Pergunta do dia
30 Janeiro, 2010
Se, como alega o governo, o investimento em energias renováveis reduz as importações e o défice externo, porque é que isso ainda não aconteceu?
7 comentários
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Se, como alega o governo, o investimento em energias renováveis reduz as importações e o défice externo, porque é que isso ainda não aconteceu?
Será? Já fabricamos placas fotovoltaicas e os componentes nacionais dos sistemas eólicos já são maioritários? Mesmo que não se considere o fracasso e vergonhoso abandono do sistema “pioneiro” da energia das marés, a apodrecer no norte, não acredito. E ainda temos a mal explicada exportação gratuita de energia das eólicas para Espanha quando, em noites de ventania as nossas linhas não suportam mais aportes e o remédio é pedir aos vizinhos para deixar entrar. A coisa está escura. Pode ser que o fim de semana encontre aqui gente abalizada e disponível para clarificar este interessante assunto. Precisam-se ajudas para baixar o défice e a dívida pública.
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Devia-se começar por quantificar:
– o máximo de energia que se espera vir a obter de fontes renováveis e a que prazo;
– quanto custará a produção dessa energia (manutenção dos equipamentos, transporte/distribuição da energia, …);
– quanto se terá que investir para atingir esse máximo;
– quanto se passará a poupar em termos de importação de energia (em valor absoluto e em percentagem), tendo em consideração o aumento do consumo de energia esperado.
Naturalmente, este exercício não será feito. Cometeram esse erro com o TGV e só não se sairam mal porque quase ninguém leu os “estudos” e as absurdas previsões de aumento de tráfego passaram despercebidas. O melhor é não abusarem da sorte e não deixarem preto-no-branco as fantasias em que se baseiam para fazerem as afirmações que fazem.
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Trata-se de uma conspiração em larga escala para tentar desacreditar as virtudes governativas do consulado socratino. Era suposto que sempre que fizesse vento não chovesse em simultâneo quando as barragens já estivessem cheias. Era suposto que o cluster em causa estivesse já a funcionar em pleno coisa que não sucede pela má-vontade induzida por poderosas forças ocultas.
Mas não desesperemos: apesar do governo se preparar para aunciar a liberalização das tarifas e assim deixar o ónus da inevitável subida dos preços da electricidade, para cobrir o crescente défice tarifário, às empresas “privadas”, vai nascer um outro subsídio denominado tarifa social.
E assim se demonstra, ainda mais uma vez, que o governo continua a governar insistindo na “linha justa” que tantos benefícios tem provado, apesar da vasta conspiração existente e da maledicência de uns tantos.
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oh urso não fales do que não entendes, evitas fazer figura de peluche.
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Porque excepcionalmente estamos a atravessar a maior Crise Mundial desde 1929, os produtos e as matérías-primas como o petróleo estão mais caros, ó iluminado da treta.
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Pinho no seu melhor: a balela da energia das ondas!
http://www.joaotilly.weblog.com.pt/arquivo/274416.html
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http://www.alvarez-sud-express.blogspot.com/2010/01/mas-afinal-como-e.html
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