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O problema principal é a tendência

6 Janeiro, 2010
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Dívida pública consolidada já é igual ao valor do PIB

A dívida pública consolidada, que inclui para além da dívida directa do Estado também os compromissos líquidos das empresas públicas e das regiões autónomas e municípios, já atinge 100 por cento do PIB português e poderá, até 2013, chegar a pelo menos 120 por cento. Os cálculos são do BPI e foram hoje divulgados num estudo publicado sobre a situação das finanças públicas portuguesas.

(…) Se as receitas e despesas públicas tiverem o mesmo comportamento da última década, a dívida consolidada chega aos 120 por cento do PIB daqui a quatro anos e aos 147 por cento em 2040.

Ninguém acredita que os nossos deputados tenham a coragem de seguir o exemplo irlandês. Porém, se o Parlamento aprovar um orçamento laxista como tudo leva a crer – nunca até agora se viu um partido propôr uma medida que implicasse redução da despesa – no day after assistiremos, com grande probabilidade, ao downgrading da nossa dívida pública por parte das agências de rating internacionais.

Isto implicará uma subida imediata e abrupta nos spreads da nossa dívida – entre 1 a 2 pontos percentuais – e uma restrição nos volumes de novos financiamentos. Num prazo muito curto, tal significa que muita da “paparoca” que ingerimos deixará de estar disponível nas prateleiras dos supermercados, pois não temos com que pagar as importações. E o inevitável retorno à agricultura e às pescas será um processo longo, já que a irracionalidade da PAC andou durante 2 décadas a subsidiar-nos a descontinuação de produções agrícolas e o abate da frota pesqueira. Entretanto, perderam-se competências e os jovens com um mínimo de qualificações emigram para melhores paragens.

Enfim, um “doce” resvalar para a inviabilidade enquanto País. 

41 comentários leave one →
  1. gigi's avatar
  2. inv3rt's avatar
    6 Janeiro, 2010 21:52

    Ver com atenção:

    Peter Joseph: “Where are we going?”
    vimeo.com/7857584
    http://www.themoneyfix.org
    http://www.zeitgeistportugal.org

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  3. Licas's avatar
    Licas permalink
    6 Janeiro, 2010 22:01

    Se eu bem percebi (leigo em Economia e Finanças), o estrangeiro vai-nos cobrar juros de empréstimo cada vez mais altos até não os podermos pagar de todo. Então entraremos em bancarrota e temos de voltamos, como nos anos 40 – 50, à Econoia de Subsistência:Pescas (cada vez mas escassas) e Agricultura.
    Por este andar ainda vou
    torna-me fã da construção do TGV: para nos pôr fora do país o mais depressa possível . . .

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  4. JB's avatar
    6 Janeiro, 2010 22:02

    Coragem portugueses.
    Mais um esforço e regressamos a 1892.
    Ao capítulo final do regime liberal.

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  5. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    6 Janeiro, 2010 22:21

    E isto deve ter sido com base em dados do Banco de Portugal, que ninguem se admirará que tenha uma ou outra “pequena falha” ou alguma coisa que passou despercebida, que tenha escapado.
    Mas há ainda um outro factor a ter em conta. è que é nestas situações, o mercado paralelo tem tendencia a aumentar, e é encoberto.

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  6. Colonizado's avatar
    Colonizado permalink
    6 Janeiro, 2010 22:22

    Mas os ex-comunistas reciclados em socialistas humanistas e ainda em internacionalistas duros apesar do milhão de gajos sem emprego aumentam todos os anos dezenas de milhar de “portugueses” pobres e carregados de desigualdades à carga e claro ao défice.Como os ricos sabem como não pagar a crise “avaliam-se os funcionários”, aumentam-se-lhes os impostos e vamos assim todos alegramente empobrecendo menos os colarinhos brancos dos chernes e dos robalos que engordama olhos vistos…

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  7. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    6 Janeiro, 2010 22:35

    pois é. não vai a bem , vai a mal. em lugar de financiaçar tgvs e pópós podem é ir comprando tractores e barcos.
    e é incrível como podem ser tão tansos e burros , os “modernistas” anti sector primário.

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  8. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    6 Janeiro, 2010 22:35

    financiar , sorry.

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  9. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    6 Janeiro, 2010 22:45

    Já ultrapassámos isso segundo outras notícias…

    “Dívida Pública aumenta 28 mil mihões(sic) e chega a 113%”

    …A dívida do Estado, incluindo as empresas públicas, deverá este ano atingir 113,3% do produto interno bruto (PIB), contra 93% do PIB em 2008. Os empréstimos públicos contraídos à economia – no montante de 182,6 mil milhões de euros – através de créditos bancários e em títulos como as obrigações do Tesouro, aumentaram 28 mil milhões de euros, em relação a 2008…

    …Só a dívida do Estado, sem contabilizar as empresas públicas, no final deste ano deverá representar 81,2% do PIB e, em 2010, deverá alcançar os 90% da produção, atingindo os 100% em 2013, tal como sublinhou o Fundo Monetário Internacional esta semana. Mas, para este ano, isto significa mais despesa para além do estimado em Setembro passado, pelo Instituto Nacional de Estatística, quando se calculava um endividamento de 74,5% do produto. Contas feitas, após sucessivas alterações orçamentais, o Estado endivida-se este ano em 15 mil milhões de euros…

    http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1438156

    É só esperar para ver cada vez mais Social(istas) da Esquerda e da Direita , como já Sampaio “há mais vida para além do defice” e Soares a virarem a casaca e a criticarem aquilo para que precisamente contribuiram e elogiaram nas ultima década.
    E claro, nenhum jornal lhes vai perguntar ou fazer alguma pergunta difícil pois os media com raras excepcções defenderam a mesma coisa, óbviamente, pertencem à mesma estrutura de poder aliada em arrecadar para si a riqueza que a próximas gerações produzirão.

    Já estão todos a fazerem-se de virgens e muito chocados com a realidade.

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  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    6 Janeiro, 2010 22:49

    aqui ao lado já começaram a “volver al campo” , por exemplo.

    http://www.elimparcial.es/contenido/48046.html

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  11. Colonizado's avatar
    Colonizado permalink
    6 Janeiro, 2010 23:01

    Ouvi ainda hoje um economista na tv a dar exemplos de como sair da “crise” e claro fez referência à Irlanda e a outras poupanças.Uma delas era no “Exército”.O gajo deve anda bêbado tal qual muitos por aí.
    É que esses merdas nunca falam dos “EXÉRCITOS” que todos os anos aumentam à carga pobres, cheios de desigualdades e que vivema 100% do erário…

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  12. gigi's avatar
    6 Janeiro, 2010 23:09

    «O Estado tem o monopólio da coacção. Todos, ou quase todos, lho reconhecemos. Não decorre daqui que tenha o monopólio da legitimidade, como é frequente ver afirmado na blogosfera, nos media e nas declarações dos políticos. Nenhum dos grandes pensadores da Democracia reconhece ao Estado este monopólio, nem ele está consagrado na Constituição da República Portuguesa (ou, que eu saiba, em qualquer Constituição de qualquer país democrático).

    Vital Moreira sabe isto melhor que ninguém. Quando afirmou, a propósito da luta dos professores, que o Governo é que define o bem comum, traiu a probidade intelectual e académica a que estava obrigado em troca da migalha de poder político de que agora desfruta no Parlamento Europeu.

    Não é preciso um grande esforço da imaginação para dar exemplo de legitimidades que não cabem ao Estado.

    Desde logo, a que decorre da realidade dos factos. Quando a Assembleia legislativa do Texas votou a proposta de atribuir a “pi” o valor de 3,0 (foi derrotada), não estava a exercer um poder legítimo, pese embora o sufrágio que a elegeu: a vontade expressa das maiorias eleitorais nunca é um cheque em branco, confere antes um mandato que tem o seu conteúdo e os seus limites. Legítima, sim, seria a acção de um matemático texano que continuasse, a despeito da lei e ainda que sozinho, a procurar mais casas decimais para o valor de “pi”; ou a de um engenheiro texano que definisse este valor até à casa decimal correspondente ao grau de exactidão exigida pelo trabalho que tivesse entre mãos. A Assembleia Legislativa podia achar necessário para o bem comum facilitar deste modo o ensino da geometria nas escolas; mas o engenheiro sabe que a construção correcta duma escada em caracol também está no âmbito do interesse geral.

    Este conflito de legitimidades é o tema principal de Nineteen Eighty-Four. A personagem principal pensa que tem o direito de acreditar que dois mais dois são quatro; o Estado reivindica para si o direito de fazer os seus súbditos acreditar – e exige-lhes que sejam sinceros nesta crença – que dois mais dois são três, ou cinco, ou seja o que for que mais lhe convenha de momento. Na vida real nenhum Estado, dispense ele ou não as formalidades do processo democrático, tem esta legitimidade. Tanto Winston Smith como o engenheiro acima postulado têm razão, mesmo que a afirmem contra todos os outros.

    Outra legitimidade que não pertence ao Estado é a que decorre dos direitos de associação e de expressão. Se os cidadãos se associam, ou se pronunciam sobre as políticas dos governos, é para produzir efeitos na comunidade – ou seja, para exercer um poder que todos os Estados democráticos reconhecem explicitamente, nas suas Constituições, como legítimo. A atitude dum governante que diz implicitamente aos governados “falem para aí à vontade, manifestem-se no número que quiserem, mas não esperem que alguém os ouça” é uma subversão da Constituição e uma perversão da Democracia.

    Há, também, as várias legitimidades profissionais. Tem que as haver: um médico, um engenheiro, um professor exercem actividades que se repercutem directamente na vida e no bem-estar dos seus concidadãos. Ou seja, têm poder; e o que legitima este poder é a autoridade que lhes advém do saber. Este poder confere-lhes responsabilidades específicas que exigem uma medida correspondente de legitimidade, e esta não lhes pode ser conferida pelos protocolos da democracia formal.

    O sufrágio eleitoral, que é o mais importante destes protocolos, não tem a virtude mágica de tornar os eleitos especialistas em tudo. Os eleitores podem conferir aos políticos um mandato que lhes permita determinar o que é uma boa prática clínica ou pedagógica, mas não lhes podem conferir o conhecimento especializado necessário a que esta definição seja técnica e cientificamente correcta e redunde efectivamente na realização do maior bem do maior número. Em matérias para as quais sejam relevantes conhecimentos especializados, a decisão não se fundamenta apenas na legitimidade política stricto sensu, mas também na convergência desta com legitimidades doutra ordem (ainda que a legitimidade política deva prevalecer; mas uma legitimidade política que não reconheça outras legitimidades depressa deixa de prevalecer e acaba por se auto-destruir).

    É esta convergência que tem estado em causa no discurso político e mediático da última década. A confusão, propositada ou não, entre estado democrático e sociedade democrática é a base da qual se parte para o ataque às “corporações”, apresentadas repetidamente à opinião pública como grémios de privilegiados, obsessivamente focados na protecção dos seus interesses particulares em detrimento do bem comum e teimosamente opostos ao progresso e à mudança. Este discurso provém sobretudo da classe política e das agremiações patronais, que são também corporações, mas que, por qualquer razão que nunca é explicada, não têm esse nome nem declaram outros interesses que não sejam os do cidadão comum.

    Esta dicotomia entre as corporações diabólicas, por um lado, e por outro as corporações angélicas releva, como é evidente, do mais puro populismo. Todas as corporações defendem, legitimamente, os interesses dos seus membros; mas por outro lado todas elas têm a sua visão do bem comum e as suas propostas sobre a melhor maneira de o prosseguir. O interesse próprio da corporação dos políticos está em obter para os seus membros o monopólio da legitimidade; o interesse próprio da corporação patronal está em obter o máximo de poder político. Em ambos os casos a estratégia passa necessariamente por uma guerra a todas as instituições da sociedade civil que não estejam dependentes da elite política e empresarial e não defendam os seus interesses.

    Entre as corporações angélicas a que não se dá o nome de corporações, há que referir uma terceira: a dos economistas, ou melhor, a dos economistas duma certa tendência, que são quase os únicos que têm acesso aos mass media e aos corredores do poder. O seu papel na guerra do Estado contra a Sociedade parece ser convencer-nos de que a verdadeira prosperidade consiste em ganharmos cada vez menos trabalhando cada vez mais; que a verdadeira igualdade está na desigualdade extrema; e que a elite dominante não é uma elite, mas sim parte um grupo, ligeiramente mais bem-sucedido, de gente igualzinha a nós.

    É assim que vemos a elite da política e dos negócios a usar um discurso anti-elitista como justificação moral da sua guerra contra a sociedade. A verdadeira elite não são eles, por mais que vivam no luxo e no consumo conspícuo: são todos aqueles cujo trabalho, cujo estudo e cujo esforço visaram outros fins – pessoais e sociais – que não os da estrita e imediata utilidade económica, e que, apesar desta inadmissível heterodoxia, ousam exigem ver reconhecido e recompensado o mérito atinente ao seu trabalho, estudo e esforço.

    Deste anti-elitismo populista – Thomas Frank, no seu livro One Market Under God, chama-lhe “populismo de mercado” – o salto é muito curto para o anti-intelectualismo, um anti-intelectualismo tanto mais eficaz quanto tem raízes profundas na mentalidade portuguesa, que respeita muito pouco a autoridade de quem sabe mas se inclina até tocar com a testa no chão perante o domínio de quem manda.

    É este o caldo de cultura em que se têm desenvolvido as nossas políticas educativas nos últimos trinta anos. Os resultados estão à vista de todos e prejudicam todos. É por isso que o País – leia-se, a sociedade civil portuguesa – tem absoluta necessidade duma Ordem dos Professores, que em termos de utilidade pública tem uma importância só equiparável à Ordem dos Médicos. É claro que uma Ordem dos Professores defenderá – legitimamente, diga-se já – o interesse dos professores em verem melhorado o seu estatuto social e profissional. Mas defenderá também o interesse das escolas, que é dar o mundo a compreender às novas gerações e não imbecilizá-las, como o poder político as quer obrigar a fazer. E será uma arma a acrescentar às outras de que a sociedade civil já dispõe para limitar o poder totalitário da plutocracia que a oprime.
    http://www.legoergosum.blogspot.com/2010/01/ordem-dos-professores-um-imperativo.html

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  13. Desconhecida's avatar
    o pessimista permalink
    7 Janeiro, 2010 00:07

    Vai ao fundo sim senhor.

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  14. Desconhecida's avatar
    7 Janeiro, 2010 00:15

    até que enfim esta merda estoura.

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  15. Desconhecida's avatar
    zé das coubes permalink
    7 Janeiro, 2010 00:16

    hugg!

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  16. Desconhecida's avatar
    7 Janeiro, 2010 00:23

    “(…) Se as receitas e despesas públicas tiverem o mesmo comportamento da última década, a dívida consolidada chega aos 120 por cento do PIB daqui a quatro anos e aos 147 por cento em 2040.”

    Em 2040 já estamos todos mortos. Pelo menos o palhaço deve estar. Fuma em recintos fechados…

    A sério: estas projecções são úteis para o curto médio prazo. Extrapolar para 2040 é um exercício idiota. Se houvesse vontade ou necessidade, o défice deste ano desaparecia com cortes drásticos de despesas, e prontos! Agora falar em 2040…

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  17. anti-liberal's avatar
    anti-liberal permalink
    7 Janeiro, 2010 05:02

    .

    Alguém disse que lhe parece que a Cavacal pessoa pode estar a organizar uma belemzada para breve.
    Oxalá.
    Estou farto de dizer que isto só lá vai à porrada e da grossa.
    Vou pirar-me amanhã e espero voltar, em nova visita, pelo Carnaval.
    Só espero que já esteja tudo à porrada. Se eu vier a tempo vou malhar nuns quantos que eu cá sei. hehehehe

    Nuno

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  18. Zé Preto's avatar
    7 Janeiro, 2010 07:13

    Reformar as Reformas

    Almeida Santos – 4500 euros
    Helena Roseta – 2.800 euros
    Capoulas dos Santos – 2.800 euros
    Isabel Castro – 2.800 euros
    João Gaspar Almeida – 2.800 euros
    Leonor Beleza – 2.800 euros
    Pedro Roseta – 2.800 euros
    Manuela Aguiar – 2.800 euros
    Carlos Carvalhas – 2.800 euros
    Subsídio de Reintegração
    Elisa Ferreira – 63 mil euros
    Ana Benavente – 63 mil euros
    Jamila Madeira – 35 mil euros
    Francisco Assis – 64 mil euros

    Ministério da Justiça
    5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    Março
    Ministério da Justiça
    7148.12 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
    5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5484.41 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    Empresas Públicas e Sociedades Anónimas
    6082.48 Jurista 5 CTT Correios Portugal SA
    Abril
    Ministério da Justiça
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
    Antigos Subscritores
    6193.34 Professor Auxiliar Convidado
    Maio
    Ministério da Justiça
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
    5460.37 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    Junho
    Ministério da Justiça
    5663.51 Juiz Conselheiro Supremo Tribunal Administrativo
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    Julho
    Ministério da Justiça
    5182.91 Juiz Direito Conselho Superior Magistratura
    5182.91 Procurador República Procuradoria-Geral República
    5307.63 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
    Agosto
    Ministério da Justiça
    5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Conservadora Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5043.12 Notária Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Conservador 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5027.65 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5159.57 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Ajudante Principal Direcção Geral Registos Notariado
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5173.46 Notário 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
    5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
    Setembro
    Ministério dos Negócios Estrangeiros
    7284.78 Vice-Cônsul Principal Secretaria-Geral (Quadro Externo)
    6758.68 Vice-Cônsul mdash; Secretaria-Geral (Quadro Externo)
    Ministério da Justiça
    5663.51 Juiz Conselheiro mdash; Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
    Ministério da Educação
    5103.95 Presidente Conselho Nacional Educação
    Outubro
    Ministério da Justiça
    5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
    Novembro
    Ministério dos Negócios Estrangeiros
    7327.27 Técnica Especialista Secretaria-Geral (Quadro Externo)
    Tribunal de Contas
    5663.51 Presidente
    Ministério da Justiça
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
    5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura

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  19. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 09:04

    Seria interessante saber quanto do que pagamos é o capital emprestado e quanto é juros. E em que ano não conseguiremos sequer pagar os juros.

    Tudo obra de Sócrates, o louco, o coveiro de Portugal. Como pode um só homem fazer tanto estrago!…

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  20. Eladisse_oquê?'s avatar
    Eladisse_oquê? permalink
    7 Janeiro, 2010 09:27

    “Tudo obra de Sócrates, o louco, o coveiro de Portugal. Como pode um só homem fazer tanto estrago!…”

    AHAHAHAHAH (como se a essência tivesse piada que não tem)

    Tudo obra do Sócrates ???!!!

    Ó Tina, vc saiu de onde ? Esteve internada ? Tem 14 anos ?

    Como se o actual estado da nação se pudesse dever a um só marreta (um grande marreta demagogo)…vc sabe que isto já se arrasta, com outras consequências e ingovernabilidades desde o inicio dos anos 90 ???

    Não tinha ainda atingido a maioridade imagino…há uma fila de responsáveis de diversas côres pelo actual estado do paìs.

    HÁ COM CADA CROMA FORMATADA !!!

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  21. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    7 Janeiro, 2010 10:22

    Um post que fica para a memória porque é o retrato perfeito de um povo louco.

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  22. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 10:40

    “Como se o actual estado da nação se pudesse dever a um só marreta (um grande marreta demagogo)…vc sabe que isto já se arrasta, com outras”

    Sim, é tudo obra de Sócrates. Bastou 4 anos do seu governo para a dívida subir de menos de 50% do PIB para quase 100%. Compreendo que não queiram acreditar, mas estamos mesmo entregues às mãos de um louco.

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  23. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 10:43

    Agora já sabemos como se sentem os venezuelanos e tantos outros entregues às mãos de governantes incompetentes e irresponsáveis, totalmente ego-orientados e descompensados. É como estar num comboio (tipo TGV) que se dirige a um abismo e saber que nada se pode fazer. É uma sensação irreal.

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  24. Outside's avatar
    Outside permalink
    7 Janeiro, 2010 10:54

    É tudo culpa dele , tudo tudo tudo !
    Soares e Cavaco 1º (com os fundinhos comunitários quentinhos e bons), depois Guterres, Durão, Santana com Portas, e finalmente o Sr. Inginheiro e a culpa é toda do sócretino que em 4 anos fez “dívida subir de menos de 50% do PIB para quase 100%”.

    Eheheheh…isto até dava para gargalhar não fosse tão estapafúrdio e ingnorante e ingnorância é tão ou mais perigosa que a incompetência.

    Sim sim…sim…não tires as pálas dos olhos ou não vás rectificar a miopia aguda que te aflige que vais ver…quando Sócrates sair (e tarde mas vai cair) e entrarmos num outro ciclo (mais do mesmo com outra côr apenas, é assim que Portugal é governado desde sempre) tenho curiosidade onde vais encontrar a loucura e insanidade.

    Irreal é o seu pensamento (muito bem dito)… FORMATADO !

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  25. Sarkastiko's avatar
    Sarkastiko permalink
    7 Janeiro, 2010 11:04

    “(…) Se as receitas e despesas públicas tiverem o mesmo comportamento da última década, a dívida consolidada chega aos 120 por cento do PIB daqui a quatro anos e aos 147 por cento em 2040.”

    Mas em 2013 nao fecha a torneira dos €€€€ da UE????
    Entao para que fazer previsoes para 2047????
    Fechando a torneira do guito, fica o assunto resolvido.

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  26. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 11:21

    O Outside julga que é muito esperto. Finge que não gosta de Sócrates, para parecer imparcial mas ao mesmo tempo tenta minimizar os estragos que Sócrates fez. Depois fica tão irritadinho quando se lhe diz a verdade que até se pode imaginá-lo a espumar de raiva. Olhe, aqui vai, continue a espumar que está a dar um belo espectáculo:

    “Sócrates aumentou em 54% a dívida externa, passando de 43.2% para 97.2% do PIB!

    Segundo o Boletim estatístico do Banco de Portugal de Março de 2009, constata-se que entre 2005 e 2008 a dívida externa atingiu uma meta alarmante. É um assunto de extrema gravidade que põe em perigo a capacidade do país poder fazer os investimentos necessários devido à maior dificuldade em obter financiamento e em piores condições. Já pagamos os empréstimos a uma taxa mais cara que a maioria dos nossos parceiros.

    Ainda segundo o mesmo Boletim, o crédito bancário aplicado ao imobiliário e à habitação foi dez vezes maior do que o aplicado à agricultura e à indústria. Estes números reflectem a política económica deste governo, especulativa em detrimento das actividades produtivas.

    Desta forma o governo tem lançado no desemprego centenas de milhares de pessoas, destruindo a capacidade produtiva do país. Temos os bons e conhecidos exemplos dos empréstimos milionários e finos que a CGD tem efectuado para jogos na bolsa e controlo de bancos como o BCP.

    Onde irá Sócrates e em que condições obter os empréstimos para levar avante os investimentos desastrosos do TGV, do aeroporto e da terceira ponte?”

    Agora imagine-se com mais 4 anos de Sócrates!…

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  27. Desconhecida's avatar
    Rxc permalink
    7 Janeiro, 2010 11:28

    20, verifique a dívida pública em 1995 e compare com a actual…

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  28. Outside's avatar
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    7 Janeiro, 2010 11:34

    É verdade Alber (Tina), confesso…sou um fingidor, gosto tanto tanto tanto do Sócrates e de tosos os ilustres membros da bancada socialista, tenho paixão pelo Gama e pelo Lino, saudades do Bochechas e do A.Santos, ainda hoje não compreendo porque o guterres abandonou o barco ou como pode estar o Vara envolvido nisto tudo..desconfio de conspiração e todas as noites rezo pelo bem estar e futuro do Partido Socialista, penso em mudar a minha casa para o Largo do Rato para estar mais perto dos meus ídolos que não cantam mas me encantam. Fico “irritadinho” com as ameaças, rumores, boatos, campanhas de descredibilização que fazem ao Sr.PM e não entendo porque não podem todos os jornais ser como o DN. Só consigo pensar nas virtudes da esquerda, desconfio mesmo que vejo melhor com a vista esquerda e que tenho inclinação inata e natural para a esquerda tendo já discutido por diversas vezes com o meu mecânico devido ao meu carro segui sempre para a faixa da esquerda. Ambiciono e sonho e fantasio com maiorias absolutas do PS porque não há nada melhor para o paìs que ficar dependente alegremente do meu idolatrado partido. Votei, voto e sempre votarei PS porque me disseram e explicaram que é o melhor partido para o bem de todos nós e não entendo nem compreendo que possa ser diferente.

    ARRANJE UM CÉREBRO POR FAVOR, OU PELO MENOS TENTE NÃO TRANSMITIR ESSA MENTE MONOCROMÁTICA À SUA FILHA(O).

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  29. Eladisse_oquê?'s avatar
    Eladisse_oquê? permalink
    7 Janeiro, 2010 11:41

    Rxc…não duvido dos valores…nem da incompetência sócretina…não sou é grunho para julgar que a culpa deste estado actual se deve a um só marreta (por muito demagogo, incompetente e mentiroso que seja).

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  30. Desconhecida's avatar
    Rxc permalink
    7 Janeiro, 2010 11:48

    29, obviamente que a situação é resultado de décadas de incompetência e uma falta de visão estratégica confrangedora. Mas como ele próprio se considera o “melhor” (na “Educação”, na “consolidação das finanças públicas”, na Economia, etc…), deve-lhe ser dada a palma por ter esse mérito, de ter conseguido, em poucos anos, arrasar com a livre iniciativa e a esperança de mudança radical no rumo que temos seguido.
    E com a ajuda da Lurdes Rodrigues, conseguiu também desbaratar uma geração com medidas totalmente idiotas que vão ser pagas durante décadas.
    Claro que cada povo tem os governantes que merecem, e ao andar na rua e observar os meus conterrâneos, percebo bem como é que uma personagem destas atingiu o poder que tem. Ele é o reflexo perfeito daquilo que, na maioria dos casos, somos (chico-espertos, aldrabões e oportunistas).

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  31. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 11:48

    Os seguidores de Sócrates demonstram todos os tics do seu chefe: recusam aceitar a verdade, desviam o assunto quando não lhes agrada, não têm conhecimento da matéria, são grosseiros e mentem descaradamente. É um pesadelo que se vive em Portugal, ter Sócrates como PM.

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  32. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 11:53

    “29, obviamente que a situação é resultado de décadas de incompetência e uma falta de visão estratégica confrangedora”

    Mas vocês não sabem fazer contas? Sócrates conseguiu em 4 anos fazer pior a Portugal do que todos os governos anteriores!… Para “combater a crise” (desculpa dele), acabou por meter Portugal numa crise ainda mais profunda! Inteligente governante este.

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  33. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 11:56

    “não sou é grunho”

    ahahaha, é tão obviamente o Outside, mais burro do que isto é difícil de encontrar.

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  34. Outside's avatar
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    7 Janeiro, 2010 12:09

    Um dia espero encontrar e ser dotado da extraordinaria clarividência e clareza de espiríto de que é dotada ó Tininha mas na presente data sinto ainda infelizmente que nada sei sobre tanta coisa.

    Quando encontrar, o que reconheço que lhe seja dificil, algum ser mais burro do que eu agradeço que me retire o título.

    Antes jumento que pseudo-intelectualóide formatada de pálas nas ventas.

    Por hoje estamos conversados incrédula Tina

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  35. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 12:17

    “mas na presente data sinto ainda infelizmente que nada sei sobre tanta coisa.”

    É incrível, não sabem mesmo do que estão a falar e vêm para aqui mandar bocas, insultar os outros… É gente assim que vota em Sócrates, é gente assim que nos governa. Este pesadelo não tem fim.

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  36. Outside's avatar
    Outside permalink
    7 Janeiro, 2010 12:21

    Rxc…” Ele é o reflexo perfeito daquilo que, na maioria dos casos, somos (chico-espertos, aldrabões e oportunistas).”

    Concordo sendo que habitamos numa democracia e que o povo o elegeu em maioria sofredora e tenho que aceitar os votos dos restantes.

    Concordo que este é um país de desenrrascas e compadrios e interesses e compromissos que torna toda esta corrupção des(oculta) um estado natural de comportamento social.

    No entanto, por não ter votado no marreta e por não me rever no comportamento geral de oportunismo e “que se lixe o próximo” nem aceitar a impunidade judicial de que estes SRS. são dotados sinto que nem a próxima geração de jotas (e só das jotas saem os futuros governantes deste país – o verdadeiro problema) terá um comportamento social/politico/isento que resolva a sagrada tridente saúde/educação/justiça e enquanto estes 3 vectores não serem verdadeiramente e decentemente abordados por toda uma assembleia, sem partidos mas unânime não haverá economia que melhore ou qualidade de vida que (sobre)viva.

    Existe uma evidente falta de ideias/programas assim como virtudes de carácter, hombridade e honra na classe politica.

    É assim.

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  37. Outside's avatar
    Outside permalink
    7 Janeiro, 2010 12:25

    VC É QUE VOTOU SÓCRATES À 5 ANOS Ó TININHA, NÃO FUI EU !

    VC É QUE NÃO TEVE UM TICO E UM TECO QUE LHE MOSTRASSEM A EVIDENTE PARACENÇA DEMAGÓGICA QUE SÓCRATES TINHA E TEM COM SANTANA E OPTOU PELO MAL MENOR NA SUA cabeçinha pensadora.

    Dou-lhe desde já a autorização para fazer uma viagem no tempo e espreitar por cima do meu ombro nas urnas e verificar onde puz a cruzinha!

    E fechou a loja ó hiper-clarividente-sapiente (Alber)Tina !

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  38. tina's avatar
    tina permalink
    7 Janeiro, 2010 12:36

    Votei em Sócrates a primeira vez, o que prova que sou uma pessoa imparcial. E o que mais teria desejado era ter votado nele a segunda vez: teria mostrado que ele teria sabido conduzir o país.

    Infelizmente, ele não passa de um destrambolhado irresponsável, cabeça de vento: ainda não contente com os danos que causou ao endividamento e ao défice, ainda está preparado para fazer pior, indo para a frente com o TGV.

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  39. Licas's avatar
    Licas permalink
    7 Janeiro, 2010 12:55

    12.gigi disse
    6 Janeiro, 2010 às 11:09 pm
    . . . Vital Moreira sabe isto melhor que ninguém. Quando afirmou, a propósito da luta dos professores, que o Governo é que define o bem comum, traiu a probidade intelectual e académica a que estava obrigado em troca da migalha de poder político de que agora desfruta no Parlamento Europeu.
    **********************

    Ó gigi que outra coisa seria de esperar de um Stalinista reciclado ?
    O GOVERNO É QUE DEFINE O BEM COMUM|||
    EXEMPLAR!

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  40. Desconhecida's avatar
    Rxc permalink
    7 Janeiro, 2010 14:47

    36, não podia estar mais de acordo…Infelizmente!

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  41. Amêijoa Fresca's avatar
    7 Janeiro, 2010 15:44

    A mórbida obesidade
    do Estado endividado
    mostra a monstruosidade
    de um regime malfadado.

    Com as contas desatinadas
    e um país hipotecado,
    as políticas enfunadas
    deixam o país ressacado.

    A orgia gastadora
    de anos enlouquecidos,
    a marca reveladora
    de arrojos distorcidos.

    A riqueza desbaratada
    sem qualquer critério,
    a economia enquistada
    com tanto despautério!

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