Mercados reagem a revelação de Luís Rainha
29 Janeiro, 2010
O gráfico documenta o momento histórico em que Luís Rainha revela ao mundo o conceito (até então desconhecido pelos mercados) de Assimetria de Informação e explica a sua aplicação às agências de rating. Os mercados ficaram a saber, pela mão do Luís Rainha, que as agências de rating “definem e manipulam informação, por interesse próprio ou a favor dos seus clientes”. Os traders descobriram, de repente, que tinham sido ingénuos. Foram enganados todos estes anos pelas agências de rating, concluíram que o risco da dívida portuguesa está sobreavaliado e desataram a comprar acções do PSI20. Note-se que há ali um momento de hesitação, mas nada de grave.
47 comentários
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V.s têm piada.
Ao menos um tem profissão liberal e brinca aos comunas desocupados da Fucção Pública; o outro tem emprego na Função pública e brinca aos desocupados liberais.
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JM – 5
LR – 0
;-))
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função.
É mesmo caso para dizer que a função faz o rating no recreio.
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ehehhehh
Vou contratar o Luis Rainha para ser meu analista. 🙂
anti-comuna
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A bem da verdade, esse conceito era por si desconhecido até há bem pouco tempo. É como já lhe disse algumas vezes: nada como estar fora dos mercados para lançar postas de pescada sobre o funcionamento dos mesmos. Apesar de tudo, em termos empresariais e económicos, faz bastante sentido perguntar “mas quem é o João Miranda?”
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É caso para dizer que a rainha vai nua…
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Caro LR, diga-me aí o que devo comprar na bolsa portuguesa, para os próximos meses. Estou com a fezada que o meu amigo é capaz de me sugerir algo que valha a pena comprar e que esteja a ser penalizado por causa das agências de rating.
Alguma sugestão? ehehehe
anti-comuna
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Mas, pensando bem, o seu post até é revelador: ao que parece, o JM já se assume como uma espécie de corporização dos várias e excelsas entidades. Eu, ao falar com o JM estaria a falar com “o mundo”, “as agências de rating” e “os traders”. Não lhe parece que está a dar um poucochinho de importância a mais a esta coisa dos blogues?
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Olha que… Caramba, e não é que é bem possível que assim seja!?
[Obrigado, Luís Rainha, até tu chegares viviamos numa espécie de modorra mental]
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7.
Por acaso, até seria mais ao contrário. Parece mais rentável comprar lixo em vias de ser hiper-valorizado. Mas isso das sugestões paga-se.
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Sim LR #5
Nada como ter dinheiro para lançar postas de pescada sobre o funcionamento dos ditos.
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Nua, nua, nunca vai. Aquilo por ali tem sempre de levar adereço publicitário.
Mas foi KO por andar distraído sem saber se devia escolher a burka, se o avental atado à cabeça ou a saca de batatas enfiada por ela abaixo.
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Caro LR, quanto quer? Fees de hedgefund manager?
Diga quanto quer. Mas fazemos assim. Se eu ganhar, dou-lhe 20% dos lucros. Se eu perder, o amigo dá-me 10% dos prejuízos.
Aceita?
anti-comuna
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Está na altura de aconselhar a abordagem do paradigma sistémico aos comportamentos sociais e individuais.
Ovo ou a Galinha?
Resposta: Ambos. O ovo e a galinha.
Teoria de Jogos, para começar.
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Pelos vistos atirar para cima dos analistas os problemas é fácil Mas o problema é que a gravidade da situação está em Portugal, não nos escritórios dos analistas.
Aconselho quem desdenha as análises das agências de rating a comprar dívida portuguesa. Ponham a vossa massa onde está a vossa boquinha. ehehehehh
anti-comuna
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oh miranda! tás a enganar a malta, isso é um electrocardiograma da velha quando disse que o orças era credível e não confiável.
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Para o LR saber: comprei algumas coisas em Portugal.
Espero que os investidores internacionais não o ouçam. eheheheheh
anti-comuna
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Agora, mais uma : as Agências Internacionais de Rating foram compradas pelos agentes dos negros CONSPIRADORES, com o único propósito de perturbar o Chávez cá do Reino que tão sabiamente nos tem governado.
TEIXEIRA dixit.
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pelos vistos a grécia tem bués de money à disposição desde que sobre avaliaram o risco.
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. . . desejava a ampliação de seus poderes e passou a perseguir qualquer pessoa ou partido, inclusive o seu próprio, que pretendesse limitar sua autoridade. O descontentamento popular pela redução do sufrágio . . ., bem como a recessão . . . , lhe serviram de pretexto para controlar a imprensa . . .
Esta é sobre Nap+oleão III e o sec. o XIX.
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Pinto Napoleão?
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Bom, se o LR não tivesse alguma razão o JM não descia to pedestal imaginário para lhe responder.
Já agora, as agencias de rating andaram bem caladinhas durante a maior parte do ano passado… que se terá passado? que coisa tão impossivel de prever lhes terá passado ao lado?
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Viva o João Miranda e abaixo as agências de rating.
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Eu só quero um bolinho de arroz…
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A Agricultura foi destruída desde que entrámos U.E., pois foi preciso resguardar, por meios administrativos, os interesses da França até da Espanha. Metade do que comemos vem de fora. Com o aumento mais do que certo, dos juros de empréstimo do estrangeiro estes vão ser impossíveis de contrair.
Conclusão: não vai ser necessário ocorrer um terramoto para que se assista brevemente em Portugal ao que está a acontecer no Haiti: luta-se selvaticamente por uma embalagem de arroz (ou pão) que os organismos internacionais de socorro humanitário por caridade nos darão. A cena pode passar-se em Lisboa no Aeroporto do Figo Maduro.
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Isso.Bordoada em tudo o que mexa,desde que exponha a trafulhice socialista.
Os spamers socratinos não dormem.24 horas ao serviço da Cosa Nostra.
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Quer se queira quer não, LR e JM, o que estão a fazer tem um nome: ataques pessoais (afinal eram 2)
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Obviamente que as agências de Rating são tão idóneas como os órgãos de comunicação. Têm interesses e agendas pouco transparentes e dizer isso não é nada de novo, motivo pelo qual Teixeira dos Santos e Sócrates se deviam calar e abster-se de promover uma imagem ainda mais tacanha de Portugal e dos portugueses. Reclamar a meio do jogo, independentemente da justiça das regras que o regem, é coisa de catraio.
Este discurso é sobretudo para consumo interno, porque ao telefone com a Fitch ou com a Moody’s Teixeira será mais meloso que uma assistente de linha erótica.
Much Ado about nothing really. Entretém-se o povo com estas larachas cor-de-rosa, à espera que surtam o efeito de um ultimato e que reúnam a família portuguesa à espera da lareira enquanto o presidente do conselho nos explica porque é que os capitalistas podem ser maus e bons intermitentemente.
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*ao redor da lareira
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O Luís Rainha como toda a Esquerda só se preocupam com as aparências e atacam quem diz que o Rei vai nú.
Nem sequer olha para os valores de seguros da dívida no mercado. Já ultrapassámosa Colômbia e a África do Sul.
Não olha para os números nem se preocupa com eles. Só se preocupa com o valor que outros dão aos números.
Crescimento de 1% durante 10 anos,
Defices várias vezes maiores que o crescimento.
Desemprego crescente.
Dívida a aumentar a 10% do PIB ao ano.
Qual é que acha que devem ser os Juros a pagar por um País assim?
Por mim digo que 6% é pouco.
Economia Sustentável não é com eles, nem com os outros social(istas) do PS,PSD,CDS…nem com a maioria dos jornalistas.
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A claque das AR’s daqui a pouco vai-nos explicar por onde andavam elas aquando da crise dos sólidos bancos americanos e ingleses 🙂
vamos esperar sentados!
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#28 Tem razao. E eu que o diga. Bocas para a comunicacao social, e a esquerda maravilha-se com a criacao de uma agencia unica que nao vai funcionar nem tem ponta que se lhe pegue. Essa agora das agencias terem uma agenda própria e terem ganhos ou perdas com o rating de estados é de quem nao pesca nada sobre isto. Querem ver como é que um rating é atribuído, leiam a metodologia das tres agencias (dá trabalho) mas tá tudo lá.
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Quem não levantar o seu dinheirinho nos bancos que são «muito nossos amigos» vai-se lixar e bem!
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Mr Sonae dixit
Na «guerra» entre Cavaco e Sócrates, o pano de fundo foi o seu jornal. O então director do Público tinha uma agenda política escondida?
– [Silêncio] Não sei… Para nós, ter um jornal é serviço cívico. Não para influenciar, que fique claro. Mas está a ficar caro, muito caro. E há jornalistas que abusam. Devia haver directores mais fortes para que, de facto, se passasse uma imagem de independência.
– A saída de José Manuel Fernandes foi lida como cedência da Sonae ao Governo…
– Errado. Não houve cedência, mas sim uma guerra entre jornalistas, com culpas para as partes. Um director pode sentir-se cansado. Terá sido uma das razões, pois José Manuel Fernandes deixou de lutar para liderar. Ele era acusado – e bem acusado – de não criar climas de consenso no jornal. Deixou-se desautorizar.
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Jose Manuel Fernandes mostrou cansaço, digo eu – não fazer nada…
– As razões de saída foram então internas e não propriamente políticas?
– Cansaço, se quiser. Provavelmente, concluiu, com o andar do tempo – e ele reconhece – que podia ter feito melhor. Perdeu poder. E quando um director, seja de que empresa for, deixa de mandar com alguma firmeza, cada dia que passa é pior. Ele concluiu que se tinha esgotado o seu tempo. Continua a colaborar, agora na qualidade de comentador. Escreve mais ou menos da mesma maneira, mas já não tem responsabilidade na linha editorial
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Serviço Publico custa dinheiro…dixit Mr Sonae
– As razões de saída foram então internas e não propriamente políticas?
– Vai continuar a financiar o Público?
– Não digo isso. Há um programa para equilibrar aquilo, tentando dar mais força ao digital, em três ou quatro anos. É um sorvedouro de dinheiro e há-de ter um fim. Se me pergunta: é para o ano? Não é. Daqui por dois anos? Provavelmente, também não. Mas tem limites. De cada vez que o Público não ganha dinheiro, ponho-o eu. E isto cansa.
– Pode vender…
– Ninguém dá dinheiro que se veja pelos jornais, a não ser por motivações políticas. Houve uma transacção por um balúrdio de massa de um jornal que dá sempre prejuízo! Quem paga por algo que não gera dinheiro? Qual a motivação?
É, ninguém se mete em jornais “a não ser por motivações políticas”, salvo, é óbvio, a Sonae, que o faz por “serviço cívico”.
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Nunca percebi porque é que a Sonae paga para fazerem um jornal da esquerda tonta. Comprar indulgências?
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Lucklucky,
Deixá-los falar. Agora estão encostados contra a parede e não podem fazer nada. Podem tentar continuar como se não fosse nada, a mistificarem-se, mas não falta muito para não haver ninguém que lhes emprestará dinheiro.
Portugal, o mendigo, a ajoelhar-se por mais uns tostões emprestados…
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“O Marcelo é pluri-pluri. Tem dez respostas, todas boas, para a mesma pergunta. Não sofre de pensamento único.”
O Marcelo Pão e Vinho não acerta uma das 10 que vaticina
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Quem é que disse isto, nâo foi quem escolhe Arbitros…mas parece
“”Mandou quatro amigos meus, dos melhores ministros, para a rua, assim de mão directa.””
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Quem são esses do bando dos 4?
O Sonae se fosse primeiro ministro, não era ditador, mas ainda mais que isso: déspota.
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a Visão, um dia destes, vai entrevistar uma “caixa do Continente” !
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#41 – dezputas ainda é pouco para quem tinha metade de um governo. foi a única coisa certa que o cavaco fez na vida.
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TInha piada era o Sonae dizer o que pensou na altura. Se pensou que os 4 foram corridos por serem competentes de mais ou de menos ou se o foram por causa de outros assuntos. Como por exemplo, financiamentos avulsos.
Isso é que tinha piada o Sonae dizer. Agora, mandar uns bitaites sobre intenções vale pouco.
Aliás, 4 ministros amigalhaços do Sonae, porquê? Eram assim tão imprescindíveis ou o PSD da altura estava tomado pelos aglomerados?
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Será que os trabalhadores da Sonae estão impedidos pelo José de entrarem nos governos?
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Não. Quem os impediu foi o Cavaco e gostaria de saber porquê. É proibido ou o Sonae pode dizer o que quiser sem lhe perguntarem porque o diz?
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Abençoadas agências de rating.
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