice de desemprego, quantos novos pobre, qual é a evolução do PIB, qual é a nossa evolução na competitividade, quantos lugares caímos num observatório sobre liberdade de imprensa, a situação da justiça melhorou, qual a incidência de HIV no nosso país e de tuberculose …
    Palavras para quê.
    A verdade é que a máquina socialista tem forte implantação no nosso país e as vozes
    da coragem e da razão apenas sibilam ou cantam em falsete. Sempre se pode emigrar.

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  38. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 12:18

    #31 – “São de algum colegio interno…”

    são casa pianos, os verticais com os de cauda e o pedro namora a causa.

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  39. Anónimo's avatar
    27 Dezembro, 2009 12:25

    Ricardo Rodrigues vice-presidente da bancada socialista

    Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime

    Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal)
    Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo.

    No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.
    A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo.

    Ligações perigosas
    Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.
    Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.
    O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».
    Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»…

    (…)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos.

    Denunciado em acareação
    As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».
    Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.
    http://www.alertaconstante.blogspot.com/2009/12/ricardo-rodrigues-vice-presidente-da.html

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  40. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 12:35

    yesterday i saw dead people, today i’m talking to them. ora vamos lá zombar.

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  41. Co2's avatar
    Co2 permalink
    27 Dezembro, 2009 12:37

    Esta imensa casa pia criada pelo grande africanizador só faz o bem ao mundo.Trata sidosos a 2000 euros/mês, dá bairro social a quem precisa, RSI´s aos diferentes e carregados de desigualdades, nacionalidade a quem declare afectos.Os amigos são nomeados para cuidar e zelar pelo bem estar dos que nos escolhem, mas pagos a peso de ouro.Cerca de 1000000 entre nacionalizados(onde é que se vê quantos nacionalizam por ano?), legais e ilegais em vias de serem legais e nacionalizados.O mais africano país da europa está firmemente nas mãos do grande africanizador.A caminho do sobado e com os respectivos métodos de governo.Os partidos da chamada direita caladinhos com esta imensa traição que estoira com a coesão nacional e social, torna escravos da diferença(sim porque a rapaziada não tem nem vai ter trabalho mas vai vivendo em bairro social onde chegam aos 90% os que só vivem do contribuinte)enquanto os indígenas do Norte e Centro têm que emigrar outra vez porque no Sul está tudo ocupado com brasileiro, cabo-verdiano,guineense ou por “portugueses” de recente designação que formam este país plural mas já não pluricontinental.Branco em áfrica era criminosos, preto em portugal é uma bênção…
    Tudo isto feito pelos mesmos gajos, pais das pátrias…
    Atendendo ao número que já cá está bem podem inventar a pólvora de novo que nunca mais vão sair da merda onde os meteram porque a áfrica esytá cheia de pobre e serão os contribuintes a pagar os de cá e os de lá que ainda vão vir garantidamente…

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  42. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 12:56

    ainda vais chupar os tintins aos angolanos e brasúcas por um emprego, mas isso é fotossíntese na rama de nabos.

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  43. Co2's avatar
    Co2 permalink
    27 Dezembro, 2009 12:59

    Ó 42
    Espera pela próxima banhada que os capitalistas vão apanhar por essas bandas…
    E já agora quem fala em barcos quer embarcar.Chupar deve ser o teu hobby preferido…

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  44. Desconhecida's avatar
    Critico permalink
    27 Dezembro, 2009 13:32

    Para variar a mensagem transmitida é a inversa á real situação do pais.

    1-Sinais de retoma? Aquela subida de 50 e tais porcento de divida externa já foi baixada?Se sim com que medidas? Portugal depende ainda de dinheiro emprestado do estrangeiro? Ah ok,era só mesmo para incutir positivismo nas massas,já percebi.

    2-Criar emprego com obras publicas? Óptimo,colocam-se uns quantos a trabalhar,pede-se uma quantia astronómica ao estrangeiro para obras megalómanas e concerteza o dinheiro dos trabalhadores irá certamente ser usado em produtos portugueses e não estrangeiros,claro está,e a ponte entre as desprezas de produção,dos salários certamente compensarão.Que delirios andam por ai.

    3-O “Senhor” primeiro ministro sublinha o acto de criar positividade pelo povo fora,nem que para isso não sejam ditos os contornos reais da situação do pais, certamente de acordo.

    4-Não consigo mais comentar tanta baboseira,desculpem-me.

    Mas ainda se dá relevo a um discurso de Natal,certamente usado para “encher chouriços”?Até Obama consegue transformar-se em Pia Natal em tal discurso,diz-se o que o povo quer ouvir uma vez que será uma época de paz e hipocrisia.

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  45. tina's avatar
    tina permalink
    27 Dezembro, 2009 13:54

    Tudo o que Sócrates tinha para mostrar era o aumento do salário mínimo e da reforma dos idosos. Tudo o que ele sabe fazer é isso: tirar dinheiro a uns para dar a outros. O ar desalentado dele no fim mostrou que no fundo até ele próprio já não sabe para onde se virar.

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  46. Desconhecida's avatar
    Eduardo Costa permalink
    27 Dezembro, 2009 14:00

    “Sinais claros”. O semiótico sonso não muda de discurso. Se não renova o discurso como quer renovar o país? Mais piedosos desejos socialistas do cardeal socialista que conseguiu ser o PM mais detestado da história de Portugal.

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  47. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    27 Dezembro, 2009 14:13

    José Sócrates é o que se pode chamar de “optimista selectivo”. Selecciona criteriosamente aquilo que só por si parece ser positivo e ignora tudo o resto, particularmente o que demonstre que o que parece positivo não o é.
    E os incautos (ignorantes?) vão na conversa.

    Um “pormenor” de que José Sócrates nunca fala é do endividamento externo. E, num país que vive de empréstimos para a sua actividade corrente (daí o endividamento estar a aumentar de forma brutal) e com a possibilidade cada vez mais próxima de ser “fechada a torneira”, esse é o problema mais grave de todos.

    Mas alguns dizem que “Sócrates é bom” portanto não temos que nos preocupar.

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  48. tina's avatar
    tina permalink
    27 Dezembro, 2009 14:22

    “Um “pormenor” de que José Sócrates nunca fala é do endividamento externo.”

    E é um problema tão grande que não falar sobre ele, mostra como é desonesto para com o povo. Que os trata como crianças e ignorantes. É como se estivesse num barco com um grande rombo mas não diz nada a ninguém porque conta escapar-se antes que o barco afunde.

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  49. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 14:33

    pois não seria nada difícil imaginar qual seria o tal discurso, se, a Ferreira Leite tivesse ganho as eleições – eu não ouvi o Sócrates, diga-se de passagem – mas, enquanto um vai dizendo que vê luz ao fundo do túnel, a outra diria que não via nada no fundo do tunel, porque o governo anterior tinha deixado o país a seco e que estava tudo de tanga e às escuras, mesmo sem as catástrofes naturais que deram em apagão lá pelo a oeste nada de novo!… a alternativa aos socretinos é os só-cretinos!…

    mais um post da treta!… quero ver é o que ainda têm para dizer na tvOporto!… bahahahahahahah!…

    já volto com alguns temas interessantes.

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  50. tina's avatar
    tina permalink
    27 Dezembro, 2009 14:45

    “a outra diria que não via nada no fundo do tunel,”

    MFL teria congelado os salários da função pública e é por isso que não ganha eleições. É preferível pedir dinheiro emprestado como Sócrates faz, que só no seu governo aumentou a dívida em função do PIB em 100%! Assim, é fácil ganhar eleições.

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  51. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 15:03

    Avalia Técnica, Manuel Silva, Pároco de Aldeia, Aderito Silva, Maria das Dores, Gato com tosse…

    Falta de imaginação nos nicks. Tudo o mesmo pacóvio-palhaço socretino.
    Espero que tenhas oferecido uma linda prenda de Natal ao teu querido líder.
    Já agora, não te esqueças de beijar o poster o querido-amado líder todos os dias que está em tua casa. Acerta o relógio para virares de hora a hora para prostares em direcção ao largo da rataria quando estiveres ausente de casa…

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  52. André.A.S.'s avatar
    André.A.S. permalink
    27 Dezembro, 2009 15:28

    Aquilo (a mensagem de Natal) já foi deprimente.
    Sei que o PSD nada vale.
    Sabemos tudo: que o país está mesmo encalhado.
    Sabemos que eles têm reposta para tudo.
    A criatura já está como Estaline que morreu sozinho porque toda a gente tinha medo dele.
    O Sócrates parece estar numa situação semelhante: Toda a gente a dizer-lhe que ele é mesmo muito bom; as oposições e outros órgãos de poder, ou feitos com ele, ou manietados, ou em delírio à espera de vez para chegar à gamela.
    E a criatura a repetir, ad nauseum, que vê sinais, que faz comboios e que vai casar paneleiros.
    Sabemos que vai sobrar para nós.
    Mas sabemos também que vai sobrar um espetáculo raro.
    Pode ser que ainda haja milagres. Afinal um refugiou-se a tomar conta de refugiados, outro emigrou prás europas.
    E este? Qual será a sua nova oportunidade.
    Não deve é tardar muito, porque do ridículo é muito difícil recuperar. E o ponto de “não retorno” está mesmo muito perto.

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  53. Ze's avatar
    27 Dezembro, 2009 15:54

    os optimistas devem estar convencidos que quando a coisa rebentar (e vai rebentar ) vao ganhar alguma coisa ou que a eles nao vai acontecer nada , tipo o funcionario publico com taxo vitalicio , nao percebem que estao a matar a galinha dos ovos de ouro , vai acabar tudo , isto ja nao vai la com salarios congelados , vai ter de ser a cortar a torto e a direito , a parte mais engraçada nisto tudo é que vai ser um partido de esquerda a fazer a razia , o psd , o que lhes vai custar o futuro politico , com a malta socialista a sair sempre bem na fotografia apesar de ter fidodo isto tudo .

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  54. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    27 Dezembro, 2009 16:13

    49. E-Ko,
    Ao contrário do que parece julgar, há uma diferença fundamental entre o discurso de José Sócrates e o de Manuela Ferreira Leite.

    Ao recusar encarar a realidade e fazer o que tem que ser feito, José Sócrates está na prática a acabar com as nossas possibilidades de sairmos desta situação. A luz de que ele fala não é a fim do túnel que se aproxima mas sim a da abertura do poço (onde estamos a cair) que se afasta cada vez mais.
    Bater no fundo é uma expressão que se aplica perfeitamente. E José Sócrates só faz por aumentar a velocidade da queda.

    Manuela Ferreira Leite, com o seu discurso “catastrofista”, não nos diz que não há saída. Diz-nos é que, se não tomarmos consciência da situação em que estamos e não nos decidirmos a alterá-la, a saída estará cada vez mais longe e quanto mais tempo demorarmos a tomar a decisão de arrepiar caminho mais difícil será fazê-lo.

    MFL nunca disse que não há saída. Diz apenas o que é cada vez mais óbvio: que nos estamos a afastar cada vez mais dessa saída.

    Termino com um pedido: das afirmações que vez qdesde que tomou posse como Presidente do PSD,

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  55. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    27 Dezembro, 2009 16:15

    (continuação do comentário 54)
    Termino com um pedido: das afirmações que vez que fez sobre o estado do país desde que tomou posse como Presidente do PSD, quantas vezes Manuela Ferreira Leite se enganou? (citações exactas e links para as fontes, por favor)

    Compare com o que José Sócrates disse sobre a crise internacional, o desemprego, o deficit, …

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  56. Joaquim Amado Lopes's avatar
    Joaquim Amado Lopes permalink
    27 Dezembro, 2009 16:25

    Alguém me sabe dizer:
    1. De quanto o Governo prevê que seja o investimento nas energias renováveis?
    2. Quanto petróleo o Governo espera que Portugal deixe de importar devido a esse investimento?
    3. Qual será o impacto no deficit comercial?

    Só para avaliar quanto valem as afirmações do Governo de que o investimento nas energias renováveis (com que concordo, em princípio) vai ser determinante para reduzir o nosso endividamento externo.
    Endividamento esse que, nos primeiros 9 meses de 2009, aumentou em quase 50% do PIB, para quase 150% do PIB.

    A propósito disso, todos têem ouvido falar de que um dos compromissos inscritos no Pacto de Estabilidade e Crescimento é o deficit orçamental ser inferior a 3% do PIB. No entanto, não se tem ouvido dizer que outro desses compromissos é a dívida pública ser inferior a 60% do PIB. Alguém sabe qual era o valor da dívida pública em relação ao PIB em Março de 2005 e qual é agora?

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  57. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    27 Dezembro, 2009 16:43

    estes maneleiros são os crentes da varridela para baixo do tapete, saldos do património para correligionários, banca partidária e liga dos amigos do citi, que agora falam de rigor, isenção, honestidade e transparência. conversa à lopes, o santanizado.

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  58. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 17:17

    o nosso drama é que se tem produzido muito pouco para tirar o país do marasmo… parece que gente para trabalhar não falta, com o número dos que estão no desemprego, mais aqueles que imigraram há muitos anos ou na última década… o que falta é empresários que empreendam e que não estejam à espera de transfusões e dos balões de oxigénio ca senhora Manela andou a prometer, ou com a última medidinha rídícula e altamente nefasta do CDS…

    é o que diz este homem:

    http://videos.sapo.pt/6IL1wquU3Q3Q6C5aeqpj

    parece que, afinal, até há empresários portuguese até são capazes, mas se calhar são poucos:

    http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/554210

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  59. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 17:54

    @56,

    isto de análise económica é complicado. nada é linear nem cabe facilmente em modelos como andaram a fazer os economistas… é evidente que os governos, seja de que quadrante forem, têm de ter cuidado com a despesa pública, mas, o grosso da dívida pública cresceu a olhos vistos, porque houve uma queda brutal nas receitas fiscais pela contracção do consumo e da produção…

    sabe que pertencemos ao grupo dos PIGS? não sabe o que é? foi assim que passaram a designar internacionalmente o grupo dos altamente individados da zona euro (P)ortugal, (I)rlanda, (G)récia e (S)pain… ah, parece que a Itália não faz parte!… e enquanto a Espanha tem um desemprego a roçar os 20%, mais uma dívida séria do lado da sociedade civil e uma economia assente na construção, que deu numa séria bolha imobiliária que rebentou de tal maneira que nem na próxima década vão poder construir uma barraquinha e encontram-se perante a inevitabilidade de aumentos de impostos, a Grécia, então, não só tem sido gerida na maior irresponsabilidade, sem números fiáveis e sem receitas de impostos que se vejam, não são só os governantes e as instituições que são irresponsáveis, mas os proprios indígenas que, a todos os níveis, praticam um desporto que muito apreciam: a fuga ao fisco.

    o nosso maior problema é a falta de produção… não há suficiente criação de riqueza… os outros países têm crescido… o nosso não sai do marasmo!… e houve tanto dinheiro que nos veio dessa Europa e tão mal empregue!…

    não é função do estado produzir mas, que fazer, quando não há investimento em produção e sobretudo na de grande valor acrescentado? não podemos continuar a pensar que com baixox salários ainda poderemos fazer face à globalização…

    até, nem produzimos metade do que comemos e que importamos contribuindo também para a dívida externa…

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  60. joao's avatar
    joao permalink
    27 Dezembro, 2009 18:04

    Portugal tal como outros paises estao a recuperar da crise.
    A situaçao economica em Portugal é muito melhor do que em espanha ,grecia,Italia Irlanda e Inglaterra.
    Para além disso somos o pais com a 13° maior reserva de ouro (em 200 e tal paises é bom).
    O risco de falencia é o 41°do mundo , muito mais arriscado é ter divida do estado espanhol , italiano Ingles ,Irlandes e Grego entre muitos outros.
    Por

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  61. tina's avatar
    tina permalink
    27 Dezembro, 2009 18:08

    Joaquim, a controvérsia toda da energia eólica muito bem explicada aqui:

    Resistência às ventoinhas gigantes em cada monte de Portugal

    A energia eólica é uma energia limpa e barata para a produção de electricidade. Para além disso reduz a nossa dependência de combustíveis fósseis que são importados e contribui para a redução de gases de efeito estufa e outros efeitos adversos de poluição. E os diversos governos dos países europeus e a própria União Europeia promovem e incentivam empresas para a construção de parques eólicos, apoiando as iniciativas com generosos subsídios e enquadramento legislativo favorável. Todas estas afirmações, lugares comuns, quando se trata de energia eólica, estão gradualmente a serem questionadas.

    Uma pequena pesquisa que pode ser efectuada na Internet revela que o impacto da energia eólica no ambiente está longe de ser benigno e o dinheiro investido nessas iniciativas está longe de ter a sua eficiência.

    Um dos problemas mais importantes relacionado com a energia eólica é o da intermitência do vento. A rede eléctrica tem que ajustar-se continuamente ao fornecimento e à procura, para manter a “pressão” (isto é a voltagem) constante no sistema. Quando a procura aumenta o fornecimento tem que aumentar necessariamente e quando a procura baixa o fornecimento tem que também baixar. Mas as turbinas eólicas. como reagem ao vento e não às necessidades da procura, tem que ser consideradas como uma procura variável e não como um fornecedor seguro. A rede eléctrica tem que ajustar assim o fornecimento tanto em função das flutuações do vento como às variações da procura.

    Uma coisa, porém, é a intermitência do vento, outra a sua variabilidade. Enquanto a variabilidade implica uma flutuação em torno de uma certa linha básica (como a variação da procura de electricidade ao longo do dia), a intermitência implica algo que frequentemente começa e para. A energia eólica é portanto tanto intermitente como variável.

    Em relação à “verdade” de que a energia eólica contribui para a redução de gases de efeito estufa, não existe uma evidência que as turbinas eólicas contribuam para uma poupança do CO2. A fonte energética que a energia eólica poderia eventualmente substituir é a energia hídrica (que também é renovável), e esta já é livre de emissões de CO2. As outras energias convencionais não podem ser simplesmente desligadas e substituídas pela energia eólica, por esta ser intermitente e variável, pelo que não existe neste caso uma poupança de CO2.

    O sucesso da energia eólica nos países como Alemanha ou Dinamarca é merecedora de um debate sério, já que nenhum destes países conseguiu reduzir a utilização de outras fontes energéticas ou a emissão dos gases de efeito estufa em consequência da utilização da energia eólica.

    Na Dinamarca, a produção da energia eólica corresponde a 20% da energia utilizada no país. Só que grande parte dessa energia eólica é exportada para a Suécia e a Noruega onde é utilizada nas bombas hidráulicas. Para além disso, grande parte dos parques eólicos dinamarqueses são propriedade das comunidades locais, pelo que, enquanto esses parques são uma fonte de rendimento para essas comunidades, torna-se difícil para os seus proprietários crerem que não estão contribuindo para a produção (diga-se “consumo”) desse tipo de energia. Mesmo assim, nos últimos anos tem-se verificado um significativo decréscimo na construção de parques eólicos onshore na Dinamarca.

    A energia eólica é barata? A construção de um parque eólico industrial custa cerca de um milhão de euros por MW de capacidade. O vento pode ser de borla, mas as torres e as turbinas eólicas tem que ser construídas e mantidas. Para além do que as infraestruturas de transmissão, necessárias para o seu apoio, também têm os seus custos. Para suportar todos esses custos os governos retiram do bolso do contribuinte o dinheiro necessário para pagar a electricidade gerada pelas turbinas eólicas, porque caso contrário a energia eólica não é competitiva.

    Mas então porque é que as organizações ambientalistas são defensoras tão acérrimas da energia eólica? Simplesmente porque acreditam nos seus supostos benefícios. É uma espécie de conforto espiritual crer que existe uma fonte de electricidade benigna que serve para remediar os nossos problemas energéticos. E como a esmagadora maioria de pessoas não foi propriamente ameaçada pessoalmente pelo desenvolvimento da energia eólica, existe pouca propensão pública para questionar essa crença, uma crença que é ainda mais reforçada pelo facto de os governos serem compelidos para a redução das importações de combustíveis ou das emissões de CO2. Para além disso, a grande dimensão das turbinas eólicas industriais tornou-as poderosos ícones, em termos de simbologia de desenvolvimento, no imaginário popular. Os grupos ambientalistas encontram-se assim entalados numa posição pouco agradável de, por um lado terem que apoiar nesta matéria os governos e por outro apoiarem a indústria de energia eólica (geralmente grandes oligopólios energéticos), sublimando assim as “inverdades” da energia eólica.

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  62. tina's avatar
    tina permalink
    27 Dezembro, 2009 18:11

    “A situaçao economica em Portugal é muito melhor do que em espanha ,grecia,Italia Irlanda e Inglaterra.”

    ahahaha, pois é, vá lá comparar o PIB per capita destes países e depois perceberá porque é que os imigrantes de 2ª geração em Portugal já estão a emigrar para a Inglaterra.

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  63. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 18:35

    Investimento
    público
    português
    foi o que mais
    caiu na UE:

    Entre 1998 e 2008 recuou em média
    4,6% por ano em termos reais
    Portugal foi o país da União Europeia
    onde o investimento público
    mais caiu nos últimos dez
    anos. De 1998 a 2008, diminuiu
    em média 4,6% ao ano em termos
    reais, ou seja, corrigido da
    inflação. Apenas mais três países
    tiveram quedas do investimento
    do Estado neste período:
    Áustria, Eslováquia e Alemanha.
    Só este ano, o investimento
    público português vai regressar
    aos níveis de 2005. Foi o preço a
    pagar pelo esforço de consolidação
    orçamental que dominou os
    últimos anos, primeiro com Manuela
    Ferreira Leite entre 2002
    e 2004 e depois com Teixeira
    dos Santos desde 2005. Estes valores
    não incluem, no entanto,
    as parcerias público-privadas
    que, pelo menos em parte, são
    contabilizadas como investimento
    privado. Com a crise, o Governo
    voltou a apostar no investimento
    e, esta semana, o primeiro-
    ministro garantiu que vai ser
    uma das prioridades do Orçamento
    para 2010 que será apresentado
    em Janeiro. P7

    parece mentira do 1º de abril, não é? pois vem a 1ª pág do Expresso:

    Click to access Eco241209.pdf

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  64. Anónimo's avatar
    27 Dezembro, 2009 18:48

    A política económica desastrosa de Sócrates

    O governo tomou medidas de natureza totalmente demagógica, sem nenhum efeito na economia

    O PS tem procurado evitar um debate sobre a política económica do actual governo, recorrendo à apresentação de um país imaginário que não corresponde ao país real, desculpando-se com a crise internacional e, mais recentemente, procurando centrar a discussão em decisões tomadas por governos do PSD.

    Analisando os indicadores que traduzem a realidade económica ao longo desta legislatura, não se pode deixar de concluir que os resultados da política deste governo são claramente negativos.

    O governo cometeu erros graves não só na política económica, durante a primeira parte da legislatura, mas também na resposta à crise.

    Os resultados da política económica antes da crise são claros:

    De 2005 a 2008 Portugal cresceu todos os anos claramente abaixo da União Europeia. Temos vindo a empobrecer em termos relativos desde 2005. O crescimento potencial da economia desceu para menos de 1%, o mais baixo da União.

    De acordo com o World Economic Forum, Portugal perdeu competitividade. Passámos do 24º lugar do ranking internacional em 2004 para o 43º lugar em 2008.

    Apesar desta evolução, as empresas aumentaram o seu endividamento, assim como as famílias. O endividamento das empresas passou de 110% do produto interno bruto em 2004 para 140% em 2008 e o das famílias, de 80% para 96% do PIB.

    O endividamento externo também aumentou todos os anos ao longo desta legislatura. O défice externo, que foi de 6,1% do PIB em 2004, passou para 10,5% em 2008 e o endividamento externo de 69% do PIB em 2004 para 97,2%. O país viveu assim sempre acima das suas possibilidades, apesar do fraco crescimento económico.

    Desde 2007, o país tem tido sempre mais de 400 mil desempregados, sendo a taxa de desemprego superior a 7%, apesar da promessa eleitoral de criação de 150 mil novos empregos.

    Uma das principais bandeiras do governo – o equilíbrio das contas públicas – foi conseguido, principalmente, à custa de mais impostos. A carga fiscal passou de 34,9% do PIB em 2004 para 37,5% em 2008. Face ao seu nível de vida, os portugueses pagam um nível de impostos 24,8% superior à média europeia, valor este que era de 18% em 2004.

    O Estado também se endividou ao longo da legislatura. A dívida pública, que era de 58,3% do PIB, em 2004 passou para 66,4% em 2008.

    Analisando estes indicadores só se pode concluir que a política económica seguida pelo governo agravou os problemas estruturais do país. Por isso, tem utilizado a crise internacional para se desresponsabilizar de uma situação que em quaisquer circunstâncias seria difícil, sendo impossível que conseguisse concretizar a generalidade das suas promessas eleitorais, como por exemplo a criação de 150 mil postos de trabalho, ou o crescimento de 3% do PIB, um ano que fosse.

    O governo cometeu erros graves não só na política económica na primeira parte da legislatura, mas também na resposta à crise:

    Reconheceu tarde a crise. Quando foi apresentado, em Outubro de 2008, o Orçamento do Estado de 2009 previa um crescimento de 0,6%, completamente fora da realidade, tendo em conta a situação financeira internacional e as previsões dos restantes países europeus.

    Centrou a sua política de dinamização da procura e do emprego nas grandes obras públicas, que não gerarão emprego a tempo e agravarão os problemas estruturais do país. Só as concessões e subconcessões rodoviárias, de acordo com o OE de 2009, representam um encargo próximo de 26 mil milhões de euros – cerca de 16% do PIB de 2008 – até 2034.

    Não reconheceu a importância das pequenas e médias empresas (PME) na estrutura da economia e na criação de emprego. O governo só muito tarde e de forma incompleta percebeu que tinha de apoiar as PME, tendo-o feito através de medidas pontuais e não através de um programa integrado e estruturado, que teria um impacto bastante superior. O governo acreditou sempre que, além dos grandes projectos de investimento público, são as grandes empresas que permitem combater o desemprego, o que é um erro.

    Optou por políticas selectivas de apoio empresarial numa altura em que são mais eficazes os apoios transversais. É impossível responder a todos os casos de dificuldade. As intervenções pontuais não assentam em critérios objectivos de selecção, nem podem, no actual contexto, ser objecto de avaliação.

    Promoveu uma sistemática manipulação da informação e distorção da realidade que cria desconfiança numa altura em que a confiança é decisiva.

    Não tem procedido de forma regular à avaliação do impacto das decisões tomadas, não só em termos de criação e sustentação do emprego, mas também no que respeita ao seu efeito nos défices público e externo.

    Tomou medidas de natureza totalmente demagógica, sem nenhum efeito real na economia, a não ser o aumento da despesa pública e da dívida pública, como foi o caso da recentemente anunciada compra da COSEC [Companhia de Seguro de Créditos].

    A política económica seguida revelou–se por isso totalmente incapaz de sustentar a procura e limitar o impacto da crise em termos de emprego, que já atinge cerca de 500 mil portugueses, 8,9% da população activa, sendo particularmente grave a taxa de desemprego entre os jovens até aos 24 anos, que é superior a 20%.
    http://www.ionline.pt/conteudo/17808-a-politica-economica-desastrosa-socrates

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  65. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 18:48

    Tina,

    todas as energias têm os seus custos, inconvenientes e perdas de produção, a começar nas barragens, passando pelo carvão e acabando nas centrais nucleares!…

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  66. Eduardo F.'s avatar
    27 Dezembro, 2009 18:51

    E-Ko #59,

    Um pouco de contenção no que escreve ficar-lhe-ia bem e correria bem menos riscos de cair em asneira. Da grossa. Por exemplo:

    «o grosso da dívida pública cresceu a olhos vistos, porque houve uma queda brutal nas receitas fiscais pela contracção do consumo e da produção». Como se pode consultar no sítio do Banco de Portugal, nas estatísticas online aqui, a dívida pública directa do Estado cresceu 88% entre 1999 e 2008 e, à data de 30 de Novembro de 2009, cresceu mais 10% face a 31 de Dezembro de 2008.

    Como diz, isto da análise económica tem que se lhe diga embora eu, de todo, não defenda que se trate de ciência oculta só reservada para iluminados cientistas. Mas há questões básicas! Uma, é distinguir um fluxo como o défice, de um stock como é o caso da dívida.

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  67. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 18:58

    @64,

    o artigo que aqui colou, não é dum jornalista ou especialista em economia. é dum político do PSD: o Alexandre Relvas, e isso é essencial para se perceber o que pretende dizer!…

    se fosse do António Vitorino, do Frasquilho ou do Pires de Lima, faria a mesma observação.

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  68. tina's avatar
    tina permalink
    27 Dezembro, 2009 19:18

    “parece mentira do 1º de abril, não é? pois vem a 1ª pág do Expresso:”

    pois, estão a guardar-se para o TGV.

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  69. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 19:21

    @66,

    “Uma vez, numa aula, um professor de Economia, quando apresentava um determinado modelo, perguntou quem conhecia o artista homónimo: ambos Modigliani. Numa turma de cerca de cem alunos, apenas uma mão se ergueu. Comentário do professor: para se ser bom economista não basta saber de economia.” já dizia esta senhora http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=401715 – pois não sei quem é o Modigliani e muitos artistas e movimentos artísticos actuais e de séculos passados, como não sou economista… mas será que o EF sabe o que significam os números que atira assim? se calhar nem sabe!…

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  70. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 19:23

    corrigo a frase:

    pois não só sei quem é o Modigliani e muitos artistas e movimentos artísticos actuais e de séculos passados, como não sou economista…

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  71. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    27 Dezembro, 2009 19:41

    “… parece que gente para trabalhar não falta, com o número dos que estão no desemprego, mais aqueles que imigraram há muitos anos ou na última década…”

    “…o que falta é empresários que empreendam e que não estejam à espera de transfusões e dos balões de oxigénio…”

    Parece que ser empresário é uma espécie de característica racial, um gene imutável. Parece que os trabalhadores não se podem tornar empresários nessa visão imobilista e classista.
    Há qualquer coisa de Medieval nos discursos habituais sobre Empresários, parece que a maioria quer é um Senhor Bom que vele por eles. O mais estranho é esse discurso aparecer em pessoas do PC e BE que supostamente quereriam a sociedade sem classes.
    Acho muito bem, que tal começarem por se tornarem empresários?

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  72. Eduardo F.'s avatar
    27 Dezembro, 2009 20:01

    Caro Joaquim Amado Lopes #56

    Faz o meu amigo – se me permite a liberdade do tratamento – um conjunto de perguntas relevantes relativamente às quais (e mais a umas quantas) tenho andado já há algum tempo a procurar respostas.

    1 – A primeira nota a salientar é a evidência da barragem de silêncio à volta da resposta à pergunta mais básica: a quanto fica a produção de um kw/hora através das torres eólicas incluindo todos os subsídios (de capital e à exploração)? A relevância da questão é auto-explicativa pois, caso esse custo unitário seja, por exemplo, o dobro do custo da energia proveniente dos combustíveis fósseis ou da energia hídrica, alguém vai pagar essa diferença e, está bem de ver, quem será esse alguém. Já ouviram falar de défice tarifário? O “tal” responsável pelo aumento de 2,9% da electricidade em 2010 e pelos aumentos que se seguirão? Mais uma vez, como João César das Neves não se cansa de assinalar, não há almoços grátis!

    2 – Uma outra questão relevante, que se prende com a 2ª pergunta do meu amigo, tem a ver com a eficiência da energia assim produzida, isto é: como todos sabemos, nem sempre há vento e, mesmo quando o há, não tem a velocidade “comercialmente” interessante. Daqui que importe ter presente que muito do discurso/propaganda à volta da “capacidade instalada” é uma falácia pois tal como será irrelevante a “capacidade instalada” na barragem de Castelo de Bode, caso o rio Zêzere seque, também na energia eólica o mesmo se passa quando não há vento soprando com a velocidade e direcção “correctas”. Os vários estudos disponíveis na internet apontam para a necessidade de corrigr essa “capacidade” de um “factor de capacidade”. Isto é: cada MW instalado em eólicas só é utilizado entre 20 a 30% dessa capacidade (cerca de 70/75% nas centrais fósseis e mais de 90% nas centrais nucleares).

    3 – Depois, há ainda um problema delicado que consiste no seguinte: ao contrário de uma central a carvão, a gás, hídrica ou nuclear, não é possível “injectar” na rede eléctrica, energia proveniente das eólicas quando se atingem “picos” de consumo, se não houver vento. Aliás, há mesmo sério risco, talvez mesmo certeza, de em muitos momentos a energia eléctrica produzida nas eólicas não poder ser utilizada por não ser necessária nem haver maneira de a armazenar (pelo menos com as tecnologias disponíveis).

    4 – Em resumo, em vez de nos andarem a vender propaganda para encher o olho ao pacóvio sob a capa da “sustentabilidade” ambiental, do “cluster” eólico enfim, de um linguajar politicamente correcto, por que razão não respondem ao José Amado Lopes? E não nos venham dizer que a “balança energética” vai ser mais favorável (lembram-se da “balança tecnológica”?) porque qualquer português melhor informado quer saber é se o desequilíbrio com o exterior, de forma consolidada (défice da balança comercial), vai ou não diminuir? A minha suspeita, adianto eu, é que a resposta é e será negativa nos anos mais próximos (10/20?). Como a Tina explica acima, a Dinamarca, expoente máximo europeu na utilização das eólicas é, claro está, o país que tem a energia eléctrica em termos unitários mais cara e a explicação é uma conjugação das observações anteriores.

    5 – E, para rematar – perdoe-me Sr. Primeiro Ministro se estiver errado – onde estão os estudos na internet que explicitam a economia da decisão de enveredar por este caminho e assim, mais uma vez, tal como com o Magalhães, consitutirmos um exemplo para todo o Mundo, para a “modernidade ambientalmente sustentável”? Ao menos na RAVE, tinha isso para mostrar. (Embora quando olhássemos com atenção, percebíamos que a não ser que fôssemos todos os dias a Madrid tomar o pequeno-almoço, os números estimados para a procura Lisboa-Madrid sejam risíveis).

    Uma última nota: antecipando que possa ser esgrimido o argumento da importância de pôr em prática uma “estratégia” da independência energética, desde já convido-vos a reflectir se não devíamos em primeiro lugar preocuparmo-nos com uma reserva estratégica… alimentar!

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  73. tina's avatar
    tina permalink
    27 Dezembro, 2009 20:01

    “todas as energias têm os seus custos,”

    nós estamos aqui a falar de custos que só através de subsídios se podem tornar competitivos. Por isso, a energia eólica pode diminuir o endividamento em termos de compras de petróleo mas não em termos de empréstimos para pagar os subsídios.

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  74. Eduardo F.'s avatar
    27 Dezembro, 2009 20:05

    E-KO #69,

    Não “atiro” nada a ninguém. Indiquei o link a partir do qual é possível extrair as estatísticas em causa de que extraí alguns dados relevantes para o que estava em causa. Os conhecimentos técnicos exigidos situam-se ao nível da aritmética. Da simples.

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  75. e-ko's avatar
    27 Dezembro, 2009 20:23

    se se trata de aritmética da simples, e, parece muito versado na questão, como não percebeu ainda que um aumento de 88%, gradualmente, numa década, é menos do que 10% em menos de um ano? e porquê? porque a receita de impostos baixou muito durante esse período e isto por causa da falta de consumo e produção!

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  76. Desconhecida's avatar
    William Wallace permalink
    27 Dezembro, 2009 21:31

    Para que serve ter um Presidente da República?

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  77. Desconhecida's avatar
    colón permalink
    29 Dezembro, 2009 00:02

    “deves ser boa a lavar bolas de pirex.” Esto foi dito em relação à Tina.

    Eu acho é que ela deve ser sempre boa. Muito boa mesmo.

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