Rangel atribui função estratégica aos reguladores
Da entrevista de Rangel ao DN:
Se ganhar as eleições do PSD e vier a ser primeiro-ministro, gostaria de mudar a relação que o Estado tem com as grandes empresas portuguesas? Por exemplo, admite alienar a golden share que tem na PT e outras posições noutras grandes empresas?
Isso merece mais estudo. Na fase em que estou, não posso dar uma afirmação, a não ser sob reserva, mas posso dizer-lhe qual o meu pensamento sobre essa matéria em termos tendenciais: acho que, até por uma razão que tem a ver com o direito europeu, as golden shares devem acabar. Mas é evidente que no sector dos transportes, das telecomunicações e, designadamente, da energia…
E na banca?
Porventura também na banca, mas na banca a situação está mais resolvida, há questões estratégicas nacionais que têm de estar presentes. A forma de elas estarem presentes, do meu ponto de vista, é através das entidades reguladoras, não de participações em empresas privadas. No caso da banca, eu estaria um pouco mais sossegado porque o Banco de Portugal tem poderes de intervenção – estou a pensar por exemplo no transporte aéreo ou no ferroviário, no sector das telecomunicações…
Sectores estratégicos?
Sectores em que pode haver interesses de segurança e estratégia nacional. Acho que as golden shares não são um bom caminho.
Actualmente, o Estado usa as participações em empresas semi-públicas para bloquear a entrada de estrangeiros (subvertendo o mercado), para promover negócios de Estado (Galp na Venezuela, no Brasil e em Angola) ou para promover investimento português no estrangeiro (participação na Vivo pela PT no Brasil e investimentos da EDP nos Estados Unidos). Rangel não rejeita nenhuma destas funções das participações do Estado. Pelo contrário. Fala de interesses de “segurança e estratégia nacional”. Aquilo que Rangel defende é que a “segurança e estratégia nacional” sejam prosseguidas através das autoridades reguladoras. O que implicaria que as autoridades reguladoras teriam que subverter o mercado para impedir a entrada de empresas estrangeiras e teriam que impor às empresas nacionais comportamentos no estrangeiro que favoreçam os “interesses nacionais”. Como é evidente, essa não é a vocação das autoridades reguladoras.

Para este gordo é tudo uma questão de apetites…
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=194448
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Fiquei esclarecido…….
A parolagem está a chegar e de Renault4 ?
Ou já têm BMW ?
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Rangel acha a soberania, a grandiosidade e a projecção internacional do país mais importantes do que o totem do mercado. É um político como deve ser.
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Como se tem visto no caso da PT as golden shares servem para os partidos do governo fazerem as suas negociatas e arranjarem empregos com salários chorudos aos boys. Se acham que é estrategico o estado estar presente em determinados sectores, então o estado que invista neles, e assuma isso mesmo. As golden shares são ilegais, e é acabar com elas rapidamente. Como está à vista as opções estrategicas para o futuro do país estão entregues a incompetentes. O caso do aeroporto da Ota, é paradigmatico. E do TGV, e de autoestradas que vão custar milhões e onde ninguem vai passar. Por isso tendo em conta quem nos ultimos 15 anos tem gerido o Estado, quanto menos estado, melhor.
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De entidades reguladoras passam a entidades manipuladoras.
Enfim, quanto mais falam os candidatos do PSD, mais me desiludem. Os três, não só Rangel. O problema não é do partido, é do regime. O PSD é o que é por causa do país. Se houvesse muita gente a querer um partido de poder que fosse de direita já há muito que ele existiria. A verdade é que não quer e basta ver o discurso geral dos portugueses para perceber que eles não querem liberalismo, preferem mais Estado. Terão o que merecem.
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Veja isto, lindo:
Nome Completo
Paulo Artur dos Santos Castro de Campos Rangel
Data de Nascimento
18-02-1968
Habilitações Literárias
Licenciatura em DIREITO;
Profissão
Docente Universitário e Jurisconsulto como quem diz, advogadozeco
Cargos que desempenha
Deputado na X Legislatura;
Presidente do GP/PSD o que é esta merda?, alguma agremiação de província, como devido respeito?
Membro da Direcção da Associação Comercial do Porto;
Membro da direcção da Associação “Amigos do Coliseu”;
Cargos exercidos
Sec. Estado Adjunto do Ministro da Justiça do XVI Governo Constitucional (2004-07 a 2005-03);ena pá, não tem falado disto, quem era o ministro da justiça?
Membro da Direcção da Associação “Amigos do Coliseu”;
Membro da Direcção da Associação Comercial do Porto (desde Abril de 2002);
o que é giro é que para encher o artista coloca nos cargos que desempenha e nos cargos exercidos exactamente a mesma coisa, como se isso lhe desse mais estatuto:
Membro da Direcção da Associação Comercial do Porto;
Membro da direcção da Associação “Amigos do Coliseu”;
ORA, E SE O RAPAZOLA SE FOSSE LIXAR?
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se calhar, se fosse consultor ou administrador da PT e ganhasse 1 milhãozinho de euros tinha mais gabarito…pois…
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Não fique FURIOSO……..
oS BOYS DA LARANJADA, QUEREM LÁ SABER DISSO…. JÁ ESTÃO A VER OS TACHOS NO HORIZONTE, MAS CHEIRA-ME QUE VÃO TER DE ESPERAR SENTADOS !
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Afinal o Rangel era secretário de estado adjunto do:
José Pedro Correia de Aguiar-Branco (Porto, 18 de Julho de 1957), advogado e político português.
Advogado (inscrito na Ordem desde 1982), licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (1980). É sócio da firma José Pedro Aguiar-Branco & Associados, com sede no Porto. É árbitro do Centro de Conciliação e Mediação de Conflitos da Concórdia, do Centro de Arbitragem da Associação Comercial de Lisboa – Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa e do Instituto de Arbitragem Comercial da Associação Comercial do Porto. É presidente da Assembleia-Geral de várias sociedades, como a Semapa, a Portucel e a Impresa, entre outras.
A par da actividade política, foi secretário-geral do Centro Unesco do Porto (1984-1985), vice-presidente da Associação Nacional de Jovens Advogados Portugueses (1988-1991), vogal (1992-1995) e presidente (2002-2004) do Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados, membro do Conselho Superior da Magistratura, eleito pela Assembleia da República (em 2000). Foi vice-presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro (1999-2002).
Após o 25 de Abril de 1974, aderiu à Juventude e ao Partido Social Democrata. Foi membro do Conselho Nacional da JSD (1977-1984); do Conselho de Jurisdição (1976 e 1995-1997), do Conselho Nacional (1982-1984 e 1988-1990) e da Comissão Política Nacional (1996-1998) do PSD. No XVI Governo Constitucional, presidido por Pedro Santana Lopes, foi nomeado Ministro da Justiça. Presidiu à Assembleia Municipal do Porto (2005-2009). É (desde 2005) deputado à Assembleia da República, pelo Círculo do Porto, presidindo (desde Outubro de 2009) ao Grupo Parlamentar do PSD.
[editar] Funções governamentais exercidas
XVI Governo Constitucional
Ministro da Justiça
Sempre tem um curriculum mais decente.
Pena é ter sido ministro da justiça de um certo PM. Qem seria?
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Nem todos podemos ser perfeitos, mas desculpa-se:
Foi presidente do Sporting Club de Portugal (1995-1997).
Se calhar até merece (?)
Santana Lopes aposentou-se como presidente da Câmara de Lisboa em 2005, recebe uma pensão de 3178 euros e uma subvenção vitalícia superior a dois mil euros mensais.
O que o lixa é nunca ter conseguido descolar da sua própria sombra:
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Se se trata-se de imagem este também já teria bazado
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Será que ele ainda sonha? Estará a falar para os puto(a)s do psd?
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Se deus quizer nenhum chegará lá, parece dizer este pateta
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Rangel ainda só é candidato. Acalmem-se.
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“Aquilo que Rangel defende é que a “segurança e estratégia nacional” sejam prosseguidas através das autoridades reguladoras.”
É típico dele próprio e da imagem que dá: falta de estudo e conhecimento das questões.
É igualzinho ao Sócrates: a mesma demagogia, os mesmos truques de campanha; Igualzinho
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Este vai esperar…
Até à derrota final
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Não tinha lido esta parte da entrevista de Rangel ao DN. Só conhecia esta que me tinha suscitado duas interrogações: a) quanto à equipa que acompanha Rangel (quem são?); b) quanto a sua estratégia para resolver a brutal enrascada financeira onde estamos metidos (chamar a Senhora Merkel?).
Esta segunda parte (ou será que é a primeira?) parece-me bem menos conseguida que a outra e julgo que também remete para a oportunidade de responder às duas questões que elenco. Não deixo, porém, de anotar que Rangel começa por dizer que «Isso merece mais estudo. Na fase em que estou, não posso dar uma afirmação, a não ser sob reserva(…)» o que julgo indiciar a honestidade de reconhecer que não tem (ainda?) doutrina formulada sobre esta matéria. Não obstante, não deixo de afirmar o meu desapontamento com a opinião “tendencial” de Rangel.
Mas convirá ter presente, não menosprezando a importância da resolução das golden shares, que as questões de política económica que importa definir (e inverter) vão bem para além desta questão que, entre nós, tem relevado mais do conúbio pastoso da “política dos negócios”.
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Declaração de interesses opinatórios: ainda que desprovido de capacidade electiva, julgo que Rangel é, sem necessidade de grande aprofundamento de análises, o melhor candidato para ocupar a presidência do PSD. É, apenas, matter of life que só interessem os candidatos que o são e não outros quaisquer.
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Conheciam-lhe esta faceta bricalhona? Quem fala na barca quer embarcar…
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Não tinha lido esta parte da entrevista de Rangel ao DN. Só conhecia esta que me tinha suscitado duas interrogações: a) quanto à equipa que acompanha Rangel (quem são?); b) quanto a sua estratégia para resolver a brutal enrascada financeira onde estamos metidos (chamar a Senhora Merkel?).
Esta segunda parte (ou será que é a primeira?) parece-me bem menos conseguida que a outra e julgo que também remete para a oportunidade de responder às duas questões que elenco. Não deixo, porém, de anotar que Rangel começa por dizer que «Isso merece mais estudo. Na fase em que estou, não posso dar uma afirmação, a não ser sob reserva(…)» o que julgo indiciar a honestidade de reconhecer que não tem (ainda?) doutrina formulada sobre esta matéria. Não obstante, não deixo de afirmar o meu desapontamento com a opinião “tendencial” de Rangel.
Mas convirá ter presente, não menosprezando a importância da resolução das golden shares, que as questões de política económica que importa definir (e inverter) vão bem para além desta questão que, entre nós, tem relevado mais do conúbio pastoso da “política dos negócios”.
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Declaração de interesses opinatórios: ainda que desprovido de capacidade electiva, julgo que Rangel é, sem necessidade de grande aprofundamento de análises, o melhor candidato para ocupar a presidência do PSD. É, apenas, matter of life que só interessem os candidatos que o são e não outros quaisquer.
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Ao abrigo da Liberdade de Expressão, venho por este meio anunciar um acontecimento ocorrido na sexta-feira dia 20 de Fevereiro no Padrão dos Descobrimentos em Lisboa, que aparentemente é do desconhecimento deste blog, e que foi o anúncio da candidatura à Presidência da República Portuguesa do Dr. Fernando Nobre, mais conhecido como presidente da AMI internacional.
Este acontecimento constitui, na minha modesta opinião, um dos mais relevantes momentos da sociedadde portuguesa, desde o 25 de Abril.
Muito Obrigado
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O Dr. Paulo Rangel parece não saber o que é regulação, quais as suas eventuais virtudes e, sobretudo, quais os seus defeitos.
Seria pois aconselhável que, antes de falar sobre este assunto, lesse a obra “TEORIAS ECONÓMICAS DE REGULAÇÂO – Grupos de interesse, procura de renda e aprisionamento”, escrita pelo português Dr. José Fernandes Soares, edição do Instituto Piaget.
Assim evitava meter os pés pelas mãos numa matéria que, decididamente, não domina.
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Paulo Rangel, ainda vai podendo dizer que vai fazer isto e aquilo relativamente às empresas públicas ou semi públicas, quando chegar a 1º se chegar, vai engolir em seco, porque simplesmente os “abutres do partido” já estão à espera dos poleiros para pousar.
Paulo Rangel sabe que se quiser mexer com esses sectores da economia vai ter que correr grandes riscos, a politica está refém da economia, disso Rangel não se livra.
Já agora uma pequena nota: As eleições são só para o PSD, é para esses que Rangel deve falar e não colocar-se numa de “estadista light”, com grandes teorias formais. Reparem que na entrevista ele apenas acha que, irá pensar no assunto, fala com reserva…
Rangel só é candidadto porque a máquina do PSD/CAVAQUISTA assim o quis, caso contrário ele seria mais um como Pedro P Coelho a quem o próprio partido faz a vida negra, menospreza.
VIVA PORTUGAL
Fico com a ideia que o PSD ainda vai continuar a andar no deserto, que este Paulo Rangel não é mais senão uma miragem.
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# 21, enganas-te, o deserto é só com o jamé.
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«Se ganhar as eleições do PSD e vier a ser primeiro-ministro»
Despachem-se.
O país está a precisar urgentemente do Rangel.
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Caso esteja tudo doido pelo PSD e Rangel não vença as eleições para presidente do Partido, é altura de o PSD se tornar um partido residual – estará na altura de se fundar uma nova formação política com linhas programáticas claras.
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Isso de estar a criticar o currículo do Rangel é de rir.
Publiquem o do Passos Coelho (ou o de Sócrates) a ver se se aproxima do do Rangel…
E quanto ao actual eurodeputado, o que posso dizer é que foi o segundo melhor professor que tive na faculdade. E conheço-lhe obra escrita que é boa, razão pela qual, se o argumento do currículo valesse alguma coisa – será, quando muito, condição necessária, nunca suficiente -, estaríamos, de longe, em melhores mãos com ele do que com o actual PM ou com o Passos Coelho. Como o currículo é, quando muito, um requisito mínimo de elegibilidade, a única conclusão a tirar é que o Passos Coelho já devia ter desistido.
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#25
Ninguém está aqui a comparar curriculos. Não se trata de valores relativos. O que interessa é que, em absoluto, o currículo do Rangel indica que ainda tem muito que trabalhar antes de se apresentar como candidato a presidente do psd. Eu não sou psd mas reconheço que faz falta e quero-o, se posso dizer isto, com um líder credível e forte, não um rapazelho.
E você está desculpado pois deve ser novo, não pensa. Falaremos daqui a mais 10 anitos.
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Para Paulo Rangel, um português que anda lá fora a lutar pela vida e que vai voltar para nos salvar da pulhiche:
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Depois de ler as “diatribes” do Furioso:
Ficam muitas dúvidas sobre quem pode ser o artista, qual será o seu CV e o que fará na puta da vida…
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25.- “…o que posso dizer é que foi o segundo melhor professor que tive na faculdade…”
Para quê fazer eleições no PSD. Já está decidido. Se o melhor professor não se candidata, é óbvio quem deve ser o futuro presidente do PSD.
Há gente que se não mede.
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#27 Se o Tim ou o Zé Pedro sobessem que que tinhas associado a “alegre casinha” a esse texto de fâ adolescente pelo “Micromachines” que levava um xuto eras tu !!!
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“Isso de estar a criticar o currículo do Rangel é de rir.”
Isso de estar a elogiar o currículo (mas qual currículo??) do Ranjel é de rir.
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