Depois de brilhante trabalho por terras lusas, lá vai este senhor desgraçar as casas alheias, ou talvez não, pode ser que por lá não lhe facilitem tanto a vida…
Armando Vara, quando era secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do MAI) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que construiu perto de Montemor-o–Novo.Para fazer as obras serviu-se de uma empresa e de um grupo ao qual o GEPI adjudicava muitos dos seus concursos públicos.Com 3500 contos (17.500 euros) o actual administrador da Caixa Geral de Depósitos e licenciado pela Universidade Independente tornou-se dono, em 1998, de 13.700 m2 situados junto a Fazendas de Cortiços, a três quilómetros de Montemor-o-Novo. Em Março de 1999 requereu à câmara o licenciamento da ampliação e alteração da velha casa ali existente.
Onde a história perde a banalidade é quando se vê quem projectou e construiu a moradia. O projecto de arquitectura tem o nome de Ana Morais.
O alvará da empresa que fez a casa diz que a mesma dá pelo nome de Constrope.A arquitecta Ana Morais era à época casada com António José Morais, o então director do GEPI, que fora assessor de Armando Vara entre Novembro de 1995 e Março de 1996. Nessa altura, recorde-se, foi nomeado director do GEPI por Armando Vara – cargo em que se manteve até Junho de 2002 – e era professor de quatro das cinco disciplinas que deram a José Sócrates o título de licenciado em Engenharia pela UnI. A Constrope era uma firma de construção civil sediada em Belmonte, que também trabalhava para o GEPI e tinha entre os seus responsáveis um empresário da Covilhã, Carlos Manuel Santos Silva, então administrador da Conegil – uma empresa do grupo HLC que veio a falir e à qual o GEPI adjudicou dezenas de obras no tempo de Morais.
(Publico 20.04.07)
Ontem, à saída do Tribunal de Fafe, que condenou Fátima Felgueiras por um crime de difamação sobre o ex-vereador, Horácio Costa disse aos jornalistas que percebia os recados de Fátima Felgueiras a José Sócrates. “Quando José Sócrates foi secretário de Estado do Ambiente, Fátima Felgueiras era presidente da câmara e terão ocorrido coisas com aterros sanitários que ela sabe e poderá fazer uso.”
Horácio Costa diz ainda que as cartas (“em devido tempo” enviadas a José Sócrates e Jorge Coelho) constam dos autos do processo que aguarda a marcação da data para o início do julgamento. Mas, do que se recorda, “aqueles a quem foram endereçadas nem sequer as enviaram à Procuradoria-Geral da República”. Por isso, sustenta, que há uma “omissão de acção”.
(DN 23.03.06)
A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis. A sua constituição: Armando Vara, Fátima Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa.
Armando Vara – condenado a 4 anos de prisão (pena suspensa)
Fátima Felgueiras – condenada a 3 anos e três meses de prisão (pena suspensa)
Virgílio de Sousa – condenado a prisão por um processo de corrupção no Centro de Exames de Condução de Tábua
(Blog Sonhos perdidos 11.02.05)
Na Casa de Sócrates não se paga a traidores mas retribui-se principescamente a quem serviu com dedicação. Depois de Vara, Rui Pedro Soares, Lurdes Rodrigues e de outros tantos, chegou a vez de Constâncio.
Na sessão foi também abordada a acusação sobre a elaboração de contratos entre a Câmara de Felgueiras e a empresa Resin, Resíduos Sólidos, SA, de Matosinhos, tendo a autarca negado ter “pedido, e muito menos recebido, qualquer quantia da Resin, a quem a autarquia e a Associação de Municípios do Vale do Sousa adjudicaram a construção de um aterro sanitário.
Horácio Costa, que em tomadas de posição anteriores disse ter comunicado à direcção nacional do PS, incluindo a José Sócrates, o que se passava em Felgueiras, manifestou, ainda, estranheza pelo facto de no julgamento nada se perguntar sobre o Partido Socialista, “a não ser falar-se no então secretário de Estado do Ambiente, hoje primeiro- ministro”, para justificar os contratos com a Resin.
(Lusa 27.02.07)
Fernando Soares Carneiro, o administrador-executivo da Portugal Telecom (PT) nomeado pelo Estado, foi o administrador que esteve envolvido na aprovação da injecção de dinheiro da PT nos fundos geridos pela Ongoing
Em Portugal, o custo da Electricidade (Euro/KW) é de 0,1264 euros, na Grécia é de 0,1055 euros.
Em Portugal, o preço das telecomunicações (Euro/10 minutos chamadas) é de 0,37 euros, na Grécia é de 0,31 euros.
O PIB da Grécia em 2001 (143718 milhões de euros) era superior ao PIB de Portugal (124735) em cerca de 15,2%.
Em 2009 (228538 e 149452 milhões de euros) a superioridade da Grécia sobe para 52,9%.
Enquanto as taxas de crescimento do PIB, de 2001 a 2009, foram em Portugal de
—- 2,0% —- 0,8% —- -0,8% —- 1,5% —- 0,9% —- 1,4% —- 1,9% —- 0,0% —- -2,9%,
na Grécia, e no mesmo período, foram respectivamente de
—- 4,2% —- 3,4% —- 5,9% —- 4,6% —- 2,2% —- 4,5% —- 4,5% —- 2,0% —- -1,1%
aposto que escolheram o constancio na ue por ser inofensivo , tipo manobrável para onde der mais jeito. um joker ( o do batmam não , ãh? ). faz o que lhe mandam e pim.
Só Constâncio não viu no caso BPN o que muitos já tinham alcançado e avisado.
A nossa sociedade não é meritocrática se fosse Constâncio estava reformado.
VC foi nomeado vice governador do BCE pelo ministros das finanças da zona Euro, na sua maioria conservadores, democratas cristãos ou liberais. Recebeu o apoio claro e público da Sra. Merkel e do Bundesbank. Participa há anos nas reuniões dos governadores dos bancos centrais europeus onde é escutado e respeitado. Caros bloguistas e (grande parte dos) comentadores: nem sequer vos passa pela cabeça que é capaz de haver algo que não tenham percebido?
Quanto a vencimento se calha até perde…
Quanto a prestígio para ele (e para este País)?? Vejamos.
Quem manda (Merkel/Sarcozi ; Alenha/França) negoceia equilíbrios, nestas posições, muito claramente:
Um (muito obediente) meu / um (muito obediente) teu.
É assim. Manda quem pode. E como já havia um lugar equiparado ocupado por um do “Norte” …
contrabalansa-se com um atento, venerando e obrigado do Sul … Percebem?.
Por exemplo:
Estão a imaginar o Obama (que não aprecio nem um bocadinho) a telefonar à Baronesa quando quiser resolver um problema com a União Europeia ??? :-))) Eu tambem não.
Estão a imaginar a Merkel a teleforar ao bom do Constancio a pedir uma ajuda/opinião ou mesmo a ouvi-lo mais de 1/2 min.?? Se calhar estão (como eu) a imagina-la a:
“Diz lá ó Constacio para por cá fora um relatório a dizer isto:…bla bla bla … e é para já”. Nada de novo para ele. Percebem?. Mas que é bem pago…lá isso é.
“Podia perguntar-me como é que os europeus engoliram este paspalho”
É só olhar para a qualidade da política Europeia que ajuda a perceber, além disso os Portugueses são muito maleáveis aos desejos das burocracias onde se inserem.
Tudo o que a Eurocracia necessitava era disto: Constâncio. Porque Constâncio representa tudo aquilo que garante uma supervisão perfeita e uma perfeita coadjuvância nos números artificiosos de um Governo “honesto”. Sob os auspícios de Constâncio, a supervisão e as previsões económicas do BdP foram sempre extraordinárias, certeiras. Provavelmente também há imenso sobre que a Eurocracia necessita fazer vista grossa. Daí recompensar os melhores. De resto, a Internacional Socialista ou Teia Maçónica Internacional provavelmente tinha de salvar premiar tão bons ofícios. No seu posto, não há vista mais grossa que a vista grossa que Constâncio fez. Mito das supervisões falhadas. Irritadiço recordista perante deputações atrevidas nas suas atrevidas comissões de inquérito que dão vergonhosamente em nada. Perante um prémio consacratório destes, logo a um homem com tantas e tão boas provas dadas no mester, dá vontade de promover o sapateiro da esquina a CEO da PT. Já!
Mas Porque Somos Obrigados A Pagar Salários a Estes Senhores?
Operações suspeitas do BCP acompanhadas desde 2001
O Banco de Portugal (BdP) acompanhou operações de compra de acções próprias realizadas pelo Banco Comercial Português (BCP) durante os últimos aumentos de capital mediante o recurso a sociedades sediadas em praças financeiras “off-shore” e conhecia os créditos concedidos a membros dos órgãos sociais do banco privado.
Estas operações são referidas em cartas trocadas entre o BdP e o BCP entre 2001 e 2004, a que o PÚBLICO teve acesso, que culminaram com o banco central a ordenar à administração liderada por Jardim Gonçalves que corrigisse as situações que na altura foram consideradas irregulares. A documentação dirigida pelo BdP à administração do BCP está toda assinada pelo então vice-governador, António Marta, que tinha o pelouro da supervisão, funções que desempenhou até Abril de 2006.
Este episódio BCP tem todos os ingredientes que há anos me fazem ser profundamente crítico do simulacro de estado de Direito e de democracia que vivemos.
O que não significa uma crítica à Democracia com sistema e de mim um radical defensor do fim do regime.
Apenas um céptico profundo em relação a esta teia de influências, compadrios, relações estranhas, omissões, inacções, etc, etc, etc, que é a verdadeira razão do subdesenvolvimento nacional. A culpa não é do tostão do mexilhão. É de um nevoeiro opaco que esconde de todos nós o funcionamento das mais altas instituições do Estado, em particular das que têm como única função fiscalizar a forma de funcionamento das várias actividades económicas. E como decidem o que decidem.
Ontem poderíamos acreditar apenas em incompetência. Hoje ultrapassámos essa fase.
Os constâncios cinzentões ou os amarais bonacheirões, entre muitos outros vitais, vitorinos e vitalinos, alegados génios indemonstrados da nossa sociedade, sempre acolchoados em espaldares dourados, num rotativismo carreirista, politica e civicamente obsceno, em que o ministro que atribui concessões por parte do Estado é depois quem vai dirigir a empresa beneficiada e a partir daí vai renegociar com o Estado ou em que um político inepto se mantém anos à frente de uma entidade reguladora central, que vê mas não age, lê mas omite, esquecendo os seus deveres para com a res publica, são aqueles que afastam o cidadão comum do interesse pela política e desmobilizando-o de qualquer forma de intervenção, por julgá-la inútil.
Se querem encontrar os verdadeiros anti-democratas procurem-nos nestes lugares de topo, com «privilégios» a sério e com uma accountability risível. Porque estes nem sequer vão a votos. http://www.sol.sapo.pt/blogs/paulog/default.aspx
Isto está bonito está.
das duas uma:
– a Europa não o deixa fazer mais estragos por cá.
– A Europa pega nele para fazer estragos maiores, X25, porque “…do caos nasce a ordem).
Conclusõe minhas: Vamos penar o gedelho durante alguns e bons anos.
Tantas razões, tanto desespero e todavia tudo como dantes:
o PS mais forte, O Sócrates a mandar e a mandar vir!, no poder, e esta espécie de oposição ululante , grossa, esgroviada, despenteada mental, engasgada da silva, escória despropositada, beiradas de telha vã,gosma pútrida,cus de judas, australopitecos rastejantes, mother fuckers, a engulir sapo atrás de sapo!
Arre que é preciso gostarem de batráquios …
Agora é o Constâncio que tomam por sapo e vão enguli-lo…
Outros virão.
Não percam o apetite! vai haver para todos!
Acho que pelo contrário, Constancio foi nomeado para vice-presidente pelas suas excelentes qualidades de amanuense.
Os alemães vão finalmente tomar de assalto o BCE já que são os mais produtivos e pagadores nomeando em breve o novo governador.
Esse sim vai mandar.
Porque não dar uma vice-presidência a um mocinho de recados sendo que assim garantem meia dúzia de votos para a eleição do seu governador? Ainda mais sabendo do seu carácter servil que não riscará nada?
Portanto o Vitinho não foi nomeado/eleito pelas suas supostas qualidades mas tão só pelos seus defeitos.
Empresa da mãe de Sócrates citada no processo de corrupção na Amadora
A empresa da mãe do primeiro-ministro, que está a ser investigada no âmbito do Freeport, surge envolvida num processo de corrupção na Câmara da Amadora, o qual abarca outras figuras relevantes do PS
A equipa que está a investigar o caso Freeport suspeita que José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo do primeiro-ministro, possa ser o parente que o arguido Charles Smith acusa de ter sido o receptor das ‘luvas’ alegadamente entregues a Sócrates para conseguir o licenciamento do projecto de Alcochete.
José Paulo Bernardo está também referenciado num outro processo, que desde 2001 corre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), onde se investigam indícios de tráfico de influências, corrupção, financiamento a partidos e branqueamento de capitais, e que tem como figura principal o actual presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo.
Raposo é um dos vários suspeitos deste vasto processo, cuja investigação se tem arrastado apesar de já terem sido constituídos oito arguidos. Em causa, soube o SOL, estão os actos
ilícitos praticados por uma rede de pessoas ligadas à Câmara da Amadora e a empresas de construção civil, e que envolve também elementos da Direcção Regional de Ambiente e Ordenamento do Território, a que presidiu Fernanda Vara.
Esta arquitecta – uma das arguidas no processo da Amadora – integrou a comissão que deu parecer favorável ao Estudo de Impacto Ambiental que permitiu o licenciamento do projecto
Freeport, em Alcochete.
Nas buscas desencadeadas pela Polícia Judiciária, em 2004, às empresas suspeitas neste processo e a vários serviços da Câmara da Amadora, o computador do presidente, Joaquim Raposo, foi um dos que mais provas deu aos investigadores. Foi aqui, soube o SOL, que surgiu a referência à Mecaso – uma das empresas de Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe de José Sócrates, e José Paulo Bernardo, o primo de quem agora se suspeita.
Joaquim Raposo, que o SOL não conseguiu contactar antes do fecho da edição após várias tentativas, ao ter conhecimento da notícia afirmou que «o único computador que foi levado era o do presidente da Assembleia Municipal, António Preto», e não o seu.
Confrontado com uma escuta que existe no processo, o presidente da Câmara de Amadora adianta ainda que «nunca» ouviu falar da MECASO nem conhece o primo do primeiro-ministro. «Logo, não lhe podia ter telefonado», afirma.
Em relação a Fernanda Vara, Raposo diz apenas ter tido contacto enquanto autarca, para lhe «pedir alguns pareceres».
A última novidade do Governo socialista do senhor presidente do Conselho é uma coisa chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Esta entidade, cozinhada no gabinete do ministro Lino ex-TGV e ex-aeroportos da Ota e Alcochete, foi a contrapartida exigida pelo Governo a três operadores para obterem as licenças dos telemóveis de terceira geração. É privada, tem um conselho geral com três membros nomeados pelo Executivo e um conselho de
administração com três elementos, presidido por um ex-membro do gabinete do impagável Lino, devidamente remunerado, e dois assessores do senhor que está cansado de aturar o senhor presidente do Conselho e já não tem idade para ser ministro.
Chegados aqui vamos à massa. Os três operadores meteram até agora na querida fundação 400 milhões de euros, uma parte do preço a pagar pelas tais licenças. O Estado, por sua vez, desviou para esta verdadeira offshore socialista 61 milhões de euros. E pronto. De uma penada temos uma entidade privada, que até agora sacou 461 milhões de euros, gerida por três fiéis do ministro Lino, isto é, três fiéis do senhor presidente do Conselho. É
evidente que esta querida fundação não é controlada por nenhuma autoridade e movimenta a massa como quer e lhe apetece, isto é, como apetece ao senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui tudo é possível. Chegados aqui é legítimo considerar que as Fátimas, Isaltinos, Valentins, Avelinos e comandita deste sítio manhoso, pobre, deprimido, cheio de larápios e obviamente cada vez mais mal frequentado não passam de uns meros aprendizes de feiticeiro ao pé da equipa dirigida com mão de ferro e rédea curta pelo senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui é legítimo dar largas à imaginação e pensar que a querida fundação, para além de ter comprado a uma empresa uma batelada de computadores Magalhães sem qualquer concurso, pode pagar o que bem lhe apetecer, como campanhas eleitorais do PS e dos seus candidatos a autarquias, e fazer muita gente feliz com os milhões que o Estado generosamente lhe colocou nos cofres.
Chegados aqui é natural que se abra a boca de espanto com o silêncio das autoridades, particularmente do senhor procurador-geral da República, justiceiro que tem toda a gente
sob suspeita. Chegados aqui é legítimo pensar que a fundação privada criada pelo senhor presidente do Conselho é um enorme paraíso fiscal, uma enorme lavandaria democrática.”
CM
Direcção da bancada parlamentar socialista já interiorizou ser
impossível ilibar o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio,face aos indícios da actuação negligente daquela instituição face aoque se passava no Banco Português de Negócios, obtidos pela comissão parlamentar de inquérito ao chamado ‘caso BPN’.
O PS já decidiu: vai deixar cair Vítor Constâncio. O relatório finalda comissão parlamentar de inquérito ao BPN será crítico para com aactuação do governador do Banco de Portugal neste caso. E sê-lo-á com o consentimento da maioria socialista na comissão.
Face à acumulação de indícios na comissão de inquérito apontando para uma actuação negligente do banco central face ao Banco Português de Negócios, a direcção da bancada parlamentar socialista já percebeu que é impossível ilibar Constâncio. Isto por mais importante que seja a ligação histórica do governador ao PS (foi secretário-geral do partido de 1986 a 1989). “É impossível não criticarmos”, admitiu ontem ao DN um membro da direcção parlamentar socialista.
Resta agora saber as consequências políticas que terá sobre a
continuidade de Constâncio como governador a aprovação de um relatório crítico da comissão de inquérito. Por lei, um processo de exoneração forçada é muito complexo, tendo que passar pelo Banco Central Europeu, que nos seus estatutos garante a independência dos chefes dos bancos centrais face aos respectivos governos. A nomeação ocorre por proposta do ministro das Finanças, em resolução do Conselho de Ministros.
Falhando o apoio do PS na comissão parlamentar de inquérito, isso
significa que deixa de existir o apoio do respectivo Governo. Foi um governo do PS que nomeou Constâncio governador pela primeira vez(Fevereiro de 2000) e foi um Governo do PS (o actual) que o reconduziu (Maio de 2006). O consulado do ex-secretário-geral do PS à frente do banco central “apanhou” todo o processo de degradação do BPN, que levou à necessidade, inédita desde o período revolucionário, de o Governo nacionalizar o banco, para evitar a sua falência.
A constatação, pelo PS, de que é impossível ilibar o governador de
responsabilidades no caso, será, no conjunto das pressões para que
Constâncio se demita, uma espécie de cereja no topo do bolo. http://www.dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1246049
Este palhaço imundo dos 6,831245% de défice “lá mais para o Verão” e da supervisão impecável vai para um tachão “e tanto”, e há o risco de ver no seu actual tacho o incrível Pino (o da dupla Pino& Lino) ou o pior MF da zona Euro…
Estão a fazer a figura do sapo debaixo da pata do boi!
– Que fazeis aí?
– Estou aqui a segurá-lo! disse o sapo, morrendo de seguida.
Isto é uma chatice ver os inimigos de estimação a subir na vida e na consideração de mais uns míseros 550 molhões de habitantes…Coisa sem importãncia. Aqui no Blasmerd.. é que está a nata dos econopolíticos da palavra solta e das ideias pequeninas.
Nata nata de ideias grandes,
luminosas,
abrangentes,
revolucionárias
está apenas numa onda onde o génio cai sozinho.
Nem aí, repara que o peso da sua moralidade balofa que o leva ao desprezo pelos outros o está a afogar.
Que faça boa(s) viagem(ns) – uma maçada cansativa esse ir e vir constante – e que tenha muito sucesso! Que fique por lá muitos anos. Que tenha tanto sucesso que não volte.
Em minha opinião, o dr. Constancio não faz cá falta nenhuma, ao contrário de muitos dos nossos melhores jovens – aqueles que têm as melhores classificações nas nossas melhores Universidades – que para terem perspectivas de futuro têm que imigrar, sem direito a ajudas de custo pagas pelos contribuintes.
Em Portugal há, no meio das vacas sagradas, duas que são superiormente sagradas, a saber; o Miguel Cadilhe e o Constâncio. Não conheço neste país quem saiba vender melhor o seu peixe. São intocáveis e quando falam, dizem o mais “lapalissiano” do “basic economics”, num tom coloquial e com a boca em pose “cú de galinha”. É típico de gente intelectualmente fraca e desonesta. Entre outras vantagens, na ida para o BCE, existe uma que me deixa um pouco aliviado, que é o facto de eu saber que o peso do “ordenadito” deste vigário vai ser dividido por muito mais gente.
Depois de brilhante trabalho por terras lusas, lá vai este senhor desgraçar as casas alheias, ou talvez não, pode ser que por lá não lhe facilitem tanto a vida…
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Teremos o João Miranda como governador? Só assim se justifica tamanha alegria.
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A máfia socretina acaba de meter mais uma lança em África.
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Armando Vara, quando era secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do MAI) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que construiu perto de Montemor-o–Novo.Para fazer as obras serviu-se de uma empresa e de um grupo ao qual o GEPI adjudicava muitos dos seus concursos públicos.Com 3500 contos (17.500 euros) o actual administrador da Caixa Geral de Depósitos e licenciado pela Universidade Independente tornou-se dono, em 1998, de 13.700 m2 situados junto a Fazendas de Cortiços, a três quilómetros de Montemor-o-Novo. Em Março de 1999 requereu à câmara o licenciamento da ampliação e alteração da velha casa ali existente.
Onde a história perde a banalidade é quando se vê quem projectou e construiu a moradia. O projecto de arquitectura tem o nome de Ana Morais.
O alvará da empresa que fez a casa diz que a mesma dá pelo nome de Constrope.A arquitecta Ana Morais era à época casada com António José Morais, o então director do GEPI, que fora assessor de Armando Vara entre Novembro de 1995 e Março de 1996. Nessa altura, recorde-se, foi nomeado director do GEPI por Armando Vara – cargo em que se manteve até Junho de 2002 – e era professor de quatro das cinco disciplinas que deram a José Sócrates o título de licenciado em Engenharia pela UnI. A Constrope era uma firma de construção civil sediada em Belmonte, que também trabalhava para o GEPI e tinha entre os seus responsáveis um empresário da Covilhã, Carlos Manuel Santos Silva, então administrador da Conegil – uma empresa do grupo HLC que veio a falir e à qual o GEPI adjudicou dezenas de obras no tempo de Morais.
(Publico 20.04.07)
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Ontem, à saída do Tribunal de Fafe, que condenou Fátima Felgueiras por um crime de difamação sobre o ex-vereador, Horácio Costa disse aos jornalistas que percebia os recados de Fátima Felgueiras a José Sócrates. “Quando José Sócrates foi secretário de Estado do Ambiente, Fátima Felgueiras era presidente da câmara e terão ocorrido coisas com aterros sanitários que ela sabe e poderá fazer uso.”
Horácio Costa diz ainda que as cartas (“em devido tempo” enviadas a José Sócrates e Jorge Coelho) constam dos autos do processo que aguarda a marcação da data para o início do julgamento. Mas, do que se recorda, “aqueles a quem foram endereçadas nem sequer as enviaram à Procuradoria-Geral da República”. Por isso, sustenta, que há uma “omissão de acção”.
(DN 23.03.06)
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A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis. A sua constituição: Armando Vara, Fátima Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa.
Armando Vara – condenado a 4 anos de prisão (pena suspensa)
Fátima Felgueiras – condenada a 3 anos e três meses de prisão (pena suspensa)
Virgílio de Sousa – condenado a prisão por um processo de corrupção no Centro de Exames de Condução de Tábua
(Blog Sonhos perdidos 11.02.05)
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Na Casa de Sócrates não se paga a traidores mas retribui-se principescamente a quem serviu com dedicação. Depois de Vara, Rui Pedro Soares, Lurdes Rodrigues e de outros tantos, chegou a vez de Constâncio.
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Na sessão foi também abordada a acusação sobre a elaboração de contratos entre a Câmara de Felgueiras e a empresa Resin, Resíduos Sólidos, SA, de Matosinhos, tendo a autarca negado ter “pedido, e muito menos recebido, qualquer quantia da Resin, a quem a autarquia e a Associação de Municípios do Vale do Sousa adjudicaram a construção de um aterro sanitário.
Horácio Costa, que em tomadas de posição anteriores disse ter comunicado à direcção nacional do PS, incluindo a José Sócrates, o que se passava em Felgueiras, manifestou, ainda, estranheza pelo facto de no julgamento nada se perguntar sobre o Partido Socialista, “a não ser falar-se no então secretário de Estado do Ambiente, hoje primeiro- ministro”, para justificar os contratos com a Resin.
(Lusa 27.02.07)
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“O tempo de comprar jornalistas já lá vai. Agora compram-se os patrões dos jornalistas”.
(Sócrates ao Director do Sol)
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Fernando Soares Carneiro, o administrador-executivo da Portugal Telecom (PT) nomeado pelo Estado, foi o administrador que esteve envolvido na aprovação da injecção de dinheiro da PT nos fundos geridos pela Ongoing
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Em Portugal, o custo da Electricidade (Euro/KW) é de 0,1264 euros, na Grécia é de 0,1055 euros.
Em Portugal, o preço das telecomunicações (Euro/10 minutos chamadas) é de 0,37 euros, na Grécia é de 0,31 euros.
O PIB da Grécia em 2001 (143718 milhões de euros) era superior ao PIB de Portugal (124735) em cerca de 15,2%.
Em 2009 (228538 e 149452 milhões de euros) a superioridade da Grécia sobe para 52,9%.
Enquanto as taxas de crescimento do PIB, de 2001 a 2009, foram em Portugal de
—- 2,0% —- 0,8% —- -0,8% —- 1,5% —- 0,9% —- 1,4% —- 1,9% —- 0,0% —- -2,9%,
na Grécia, e no mesmo período, foram respectivamente de
—- 4,2% —- 3,4% —- 5,9% —- 4,6% —- 2,2% —- 4,5% —- 4,5% —- 2,0% —- -1,1%
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O descrédito chega rápido à UE.
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Constâncio- Um tentáculo no BCE.
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Que chapada na trombeta de muitos difamadores!
Em especial na fronha de Nuno Melo, do cds-pp.
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O JM anda inspirado.:)
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Podia perguntar-me como é que os europeus engoliram este paspalho, mas desde que venderam o Secretário ao Real Madrid já nada me surpreende
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aposto que escolheram o constancio na ue por ser inofensivo , tipo manobrável para onde der mais jeito. um joker ( o do batmam não , ãh? ). faz o que lhe mandam e pim.
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Agora é que a «zona euro» vai dar o berro!
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# Mão De Ferro
Só Constâncio não viu no caso BPN o que muitos já tinham alcançado e avisado.
A nossa sociedade não é meritocrática se fosse Constâncio estava reformado.
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VC foi nomeado vice governador do BCE pelo ministros das finanças da zona Euro, na sua maioria conservadores, democratas cristãos ou liberais. Recebeu o apoio claro e público da Sra. Merkel e do Bundesbank. Participa há anos nas reuniões dos governadores dos bancos centrais europeus onde é escutado e respeitado. Caros bloguistas e (grande parte dos) comentadores: nem sequer vos passa pela cabeça que é capaz de haver algo que não tenham percebido?
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Quem? Vai sair? O inútil?
E assim o banco ganhe alguém que mereça o terço, um quinto do seu vencimento.
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Quanto a vencimento se calha até perde…
Quanto a prestígio para ele (e para este País)?? Vejamos.
Quem manda (Merkel/Sarcozi ; Alenha/França) negoceia equilíbrios, nestas posições, muito claramente:
Um (muito obediente) meu / um (muito obediente) teu.
É assim. Manda quem pode. E como já havia um lugar equiparado ocupado por um do “Norte” …
contrabalansa-se com um atento, venerando e obrigado do Sul … Percebem?.
Por exemplo:
Estão a imaginar o Obama (que não aprecio nem um bocadinho) a telefonar à Baronesa quando quiser resolver um problema com a União Europeia ??? :-))) Eu tambem não.
Estão a imaginar a Merkel a teleforar ao bom do Constancio a pedir uma ajuda/opinião ou mesmo a ouvi-lo mais de 1/2 min.?? Se calhar estão (como eu) a imagina-la a:
“Diz lá ó Constacio para por cá fora um relatório a dizer isto:…bla bla bla … e é para já”. Nada de novo para ele. Percebem?. Mas que é bem pago…lá isso é.
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“Podia perguntar-me como é que os europeus engoliram este paspalho”
É só olhar para a qualidade da política Europeia que ajuda a perceber, além disso os Portugueses são muito maleáveis aos desejos das burocracias onde se inserem.
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Realmente a União Europeia é uma boa merda e um saco de gatos.
O Obama nem já sabe com quem deve falar em Bruxelas, se com o porteiro ou com o 4º secretário.
A China não dá muito crédito à Europa.
O Putin quando está maldisposto manda fechar as torneiras do gás.
Portugal é de facto uma anedota, mas a União Europeia não lhe fica atrás.
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Se o NORONHA e o MONTEIRO tivessem coluna vertebral
O GANG DA CORRUPÇÃO-XUXA-SÓCRATES (INCLUINDO OS GAJOS DA PT) JÁ TINHAM PROCESSOS-CRIME ÀS COSTAS.
OS administradores do ESTADO na PT por causa da “golden share” têm obrigação de DEFENDER OS INTERESSES DO ESTADO E NÃO OS DO GANG SOCRÁTICO!
FORAM ESCOLHIDOS POR SEREM AMIGOS DO SÓCRATES E NÃO POR SABEREM DE NEGÓCIOS DE TELECOMUNICAÇÕES!
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Tudo o que a Eurocracia necessitava era disto: Constâncio. Porque Constâncio representa tudo aquilo que garante uma supervisão perfeita e uma perfeita coadjuvância nos números artificiosos de um Governo “honesto”. Sob os auspícios de Constâncio, a supervisão e as previsões económicas do BdP foram sempre extraordinárias, certeiras. Provavelmente também há imenso sobre que a Eurocracia necessita fazer vista grossa. Daí recompensar os melhores. De resto, a Internacional Socialista ou Teia Maçónica Internacional provavelmente tinha de salvar premiar tão bons ofícios. No seu posto, não há vista mais grossa que a vista grossa que Constâncio fez. Mito das supervisões falhadas. Irritadiço recordista perante deputações atrevidas nas suas atrevidas comissões de inquérito que dão vergonhosamente em nada. Perante um prémio consacratório destes, logo a um homem com tantas e tão boas provas dadas no mester, dá vontade de promover o sapateiro da esquina a CEO da PT. Já!
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Pois eu também estaria contente, se não temesse ainda mais o próximo rato corrupto que lá irão meter. Já se fala no manel tontinho!
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Mas Porque Somos Obrigados A Pagar Salários a Estes Senhores?
Operações suspeitas do BCP acompanhadas desde 2001
O Banco de Portugal (BdP) acompanhou operações de compra de acções próprias realizadas pelo Banco Comercial Português (BCP) durante os últimos aumentos de capital mediante o recurso a sociedades sediadas em praças financeiras “off-shore” e conhecia os créditos concedidos a membros dos órgãos sociais do banco privado.
Estas operações são referidas em cartas trocadas entre o BdP e o BCP entre 2001 e 2004, a que o PÚBLICO teve acesso, que culminaram com o banco central a ordenar à administração liderada por Jardim Gonçalves que corrigisse as situações que na altura foram consideradas irregulares. A documentação dirigida pelo BdP à administração do BCP está toda assinada pelo então vice-governador, António Marta, que tinha o pelouro da supervisão, funções que desempenhou até Abril de 2006.
Este episódio BCP tem todos os ingredientes que há anos me fazem ser profundamente crítico do simulacro de estado de Direito e de democracia que vivemos.
O que não significa uma crítica à Democracia com sistema e de mim um radical defensor do fim do regime.
Apenas um céptico profundo em relação a esta teia de influências, compadrios, relações estranhas, omissões, inacções, etc, etc, etc, que é a verdadeira razão do subdesenvolvimento nacional. A culpa não é do tostão do mexilhão. É de um nevoeiro opaco que esconde de todos nós o funcionamento das mais altas instituições do Estado, em particular das que têm como única função fiscalizar a forma de funcionamento das várias actividades económicas. E como decidem o que decidem.
Ontem poderíamos acreditar apenas em incompetência. Hoje ultrapassámos essa fase.
Os constâncios cinzentões ou os amarais bonacheirões, entre muitos outros vitais, vitorinos e vitalinos, alegados génios indemonstrados da nossa sociedade, sempre acolchoados em espaldares dourados, num rotativismo carreirista, politica e civicamente obsceno, em que o ministro que atribui concessões por parte do Estado é depois quem vai dirigir a empresa beneficiada e a partir daí vai renegociar com o Estado ou em que um político inepto se mantém anos à frente de uma entidade reguladora central, que vê mas não age, lê mas omite, esquecendo os seus deveres para com a res publica, são aqueles que afastam o cidadão comum do interesse pela política e desmobilizando-o de qualquer forma de intervenção, por julgá-la inútil.
Se querem encontrar os verdadeiros anti-democratas procurem-nos nestes lugares de topo, com «privilégios» a sério e com uma accountability risível. Porque estes nem sequer vão a votos.
http://www.sol.sapo.pt/blogs/paulog/default.aspx
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http://www.wehavekaosinthegarden.blogspot.com/2010/02/o-ultimo-reduto.html
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E o gajo vai levar a Câncio?
Chico
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Isto está bonito está.
das duas uma:
– a Europa não o deixa fazer mais estragos por cá.
– A Europa pega nele para fazer estragos maiores, X25, porque “…do caos nasce a ordem).
Conclusõe minhas: Vamos penar o gedelho durante alguns e bons anos.
Lá como cá, o bom senso…………….
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Têm agora uma excelente oportunidade para extinguir o Banco de Portugal.
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#4
Podia incluir nesse rol Dias Loureiro, o Preto, o Isaltino, o Santana, e tantos mais
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ENQUANTO OS PODEROSOS ESCAPAM, OS PILHA-GALINHAS TÊM HONRA DE TRIBUNAL COLECTIVO
http://clix.expresso.pt/justica-coletivo-de-juizes-julga-roubo-de-saco-de-amendoas=f565502
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#33
POIS:
FREEPORT
COVA DA BEIRA
NOVA SETÚBAL
“LICENCIATURA”
FACE OCULTA
CASA DA MÃE
NEGÓCIOS DOS PRIMOS
JUDAS/COELHO/A.SANTO/CASCAIS
EMAUDIO
FAX DE MACAU
LIVRO DE RUI MATEUS
RAPOSO/AMADORA
MESQUITA/BRAGA
MELANCIA
CUNHADO DO GUTERRES
ETC
ETC
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Tantas razões, tanto desespero e todavia tudo como dantes:
o PS mais forte, O Sócrates a mandar e a mandar vir!, no poder, e esta espécie de oposição ululante , grossa, esgroviada, despenteada mental, engasgada da silva, escória despropositada, beiradas de telha vã,gosma pútrida,cus de judas, australopitecos rastejantes, mother fuckers, a engulir sapo atrás de sapo!
Arre que é preciso gostarem de batráquios …
Agora é o Constâncio que tomam por sapo e vão enguli-lo…
Outros virão.
Não percam o apetite! vai haver para todos!
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Acho que pelo contrário, Constancio foi nomeado para vice-presidente pelas suas excelentes qualidades de amanuense.
Os alemães vão finalmente tomar de assalto o BCE já que são os mais produtivos e pagadores nomeando em breve o novo governador.
Esse sim vai mandar.
Porque não dar uma vice-presidência a um mocinho de recados sendo que assim garantem meia dúzia de votos para a eleição do seu governador? Ainda mais sabendo do seu carácter servil que não riscará nada?
Portanto o Vitinho não foi nomeado/eleito pelas suas supostas qualidades mas tão só pelos seus defeitos.
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Empresa da mãe de Sócrates citada no processo de corrupção na Amadora
A empresa da mãe do primeiro-ministro, que está a ser investigada no âmbito do Freeport, surge envolvida num processo de corrupção na Câmara da Amadora, o qual abarca outras figuras relevantes do PS
A equipa que está a investigar o caso Freeport suspeita que José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo do primeiro-ministro, possa ser o parente que o arguido Charles Smith acusa de ter sido o receptor das ‘luvas’ alegadamente entregues a Sócrates para conseguir o licenciamento do projecto de Alcochete.
José Paulo Bernardo está também referenciado num outro processo, que desde 2001 corre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), onde se investigam indícios de tráfico de influências, corrupção, financiamento a partidos e branqueamento de capitais, e que tem como figura principal o actual presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo.
Raposo é um dos vários suspeitos deste vasto processo, cuja investigação se tem arrastado apesar de já terem sido constituídos oito arguidos. Em causa, soube o SOL, estão os actos
ilícitos praticados por uma rede de pessoas ligadas à Câmara da Amadora e a empresas de construção civil, e que envolve também elementos da Direcção Regional de Ambiente e Ordenamento do Território, a que presidiu Fernanda Vara.
Esta arquitecta – uma das arguidas no processo da Amadora – integrou a comissão que deu parecer favorável ao Estudo de Impacto Ambiental que permitiu o licenciamento do projecto
Freeport, em Alcochete.
Nas buscas desencadeadas pela Polícia Judiciária, em 2004, às empresas suspeitas neste processo e a vários serviços da Câmara da Amadora, o computador do presidente, Joaquim Raposo, foi um dos que mais provas deu aos investigadores. Foi aqui, soube o SOL, que surgiu a referência à Mecaso – uma das empresas de Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe de José Sócrates, e José Paulo Bernardo, o primo de quem agora se suspeita.
Joaquim Raposo, que o SOL não conseguiu contactar antes do fecho da edição após várias tentativas, ao ter conhecimento da notícia afirmou que «o único computador que foi levado era o do presidente da Assembleia Municipal, António Preto», e não o seu.
Confrontado com uma escuta que existe no processo, o presidente da Câmara de Amadora adianta ainda que «nunca» ouviu falar da MECASO nem conhece o primo do primeiro-ministro. «Logo, não lhe podia ter telefonado», afirma.
Em relação a Fernanda Vara, Raposo diz apenas ter tido contacto enquanto autarca, para lhe «pedir alguns pareceres».
http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=131046
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Sem o João Miranda,
onde é que as carpideiras
iam carpir?
Como se foi, carpem.
Se ficasse, carpiriam.
Carpireis sempre
Pois carpindo é vossa sina.
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Offshore socialista
A última novidade do Governo socialista do senhor presidente do Conselho é uma coisa chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Esta entidade, cozinhada no gabinete do ministro Lino ex-TGV e ex-aeroportos da Ota e Alcochete, foi a contrapartida exigida pelo Governo a três operadores para obterem as licenças dos telemóveis de terceira geração. É privada, tem um conselho geral com três membros nomeados pelo Executivo e um conselho de
administração com três elementos, presidido por um ex-membro do gabinete do impagável Lino, devidamente remunerado, e dois assessores do senhor que está cansado de aturar o senhor presidente do Conselho e já não tem idade para ser ministro.
Chegados aqui vamos à massa. Os três operadores meteram até agora na querida fundação 400 milhões de euros, uma parte do preço a pagar pelas tais licenças. O Estado, por sua vez, desviou para esta verdadeira offshore socialista 61 milhões de euros. E pronto. De uma penada temos uma entidade privada, que até agora sacou 461 milhões de euros, gerida por três fiéis do ministro Lino, isto é, três fiéis do senhor presidente do Conselho. É
evidente que esta querida fundação não é controlada por nenhuma autoridade e movimenta a massa como quer e lhe apetece, isto é, como apetece ao senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui tudo é possível. Chegados aqui é legítimo considerar que as Fátimas, Isaltinos, Valentins, Avelinos e comandita deste sítio manhoso, pobre, deprimido, cheio de larápios e obviamente cada vez mais mal frequentado não passam de uns meros aprendizes de feiticeiro ao pé da equipa dirigida com mão de ferro e rédea curta pelo senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui é legítimo dar largas à imaginação e pensar que a querida fundação, para além de ter comprado a uma empresa uma batelada de computadores Magalhães sem qualquer concurso, pode pagar o que bem lhe apetecer, como campanhas eleitorais do PS e dos seus candidatos a autarquias, e fazer muita gente feliz com os milhões que o Estado generosamente lhe colocou nos cofres.
Chegados aqui é natural que se abra a boca de espanto com o silêncio das autoridades, particularmente do senhor procurador-geral da República, justiceiro que tem toda a gente
sob suspeita. Chegados aqui é legítimo pensar que a fundação privada criada pelo senhor presidente do Conselho é um enorme paraíso fiscal, uma enorme lavandaria democrática.”
CM
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A SANFONA …
Partido Socialista deixa cair Vítor Constâncio
Direcção da bancada parlamentar socialista já interiorizou ser
impossível ilibar o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio,face aos indícios da actuação negligente daquela instituição face aoque se passava no Banco Português de Negócios, obtidos pela comissão parlamentar de inquérito ao chamado ‘caso BPN’.
O PS já decidiu: vai deixar cair Vítor Constâncio. O relatório finalda comissão parlamentar de inquérito ao BPN será crítico para com aactuação do governador do Banco de Portugal neste caso. E sê-lo-á com o consentimento da maioria socialista na comissão.
Face à acumulação de indícios na comissão de inquérito apontando para uma actuação negligente do banco central face ao Banco Português de Negócios, a direcção da bancada parlamentar socialista já percebeu que é impossível ilibar Constâncio. Isto por mais importante que seja a ligação histórica do governador ao PS (foi secretário-geral do partido de 1986 a 1989). “É impossível não criticarmos”, admitiu ontem ao DN um membro da direcção parlamentar socialista.
Resta agora saber as consequências políticas que terá sobre a
continuidade de Constâncio como governador a aprovação de um relatório crítico da comissão de inquérito. Por lei, um processo de exoneração forçada é muito complexo, tendo que passar pelo Banco Central Europeu, que nos seus estatutos garante a independência dos chefes dos bancos centrais face aos respectivos governos. A nomeação ocorre por proposta do ministro das Finanças, em resolução do Conselho de Ministros.
Falhando o apoio do PS na comissão parlamentar de inquérito, isso
significa que deixa de existir o apoio do respectivo Governo. Foi um governo do PS que nomeou Constâncio governador pela primeira vez(Fevereiro de 2000) e foi um Governo do PS (o actual) que o reconduziu (Maio de 2006). O consulado do ex-secretário-geral do PS à frente do banco central “apanhou” todo o processo de degradação do BPN, que levou à necessidade, inédita desde o período revolucionário, de o Governo nacionalizar o banco, para evitar a sua falência.
A constatação, pelo PS, de que é impossível ilibar o governador de
responsabilidades no caso, será, no conjunto das pressões para que
Constâncio se demita, uma espécie de cereja no topo do bolo.
http://www.dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1246049
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Não sei qual é a alegria, JM…
Este palhaço imundo dos 6,831245% de défice “lá mais para o Verão” e da supervisão impecável vai para um tachão “e tanto”, e há o risco de ver no seu actual tacho o incrível Pino (o da dupla Pino& Lino) ou o pior MF da zona Euro…
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Título alternativo:
João Miranda vai voltar ao laboratório.
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Estão a fazer a figura do sapo debaixo da pata do boi!
– Que fazeis aí?
– Estou aqui a segurá-lo! disse o sapo, morrendo de seguida.
Isto é uma chatice ver os inimigos de estimação a subir na vida e na consideração de mais uns míseros 550 molhões de habitantes…Coisa sem importãncia. Aqui no Blasmerd.. é que está a nata dos econopolíticos da palavra solta e das ideias pequeninas.
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Boa viagem.
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Nata nata de ideias grandes,
luminosas,
abrangentes,
revolucionárias
está apenas numa onda onde o génio cai sozinho.
Nem aí, repara que o peso da sua moralidade balofa que o leva ao desprezo pelos outros o está a afogar.
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Ao ler este blog é só calhandrice e esquecem que o ppd/psd esta cheio de ladrões
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Talvez ele tenha razâo
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Que faça boa(s) viagem(ns) – uma maçada cansativa esse ir e vir constante – e que tenha muito sucesso! Que fique por lá muitos anos. Que tenha tanto sucesso que não volte.
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Em minha opinião, o dr. Constancio não faz cá falta nenhuma, ao contrário de muitos dos nossos melhores jovens – aqueles que têm as melhores classificações nas nossas melhores Universidades – que para terem perspectivas de futuro têm que imigrar, sem direito a ajudas de custo pagas pelos contribuintes.
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Em Portugal há, no meio das vacas sagradas, duas que são superiormente sagradas, a saber; o Miguel Cadilhe e o Constâncio. Não conheço neste país quem saiba vender melhor o seu peixe. São intocáveis e quando falam, dizem o mais “lapalissiano” do “basic economics”, num tom coloquial e com a boca em pose “cú de galinha”. É típico de gente intelectualmente fraca e desonesta. Entre outras vantagens, na ida para o BCE, existe uma que me deixa um pouco aliviado, que é o facto de eu saber que o peso do “ordenadito” deste vigário vai ser dividido por muito mais gente.
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