Nao foi com o processo movido, foi por jogadas de bastidores…. Vamos a apostas…Quem será a proxima voz discordante a ser amordacada??? Palpite: Mário Crespo… O artigo do palhaco (que acaba por insultar os palhacos ao compara-los com os mafiosos da corruptela) e o facto de ter um novo programa na SICN chamado “Plano Inclinado” com o Medina Carreira, tornam-o um alvo a abater urgentemente.
«Peço-lhe Sr. Primeiro ministro que resista à tentação do controle da comunicação social, não vá por aí porque nós cá estaremos para evitar essas tentações»
“Tive como directores Mário Bettencourt Resendes, Fernando Lima, Miguel Coutinho, António José Teixeira e João Marcelino, e nenhum deles jamais fez qualquer observação sobre aquilo que escrevi.”
santa ingenuidade…os actos valem mais que mil observaçoes! Marcelino, o SOcretino…
A Helena desculpe-me mas acha que o Estado deve impor a contratação do João Miguel Tavares ao DN, uma empresa privada que, como se viu há dias, não é, nem de longe, a que mais publicações de anúncios de Estado e empresas públicas faz?
Ó anónimo socretino, o Estado e ‘a Helena’ não acham nada, o que todos nós achamos – fora o milhão e meio de lobotomizados que votou PS – é que temos um problema: é preciso remover o monte de esterco que faz de primeiro ministro e não se ‘acha’ o raio de uma pá… O grande problema nacional não é político é de higiene. Não se pode ter como pm um desgraçado que é acusado de ser corrupto na televisão e que não processa quem o acusa de difamação. Já cjega de conversa mole de deixar à justiça o que é etc. e tal, a questão não é política, é mesmo de carácter, é pessoal, nenhum país minimamente decente pode ter um mentiroso compulsivo, um incompetente completo, um analfabeto, um homúnculo moral como pm.
Sou o anónimo. O que o faz supor que sou socretino? A pergunta era para a Helena e se a ler não descobre nenhum aopio a Sócrates. Estou é admirado por a Helena parecer criticar uma decisão de uma empresa privada, coisa que quis confirmar.
“Tive como directores Mário Bettencourt Resendes, Fernando Lima, Miguel Coutinho, António José Teixeira e João Marcelino, e nenhum deles jamais fez qualquer observação sobre aquilo que escrevi.”
1. Mário Bettencourt Resendes. Um indivíduo nocivo para o jornalismo como deveria ser, em Portugal. Um palerma? Não o conheço suficientemente para avançar o diagnóstico, mas pelo que vejo e ouço na tv, é um indivíduo que suscita náuseas. Se esse indivíduo for um exemplo para o jornalismo português, julgo que não ficaríamos pior com o grego ou com o romeno.
2. Fernando Lima. Palavras para quê? Um artista português. Apenas de um lado ligeiramente diferente. Apesar de me parecer um lado mais simpático, provoca-me a mesma náusea.
3.Miguel Coutinho. Um dos novos, dos arrogantes que julga saber tudo e mais alguma coisa. Para mim, um imbecil.
4.António José Teixeira. Um homúnculo no estilo e no carácter jornalístico. Uma abécula profissional, a meu ver.
5.João Marcelino. Pão e vinho. Um vendedor de éticas que lhe aproveitem.
Agora pergunto: isto que disse sobre esses indivíduos é fruto de uma opinião negativa que tenho sobre eles e sobre o modo como fazem jornalismo. Será isto difamação, atentado à consideração, á honra? E será isto passível de reacção criminal?
É fazer a pergunta a cada um deles e esperar pela resposta.
A mais desconcertante viria certamente do Marcelino. O Lima ficaria calado. O Resendes desprezaria o amiba que lhe escreve a dizer mal da prestação sabuja. O Teixeira ficaria a pensar como poderia dar a volta e manter o aspecto. E o Miguel Coutinho, sinceramente nem sei, Acho que ficaria assim a modos que indignado.
lá vem o delírio persecutório… o rapaz deixou de livre vontade o DN, talvez um pouco abespinhado com os artigos dos colegas, que até têm alguma razão… eu até gosto de ler a coluna do rapaz, mas tenho que reconhecer que por vezes vai por um certo exagero, mas ao menos até levanta algumas questões que merecem alguma atenção mesmo que um pouco empoladas…
agora parece-me que é bem claro no que diz: “Tive como directores Mário Bettencourt Resendes, Fernando Lima, Miguel Coutinho, António José Teixeira e João Marcelino, e nenhum deles jamais fez qualquer observação sobre aquilo que escrevi.” e não vejo aqui nenhuma insinuação em relação aos directores que menciona…
lamento que o JMT deixe o DN como colonista, mas pareçe-me que a decisão é dele e que não faltarão outros órgãos de imprensa a propor-lhe uma coluna e já desde o início de 2010… querem uma aposta? até o estou a ver bem no i ou no expresso e, quem sabe, até no sol ou no público!…
E mais ainda: será que o anonimato relativo, ao permitir estas liberdades expressivas é negativo?
Se forem perguntar ao Sousa Tavares, é claro que sim. São os anónimos abjectos que assim escrevem.
Para ele fica o exclusivo de insultar realmente a inteligência alheia nos comentários que faz, mesmo sem insultos soezes.
Aliás, são esses os comentários mais eficazes: dão um ar de sabidolas e permitem que outros os repliquem sem contraditório.
Por causa destas e doutras o Vasco Pulido Valente insultou a Clara Ferreira Alves num blog. Chamou-lhe analfabeta. E ela não esteve com meias medias e meteu-o em tribunal num processo crime. A
Ao Vasco restava uma de duas: calar-se e esperar pelo veredicto ou tentar demonstrar a razão da sua asserção. Optou pelo primeiro e ganhou.
lá vem o delírio persecutório… o rapaz deixou de livre vontade o DN, talvez um pouco abespinhado com os artigos dos colegas, que até têm alguma razão… ”
nao e qualquer um, que tem direito de escrever um artigo de resposta a outro, fora das suas colunas habituais! o Socretino, Joao Parcelino, quando permite ao Cancio Pedro Marques Lopes, responder a Joao Miguel Tavares, logo no dia a seguir, sem ser no seu espaço habitual no Jornal, ao Domingo, o Socretino Joao Parcelino esta a tomar claramente um posiçao!!
Mas o DN e mesmo um jornal de SOCRETINOS! note-se o editorial de hoje do DN e um Post escrito no JUGULAR dos Cancios…
Editorial do DN da Fernanda Cancio
“Querer a coisa e o seu contrário
No respeitante ao Código Contributivo parece que todos, ou quase todos, andam a dizer o mesmo, mas não é correcta essa percepção. De facto, os partidos à direita do PS votaram o adiamento por um ano da sua entrada em vigor, para evitar às empresas – nesta conjuntura de crise de emprego – os encargos adicionais sobre o trabalho precário, que ele contém, justamente para dissuadir a sua promoção. Ou seja, mais vale agora trabalho precário do que não haver trabalho de todo.
Já os partidos à esquerda dos socialistas convergiram no voto com a direita pela razão oposta: desde que se chegou a este compromisso em sede de Concertação Social que PCP e BE se opunham à entrada em vigor do diploma por acharem que as penalizações de falsos recibos verdes e de contratos a prazo são insuficientes para promover o emprego com direitos.” http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=1457604
Post do Jugular da Fernanda Cancio
“I say tomato, you say tomato
João Galamba
A direita aplaude a suspensão do código contributivo porque este aumenta os impostos.
Os partidos à esquerda do PS aplaudem a suspensão do código contributivo, não porque este aumente os impostos, mas porque se estava, segundo aqueles, a legitimar a precariedade. Para o PCP e para o Bloco, mais do que penalizar e regular, importa eliminar/ilegaliizar a Precariedade (seja lá o que isso for). E é por isso que votaram contra: não se contentam com soluções aquém do ideal.” http://jugular.blogs.sapo.pt/1427280.html
não, josé, não é um zé-ninguém. talvez não tenha mais importância do que o zé-ninguém, mas tem uma infinitamente maior responsabilidade. pelo papel que desempenha na sociedade, pelo seu nível socio-profissional e cultural… o problema com os zés-ninguém, é que dão demasiada importância a quem não a tem e que esperam que esses “importantes” assumam responsabilidades quando não têm estatura para o fazer como quem espera que uma bexiga alumie como uma lanterna (como dizem os franceses: “ils prennent les vessies pour des lanternes”). e, bexigas, estão por todo o lado. na política, na comunicação social e etc.
até eu, que não desempenho, neste momento – por razões de mau desempenho dos profissionais de saúde e mau funcionamento da justiça – quelquer papel relevante, o que me poderia levar a uma certa auto-desvalorização, mas, só pelo facto de ter um acesso adsl, que não me dá mais importância do que a do zé-ninguem, porque ninguém a tem, mas, por certo, alguma responsabilidade… ao menos a de estar atenta ao que nos rodeia e a de tentar ser objectiva e crítica em relação ao que se passa por aí e na blogos-feras… e nada me impede de continuar desfrutar de todas essas coisas que alguma cultura e mesmo com poucos meios nos permite… um acesso, por 1 euro mensal, ao canal ARTE permitiu-me assistir a, 50 anos depois, um concerto faboloso do Jim Morrison e doors, saber o que se passa, internacionalmente, nas práticas actuais das diferentes artes e de ter acesso a debates sobre temas cruciais para as nossas sociedades actuais e, também por mais um euro mensal, assistir a muitos concertos de música clássica ou antiga e de jazz.
em relação aos nossos colunistas, só há a crescentar que, enquanto não houver jornalismo e jornalistas de qualidade, pouco se pode esperar das colunas de opinião. uma comunicação social muito fraquinha é o que temos!…
Concordo com o que diz, excepto no que respeita a Fernando Lima, que é um homem sério e não merece ser confundido com os restantes.
Você não o conhece – e daí o que apressadamente escreve sobre ele -, mas posso garantir-lhe que é pessoa de carácter, que nada tem a ver com o retrato que dele tem traçado a comunicação social socretina.
Se…se Fernando Lima é homem sério e de “carácter” como refere e diz conhecer – o que não contesto desde já – deixe-me dizer-lhe que a opinião formada sobre esse senhor não é responsabilidade da imprensa (independentemente da afectação politica da mesma) mas da ausência de uma explicação plausível sobre os tristes acontecimentos no P., nem dele, nem do Exmo PR seu protector eterno!
Não tem de fazer retracção ou explicação sobre rumores e boatos, não…mas tem o dever de protejer e fazer respeitar a sua honra e carácter e demarcar-se da imundice em que se atolou…ou o atolaram!
porque haveria o (M)(P)arcelino de censurar, ou não permitir, como queira, o Marques Lopes de responder onde quisesse, ao “queixoso”… o essencial é que não haja censura, não é? e porque raio é que os socretinos não devem poder criticar os só-cretinos?
já agora, leu o que escreveu o Campos e Cunha sobre o assunto? ainda hoje li um artigo, mas não me lembro onde, vou procurar, mas também pode procurar, vá!
Não conheço o Fernando Lima nem os restantes. Mas conheço o que dizem, escrevem e ditam ou controlam, nas redacções. E isso me basta para fazer a apreciação negativa.
Pessoalmente, desejo-lhes as maiores felicidades…a tratarem da vidinha por outras vias que não as de influenciarem a opinião pública. Porque é desses e doutros como eles, que sobressai a responsabilidade de muitos votarem como votam ou outros muitos pensarem como pensam. E ainda pior: escondem a verdade das coisas que sabem e por interesse em manter o lugar.
Aceito perfeitamente que Fernando Lima seja pessoa de carácter como os outros o serão. O que custa a aceitar é que esteja onde está depois de ser jornalista.
espero que os blafesmos não apaguem o cumentário do augusta, 8, para que se perceba que género de gente apoia o invertido-mor. É este género sem sexo nem cabeça nem vida que se alapou no estado a que isto chegou. Criolina, é preciso muita criolina e empalamentos públicos para ficarem escarmentados.
Hoje, a tropa tarefeira do sr. Sócrates vai ao boticário do dr. Cavaco assinar a presunção ministerial. 15-ministros-15, cartão de serviçal no bolso e uma afectuosa ambição pessoal, todos de pulsos políticos algemados mas sob fiança dos Marcelinos indígenas, irão cerimoniosamente alegrar a vitrine da antiga “Real Barraca”, ali na Ajuda. O público, desde o correligionário falhado a outros exquisitos sujeitos (que nunca faltam na ocasião), abrilhanta a putativa festa. Os emproados incumbentes vão ao expediente. E, com apetite noticioso, o país viscoso das Tv’s, jornais & blogs, com eles.
Acontece que tais incumbentes estão no papel de gestores das presuntivas cambalhotas estratégicas do grupo de interesses do sr. Sócrates: não farão a “política que pensam”, mas “que são”. Os notáveis assinantes são meros décor. O que antes diziam sobre o “meneio correcto” da coisa pública será para esquecer. Não haverá arroubamentos. Jamé! Os episódios que iremos assistir, decerto bem urdidos e postos a correr por jornaleiros estridentes, são para inebriar a galeria de nativos. Estes, sonolentos à crise económica e derrancados à iminente bancarrota, irão saudar em delírio (mesmo que frouxo) a curiosa genuflexão do (manso) governo aos interesses e ao fomento do país real e correrão com a “nauseabunda” oposição. Sócrates regressará depois, em ombros e sobre o seu enxertado governo, para anos de felicidade e esplendor. O chamariz está já lançado. Assim o dizem.
Mas é possível que a insolência da “habilidosa” estratégica não resulte. Primeiro, a económica é o que é. Não arreda por convenientes ou piedosas “mentiras”. A demanda dessa mistificação exige uma macia e pressurosa acalmia económica e financeira, mas que estes anos todos de indecorosa governação impede. Não podem mascarar a balbúrdia que aí vem. Segundo, a pitoresca assunção que os incumbentes do sr. Sócrates são vigorosos artistas e autorizados peritos, mesmo que com pele de lacaios, é um exercício intelectivo esforçado e demasiado ufano. Os verdadeiros técnicos não se bordam dessa maneira. Aquilo é apenas um atoleiro de assanhados burocratas, inconvertíveis a qualquer realidade. Terceiro, para que a trapaça resulte, mesmo ajudada com a toleima dos apoiantes do sr. Portas, seria preciso que a oposição se pusesse a jeito e a caminho do abismo. Ora não nos parece que esse apocalipse, essa lesa-política de desespero, venha a ter lugar e siga o programa de festas do grupo de interesses do sr. Sócrates. E assim terá de ser. http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Governo
O problema desse escriba que se esmera no sarcasmo com palavras interessantes, reside na incapacidade de se olhar ao espelho dos escritos de hoje, se porventura o partido que apoia figurasse no esquema governativo. É outro lobotomizado pela partidarite, infelizmente. E tem vidido disso, toda a vida, ainda por cima.
O que lhe retira toda a autoridade moral para escreve seja o que for que não seja irrisório e irrelevante.
lá vem o delírio persecutório… o rapaz deixou de livre vontade o DN, talvez um pouco abespinhado com os artigos dos colegas, que até têm alguma razão… eu até gosto de ler a coluna do rapaz, mas tenho que reconhecer que por vezes vai por um certo exagero, mas ao menos até levanta algumas questões que merecem alguma atenção mesmo que um pouco empoladas…
agora parece-me que é bem claro no que diz: “Tive como directores Mário Bettencourt Resendes, Fernando Lima, Miguel Coutinho, António José Teixeira e João Marcelino, e nenhum deles jamais fez qualquer observação sobre aquilo que escrevi.” e não vejo aqui nenhuma insinuação em relação aos directores que menciona…
lamento que o JMT deixe o DN como colonista, mas pareçe-me que a decisão é dele e que não faltarão outros órgãos de imprensa a propor-lhe uma coluna e já desde o início de 2010… querem uma aposta? até o estou a ver bem no i ou no expresso e, quem sabe, até no sol ou no público!…”
este tipo de posts com, citações troncadas e cheios de ambiguidade, são o forte da Helena dos inTrojans, mas o seu ponto mais fraco também!
aqui vai o esclarecimento do próprio, para afastar as especulações, muitas vezes suscitadas por estas práticas tão blogueiras, e depois ainda acusam outros – que nem leio – de ser as milícias da blogosfera:
O meu adeus ao DN, parte II
por João Miguel Tavares, hoje
Anda um homem a pensar cuidadosamente no último texto para este jornal, a lipoaspirar argumentos até meter em 2750 caracteres tudo aquilo que quer dizer, a cinzelar adjectivos para se poder orgulhar da prosa de despedida, e quando enfim ela chega às bancas o que acontece? Os amigos não perceberam nada, os inimigos tresleram metade e os leitores confundiram o resto. Só posso pedir desculpa pela desastrada incompetência. Para ficar de bem com a minha consciência, contudo, e esclarecer de vez quem se deu ao trabalho de me ler nos últimos seis anos e meio, deixem-me explicar bem explicadinho, ponto por ponto:
1. O engenheiro José Sócrates é culpado de muitos dos males da pátria, mas entre eles não se encontra a minha saída do Diário de Notícias. Ao longo de 2009, como não se cansam de sublinhar – e bem -, os meus numerosos detractores, o primeiro-ministro teve sobretudo a amabilidade de me tornar um colunista mais conhecido e alvo da solidariedade de muitas pessoas, incluindo algumas cuja solidariedade eu dispensava.
2. A minha saída do Diário de Notícias também nada teve a ver com a recente troca de argumentos com Pedro Marques Lopes ou Ferreira Fernandes. Já estive a apenas cinco cadeiras de distância de Marques Lopes (num almoço de colunistas do DN), e posso garantir que não arremessámos qualquer objecto de cutelaria um ao outro. E por Ferreira Fernandes tenho o maior dos apreços: estou ideologicamente de acordo com 40% dos seus textos e esteticamente de acordo com 100%. E eu sempre apreciei mais a estética do que a ideologia.
3. A minha saída do Diário de Notícias deve-se à mais saudavelmente capitalista das razões: recebi uma boa proposta financeira de um outro diário e optei pela mudança. Por estranho que possa parecer a muita gente, o director do DN tudo fez nos últimos meses para que eu permanecesse neste jornal, como, aliás, já o fizera no início do ano em relação a uma outra proposta que tive (nesse caso com sucesso, porque resolvi ficar).
4. Somando 1+2+3, percebe-se com certeza que dispenso que queiram fazer de mim um “mártir da opinião” (como diria Pedro Marques Lopes) ou uma Manuela Moura Guedes de terceira categoria. Quem me lê sabe que sinto falta de um genuíno gosto pe-lo exercício da liberdade neste país, mas essa liberdade nunca me faltou no Diário de Notícias, e sempre a exercitei abundantemente, como é público e pensei que tivesse deixado claro.
5. Vivemos num tempo em que demasiadas pessoas insistem em dividir os colunistas em duas trincheiras: gostas do Sócrates?, vai para a esquerda; não gostas?, para a direita. Se não se importam, eu gosto de cavar a minha própria trincheira. E prefiro usar critérios um pouco mais sofisticados para classificar as minhas opiniões.
A ver se é desta: até à vista e obrigado por tudo.
Nao foi com o processo movido, foi por jogadas de bastidores…. Vamos a apostas…Quem será a proxima voz discordante a ser amordacada??? Palpite: Mário Crespo… O artigo do palhaco (que acaba por insultar os palhacos ao compara-los com os mafiosos da corruptela) e o facto de ter um novo programa na SICN chamado “Plano Inclinado” com o Medina Carreira, tornam-o um alvo a abater urgentemente.
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«Peço-lhe Sr. Primeiro ministro que resista à tentação do controle da comunicação social, não vá por aí porque nós cá estaremos para evitar essas tentações»
José Sócrates, 14 Outubro 2004
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mais um…
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“Tive como directores Mário Bettencourt Resendes, Fernando Lima, Miguel Coutinho, António José Teixeira e João Marcelino, e nenhum deles jamais fez qualquer observação sobre aquilo que escrevi.”
santa ingenuidade…os actos valem mais que mil observaçoes! Marcelino, o SOcretino…
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A Helena desculpe-me mas acha que o Estado deve impor a contratação do João Miguel Tavares ao DN, uma empresa privada que, como se viu há dias, não é, nem de longe, a que mais publicações de anúncios de Estado e empresas públicas faz?
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Ó anónimo socretino, o Estado e ‘a Helena’ não acham nada, o que todos nós achamos – fora o milhão e meio de lobotomizados que votou PS – é que temos um problema: é preciso remover o monte de esterco que faz de primeiro ministro e não se ‘acha’ o raio de uma pá… O grande problema nacional não é político é de higiene. Não se pode ter como pm um desgraçado que é acusado de ser corrupto na televisão e que não processa quem o acusa de difamação. Já cjega de conversa mole de deixar à justiça o que é etc. e tal, a questão não é política, é mesmo de carácter, é pessoal, nenhum país minimamente decente pode ter um mentiroso compulsivo, um incompetente completo, um analfabeto, um homúnculo moral como pm.
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Sou o anónimo. O que o faz supor que sou socretino? A pergunta era para a Helena e se a ler não descobre nenhum aopio a Sócrates. Estou é admirado por a Helena parecer criticar uma decisão de uma empresa privada, coisa que quis confirmar.
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#6
Deves ser um gajo muito lavadinho. Desses a quem apetece comer o cu
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“Tive como directores Mário Bettencourt Resendes, Fernando Lima, Miguel Coutinho, António José Teixeira e João Marcelino, e nenhum deles jamais fez qualquer observação sobre aquilo que escrevi.”
1. Mário Bettencourt Resendes. Um indivíduo nocivo para o jornalismo como deveria ser, em Portugal. Um palerma? Não o conheço suficientemente para avançar o diagnóstico, mas pelo que vejo e ouço na tv, é um indivíduo que suscita náuseas. Se esse indivíduo for um exemplo para o jornalismo português, julgo que não ficaríamos pior com o grego ou com o romeno.
2. Fernando Lima. Palavras para quê? Um artista português. Apenas de um lado ligeiramente diferente. Apesar de me parecer um lado mais simpático, provoca-me a mesma náusea.
3.Miguel Coutinho. Um dos novos, dos arrogantes que julga saber tudo e mais alguma coisa. Para mim, um imbecil.
4.António José Teixeira. Um homúnculo no estilo e no carácter jornalístico. Uma abécula profissional, a meu ver.
5.João Marcelino. Pão e vinho. Um vendedor de éticas que lhe aproveitem.
Agora pergunto: isto que disse sobre esses indivíduos é fruto de uma opinião negativa que tenho sobre eles e sobre o modo como fazem jornalismo. Será isto difamação, atentado à consideração, á honra? E será isto passível de reacção criminal?
É fazer a pergunta a cada um deles e esperar pela resposta.
A mais desconcertante viria certamente do Marcelino. O Lima ficaria calado. O Resendes desprezaria o amiba que lhe escreve a dizer mal da prestação sabuja. O Teixeira ficaria a pensar como poderia dar a volta e manter o aspecto. E o Miguel Coutinho, sinceramente nem sei, Acho que ficaria assim a modos que indignado.
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lá vem o delírio persecutório… o rapaz deixou de livre vontade o DN, talvez um pouco abespinhado com os artigos dos colegas, que até têm alguma razão… eu até gosto de ler a coluna do rapaz, mas tenho que reconhecer que por vezes vai por um certo exagero, mas ao menos até levanta algumas questões que merecem alguma atenção mesmo que um pouco empoladas…
agora parece-me que é bem claro no que diz: “Tive como directores Mário Bettencourt Resendes, Fernando Lima, Miguel Coutinho, António José Teixeira e João Marcelino, e nenhum deles jamais fez qualquer observação sobre aquilo que escrevi.” e não vejo aqui nenhuma insinuação em relação aos directores que menciona…
lamento que o JMT deixe o DN como colonista, mas pareçe-me que a decisão é dele e que não faltarão outros órgãos de imprensa a propor-lhe uma coluna e já desde o início de 2010… querem uma aposta? até o estou a ver bem no i ou no expresso e, quem sabe, até no sol ou no público!…
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E mais ainda: será que o anonimato relativo, ao permitir estas liberdades expressivas é negativo?
Se forem perguntar ao Sousa Tavares, é claro que sim. São os anónimos abjectos que assim escrevem.
Para ele fica o exclusivo de insultar realmente a inteligência alheia nos comentários que faz, mesmo sem insultos soezes.
Aliás, são esses os comentários mais eficazes: dão um ar de sabidolas e permitem que outros os repliquem sem contraditório.
Por causa destas e doutras o Vasco Pulido Valente insultou a Clara Ferreira Alves num blog. Chamou-lhe analfabeta. E ela não esteve com meias medias e meteu-o em tribunal num processo crime. A
Ao Vasco restava uma de duas: calar-se e esperar pelo veredicto ou tentar demonstrar a razão da sua asserção. Optou pelo primeiro e ganhou.
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O JMT é igual a tantos outros que por aí andam. Não merecia escrever em jornais, porque é um simplório cuja opinião não me interessa para nada.
Exactamente como penso da minha própria opinião…
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julgo que vai para o correio da manhã por estritas razões de mercado.
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#11
Quem és tu José?
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#14:
Ninguém. Portanto, um zé-ninguém. É assim que gosto de me referenciar.
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É por isso que estou a escutar Ian Dury e os Blockheads, de 1979 e acabei de ouvir o primeiro de Bob Dylan, depois de ver uma ária de La Cenerentola.
Um zé-ninguém só dá importância a quem verdadeiramente a tem.
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“e-ko disse
29 Dezembro, 2009 às 1:29 pm
lá vem o delírio persecutório… o rapaz deixou de livre vontade o DN, talvez um pouco abespinhado com os artigos dos colegas, que até têm alguma razão… ”
nao e qualquer um, que tem direito de escrever um artigo de resposta a outro, fora das suas colunas habituais! o Socretino, Joao Parcelino, quando permite ao Cancio Pedro Marques Lopes, responder a Joao Miguel Tavares, logo no dia a seguir, sem ser no seu espaço habitual no Jornal, ao Domingo, o Socretino Joao Parcelino esta a tomar claramente um posiçao!!
Mas o DN e mesmo um jornal de SOCRETINOS! note-se o editorial de hoje do DN e um Post escrito no JUGULAR dos Cancios…
Editorial do DN da Fernanda Cancio
“Querer a coisa e o seu contrário
No respeitante ao Código Contributivo parece que todos, ou quase todos, andam a dizer o mesmo, mas não é correcta essa percepção. De facto, os partidos à direita do PS votaram o adiamento por um ano da sua entrada em vigor, para evitar às empresas – nesta conjuntura de crise de emprego – os encargos adicionais sobre o trabalho precário, que ele contém, justamente para dissuadir a sua promoção. Ou seja, mais vale agora trabalho precário do que não haver trabalho de todo.
Já os partidos à esquerda dos socialistas convergiram no voto com a direita pela razão oposta: desde que se chegou a este compromisso em sede de Concertação Social que PCP e BE se opunham à entrada em vigor do diploma por acharem que as penalizações de falsos recibos verdes e de contratos a prazo são insuficientes para promover o emprego com direitos.”
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=1457604
Post do Jugular da Fernanda Cancio
“I say tomato, you say tomato
João Galamba
A direita aplaude a suspensão do código contributivo porque este aumenta os impostos.
Os partidos à esquerda do PS aplaudem a suspensão do código contributivo, não porque este aumente os impostos, mas porque se estava, segundo aqueles, a legitimar a precariedade. Para o PCP e para o Bloco, mais do que penalizar e regular, importa eliminar/ilegaliizar a Precariedade (seja lá o que isso for). E é por isso que votaram contra: não se contentam com soluções aquém do ideal.”
http://jugular.blogs.sapo.pt/1427280.html
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não, josé, não é um zé-ninguém. talvez não tenha mais importância do que o zé-ninguém, mas tem uma infinitamente maior responsabilidade. pelo papel que desempenha na sociedade, pelo seu nível socio-profissional e cultural… o problema com os zés-ninguém, é que dão demasiada importância a quem não a tem e que esperam que esses “importantes” assumam responsabilidades quando não têm estatura para o fazer como quem espera que uma bexiga alumie como uma lanterna (como dizem os franceses: “ils prennent les vessies pour des lanternes”). e, bexigas, estão por todo o lado. na política, na comunicação social e etc.
até eu, que não desempenho, neste momento – por razões de mau desempenho dos profissionais de saúde e mau funcionamento da justiça – quelquer papel relevante, o que me poderia levar a uma certa auto-desvalorização, mas, só pelo facto de ter um acesso adsl, que não me dá mais importância do que a do zé-ninguem, porque ninguém a tem, mas, por certo, alguma responsabilidade… ao menos a de estar atenta ao que nos rodeia e a de tentar ser objectiva e crítica em relação ao que se passa por aí e na blogos-feras… e nada me impede de continuar desfrutar de todas essas coisas que alguma cultura e mesmo com poucos meios nos permite… um acesso, por 1 euro mensal, ao canal ARTE permitiu-me assistir a, 50 anos depois, um concerto faboloso do Jim Morrison e doors, saber o que se passa, internacionalmente, nas práticas actuais das diferentes artes e de ter acesso a debates sobre temas cruciais para as nossas sociedades actuais e, também por mais um euro mensal, assistir a muitos concertos de música clássica ou antiga e de jazz.
em relação aos nossos colunistas, só há a crescentar que, enquanto não houver jornalismo e jornalistas de qualidade, pouco se pode esperar das colunas de opinião. uma comunicação social muito fraquinha é o que temos!…
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Mais uma voz independente silenciada.
Parabéns ao falso engenheiro!
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José,
Concordo com o que diz, excepto no que respeita a Fernando Lima, que é um homem sério e não merece ser confundido com os restantes.
Você não o conhece – e daí o que apressadamente escreve sobre ele -, mas posso garantir-lhe que é pessoa de carácter, que nada tem a ver com o retrato que dele tem traçado a comunicação social socretina.
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Mas afinal porque deixa JMT de escrever no DN?
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Hummm…palpita-me que a culpa é dessa esquerdalhaça maldita que anda para aí à solta!
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Caro A.Castro,
Se…se Fernando Lima é homem sério e de “carácter” como refere e diz conhecer – o que não contesto desde já – deixe-me dizer-lhe que a opinião formada sobre esse senhor não é responsabilidade da imprensa (independentemente da afectação politica da mesma) mas da ausência de uma explicação plausível sobre os tristes acontecimentos no P., nem dele, nem do Exmo PR seu protector eterno!
Não tem de fazer retracção ou explicação sobre rumores e boatos, não…mas tem o dever de protejer e fazer respeitar a sua honra e carácter e demarcar-se da imundice em que se atolou…ou o atolaram!
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@tric,
porque haveria o (M)(P)arcelino de censurar, ou não permitir, como queira, o Marques Lopes de responder onde quisesse, ao “queixoso”… o essencial é que não haja censura, não é? e porque raio é que os socretinos não devem poder criticar os só-cretinos?
já agora, leu o que escreveu o Campos e Cunha sobre o assunto? ainda hoje li um artigo, mas não me lembro onde, vou procurar, mas também pode procurar, vá!
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A. Castro:
Não conheço o Fernando Lima nem os restantes. Mas conheço o que dizem, escrevem e ditam ou controlam, nas redacções. E isso me basta para fazer a apreciação negativa.
Pessoalmente, desejo-lhes as maiores felicidades…a tratarem da vidinha por outras vias que não as de influenciarem a opinião pública. Porque é desses e doutros como eles, que sobressai a responsabilidade de muitos votarem como votam ou outros muitos pensarem como pensam. E ainda pior: escondem a verdade das coisas que sabem e por interesse em manter o lugar.
Aceito perfeitamente que Fernando Lima seja pessoa de carácter como os outros o serão. O que custa a aceitar é que esteja onde está depois de ser jornalista.
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mais um que foi enrrabado pelos politicos xuxas
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espero que os blafesmos não apaguem o cumentário do augusta, 8, para que se perceba que género de gente apoia o invertido-mor. É este género sem sexo nem cabeça nem vida que se alapou no estado a que isto chegou. Criolina, é preciso muita criolina e empalamentos públicos para ficarem escarmentados.
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OS INCUMBENTES DO SR. SÓCRATES
Hoje, a tropa tarefeira do sr. Sócrates vai ao boticário do dr. Cavaco assinar a presunção ministerial. 15-ministros-15, cartão de serviçal no bolso e uma afectuosa ambição pessoal, todos de pulsos políticos algemados mas sob fiança dos Marcelinos indígenas, irão cerimoniosamente alegrar a vitrine da antiga “Real Barraca”, ali na Ajuda. O público, desde o correligionário falhado a outros exquisitos sujeitos (que nunca faltam na ocasião), abrilhanta a putativa festa. Os emproados incumbentes vão ao expediente. E, com apetite noticioso, o país viscoso das Tv’s, jornais & blogs, com eles.
Acontece que tais incumbentes estão no papel de gestores das presuntivas cambalhotas estratégicas do grupo de interesses do sr. Sócrates: não farão a “política que pensam”, mas “que são”. Os notáveis assinantes são meros décor. O que antes diziam sobre o “meneio correcto” da coisa pública será para esquecer. Não haverá arroubamentos. Jamé! Os episódios que iremos assistir, decerto bem urdidos e postos a correr por jornaleiros estridentes, são para inebriar a galeria de nativos. Estes, sonolentos à crise económica e derrancados à iminente bancarrota, irão saudar em delírio (mesmo que frouxo) a curiosa genuflexão do (manso) governo aos interesses e ao fomento do país real e correrão com a “nauseabunda” oposição. Sócrates regressará depois, em ombros e sobre o seu enxertado governo, para anos de felicidade e esplendor. O chamariz está já lançado. Assim o dizem.
Mas é possível que a insolência da “habilidosa” estratégica não resulte. Primeiro, a económica é o que é. Não arreda por convenientes ou piedosas “mentiras”. A demanda dessa mistificação exige uma macia e pressurosa acalmia económica e financeira, mas que estes anos todos de indecorosa governação impede. Não podem mascarar a balbúrdia que aí vem. Segundo, a pitoresca assunção que os incumbentes do sr. Sócrates são vigorosos artistas e autorizados peritos, mesmo que com pele de lacaios, é um exercício intelectivo esforçado e demasiado ufano. Os verdadeiros técnicos não se bordam dessa maneira. Aquilo é apenas um atoleiro de assanhados burocratas, inconvertíveis a qualquer realidade. Terceiro, para que a trapaça resulte, mesmo ajudada com a toleima dos apoiantes do sr. Portas, seria preciso que a oposição se pusesse a jeito e a caminho do abismo. Ora não nos parece que esse apocalipse, essa lesa-política de desespero, venha a ter lugar e siga o programa de festas do grupo de interesses do sr. Sócrates. E assim terá de ser.
http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Governo
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Este vai ser o proximo a “demitir-se”.. Ainda meteu mais gasolina na fogueira:
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1458251&seccao=Vasco%20Gra%E7a%20Moura&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco
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O problema desse escriba que se esmera no sarcasmo com palavras interessantes, reside na incapacidade de se olhar ao espelho dos escritos de hoje, se porventura o partido que apoia figurasse no esquema governativo. É outro lobotomizado pela partidarite, infelizmente. E tem vidido disso, toda a vida, ainda por cima.
O que lhe retira toda a autoridade moral para escreve seja o que for que não seja irrisório e irrelevante.
O Moura, nesse aspecto, é uma desgraça. E é pena.
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não vos disse no comentário 10? volto a repetir:
lá vem o delírio persecutório… o rapaz deixou de livre vontade o DN, talvez um pouco abespinhado com os artigos dos colegas, que até têm alguma razão… eu até gosto de ler a coluna do rapaz, mas tenho que reconhecer que por vezes vai por um certo exagero, mas ao menos até levanta algumas questões que merecem alguma atenção mesmo que um pouco empoladas…
agora parece-me que é bem claro no que diz: “Tive como directores Mário Bettencourt Resendes, Fernando Lima, Miguel Coutinho, António José Teixeira e João Marcelino, e nenhum deles jamais fez qualquer observação sobre aquilo que escrevi.” e não vejo aqui nenhuma insinuação em relação aos directores que menciona…
lamento que o JMT deixe o DN como colonista, mas pareçe-me que a decisão é dele e que não faltarão outros órgãos de imprensa a propor-lhe uma coluna e já desde o início de 2010… querem uma aposta? até o estou a ver bem no i ou no expresso e, quem sabe, até no sol ou no público!…”
este tipo de posts com, citações troncadas e cheios de ambiguidade, são o forte da Helena dos inTrojans, mas o seu ponto mais fraco também!
aqui vai o esclarecimento do próprio, para afastar as especulações, muitas vezes suscitadas por estas práticas tão blogueiras, e depois ainda acusam outros – que nem leio – de ser as milícias da blogosfera:
O meu adeus ao DN, parte II
por João Miguel Tavares, hoje
Anda um homem a pensar cuidadosamente no último texto para este jornal, a lipoaspirar argumentos até meter em 2750 caracteres tudo aquilo que quer dizer, a cinzelar adjectivos para se poder orgulhar da prosa de despedida, e quando enfim ela chega às bancas o que acontece? Os amigos não perceberam nada, os inimigos tresleram metade e os leitores confundiram o resto. Só posso pedir desculpa pela desastrada incompetência. Para ficar de bem com a minha consciência, contudo, e esclarecer de vez quem se deu ao trabalho de me ler nos últimos seis anos e meio, deixem-me explicar bem explicadinho, ponto por ponto:
1. O engenheiro José Sócrates é culpado de muitos dos males da pátria, mas entre eles não se encontra a minha saída do Diário de Notícias. Ao longo de 2009, como não se cansam de sublinhar – e bem -, os meus numerosos detractores, o primeiro-ministro teve sobretudo a amabilidade de me tornar um colunista mais conhecido e alvo da solidariedade de muitas pessoas, incluindo algumas cuja solidariedade eu dispensava.
2. A minha saída do Diário de Notícias também nada teve a ver com a recente troca de argumentos com Pedro Marques Lopes ou Ferreira Fernandes. Já estive a apenas cinco cadeiras de distância de Marques Lopes (num almoço de colunistas do DN), e posso garantir que não arremessámos qualquer objecto de cutelaria um ao outro. E por Ferreira Fernandes tenho o maior dos apreços: estou ideologicamente de acordo com 40% dos seus textos e esteticamente de acordo com 100%. E eu sempre apreciei mais a estética do que a ideologia.
3. A minha saída do Diário de Notícias deve-se à mais saudavelmente capitalista das razões: recebi uma boa proposta financeira de um outro diário e optei pela mudança. Por estranho que possa parecer a muita gente, o director do DN tudo fez nos últimos meses para que eu permanecesse neste jornal, como, aliás, já o fizera no início do ano em relação a uma outra proposta que tive (nesse caso com sucesso, porque resolvi ficar).
4. Somando 1+2+3, percebe-se com certeza que dispenso que queiram fazer de mim um “mártir da opinião” (como diria Pedro Marques Lopes) ou uma Manuela Moura Guedes de terceira categoria. Quem me lê sabe que sinto falta de um genuíno gosto pe-lo exercício da liberdade neste país, mas essa liberdade nunca me faltou no Diário de Notícias, e sempre a exercitei abundantemente, como é público e pensei que tivesse deixado claro.
5. Vivemos num tempo em que demasiadas pessoas insistem em dividir os colunistas em duas trincheiras: gostas do Sócrates?, vai para a esquerda; não gostas?, para a direita. Se não se importam, eu gosto de cavar a minha própria trincheira. E prefiro usar critérios um pouco mais sofisticados para classificar as minhas opiniões.
A ver se é desta: até à vista e obrigado por tudo.
http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1459014&seccao=Jo%E3o%20Miguel%20Tavares&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco
resta-nos, agora, lançar apostas sobre qual é o jornal que fez a proposta mais interessante do ponto de vista capitalista!… façam propostas!…
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Esta Helena é uma pândega.
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