A propósito do conflito entre gregos e alemães (*)
12 Março, 2010
Vale a pena ler este texto de Walter Wüllenweber, na Stern:
Und genau das ist es, was ich in den letzten Wochen bei unserem Streit gelernt habe: In der EU gibt es keine inneren Angelegenheiten mehr.
(*) não tardará até que sejam os portugueses os destinatários das cartas abertas publicadas na imprensa alemã.
Act: A pedido de vários leitores, aqui fica uma possível tradução do alemão:
“E é exactamente isso que aprendi com a nossa discussão da últimas semanas: já não assuntos [exclusivamente] internos na União Europeia“, isto é, os “assuntos gregos” já não são só gregos, mas assuntos que interessam aos povos dos outros Estados-membros, que têm por isso legitimidade para se pronunciarem sobre eles.
82 comentários
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Ich sprache nicht deutsch…
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podias traduzir para grego?
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Én nem látok semmit …
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Idah Saidan Wa Sanah Jadidah.
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Sung Tan Chuk Ha Na
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Chung Mung Giang Sinh
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Onde estão as legendas?
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Hoje, Wolfgang Schäuble, Ministro alemão das Finanças, em exclusivo ao Financial Times Deutschland (Schäuble droht Sparverweigerern mit Ausschluss aus der Eurozone):
»Es ist klar: So können wir nicht mehr weitermachen. Wir müssen die in der Euro-Zone zur Verfügung stehenden Instrumente in der Finanz- und Wirtschaftspolitik entschlossener nutzen. So sollten bei unzureichenden Sparmaßnahmen eines Mitgliedsstaats mit übermäßigem Defizit fortan Mittel aus dem EU-Kohäsionsfonds einbehalten werden.«
http://www.ftd.de/politik/europa/:gastbeitrag-in-der-ftd-schaeuble-droht-sparverweigerern-mit-ausschluss-aus-der-eurozone/50087381.html?page=2
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o Sócrates também leria, e teria isso em muita consideração. Aposto que reformulava a sua política, só com base no que está escrito nesse texto. Infelizmente o José só percebe de Inglês (técnico).
É assim que se perdem boas ideias.
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Quem manda nos dinheiros europeus é a Alemanha. O Banco Central Europeu está em Frankfurt.
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Jovem de 19 anos morre por linchamento
Tiago Puga, um rapaz de 19 anos, morreu ontem no Hospital de Braga após ter sido violentamente agredido por um grupo de homens na freguesia de Meadela, Viana do Castelo.
O rapaz não resistiu às agressões e acabou por morrer depois de quatro dias nos cuidados intensivos do hospital.
Tiago e um colega foram alegadamente atacados em público por um grupo de homens, como retaliação por actos de vandalismo do grupo a que pertenciam.
Segundo relatos, os dois rapazes terão sido agredidos por “quatro ou cinco homens” com pontapés repetidos na cabeça, enquanto Tiago os ameaçava de morte. Um vizinho conta o episódio que levou à morte de Tiago: ”Eles [o grupo de rapazes] andavam por aí a atear fogueiras à porta das lojas e das casas. Parece que um dos familiares ali de um talho não aguentou e foi para cima deles, as pessoas viram e foram atrás”.
A morte do rapaz deixou a freguesia de Meadela em estado de guerra. Ao Diário de Notícias, um amigo de Tiago disse que “isto não vai ficar assim”. Na quarta-feira, dezenas de jovens vaguearam pelas imediações do lugar da Bessa, local dos acontecimentos, revoltados com a morte do rapaz.
http://www.ionline.pt/conteudo/50594-jovem-19-anos-morre-linchamento
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Pá, eu a isso, digo somente o seguinte:
Du ist so erotishc wie ein Verkehrsunfall. Ist dein Clown-Köstum in der Reinigung???. Haste wieder aus dem Klo gessoffen???.
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Colocar aqui uma frase em alemão retrata com precisão o pedantismo, o armanço ao cagarelho e essa ridícula mania de nos acharmos donos da sabedoria interplanetária. Como se fôssemos, afinal, os únicos imbecis sobre a face da Terra… Acima de tudo, denota falta de respeito pelo próximo, a unidade de medida da democracia. É essa falta estrutural que nos torna caricatos, porque, enredados em salamaleques e sabujamente monárquicos uns para com os outros, mal conseguimos disfarçar que realmente só respeitarmos o nosso próprio umbigo. Ou quem nos bata com força, como um ditador, a quem nos sujeitamos por mais tempo do que qualquer outro povo da Europa ocidental. O próximo, de facto, serve para que dele invejemos o carro, o salário e também a mulher, quando for caso disso. Destarte, com rala instrução e pouca educação, com esse mal disfarçado desprezo pelo semelhante, fica-nos a calhar o sítio que ocupamos na Europa: a cauda, logo por cima do sítio por onde sai a scheisse. A merda, para quem não sabe.
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Prof. Pardal: excelente comentário!
Ou como diria o Herr Carlos Loureiro: ausgezeichnete Kommentar!
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Saído fresquinho dos bancos da escola, de canudo em riste, o meu primeiro trabalho foi numa empresa alemã. Tive de aprender alemão, pois claro, e um certo rigor, que os leva por exemplo, a escreverem sempre em alemão, quando é para alemães lerem.
Por cá, a eficácia dá lugar a um exibicionismo para a bancada.
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Merci, Winston
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A propósito, o que tê a dizer disto?
سرزمین آلمان ابتدا زیر سیطرهٔ “رایش مقدس رمی” بود. در قرن پانزدهم قید “ملت آلمان” نیز به این عنوان اضافه شد. فرمانروایان این رایش (دولت فخیمه / امپراتوری)، که قیصر (به آلمانی: Kaiser) نامیده میشدند، بارها کوشیدند بر اقتدار و نفوذ کلام خود بیفزایند. رایش اما هیچگاه یکپارچه نشد و امیران محلی قدرت خودمختار ماندند. پس از جنبش اصلاح دینی، که در کلیسای یکپارچهٔ مسیحیت رمی شکاف ایجاد کرد، و جنگهایی که پیآمد آن بودند، قدرت قیصر باز صوریتر شد.
Interessante não é?
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Chaissa!
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Estou com o Professor
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Mas quando li isto, fiquei na dúvida:
出自維基百科,自由嘅百科全書
跳去: 定向, 搵嘢
德國國旗德國,又叫德意志,正式國名叫做德意志聯邦共和國,係中歐一國。地理上北面係北海、丹麥同波羅的海。東面係波蘭同捷克,南面係奧地利同瑞士,西面係法國、盧森堡、比利時同荷蘭。德國係歐洲鄰國最多嘅國家(有9個鄰國)。
德國係一個民主議會制聯邦共和國,由16個州 組成,每一個州都獨立於聯邦,首都係柏林。
德國歷史上係有一批主權國,各有歷史,文化同宗教。德國喺1871年普法戰爭嗰時第一次形成統一嘅國家。德國係第一次世界大戰同第二次世界大戰嘅主要發動國同戰敗國,二戰之後,德國喺1949年俾美蘇英法四強分割成為東德(德意志民主共和國)同西德(德意志聯邦共和國)兩部分。1989年東歐民主運動開始,包括東德在內嘅多國共黨政權紛紛倒台;喺四強同意下,1990年東德同西德終於統一。
德國係聯合國、北約、G8同G4成員國,亦係歐盟創辦國之一。響歐盟裏面佢人口(超過8200萬)同經濟實力都係最強。
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carta dizendo o quê? que querem vender também a nós 13% da sua produção de armas ou que as economias da zona euro são interdependentes, obrigando a concerto de políticas?
no segundo caso, onde está a novidade? no uso da expressão “ingerência nos assuntos internos”?
os bois chamam-se pelo nome.
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Ò Pinto,até posso concordar consigo,mas aprecio mais este:
وُلد صدام في قرية العوجة في مدينة تكريت التابعة لمحافظة صلاح الدين لعائلة تمتهن الزراعة، توفي والده قبل ولادته بخمس شهور وقام خاله، خير الله طلفاح، برعايتهِ حينئذ. والدته صبحة طلفاح المسلط تزوجت بعد وفاة والده للمرة الثانية وأنجبت لهُ ثلاثة أخوة. في سن الحادية عشر، انتقل إلى العاصمة بغداد حيث قام بالعيش مع خالهِ. وتجدر الإشارة إلى أن أقارب له من بلدته تكريت كان لهم الأثر الأكبر على حياتهِ كرئيس.
وبتوجيهٍ من خاله، التحق صدام بالثانوية الوطنية في بغداد. وفي سن العشرين عام 1957، ارتبط صدام بحزب البعث القومي-العربي، والذي كان خاله خير الله طلفاح داعماً له.
كان الحس الثوري القومي هو الطابع تلك الفترة من الخمسينات والذي انتشر مده عبر الوطن العربي والعراق والذي كان ذو أثرٍ واضح على شباب البعث. وسقطت الملكية في ظل هذا الخطاب في مصر والعراق وليبيا.
E digo-lhe mais,
सद्दाम हुसेन (अरबी: صدام حسين عبد المجيد التكريتي)a(अप्रिल २८ १९३७ – डिसेम्बर ३० २००६) यु जन्म बगदादयु उत्तरय् स्थित तिकरितयागु छगु गाँय् जुगु खः। वेक निगु दशक तक्क (जुलाई १६, १९७९ निसें अप्रिल ९, २००३ तक्क) इराक यु राष्ट्रपति जुइ धुंकल। वेकःयात डिसेम्बर ३०, २००६य् उत्तरी बगदादय् स्थानीय ई कथं सुथसिया ६ बजे फाँसी बिल।
३१ वर्षयु आयुय् सद्दाम हुसेन नं जनरल अहमद अल बक्र नाप जाना इराकयु सत्ता थगु यात। १९७९य् वेकः थ हे इराकयु राष्ट्रपति जुया दिल। सन् १९८२यु इराकयागु दुजैल नरसंहारय् वेकःयात फाँसीयागु सजायं ब्युगु खः।
Entende?
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http://bit.ly/cOPGLF
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Vergonhosa a atitude de um País, a Alemanha; que tem o desplante de sugerir a outro, a Grécia, também soberano e independente; uma coisa destas. Há 100 anos dava uma guerra! Prova-se que os alemães continuam, mais ou menos, o que eram em Setembro de 1939…!
Que distinta lata!
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#12
“gessoffen” ???
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A tese geral do texto linkado é que a crise grega abriu um novo debate público entre europeus – mais precisamente, entre alemães e gregos – que já não passa exclusivamente pelos respectivos governos, mas pelas respectivas opiniões públicas. E que o governo grego deve ter em atenção as exigências da opinião pública alemã, porque, numa economia globalizada, ela também sofre com as más políticas económicas gregas.
Atento esse facto, isto é, atenta a ligação inextricável entre as políticas seguidas num país e as consequências que daí derivam para os outros, as exigências da opinião pública alemã não podem ser consideradas uma interferência ilegítima na política grega, tendo de ser vistas como um direito legítimo dos alemães.
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SEGUIRÍAN SIENDO MIEMBROS DE LA UE
Alemania pide que los países que no saneen sus cuentas abandonen el euro
Liberdad digital Economía
2010-03-12
http://www.libertaddigital.com/economia/alemania-pide-que-los-paises-que-no-saneen-sus-cuentas-abandonen-el-euro-1276387068/
EFE
El ministro alemán de Finanzas, Wolfgang Schäuble, se ha mostrado partidario de que en casos extremos y si un país no cumple con sus compromisos dentro del Eurogrupo se vea obligado a abandonar la Unión Monetaria.
Sin embargo, ahora Schäuble va más allá en un artículo que publica el diario Financial Times Deutschland .”Si un Estado del Eurogrupo no es capaz de recuperar la capacidad de competencia de su economía ni de sanear sus presupuestos públicos, como última ratio debería abandonar la Unión Monetaria, aunque podría continuar siendo miembro de la UE”, afirma
“Un Estado que no controle sus finanzas no puede decidir sobre las finanzas de otros miembros del Eurogrupo”, señala el ministro alemán, quien exige que, para que la unión Monetaria continúe siendo operativa, “se debe poder suspender el derecho de voto de un país miembro no cooperativo en el Eurogrupo”.
Alemanha
Países incumpridores devem sair da zona euro
Económico com Lusa
12/03/10 13:25
http://economico.sapo.pt/noticias/paises-incumpridores-devem-sair-da-zona-euro_83983.html
O ministro das Finanças alemão defendeu hoje a saída da zona euro dos países que não consigam consolidar as finanças públicas, num artigo publicado no Financial Times.
“Se um país membro da zona euro, no limite, não conseguir consolidar o seu orçamento ou restaurar a sua competitividade, este país, deve, como solução de último recurso, sair da zona euro, embora mantendo-se como membro da União Europeia”, escreve o ministro das Finanças, num artigo em que a situação das finanças públicas gregas é analisada.
“Encarar uma realidade desagradável pode ser a melhor opção em determinadas circunstâncias”, afirma o responsável pelas finanças alemãs, sugerindo também que “um país cujas finanças estão em convulsão não deve participar em decisões relativas às finanças de outro membro” e que não cumprir os limites definidos por Bruxelas deve levar à “suspensão dos direitos de voto no Eurogrupo”.
Gastbeitrag in der FTD
12.03.2010, 07:55
Schäuble droht Sparverweigerern mit Ausschluss aus der Eurozone
http://www.ftd.de/politik/europa/:gastbeitrag-in-der-ftd-schaeuble-droht-sparverweigerern-mit-ausschluss-aus-der-eurozone/50087381.html
Exklusiv
Der Finanzminister konkretisiert die Pläne für den EWF: In der FTD fordert er, dass Schuldenstaaten eine Nothilfe gewährt wird. Falls die Geretteten allerdings nicht rigide sparen sollten, verlangt Schäuble drastische Konsequenzen. von Wolfgang Schäuble
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É verdade!Já viu a lata dos nazis?
Não se compreende que os trabalhadores alemães não queiram sustentar do seu bolso a roubalheira dos socialismos portugueses,gregos e espanhóis.
Será que as hordas corruptas do sucialismo vão ter que deixar o poder,embora já com as suas economiazinhas nos offshores?
Será que terão que se retratar por terem arruinados as suas nações enquanto enriqueciam as clientelas?
Isto não se faz!
Malditos alemães.
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#1, #2
Tradução não certificada:
Foi exactamente isso que fiquei a saber nas últimas semanas do conflito: na UE já não há mais assuntos internos.
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Os alemães começa sempre a guerra. Mas desta vez têm razão.
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José Barros:
A opinião pública alemã também «exigiu», nos anos 30: a anexação da Áustria; dos Sudetas; invadir a Polónia; a União Soviética; a França, etc., etc. Penso que terá «exigido» também, apesar do politicamente incorrecto que é na actualidade qualquer referencia ao assunto, dizimar milhões de pessoas em campos de concentração.
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* 21 – Eu não me pronunciei sobre os méritos da posição do jornalista alemão.
Limitei-me a oferecer uma tradução gratuita do texto linkado. Só isso.
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Correcção: é o comentário 31 e não o 21, ao qual me refiro.
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“Retire at 50 With Full Benefits? Why Greece Has So Much Debt
Greece’s patchwork system of early retirement has contributed to the out-of-control state spending that has led to Europe’s sovereign debt crisis, the NY Times reports”
Esta entende-se bem por todos e está neste momento na página de abertura da CNBC. Se lá estivesse o nome de Portugal estaria igualmente correctíssimo. Eles é que ainda não se deram ao trabalho de vir ver como é cá.
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Por acaso até concordo com os alemães…é como um mau aluno que atrasa toda a turma, normalmente são criadas turmas especiais para os casos difíceis não prejudicarem quem quer trabalhar…
Se calhar a carapuça também nos serve, o que nos leva a pensar que devemos mudar de atitude o mais depressa possível. Li noutro dia um estudo sobre a honestidade, em que os “pecadilhos” sociais, tais como deitar lixo no chão, telefonar do emprego, piratear cd’s, etc, etc…eram classificados de A a D conforme fosse levada em conta a gravidade,sendo o A o inadmissível e o D o “não tem mal nenhum”… as perguntas foram colocadas em cerca de 10 países tendo havido pelo menos dois com 7 As, vários com 4 ou 5…Portugal era o único que não tinha nenhum….foi tudo corrido entre C e D… é o “tuguismo em toda a força”, são as liberdades conquistadas em Abril…
Não sei se é genético ou simplesmente cultural, mas lá que há uma grande diferença de atitudes entre esses países mediterrânicos e a Europa, há!!!
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A ligação dos alemães com os chulos, é que têm de estar legalizados. Se eles não aceitam a lei, que entreguem as gajas.
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“Não sei se é genético ou simplesmente cultural, mas lá que há uma grande diferença de atitudes entre esses países mediterrânicos e a Europa, há!!!”
Napoleão disse que África começava nos Pirenéus.
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Caro Professor Pardal,
A frase é relativamente simples. Qualquer tradutor on-line, dos muitos disponíveis, lhe daria uma tradução razoavelmente próxima do sentido da frase.
Por outro lado, nem todos os jornais e revistas alemães, dos que têm publicado cartas abertas aos gregos, se dão ao trabalho de as publicar em grego (a Stern on-line é uma das excepções), o que não impediu muitos cidadãos gregos de lhes responderem, facto que o autor linkado refere no texto. Como refiro no post, é provável que em breve sejamos nós os destinatários das tais cartas, que virão escritas em alemão.
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SÓ UMA GRANDE GUERRA É QUE NOS PODERÁ SALVAR!
ESPERO VER PORTUGAL AO LADO DA ALEMAHA!
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mais de 20 anos depois, estão-nos a mandar embora…
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“Napoleão disse que África começava nos Pirenéus.”
Cara Tina,
Ainda agora os nossos “amigos” franceses consideram isso um axioma.
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Gastão de Brito e Silva diz:
«Não sei se é genético ou simplesmente cultural, mas lá que há uma grande diferença de atitudes entre esses países mediterrânicos e a Europa, há!!!»
Dou, todos os dias, Graças a Deus, por ser diferente dessa gente muito «civilizada» do Norte da Europa. Por exemplo, os franceses são muito «civilizados». Mas quando puderam: invadiram-nos; pilharam-nos; incendiaram os nossos lares e igrejas; violaram as nossas mulheres; mataram os nossos filhos; obrigaram o nosso querido Rei, D. João VI, a passar ao Brasil; por causa da «civilização» deles, perdemos Olivença; nunca nos pagaram indemnizações pelos danos causados; etc., etc.
A minha posição é simples: entre os «incivilizados» que cospem para o chão como alguns portugueses e os «civilizados» ladrões como os franceses são; prefiro ser, para sempre, um «INCIVILIZADO!»
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Mas por que raio tem a Alemanha de sustentar a chulice grega ou portuguesa?
Esta gente não produz coisa que se veja e acha que têm de ser os outros (no caso, os alemães) a matar-lhe a fome.
Era só o que faltava.
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Acho muito.
Os alemães são gente de trabalho.
Em 1945 tudo estava destruido.
Em poucos anos puseram a Alemanha de pé e hoje são a maior potência da Europa e o maior exportador mundial.
Os portugueses não querem trabalhar; não sabem escolher os seus representantes; os seus líderes politicos e económicos são analfabetos e incompetententes; a corrupºão galopa; os partidos puseram Portugal na bancarrota?
Neste necessário o que é os portugueses querem?
Brioches ao pequeno almoço?
Vão trabalhar vagabundos!
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Estou a rezar a Nossa Senhora de Fátima para que o Orçamento Geral do Estado não seja aprovado.
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economista racional… de onde é que acha que vem o dinheiro para a pujante economia alema? ou acha que uma grecia pobre compraria tantos volkswagens, frigorificos bosh, black & deckers etc..
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Os tugas não escapam, vão continuar a votar ps até estarem no buraco fundo, até ouvira frase crucial em alemão: “Kaput”.
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O Napoleão disse há 200 anos que para cá dos Pirinéus era África?Grande visão…pois que se ele agora cá viesse veria um país de cafres…
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E quando os alemães descobrirem isso vai haver muito eleito que fica sem tacho…
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“O Ministério da Educação vai abrir um inquérito à morte de um professor que se terá suicidado por não suportar mais a indisciplina de alguns alunos e os insultos que lhe dirigiam”.
Resultado oficial do inquérito: suicidou-se porque andava chateado com os alunos. Acrescento eu: pior do que viver no sítio não há, então decidiu-se a ir para parte incerta.
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46, Stop
Não sabia, mas fico a saber que é à Grécia que se deve a “pujante economia alemã”.
Obrigado pela informação.
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# 50, ó agonia, a brincar a brincar o pior é que já há muitos, mesmo sem serem professores de música, a seguir as mesmas pisadas, já consultaste as estatísticas? Será a contribuição mais generosa para o sucesso do PEC.
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“Isto não é uma pátria. É uma badalhoca infecta”. do Portugal dos muito pequeninos.
É pá vocês têm o que merecem, andaram por cá a escravizar a gente, agora já Têm o soba que vos escraviza a quase todos.
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http://visaodemercado.blogspot.com/
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Pois eu acho que
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E não peçam, porque não traduzo.
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Errata:
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«No tempo em que fui presidente da Media Capital houve sempre uma grande tentação e propensão para instrumentalização da TVI em favor de causas e motivos políticos e pessoais, tanto por parte do casal Moniz, como de outras personalidades da estação».
Miguel Pais do Amaral, ex-presidente da Media Capital
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# 56 Caldense
Essa é forte, caramba! Acho que o Sócrates vai ficar irritado.
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Alfredo da Silva disse
12 Março, 2010 às 6:56 pm
«No tempo em que fui presidente da Media Capital houve sempre uma grande tentação e propensão para instrumentalização da TVI em favor de causas e motivos políticos e pessoais, tanto por parte do casal Moniz, como de outras personalidades da estação».
Miguel Pais do Amaral, ex-presidente da Media Capital
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Esse calimero é o outro angelo anjinho da SONAI, que depois de levar com as verdades nas trombas veio armado em Ra(m)bo. Se assim era porque não os demitiu? Esse visconde que vá comer lesmas.
Não queria de deixar os meus parabéns pela recente entrada do filho do Ministro Teixeira dos Ratos para a PT. Como diz esse jagunço que estudou no liceu Rodrigues de Freitas juntamente com o Ministro das SS Augustus Santius Silvia: MORE MONEY FOR THE “BOIS”!
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Carlos Loureiro, danque shoninho pela tradução. E pelo momento mais divertido e surrealista do blasfemias na sua gloriosa história.
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Caro Carlos Loureiro,
Grato pela sugestão. Creio, contudo, que não invalida o conteúdo do meu post. Porém, como foi sua intenção alertar para a atitude dos alemães face aos gregos, desejo recentrar-me no debate para considerar o seguinte: o euro é um clone do marco alemão, sem o qual a Europa não poderia ancorar-se com firmeza no panorama das moedas mundiais. E a atitude alemã tem o rigor das coisas alemãs: é exacta e precisa, sem subterfúgios. A moeda única europeia não resistiria a uma mera crise de tesouraria se não fosse o poderio da Alemanha, cujo passado nazi não deve ser chamado neste contexto, como alguns comentaristas insistem, pois do que se trata agora é de respeitar um país que se sacrificou para a tarefa homérica da reunificação. Ao contrário dos tontos alegres que nos compulsiva-mentem, os alemães têm moral para apontar a porta de saída do euro a quem muito esbanja e não se organiza. Os gregos merecem o puxão de orelhas. E as nossas já começaram a arder…
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O Social.ismo leva a Europa para o desastre. Destruição da cultura, da economia, do respeito pelas crianças e por aqueles que ainda não nasceram. Em 2015 teremos uma Guerra Civil larvar numa boa parte da Europa.
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#47
… ou kaputt.
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Assim falou o Professor Pardal da sua sabedoria e muito bem!
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As decarações do ministro das finanças alemão só surpreendem quem vive no umbigo do seu próprio país. Que é o caso da maioria dos analistas e políticos portugueses.
Há já bastante tempo que alertei para esta inevitabilidade: sermos convidados a sair do €uro. E os políticos alemães precisavam apenas do que os mercados lhes indicassem claramente, que a saída da crise implicava a saída do €uro.
As declarações do alemão têm não só e apenas um aviso aos despesistas como um caminho, que agora vai ser pserguido e mais tarde metido nos tratados internacionais. Que é o problema da produtividade.
O alemão veio dar um aviso profundo a países como Portugal. Já não basta o cumprir os critérios financeiros mas também os económicos. Ditos de outra forma, os países têm que fazer crescer a sua produtividade para sustentar as suas finanças na órbita do novo supermarco.
E é confrangedor que a produtividade, um indicador dos mais importantes em termos económicos, em Portugal nunca merece atenção. E o alemão veio dizer aos portugueses (e demais preguiçosos e despsistas) que não terão na Alemanha um anjo da guarda. Pelo contrário, da Alemanha virão pedidos de sacrificios enormes.
Aliás, nos primeiros textos alemães, discutidos nos meandros burocráticos comunitários, previa-se precisamente transformar a Grécia numa espécie de protectorado europeu, que incluia, veja-se bem a coisa, uma espécie de auditor externo na Grécia, que mensalmente permitiria eventuais novas despesas públicas.
E a verdade é esta. O FME (Fundo Monetário Europeu) que se discute já por aí, é uma forma imaginativa de dar nome a um conjunto de políticas europeias que retirarão soberabia a um país que peça ajuda financeira aos seus parceiros europeus.
É claro que em Portugal, este assunto que tem sido na maioria dos países europeus, nunca é discutido. É triste o debate público em Portugal. Não se discutem coisas mesmo sérias e faz-se de conta que de fora sopram ventos novos, que implicam a perda da soberania.
É claro, do ponto de vista de alguns, talvez a melhor forma de “endireitar” a rebaldaria portuguesa era mesmo termos um governador alemão a mandar nas nossas contas estatais. Mas, se isso acontecer, os interesses nacionais serão duramente atingidos, já que as estratégias a seguir, serão estratégias financeiras que servirão os interesses dos credores, não dos endividados. Isso vai ser trágico para Portugal, se tal acontecer.
Portugal está agora na corda bamba. Mesmo que consiga cumprir os tais 3% de défice em 2013, não é liquido que continuaremos a fazer parte da moeda única. A produtividade irá passar a fazer parte das preocupações dos responsáveis políticos europeus, por causa das falhas da moeda única. Os tratados europeus que enformam e formalizam a moeda única irão mudar também, para corrigir algumas falhas do €uro. E Portugal não irá conseguir cumprir o da produtividade.
Penso que os políticos portugueses estão a ser demasiado superficiais. Ainda não perceberam que tudo mudou. E que o erro de não expulsarem um país do euro há uns tempos atrás não irá voltar a ser repetido. Safamo-nos da primeira, duvido que nos safemos desta nova onda de desocnfiança sobre Portugal. Oxalá que o Barroso e o Constâncio consigam tirar Portugal da “lista negra”. Oxalá. Porque se não conseguirem, Portugal vai sofrer um cataclismo económico, quando for expulso da moeda única.
anti-comuna
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Penso que vamoss conhecer o FME pela sigla alemã EWF, por serem, creio, os que vão ter a última palavra.
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Porra agora que o sobado estava a crescer a tão bom rítmo…
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“Penso que vamoss conhecer o FME pela sigla alemã EWF, por serem, creio, os que vão ter a última palavra.”
É natural. São eles que têm o dinheiro e que podem salvar os seus parceiros europeus. Eu no lugar deles pensava da mesma forma. Quem tem a pasta é que manda. Que vive na corda bamba da dívida, mas não enorme o suficiente para pôr em perigo o credor, vive amarrado e escravizado aos ditames alheios.
Os portugueses ainda não fazem a mínima ideia do que aí vem. Porque, o que aí vem, exigirá de tal forma uma disciplina financeira, e desafios económicos de tal ordem, que nós portugueses não iremos conseguir cumprir. A forma simpática dos alemães correrem connosco vai ser a imposição de critérios económicos e financeiros, que na prática nunca iremos conseguir cumprir. E sairemos forçados e envergonhados do euro, porque fomos incompetentes, despesistas e azeiteiros. Glup!
anti-comuna
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E sairemos forçados e envergonhados do euro, porque fomos incompetentes, despesistas e azeiteiros. Glup!
Imaginem isto sem euro.Os que cá estão só para “remeterem” o euro para casa deles vão-se embora…
A malta deixa de poder viajar à fartazana.Anda mais cá por dentro.Os europeus virão mais à áfrica europeia.Se calhar isto torna-se um paraíso fiscal geral.
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“É preciso um caos dentro de si, para gerar uma estrela dançante”, está escrito algures no Also Spach Zarathustra, para não sair dos alemães.
Ora, nós, portugueses, o caos temos há muito. É a estrela dançante que nos vemos gregos para gerar.
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Carta aberta do jornal alemão Bild, ao Primeiro Ministro Grego.( Podia ser endereçada ao Primeiro Ministro português seja qual for):
Meu caro Primeiro Ministro,
Se ler esta carta, encontrou um país completamente diferente do seu. Estará na Alemanha.
Aqui, as pessoas trabalham até atingirem os 67 anos. Já não existe o 14º. mês para os trabalhadores.
Aqui, ninguém tem de pagar um suborno de 1000€ para ter uma cama de hospital a tempo.
E não temos de pagar pensões às filhas dos Generais que infelizmente não conseguiram encontrar marido.
Neste país, as estações de serviço dispõem de caixas registadoras, os motoristas de táxi passam factura e os lavradores não obtêm fraudulentamente subsídios da EU para milhões de oliveiras que não existem.
A Alemanha também tem grandes dívidas – mas podemos assumi-las.
Isto porque nos levantamos razoavelmente cedo e trabalhamos todo o dia. Porque nos bons tempos guardamos sempre um pensamento para os maus tempos. Porque temos boas empresas cujos produtos têm procura em todo o mundo.
Meu caro Primeiro Ministro, hoje está num país que envia muitos milhares de turistas e bastante dinheiro para a Grécia.
Nós queremos ser amigos dos Gregos. Foi por isso que desde a entrada no euro, a Alemanha deu ao seu país 50 biliões de euros.
Por essa razão, estamos a escrever-lhe
Yours,
Bild Editorial
PS : No caso de nos querer responder, incluímos um selo e um envelope endereçado. Certamente, nós desejamos ajudá-los a salvarem-se…
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15.Piscoiso disse
12 Março, 2010 às 2:51 pm
“Saído fresquinho dos bancos da escola, de canudo em riste”
Canudo tirado certamente ao Domingo numa UNI perto de si.
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É impressionante como nós, uma pequena empresa muito dinâmica sedeada no norte do país, percebemos há mais de 30 anos que desta vez não seria disparado um tiro e que os papa couves iam comprar a Europa. Quem não achava bem devia ter continuado a plantar as suas couves. Agora vão-se mas é queixar ao Osvaldo.
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PARA OS LIMITADOS MENTAIS COM ARES DE NEO-NAZIS QUE ATACAM ISRAEL:
http://aeiou.expresso.pt/medio-oriente-abbas-acusa-irao-de-estar-por-tras-do-falhanco-da-reconciliacao-interpalestiniana=f570704
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Tradução não certificada dos dois primeiros parágrafos da carta:
Caros Gregos,
Quando pensam na União Europeia — a maquinaria confusa de Bruxelas e nos burocratas do mais bem remunerado que há, que conjuntamente com os políticos nacionais escolhidos estão constantemente a criar regras irritantes — aparece nas nossas mentes algo que não será certamente diferente do que nas nossas. Até agora pensei dessa forma. Mas de repente a minha imagem da Europa e da UE é muito diferente, e a Vós o devo.
Tudo começou com uma carta que lhes escrevi há algumas semanas na stern. Tenho que admitir que as considerações que teci foram fortes. E as vossas respostas foram tantas que a minha caixa de correio electrónico ainda está mais do que cheia. A discussão que se trava desde então, entre alemães e gregos, é aguerrida e cheia de emoções, mas é necessária e, sobretudo, é uma controvérsia realmente frutífera. Desde então a UE deixou de ser apenas uma montanha de cláusulas. Com esta disputa entre ambos a Europa acaba de começar realmente para mim.
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aparece nas vossas mentes algo que não será certamente diferente do que nas nossas
em vez de
aparece nas nossas mentes algo que não será certamente diferente do que nas nossas
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muito bem !!!
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O problema português é simples! O TRABALHO NÃO FAZ PARTE DA VIDA. É UM HORROR. Quando conseguirmos trocar uma viagem de férias ao méxico, brasil etc., por um trabalho, então estamos no bom caminho. Quando adorármos trabalhar, estaremos em velocidade de cruzeiro. O resto virá por acréscimo. Os problemas irão com a maior das certezas, ser resolvidos paulatinamente, nem que seja.
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Não vejo qual seja o problema de os alemães “meterem o bedelho” na Grécia. Afinal não são eles quem paga as contas? Isto de ser corno tem limites…
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Meu pai, após mais de 50 anos de Brasil, país onde faleceu, dizia com certa dose de amargura que o português só trabalha fora de Portugal. Durante séculos, a emigração foi sangrando, de entre quantos nasciam por estas bandas, todos os estavam dispostos a arriscar, a aventurar, a ir em frente e a procurar construir o seu próprio destino. Em muitas aldeias, ficavam as velhas, as crianças e os tontos. Esta razia secular deixou marcas, poderá até explicar certos comportamentos, como essa espécie de orfandade colectiva que nos atira para os braços da Previdência, já não tanto da divina, mas da estatal. Somos um país esvaído, a quem uma Europa rica ofereceu uma espécie de subsídio social de reinserção, que desperdiçamos em obras inúteis, armando-nos ao cagarelho como na faustosa expedição manuelina a Roma. Já nem fazemos filhos que sustentem a demografia, como se a virilidade também estivesse hipotecada como as contas públicas e a credibilidade nacional. A caminho de uma extinção lenta e pesarosa, contemplamos a triste paisagem de um país onde as velhas estão rapidamente a desaparecer e as crianças, feitas as contas, ficam por nascer. Restam os tontos, o que é um péssimo ingrediente para um país a sério. Há quem tenha saudades dos tempos da velha senhora. Eu lembro apenas o tempo em que se fabricavam portugueses…
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Mas é aquele tom de sobranceria na carta que me custa a engolir. Um grego, seja ou não o primeiro ministro, não pode deixar de ter um sentimento que não augura nada de bom no futuro. E há gajos que, para além do conteúdo do que é escrito, batem palmas a uma humilhação total de uma nação.
Se isto não é de meter medo, então acho que estamos preparados para o que aí vem.
P.S. Professor pardal, muito bom!
Remember, remember the fifth of November,
The gunpowder treason and plot,
I known of no reason,
why the gunpowder treason,
Should ever be forgot!
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Do FT:
Germany’s trade surpluses built on holding down labour costs may be unsustainable for the other countries in the eurozone, France’s finance minister said in an unusually blunt warning to Berlin.
Christine Lagarde said Berlin should consider boosting domestic demand to help deficit countries regain competitiveness and sort out their public finances. Her comments break a long-standing taboo between the French and German governments about macroeconomic imbalances inside the 16-country bloc which have been dramatically exposed by the Greek debt crisis.
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