Compreender Pisa.
O que é Ser Professor no Reino do Eduquês, por João Torgal na Mesa do Café. (via)
Deparar com alunos com imensas dificuldades e com uma enorme falta de bases matemáticas. Só para se ter uma noção, poucos são aqueles que sabem calcular a área de um rectângulo, quanto é “quatro ao cubo”, somar duas fracções, dizer inequivocamente quanto é 5 – 12, resolver um problema simples que envolva apenas uma subtracção ou a tabuada (o resultado das pedagogias científicas que dizem que nada pode ser decorado e que tudo tem de ser aprendido de forma lúdica é perguntar quanto é 8×4 e dificilmente obter a resposta certa). No entanto, fruto das medidas educativas que evitam os chumbos a todo o custo e de um facilitismo avaliativo de muitos professores que autenticamente oferecem notas para não se chatear, estes alunos vão passando de ano, mesmo que dotados de uma ignorância profunda (só mais tarde, estes alunos irão perceber que são eles as principais vítimas deste sistema educativo facilitista e perverso). Isto está de tal forma que há exemplos na minha escola de alunos que chegam ao 5º ano sem praticamente saberem ler nem escrever (!!!).
… sempre que necessário, agir disciplinarmente, sabendo (professores e alunos) que a consequência prática e correctiva destas medidas é praticamente nula. Isto porque por mais faltas disciplinares que um aluno tenha, pouco mais pode acontecer do que efectuar trabalho comunitário durante uns dias (se os pais deixarem, senão o menino fica apenas suspenso, ou seja, férias antecipadas) dado que medidas como a expulsão estão completamente fora dos regulamentos (talvez aí os alunos pensassem duas vezes antes de pisarem o risco, mas não pode ser porque, como diria Eduardo Sá de forma mais eloquente, seria uma experiência verdadeiramente humilhante e traumática, que desrespeitaria o direito fundamental da criança).
… Ah!!! Já me esquecia. Quando tenho tempo, quando as minhas missões de educador de infância, psicólogo ou funcionário administrativo me permitem, também consigo, em cerca de 10% do meu trabalho, preparar minimamente as aulas e ensinar matemática do 8º e do 9º anos (para além, naturalmente, de me preocupar com os instrumentos de avaliação). Mas tenho que dizer isto baixinho para que os peritos do eduquês não me ouçam. É que palavras como “ensinar”, “explicar” ou “expor” são para eles termos quase criminosos. Porque, qualquer dia, na forma como as coisas têm evoluído, escola e conhecimento serão conceitos que só tenuamente se interceptam. Porque a escola deixará definitivamente de ser um local onde se aprende e onde se ensina, para ser apenas um espaço de motivação e de vivência. Com estes pressupostos e com o anunciado e vergonhoso aumento da escolaridade obrigatória até ao 12º ano, não é preciso ser grande visionário para que se preveja que, cada vez mais, cheguem às universidades verdadeiros analfabetos.
… Escrevo este texto numa altura em que acabo de corrigir 74 testes, tendo havido 8 positivas. Tenho perfeita noção que, à luz do sistema e independentemente da falta de bases e métodos de estudo dos alunos e da sua falta de atenção, esforço e empenho, a responsabilidade destes resultados é minha e só minha, por não os ter motivado convenientemente. Mas, claro, é fácil obter a redenção. Basta que assuma o meu pecado e premeie o fraco desempenho com óptimas notas, contribuindo para o “sucesso” educativo português. Nesse instante, tudo me será perdoado e passarei de imediato a ser… um “bom professor”.

Mas essa foi a política educativa dos professores que dominaram e dominam o ME!
O que eles não admitem é responsabilidade, nem autonomia, nem AVALIAÇÃO!
São contra tudo. Escola inclusiva, trabalho de recuperação, aulas de substituição ,são contra o Magalhães, as obras nas escolas..eu sei lá!
Só há uns culpados por os alunos nada saberem: os que chegam à universidade nem escrever ou interpretar um texto simples conseguem. Nem uma carta sabem alinhavar. E a culpa é de quem?
Ora quando MLR, a melhor Mª da Educação, quis responsabilizar e avaliar o trabalho dos professores o que é que aconteceu?
Por que é que não se vai lamentar para outro local?
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Exactamente MFerrer!Se os professores fossem rigorosamente avaliados e com consequências, quer na carreira quer mesmo na manutenção do emprego, as coisas eram bem diferentes. Foi isso que quis, e bem, fazer MLR.
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Meus caros ardentes defensores de tudo o que vem deste governo, apesar de ignorarem obviamente o que neste blogue se escreveu sobre a avaliação de professores, expliquem-me o que é que a avaliação tem a ver com o eduquês? Queremos avaliar quais os professores que melhor entendem a escola inclusiva? Queremos avaliar a capacidade de um professor quando não se lhe pede que ensine, mas sim que compreenda, motive, integre, acompanhe, desenvolva competências, construa igualdades, etc, etc?
O que este texto mostra é que a escola não ensina. O vosso governo não parece muito interessado em dar esse primeiro passo.
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Sorte a sua J.Torgal.
Se fosse professor de Língua Portuguesa e tivesse como alunos MFerrer e Clara Martins, seguramente que a % de negativas seria muito maior.
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Com sorte e uma militância desde cedo na jota certa, muitos deles chegarão a administradores/ comissários politicos das PTs que por ai abundam….
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Em Portugal…
Em Portugal…
O nosso sistema escolar
é uma boa caricatura
desta política exemplar
com tanta falta de cultura.
Neste esquema ficcional
do sucesso educativo
revela-se a razão banal
de cunho assaz defectivo.
Aproveito para acrescentar…
Estando bem amarrados
e sem flexibilidade
ficaremos desterrados
da real civilidade.
Mascarados de intrepidez
tapando males disfarçados,
daqui emerge a acidez
de muitos feitos esforçados!
São tantas palavras cansadas
sobre problemas por resolver,
as esperanças reforçadas
de alegrias por devolver.
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MFerrer e Clara Martins representam a pior “escumalha” que existe em Portugal quando se cogita em educação:
-defendem todas as políticas organizativas (excesso de burocracia,introdução de estruturas de controlo auto-auditor, uso das Tec. Comunicação sem rei nem roque,pseudo-aulas de substituição dignas do 4º mundo) como se o problema da Escola fosse de organização;
-atacam os professores como se o problema fosse de “ensinagem”, esquecendo que o ensino é um processo bem mais complexo do que essa simples léria de conveniência(nem mesmo numa fábrica de chouriços, os defeitos da produção exclusivos dos postos de trabalho, quanto mais num processo bem diferente como este);
-descuram a formação e educação em família e em casa e tentam contornar o desprezo nacional que têm pela Educação, virando o ónus da culpa;
Já disse aqui, no meu blog, a amigos meus na univ. e a outros que foram “cegamente” levados pela MLR. Resolvem-se os problemas na Educação:
-atacando fortemente a indisciplina;
-reestruturando o currículo e alguns programas(diminuindo a carga do eduquês);
-alterando os procedimentos de avaliaçao dos alunos;
-criar uma forte cultura de apreço pelo conhecimento na nossa sociedade(com tantas redese sociais e tantos especialistas em propaganda não deve ser difícil) e alteração radical da mentalidade geral que continua a encarar a Educação como uma simples “compra” de diplomas, ao invés de aquisição de conhecimentos e técnicas.
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enquanto não correrem com os comunas do ministério da educação não haverá reformas possíveis e o ensino será uma coisa secundária para justificar incompetência, reformas e os party times mais bem pagos do universo.
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# 1
Que tal uma declaração de interesse, seu sabujo?
A mulher deste pilantra é uma das girls dessa criminosa de nome MLR. Está de poleiro.
É um dos vergonhosos ditos “professores” que se venderam, aquartelados num cartão do pêsse e das “saias” do minino de oiro.
Tudo demasiado conhecido, seu sabujo porco.
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Li este post.
E aguardei que o «rato» caisse na «armadilha».
CAIU. Comentário 1 e 2. Outros. Cartilha bem estudada.
O QUE É MUITO “ESTRANHO” SÃO COMENTÁRIOS, COMO O 3.
Idiota?
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Agora É Uma Petição Pela Democracia
A peticionite avança pelo país e qualquer pessoa ou grupo de pessoas que acha ter uma causa relevante decide arregimentar assinaturas.
Desta vez são os indefectíveis do Partido de Sócrates que acham que a Democracia está em perigo e que se estão a pulverizar os direitos e garantias que eles próprios não se incomodaram em ver pulverizado(a)s quando sanearam Fernando Charrua e uns quantos outros na base da conversa ouvida nos corredores. Ou quando espalharam, do seu lado da barricada, o conteúdo de escutas sobre personalidades suas adversárias.
Um dos signatários é o nosso antigo conhecido MFerrer, um exemplo de civilidade e respeito democrático na forma como se refere àqueles de quem não gosta. Aliás há um certo vernáculo que faz pensar que ele até andará por aí, só que disfarçado de parido. MAs nada que me espante pois soube recentemente que a sua ditosa outra metade andou em inquérito, lá pelas facas longas, sobre quem me passaria as informações sobre a sua coutada.
http://www.educar.wordpress.com/2010/02/14/agora-e-uma-peticao-pela-democracia/
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Então… então… acalmem-se. Não se esqueçam que o eduquês começou ainda com Roberto Carneiro. E não se esqueçam que quem manda no ME são os geniozinhos das Ciências da Educação. E também que no ME não deve haver nenhum professor que nos últimos dez anos tenha ministrado uma aulita. E já agora, devo confidenciar-lhes que ouvi uma entrevista em directo na rádio onde a sempre excelente MLR proibia que se chumbassem os alunos porque ficava muito caro ao estado. Na altura até sugeri que aquando da inscrição do aluno fosse imediatamente emitido o diploma como forma de poupar gastos inúteis com professores, funcionários e outros. Também os papeis que os professores deveriam preencher para o ME fazer de conta que faz alguma coisa, deveriam já vir preenchidos para que as estatísticas correspondessem ao pretendido. Seria só rubricar e devolver.
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# 7
Trate da sua universidade que está bem pior que qualquer das Escolas do Básico e Secundário, graças ao professores que lutaram e lutam e continuam todos os dias a trabalhar com os seus alunos, coisa que vocês não fazem nem denunciam.
Afinal, o vosso ECD até melhorou, não é verdade?
A guerra na Educação é (e sempre foi), entre os burocratas/tecnoburocratas e os professores. Com a criminosa no poder, os primeiros mostraram todo o seu esplendor e raça e instalaram-se dentro das escolas a “perseguir” professores. Boys e girls. Percebe?
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# É claro que a grande maioria dos professores ou:
incentivou
colaborou
ou deixou-se ir na onda do eduquês….
representado por não se ensinar nada ou quase nada em qualquer área.
Preocupados sim estiveram sempre com as suas carreiras.
Verdade também que alguns poucos (não sei se o autor do texto)tentaram inverter, chamar a atenção para o descalabro que “esta via” levaria (e já está a levar) milhares de jovens para o “analfabrutismo”. Sendo que quando qualquer destes tentou se insurgir, a classe representada nos seus diversos órgãos corporativistas os abafaram.
Lavar as mãos porque “meia dúzia” deles agora se manifestam é um exercício de hipocrisia.Atribuir culpas apenas aos ministérios e ás politicas seguidas ou a uma ministra é cínico.
E o exemplo real e concreto disso está espelhado nas “formas de luta” que a classe profissional rapidamente e em força conseguiu juntar e fazer no ano passado a propósito das “avaliações”.
Como diria o outro “avaliações” o “escambau”. Ninguém estava preocupado com avaliações mas sim com a progressão na carreira.
Alguém viu durante os últimos 20 anos alguma “forma de luta” por centésima parte que fosse por parte dos professores contra este estado de coisas?
De facto não vimos.
Portanto, tirando honrosas excepções é bom que também não sacudam a água do capote.Foram e ainda são colaboradores activos de tudo quanto de mau se fez pelo ensino, nem que seja por omissão.
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Vejam bem quem é MFerrer …
http://www.homem-ao-mar.blogspot.com/2010/02/pela-democracia-tomo-partido.html
LOL
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#13
Meu caro, o meu ECD não mudou pois sou Prof. Convidado.Isto é, sou descartável consoante a vontade do Reitor.
A minha ocupação principal é ser sócio de uma PME que eu e mais 2 estarolas criámos há 17 anos atrás e que tem felizmente tem sobrevivido.
Sobre os boys e girls, a minha opinião é muito simples: são quase todos energúmenos ao serviço da voz do dono. Por isso é que são boys and girls. Tratam da sua vidinha. E empatam muito a vidinha dos outros. São burocratas pois são, e digo-lhe já que´já tive que lidar com muitas e variadas burocracias inimagináveis para a sua cabecinha percebedora.
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Enquanto aluno fui avaliado na quarta classe, no segundo ano, no quinto ano, no sétimo ano e em todos os anos no ensino superior, contudo, os professores não eram avaliados
Viraram tudo pelo avesso, nada se exige dos alunos, tudo se exige dos professores:
– os pais (alguns, não poucos) demitiram-se da sua função de educadores. O facilitismo começa na educação de berço.
– a escola deixou de ser responsabilizadora, exigente e disciplinadora.
– os alunos não são avaliados com rigor e quando terminam os seus estudos são uns indiferenciados.
– as novas pedagogias da educação não saem incólumes da bagunça.
– Restam os professores, os bodes expiatórios do sistema, os bodes expiatórios das maleitas de que enferma o ensino.
Parece que não há partidos do governo inocentes, no estado a que chegou o ensino.
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O maior escândalo deste país foi a MENTIRA, TOTAL MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO por parte da Opinião Pública sobre o Ensino e o Professorado.
Onde esteve o contraditório ?
Quantos Professores (não falo desta gentalha tipo MFerrer e deste boi…
http://www.educar.wordpress.com/2010/02/16/olhem-quem-defende-a-privatizacao-das-escolas/
… tiveram acesso à comunicação social, para o contraditório ? QUANTOS?????????
Alguém é capaz de me referir um nome?
Aguardo.
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Se continuarem a bater na mesma tecla, vão perceber “à força” e tarde de mais que os professores tinham TODA A RAZÃO DO SEU LADO.
Os professores sabem muito bem como fingir e defender-se-ão.
AVISO SÉRIO. Ainda não é tarde.
Os professores portugueses AINDA estão a lutar diariamente, dentro e fora das Escolas, para defender este miserável país da catástrofe total.
…
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o maior escândalo é o estado pagar a estes calaceiros trabalho que não fazem pelas mais elevadas tabelas do universo.
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“Os professores portugueses AINDA estão a lutar diariamente, dentro e fora das Escolas, para defender este miserável país da catástrofe total”
deves estar a pensar na reforma aos 18 anos de idade com 10 de frequência de aulas.
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Não existe sistema de avaliação de professores na maioria dos sistemas educativos. Na tão badalada Finlândia, por exemplo.
Aliás, Portugal pertencia a um grupo restrito de países onde existia um sistema formal de avaliação do desempenho docente.
Bastava ter-se consultado qualquer base de dados de organismos internacionais.
Uma mentira monstruosa.
Limpem-se! Que país de merda!
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# 21 e 22
Mudaste de nick?
Não me enganas, avençado.
Vai trabalhar, sabujo.
Tens inveja de não seres “sôtor”, ranhoso.
Tivesses trabalhado e estudado.
O trabalho honesto repugna-te, saloio.
Vê lá se os teus filhos almoçaram. Os professores não são criados da tua prole. Bem sei que é o que tu desejas (…) És um triste.
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# 22
Estás a querer enganar os trolhas, ou quê?
A carreira dos professores era de 36 anos.
Ganhavam e ganham uma miséria que mal chegava (e chega) para o seu auto sustento.
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# 17
Ok.
Entendi.
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Apesar de todos os avisos, desde a reforma de Roberto Carneiro, ninguém ligou ao que os professores denunciavam.
Entretanto o lobby das “ciências” da educação tomou conta deste sector de actividade, rebentou com David Justino em três tempos e colocou MLR à frente dos destinos desta vergonha a que alguns teimosamente denominam de sistema de ensino.
MLR recorreu àquilo que o lobby tem transmitido, ou seja o sistema do facilitismo, das baldas e da indisciplina é perfeito! O problema é quem o executa, ou seja os professores!
A malta cá do burgo, foi na conversa.
Achou muito giro aparecer um mamute dentro de uma loja de porcelana.
Andámos durante 4 anos e tal a falar de coisas tão “importantes” para o país, como:
– faltas de professores;
– avaliação de professores;
– professores e professores titulares;
– “aulas” de substituição;
– magalhães a todas as criancinhas de Portugal;
– estatutos de carreira;
– “escola” a tempo inteiro pagas com o dinheiro do contribuinte;
– etc.
Os professores bem falavam no facilitismo, na “escola” transformada num enorme e permanente recreio, etc., etc..
Alguém ligou alguma coisa? Claro que não!
E agora, quem é vai conseguir endireitar isto?
Eu respondo, já! NINGUÉM!!!!!!!!!!!!!!
No fundo, o que 90% da população portuguesa quer é um local onde deixar os filhos de borla e que passem sem complicações todos os anos.
Se depois os filhotes não encontrarem trabalho, não há o problema. 90% da população portuguesa o que quer é que o pai ESTADO lhes pague um subsídio de qualquer coisinha, porque no fundo até que não têm culpa nenhuma de não saberem nada de coisa nenhuma. No fundo o que 90% da população quer é:
– FACILITISMO;
– FACILITISMO;
– FACILITISMO.
Por alguma razão, José Pinto de Sousa, ganhou as últimas eleições! Um senhor que conseguiu o título académico da forma que 90% da população portuguesa gostaria de obter.
Esta é que é a realidade… o resto é conversa para entreter meninos…
Por isso, meus caros, VOTEM PS!! Porque é uma garantia que CONTINUARÃO pobrezinhos mas HONRADINHOS!
Enquanto a malta não perceber que a escola é um local de trabalho.
Enquanto a malta não perceber que uma escola sem DISCIPLINA, RIGOR E EXIGÊNCIA, o país não tem qualquer hipótese de vencer na economia global.
Enquanto a malta não perceber que enquanto a escola não voltar a ser a ESCOLA, continuaremos TODOS a empobrecer alegremente, continuarão a votar no SÓCRATES ou em algo ainda mais POPULISTA!!!
Portanto, meus caros, TEMOS O QUE MERECEMOS…
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Perdoem-me as gralhas, mas escrever num teclado de telemóvel não é nada fácil para mim.
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“Enquanto a malta não perceber que uma escola sem DISCIPLINA, RIGOR E EXIGÊNCIA, o país não tem qualquer hipótese de vencer na economia global. ”
Exactamente,meu caro Fartinho.
E infelizmente, a carneirada não quer tirar as palas. Preferem comer o hamburguer, mesmo sabendo que o cozinheiro cuspiu previamente para a carne picada
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Os senhores estão a ver o problema da perspectiva microscópica. A verdade é que a burocracia impeditiva de chumbar (agora parece-me que é “reter”, porque chumbar foi abolido em Alphaville) e os facilitismos crescentes não têm raiz em nenhum governo ou partido em particular – se bem que MLR tenha sido inexcedível na cretinice aplicada – mas nos resultados que temos de apresentar a Bruxelas e à OCDE para não ruborizarmos nas reuniões transnacionais do modernismo ocidental.
Números. É uma questão de números. Como no défice. E como no défice, atacamos sempre pela parte mais fácil.
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Caros e ASL Romao,
Adoramos coisas fáceis e imediatas e odiamos coisas difíceis e cujos resultados só apareçam a longo prazo!
E assim vamos correndo rumo ao abismo.
Os políticos têm dado aquilo que 90% da população quer, ou seja receitas fáceis e rápidas. Se vão dar problemas a longo prazo, pouco importa…
Temos o que merecemos…
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Houve um tempo, muito antes das tais Técnicas de Ensino, Pedagogia , e quejandos, em que o aluno que não se aguentava no balanço , CHUMBAVA MESMO.E que não se exigia uma taxa de aproveitamento fixa, como a Lurdeca impôs. (Esra cromo exibe uma cara de estúpida de todo o tamanho).
OS PROFESSORES Não LUTAVAM POR ESTAR EM BEM COM AS ESTATÍSTICA, MAS CONTRARIAMENTE PELA QUALIDADE.
HOUVE TEMPOS . . .
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“MFerrer e Clara Martins representam a pior “escumalha” que existe em Portugal quando se cogita em educação”
Precisamente, sabem muito bem que num sistema corrupto não pode haver avaliação a não ser uma cortina de fumo.
Os professores também têm muitas culpas ao não quererem libertar-se do Poder do Estado. Por isso a maioria também têm o que merecem.
Quem se lixa: inúmeras crianças que nunca recuperarão. E o País qual o Futuro que será de Pobreza e Incapacidade.
É a destruíção de crianças pela Neo-Esquerda. Se há anos ainda se poderia admitir ser naif e desconhecer os seus efeitos, agora a única explicação é o seu objectivo para destruir a Civilização Ocidental, manter a Pobreza e assim manter a sua estrutura de Poder.
Tudo começou com as loucuras esquerdistas na Educação Americana e Francesa depois do Maio de 68 e do Movimento da “Contra Cultura”.
Veja-se aqui a destruição feita por esta gente -já tinha colocado há dias noutro tópico: http://www.freep.com/article/20100205/COL10/2050352/Reading-gives-DPS-grad-voice-and-choice-in-life
…Amiya Olden, 22, of Detroit graduated from Denby High School but couldn’t read her diploma…
…Amiya Olden, like many students in schools across Michigan, suffered a kind of child abuse that the state Legislature not only allows but supports: social promotion…
Depois de ter ido aprender a uma escola específica de leitura:
…”It feels great because I like to read now. I can read books! I don’t stumble. It doesn’t take forever to get through a book. It feels good to be able to read something and know what I’m reading and understand it. I like it,”…
No Séc. XXI voltámos ao ínicio do Sec.XX mas agora gastam-se Biliões na Corrupta Escola Publica para o mesmo resultado.
E depois falam de Madoff… a maior Fraude do final de Séc.XX início do XXI foi e é a Escola Pública. É aí que os contribuintes são obrigados a investir(e ninguém obrigou alguém a colocar dinheiro no Madoff, BPP, BPN foi escolha livre) para a estrutura de poder da 5 de Outubro e dos Sindicatos e dos Ministros, girls & boys.
Ninguém irá preso obviamente apesar de triliões colocados num poço sem fundo.
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Seria engraçado que, ou os pais, ou os alunos, pusessem um processo contra o estado por não saberem o que deviam saber.
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Ena tantos piscoisos
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É só contradições por aqui:
1 – Acham que é preciso haver rigor em todas as esferas da educação, mas depois, com um espírito bem tuga, acham que ser professor ou pedagogo é intuitivo, logo, dispensam todas as concepções teóricas e práticas de investigadores licenciados (jocosamente “eduquês”, ndr. Ciências da Educação), que nem sequer exercem nas escolas, como deveriam (como os psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, etc.)
2 – Os professores queixam-se de se dispersarem por inúmeras tarefas que não a da preparação das aulas. E contratar profissionais para essas áreas? Ah pois, aumenta o peso do Estado…
3 – Acham que todas as famílias poderiam pagar a formação escolar integral dos seus filhos em instituições com fins lucrativos? Se não podem, os filhos não são escolarizados e a sua vida acaba antes mesmo de começar. Ou então vem o Estado e subsidia essas famílias (Ai, não pode!).
Não se percebe o sistema que querem, nem os custos inerentes a este e ao que existe. Nem no post nem nos comentários se vê uma Visão de futuro para a Educação. Apenas vociferam contra o facilitismo. Está bem, é fácil…
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Caro DC,
O que queremos é uma Escola a sério e livre do lobby das “ciências” da educação!
Simples!!!
Bem sei que milhares de pessoas iam para o olho da rua, mas quem parasitou durante tantos anos só pode esperar este final. Isto aconteceu e está a acontecer em toda a OCDE, como bem sabe!
Deixem a escola transmitir o conhecimento e a cultura duramente conquistados pelas gerações anteriores, os professores, estudar e ensinar, os alunos, estudar e aprender e os encarregados de educação, encarregarem-se da educação dos seus filhos!!
Simples, barato e produtivo! Claro que não sobra nada para o lobby das “ciências” da educação!!!!
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