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Se o Mário Nogueira…

15 Março, 2010
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…levar esta sua ideia por diante, proponho que sejam também considerados para esta nova doença profissional os correctores da bolsa, os tratadores de animais de circo, os jornalistas que acompanham o primeiro-ministro, os treinadores de futebol, os empregados de caixa nos supermercados e os profissionais de poker. Mas aceitam-se outras sugestões.

71 comentários leave one →
  1. Outside's avatar
    Outside permalink
    15 Março, 2010 16:34

    Mais uma vez, desta vez, concordamos JMF.

    Repito para os que teêm “ódiozinhos de estimação”:

    Nem todo o funcionário público é professor!!!

    Quanto à ideia do Exmo. Sr… o meu direito de resposta é… auto-censurado! Nem a merece!

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  2. helenafmatos's avatar
    helenafmatos permalink
    15 Março, 2010 16:38

    Com alguma sorte o mesmo se aplicará aos jornalistas. Todos de baixa e em luta pela baixa contínua! Os alemães que paguem as nossas contas.

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  3. espumante's avatar
    15 Março, 2010 16:46

    uma pequenina questão de rigor: – corretores, JMF… e não tem nada a ver com o acordo ortográfico 🙂

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  4. Desconhecida's avatar
    15 Março, 2010 16:50

    Eu acho que devíamos todos pedir já a reforma, mas uma das boas para ir d’”aqui” para fora, por estar a aturar esta bandalheira socrática, o que nos provoca graves patologias psíquicas e psicossomáticas.

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  5. Piscoiso's avatar
    15 Março, 2010 16:51

    O estresse divide-se em “eustresse” e “distresse”.
    Um prof com “eustresse” é diferente de um prof com “distresse”, tudo dependendo do ambiente ” estressor”.
    Foi o que consegui perceber de um telefonema ao dr. House, que fala brasileiro.

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Março, 2010 16:53

    Uma discussão entre amigos sobre depressões. Dos dois que podiam, um dizia que quando estava assim só tinha vontade de dormir. O outro relatava que lhe dava para ir passear ao ar livre. O mecânico por conta própria reagiu logo e disse-lhes que quanto se sentia deprimido ia para a bancada de trabalho e despejava a depressão batendo com o martelo na mesa até aquilo lhe passar. E que a seguir trabalhava porque não podia ir dormir nem passear. Isto aconteceu mesmo.

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  7. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    15 Março, 2010 17:05

    para não falar do stress pós-traumático das comissões de ética e subsídios para fraldas aos acagaçados.

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  8. Desconhecida's avatar
    Semelha permalink
    15 Março, 2010 17:06

    Que venha a bandalheira, da Asfixia por 60 dias e suspensão da democracia por 6 meses….

    Este pessoal, faz-me lembrar o tipo que trabalhava numa fábrica de perfumes e de vez enquanto, saía do emprego para ir cheirar algo escatológico, porque estava farto dos odores da unidade de produção.

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  9. Desconhecida's avatar
    Semelha permalink
    15 Março, 2010 17:08

    # 2

    Se os jornalistas ficarem todos de baixa… ficaremos sem saber quais foram as ” PORTARIAS ” que estão a sair !

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  10. Desconhecida's avatar
    K2ou3 permalink
    15 Março, 2010 17:10

    Sendo assim,
    Apopulação portuguesa é doente na generalidade, exceptuando os desempregados, que não têm razões para o ser.
    E esta Hein!.

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  11. Falcão Peregrino's avatar
    Falcão Peregrino permalink
    15 Março, 2010 17:39

    Quer-se dizer a FENPROF sempre ajudou a instalar a bandalheira que sempre foi boa para disfarçar incompetências e pouco trabalho(exames nacionais uma heresia)e agora porque uns inadaptados se matam sem solidariedade nenhuma da classe em vez de requererem ordem e disciplina sem as quais ninguém ensina nem aprende vêm com merdas destas?
    Vão é ver como o Salazar tinha o ensino e copiem pois que já provaram ser zeros à esquerda…

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  12. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 17:39

    A docência, a par do exercício da psiquiatria, SEMPRE foram classificadas como profissões de risco, as de maior risco.

    Não sabe?

    Estranho que os sindicatos dos professores somente agora falem, publicamente, sobre essa matéria.

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  13. Desconhecida's avatar
    Eugénio Reis permalink
    15 Março, 2010 17:43

    Os professores o que precisam é de trabalhar.

    Se não querem trabalhar como professores que vão cavar batatas, sempre será uma contribuição útil para o PIB nacional!

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  14. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 17:46

    Se a maioria dos jornas ficassem todos de baixa, com as raras e honrosas excepções que se conhecem, seria um alívio para os tugas.

    Não informam, não se tentam informar, veiculam “achismos”, como mais este incluido neste post.

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  15. Desconhecida's avatar
    Ricardo Arroja permalink
    15 Março, 2010 17:46

    Este senhor quer que Portugal se torne uma segunda Grécia. Lá é que existem 580 profissões consideradas de desgaste rápido, que permitem que perto de 15% da população activa se reforme entre os 50 (no caso das mulheres) e os 55 (no caso dos homens)…

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  16. Desconhecida's avatar
    João César M. permalink
    15 Março, 2010 17:47

    E os policias?

    E os contabilistas?

    E os camionistas?

    Os professores são ainda uma classe priveligiada.

    Conheço aqui na minha terra professores regormados com 50 e picos anos a auferir quase (e às vezes mais) 2.000,00 euros, incluindo Subsídio de férias (!!!!) e de natal!

    O que é que esta gente fez para ganhar tanto?

    Professores, politicos, boys e gestores públicos pusderam Portugal no fundo!

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  17. Desconhecida's avatar
    Adolfo Bretão permalink
    15 Março, 2010 17:49

    Eu reformava esse «professor» Mário Nogueira com o ordenado mínimo.

    Fico cheio de stresse quando o oiço!

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  18. Falcão Peregrino's avatar
    Falcão Peregrino permalink
    15 Março, 2010 17:49

    Ó Ricardo
    Olhe que no tempo do Guterres os bancos e seguradoras mandaram milhares de empregados bem pagos embora com quarenta e tais,com milhares de indemnização, ficaram 2 aninhos a mamar do desemprego e ficaram reformados…
    Ou comem todos ou não come ninguém…

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  19. Falcão Peregrino's avatar
    Falcão Peregrino permalink
    15 Março, 2010 17:53

    Uma reforma de 2000 euros é uma fortuna… o ordenado mínimo da Noruega(julgo que é mais…)
    Aos professores tem que ser garantida disciplina na aula para poder desenvolver o seu trabalho AVALIADO em exames nacionais…

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  20. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 17:53

    A helenafmatos deveria estar calada. Foi professora e optou.

    Só um parvo opta por algo pior para si, penso-eu-de-que.

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  21. Desconhecida's avatar
    Anti-Chulos #1 permalink
    15 Março, 2010 17:53

    Eu também fico com muito stress ao ler o parvalhão do Piscoiso e não vai ser por isso que o Estado me vai reformar mais cedo.

    O que os professores precisam é de trabalho pr’a cima do lombo!!!!

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  22. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 17:55

    Neste momento, há problemas graves com os policias

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  23. Desconhecida's avatar
    Anti-Chulos permalink
    15 Março, 2010 17:55

    Eu também fico com stress quando leio os comentários idiotas do parvalhão do Piscoiso e não é por isso que o Estado me vai reformar mais cedo.

    O que os professores precisam é de trabalho pr’a cima do lombo!!!!

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  24. Desconhecida's avatar
    15 Março, 2010 17:55

    E o fado será considerada a música nacional dos portugueses.

    Enfim, considerações.

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  25. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 17:58

    Ena, tantos!

    Lá vêm os privilégios e tudo o mais do ideólogo Psicopata.

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  26. Desconhecida's avatar
    15 Março, 2010 18:02

    À atenção dos ressentidos, ressabiados e outros ados:

    Grande parte dos professores não se revê nos dislates de Mário Nogueira e dos outros sindicalistas. Quem toma a parte pelo todo é o ME e não uma maioria de professores que ninguém ouve.

    Tal como em outras profissões, há pessoas que não têm perfil para exercer a docência. Temos pena! Mas talvez seja altura de se candidatarem ao trabalhinho atrás de uma secretária, mandados por um burocrata qualquer.

    Posto isto, queremos muito que os destinatários do comento se f… cof, cof! se informem.

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  27. Desconhecida's avatar
    Leitor permalink
    15 Março, 2010 18:07

    Aqui é corretor se for de bolsa, sem “c” – e nada a ver com o “acordo” ortográfico que, no caso, até irIA fomentar a confusão ao eliminar o “c” em corrector, o que corrige.

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  28. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 18:11

    Deve-se aos ditos jornas muito do estado calamitoso em que se encontra a paróquia. Seria um bem meterem baixa contínua.

    Em vez de informarem (dá muito trabalho!), “acham” e tal.

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  29. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 18:18

    “Tal como em outras profissões, há pessoas que não têm perfil para exercer a docência.”

    Poucas. Não aguentam por muito tempo, como foi o caso da helenamatos. Fogem!
    Ou então estão nos gabinetes dos gabinetes dos gabinetes dos serviços governamentais centrais regionais OU SÃO DIRECTORES nas escolas, a dar as ordens do Psicopata!

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  30. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 18:24

    Aqui temos um post com o paleio que fez o Psicopata engordar. Engordar.

    Agora, aturem-no!

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  31. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 18:34

    Não apoiem os professores e vão ver o que vos acontece a todos. Não escapa ninguém, individualmente e colectivamente.

    Eram os professores, quais “diques”, que faziam tampão a uma sociedade muito violenta desconhecida dos próprios portugueses. Com os “diques” a ceder, vai ser muito duro o vosso confronto com a realidade, a violência a cercar-vos por todos os lados!

    Os professores AVISAM.

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  32. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    15 Março, 2010 18:41

    os correctores da bolsa, caso sejam ortográficos. faltou dizer.

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  33. maria joão's avatar
    15 Março, 2010 18:45

    Ainda o fantasma de Maria de Lurdes Rodrigues, como gangrena inoperável do Tecido Educacional Português

    Sou uma pessoa pouco dada a falar de doenças: prefiro o Sol, o Mar, a Música e as Artes.
    Só o saber que vou ter de reinvocar aqui o nome de Lurdes Rodrigues é para mim penoso, mas a noite obriga-me, por dever de cidadania, a fazê-lo.
    Se me perguntassem quem contaminou, e destruiu, para sempre, o nosso Sonho Europeu, eu responderia, Aníbal Cavaco Silva.
    Se me perguntassem quem escolheria para epígrafe de uma futura crónica dos Anos Negros do Chavismo Socratista, eu escolheria Lurdes Rodrigues, o busto da ignomínia de todo este período.
    Desde Cavaco, a família tradicional degenerou numa coisa, em forma de alforreca, que inclui, invariavelmente, um drogado, um desempregado de longo curso, um gajo com costumes sexuais exóticos, e muitos rendimentos obtidos na Economia Paralela. Com o tempo, ou seja, com o Socratismo, depois de uma breve deriva guterrista, que foi o Ovo da Serpente, todos se converteram em pensionistas antecipados, alcoólicos, divorciados e proxenetas do Estado.
    Um belo dia, por desfastio, resolveram pôr os filhos na Escola.
    Como Foucault dizia, e muito bem, o Sistema de Ensino apenas tende para cristalizar as assimetrias culturais e económicas, fazendo com que os mais miseráveis perpetuem os seus miserabilismos, e os mais ricos, o vazio da sua pobre riqueza. De quando em vez, é certo, há um talento, que dá um chuto no Sistema, e, então, faz-se História, mas, pelo meio, perderam-se gerações, e o “Titanic” rasgou-se ainda mais, na ponta do seu icebergue.
    Eu sei que o tema não me agrada, e também não é ingenuamente que a Comunicação Social vem agora desenterrar, simultaneamente, um suicídio de um aluno perseguido, e de um professor acossado, mas eu posso aproveitar a boleia, e dizer o que me apetece, e não o que lhes convem, e vou fazê-lo, embora sem grande vontade.
    Há muito que defendo a existência de uma Carta de Procriação, tal como existe a Carta de Condução: ou passa-se, ou chumba-se, e há penalizações por pontos. A partir de um determinado patamar, o núcleo macho/fêmea é, pura e simplesmente, impedido de se reproduzir, e de lançar mais ruído humano, numa sociedade, já de si, traumatizada.
    Uma larga faixa de Portugueses devia ser impedida de ter filhos, por incompetência, inexistência de padrões morais e de condições mínimas de Humanidade, e esta frase é fatal, porque vai colidir com uma das mais perniciosas instituições do Ocidente, a Igreja de Roma, coio de criminosos cúmplices do latrocínio, da intimidação, da tortura, de ditaduras, do Nazismo e da Pedofilia, entre outros pequenos luxos.
    Para mim, não-cristão, alheio ao valores do determinismo do casamento, fervoroso combatente contra a procriação a todo o custo, e pagão, de emoções e razões, ponho já aqui o dedo na primeira ferida, porque todas as outras não são mais do que obscenas consequência desta.
    No séc. XXI, a pior forma de poluição é, portanto, a poluição humana, e todos os discursos moralistas e ambientalistas contornam, um atrás do outro, esta frase, como se de um anátema se tratasse. Para mim, pelo contrário, nem é sequer uma hipótese, e antes se trata de um rígido axioma, no qual radica a maior parte dos problemas mundiais presentes.
    Quando quiserem corrigir a crise da Contemporaneidade, comecem por aqui, e enquanto não forem por aí, não contem comigo para nada.
    A Família média, portanto, tornou-se num cancro representativo social, e num obstáculo ao desenvolvimento das sociedades: é o berço e a estufa dos vícios, do vale-tudo, da proveta do desenvolvimento dos pequenos monstros, futuros analfabetos funcionais, estrangulados entre dias inteiros de televisão, jogos de violência, e padrões de relacionamento social infetado de todas as porcarias imagináveis, desde os preconceitos de hierarquização aos lugares comuns do politicamente correto sexual.
    No fundo, e estava agora a recordar a recente história da Madalena e do pombo, coisa que só eu eu ela sabemos do que se trata, que piedade poderei eu sentir, perante um canalha, de 15 anos, que está, à porta da escola, entretido, a torturar um animal, e sente, como um abuso, quando a mão de uma professora, lhe tenta tirar a vítima da mão?
    Objetivamente, se não estivéssemos num mundo que perdeu as defesas, era esbofeteá-lo à antiga portuguesa, com o recado de vai agora contar à tua mãezinha que te partiram, e bem, a cara, à porta da escola.
    O Leandro matou-se, porque a Dona Lurdes, quando começou a apertar os cordões à bolsa, esqueceu-se de que a sua tutela era a forma de todas as almas futuras, e, quando ali cortasse nos gastos, estaria a cortar na própria Civilização, como fizeram todas as culturas, quando entraram no seu típico período de decadência.
    Maria de Lurdes Rodrigues, esse monstro inominável, com as suas hipóstases, o Hipopótamo da DREN, o Caniche Valter Lemos e mais um quantos afins, pura e simplesmente, procedeu ao enterro dos derradeiros vestígios do Iluminismo, trazendo uma Idade das Trevas, que, aliás, já estava prevista no seu sinistro fácies de figura miserável, criada nos meandros de tortura e humilhação da Casa Pia, dos abandonados pelo pai.
    As Escolas, por inerência, e por isso ela as odiava tanto, ainda são retaguardas de pessoas que defendem valores inalienáveis, os tais medalhados da sombra, cujos atos nunca verão a luz, mas que suportaram os embates dos abdómens de infinitos problemas diários. Como dizia o Poeta, há certas crenças e pensamentos que nenhum machado cortará, e isso era insuportável para essa Besta, pré-humana, chamada Lurdes Rodrigues.
    Entre a Família, destroçada, perversa, ou inexistente, e a Cúpula Amoral do Estado, representada por Sócrates, Aníbais, Varas, Pintos da Costa, Júdices, Pedrosos e aberrações semelhantes, havia, e ainda há, uma fina barreira, em forma de filtro, que impediu que a barbárie estendesse a mão de Cima, para encontrar a garra perfilada, de baixo.
    Como um chapéu de chuva protetor, em muitas escolas deste país, o jovem foi simultaneamente protegido do flagelo da Família e da chuva ácida dos maus exemplos do Estado e da Sociedade.
    Para os canalhas, que nos governam, e para os cegos que, como coelhos, procriam, isto é insuportável.
    A gravidade da coisa estendeu-se esta semana à mancha de óleo de outra insuportabilidade: a grande trituradora, posta em marcha por essa não-pessoa, Lurdes Rodrigues, e deixada em roda livre pela medíocre contadora de histórias, Isabel Alçada, começou a minar as suas últimas barreiras protetoras: suicidam-se os alunos, porque a coisa se lhes tornou insuportável, e matam-se os professores, a pretexto de convenientes “fragilidades psicológicas”(!).
    A verdade é, todavia, outra: à falta do “Paraíso” Finlandês e do Pragmatismo Empresarial Americano, onde os gajos, quando se chateiam, agarram em metralhadoras e limpam o cenário, nós, Portugueses, vítimas de uma República decadente, de uma não-democracia cada vez mais explícita e de carrascos dos valores morais, como Lurdes Rodrigues, preferimos, país de poetas, morrer às escondidas, sozinhos, como animais encolhidos num canto, os suicidados de uma nova geração perdida, o clube dos poetas mortos deste miserável Portugal do início do séc. XXI, que será, no Futuro, lido como um dos períodos mais vergonhosos da nossa História. arrebenta

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  34. silenteduck's avatar
    15 Março, 2010 18:51

    Espero que um dia quando estiverem a 12 mil pés de altura não tenham azar de ter uma comandante stressado ou pior um controlador com os nervos em franja e com 65 ANOS DE IDADE…

    COGITO LOGO REVOLTO-ME…..GRÈCIA: GREVE GERAL DE 11 DE MARÇO….


    ESTES AO MENOS MORREM DE PÉ A LUTAR…NÓS MORREMOS NO SOFÁ COM O COMANDO OU O TECLADO NA MÃO…

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  35. silenteduck's avatar
  36. silenteduck's avatar
    15 Março, 2010 18:56

    VEJAM E CALEM-SE…NENHUM DE VOCÊS AGUENTAVA UMA TURMA DE CIGANOS, PALOPS , FILHOS DE PROSTITUTAS DE DROGADOS E OS OUTROS SOMENTE MALCRIADOS …

    LA LOI DU COLLEGE – Episode 1 (extrait)..MELHOR DO QUE “A TURMA” DIZEM….

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  37. silenteduck's avatar
    15 Março, 2010 19:01

    ESTE TAMBÉM ANDAVA STRESSADO..MAS NÃO ERA COMO NÓS PACIFICO..POIS…UM DESTES DIAS UM MARADO DESTES VAI CALHAR-NOS..DEPOIS É SÓ AIS E COISA E TAL..
    http://www.youtube.com/watch?v=MMhl7R9Ng-s

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  38. Inventado's avatar
    Inventado permalink
    15 Março, 2010 19:02

    Prefiro mamocas para aliviar o stress. Vou antes ao sexlibs.com

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  39. Trinta e três's avatar
    15 Março, 2010 19:11

    Deve ser por causa dos tais 900 anos de História- a malta pensa que sabe tudo e opina sobre tudo. Será que os países que reconhecem o “stress” como doença profissional, são uma cambada de atrasados mentais?

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  40. Desconhecida's avatar
    Anti-Chulos permalink
    15 Março, 2010 19:26

    TRABALHO PARA CIMA DESSES PROFESSORES
    ABSTENCIONISTAS E MANDRIÕES!

    VÊM PARA A PRIVADA PARA VEREM QUANTO SÃO AS REFORMAS!

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  41. silenteduck's avatar
    15 Março, 2010 19:28

    Chiça.. na privada os patrões sodomizam os trabalhadores e os filhos destes ..antes ganhar menos…

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  42. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 19:28

    # 39

    São países e povos civilizados (!)

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  43. Desconhecida's avatar
    Dr.House permalink
    15 Março, 2010 19:32

    Eu sei qual é o tipo de stress que a minha vizinha professora sofre….

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  44. anonimo's avatar
    15 Março, 2010 19:33

    # 40

    Aconselho tratamento psiquiátrico de urgência.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Antipsic%C3%B3tico#Pot.C3.AAncia_dos_Neurol.C3.A9pticos

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  45. silenteduck's avatar
    15 Março, 2010 19:33

    veja antes este filme…
    http://v.youku.com/v_show/id_XMTU3NDMyNzEy.html

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  46. dona emilia's avatar
    dona emilia permalink
    15 Março, 2010 19:47

    As professares e as auxiliares de acção educativa são os únicos funcionários em que podemos depositar confiança.
    Todos os dias de manhã entregamos os nossos entes mais preciosos, que estão acima de qualquer riqueza a essas pessoas e fazemos confiança suficiente para não exigir nenhum comprovativo da entrega, porque sabemos de antemão que os voltamos a ver à tarde
    Onde é que nas finanças? Ou noutra qualquer repartição se entrega sequer um papel sem exigir o comprovativo da entrega!
    Por isso é necessário que estas preciosas funcionárias estejam perfeitamente bem psicologicamente no seu posto de trabalho caso contrário, o melhor é meterem baixa.
    Já os professores isto è os homens que praticam a docência deviam ser obrigados a ir a uma consulta de psiquiatria todos os meses, porque como se sabe os homens são homens.
    Na escola da minha filha há um que anda com os pelos a sair das narinas sempre com um ar tão furioso que uma mulher até se põe a pensar no que irá por baixo daquela braguilha.
    Por isso devia existir em todas as escolas uma psicóloga dedicada a controlar os estados psicológicos dos professores

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  47. portela menos 1's avatar
    portela menos 1 permalink
    15 Março, 2010 20:01

    eu, desde que alguns jornalistas portugueses apoiaram a invasão no Iraque, deixei de ter essa doença … mas só quando não leio coisas idiotas.

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  48. Rogério's avatar
    15 Março, 2010 20:27

    O Sr. Mário Nogueira devia de estar num gabinete de psiquiatria. Tem jeito para a coisa, além disso fiquei a perceber porque é que lá naquelas terras altas ninguém aceitou o terreno com a casinha. Podiam plantar e trabalhar a terra, mas ninguém a aceitou.

    Está provado que muitos sofrem de depressões.

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  49. Desconhecida's avatar
    Hélder permalink
    15 Março, 2010 21:42

    JMF fala muito bem do alto do seu blogue mas ninguém o viu apoiar alguém que fosse, ao contrário de Mário Nogueira que fez uma luta impecável com os professores. Assim se vê quem merece o nosso respeito.

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  50. Maria Fernanda's avatar
    Maria Fernanda permalink
    15 Março, 2010 21:57

    Não esperava este texto de JMF. Mas enfim…
    Tenho lido muitos comentários no Público online contra os professores, cheios de desprezo,ódio e outros sentimentos afins. A agressividade gratuita e anónima sempre me chocou. Mas adiante. O que me intriga é:
    1- Se é uma profissão tão fácil, tão bem paga, tão pouco trabalhosa e com tanto tempo livre, porque não se candidatam esses comentadores à docência??? Falta de habilitações? Falta de competências?
    2-Porque não fazem uma petição pública para acabarem com as escolas e com os professores?
    Mas deixem lá, que tenho sabido de diversos casos em que começa a haver falta de professores
    para substituírem outros que se reformaram, sobretudo de matemática. Nessa altura talvez seja a vossa vez de experimentarem as vossas capacidades críticas e talvez convosco na docência o país se torne finalmente digno e com excelentes resultados!

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  51. Maria Fernanda's avatar
    Maria Fernanda permalink
    15 Março, 2010 22:08

    …e já me ia esquecendo: sou professora com 30 anos de carreira,sempre me interessei pelos alunos e tentei fazer o melhor. Acho uma profissão muito exigente e , em princípio, com grande potencial de realização humana.Gosto de ensinar, de levar os alunos a rasgarem horizontes, a desbravarem o seu próprio cérebro (sou de matemática),a relacionarem-se com os outros e desenvolverem o pensamento crítico. Sei que não é qualquer um que tem perfil para a docência e que cada vez é mais difícil, por variadas razões, por vezes apresentadas em alguns textos até nos jornais. Mas na maior parte das vezes as análises são superficiais, incompletas e movidas por razões menos honestas ou pela inveja.Saibam também que muito do trabalho de um professor está fora da visibilidade de outras profissões, talvez por isso almas mal informadas considerem que os professores trabalham pouco.
    E aproveito para informar que nem todos os professores se espelham em Mário Nogueira.

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  52. portela menos 1's avatar
    portela menos 1 permalink
    15 Março, 2010 22:22

    Maria Fernanda

    não se canse com os jmf’s .
    é como lançar pedras a porcos; eles têm os seus inimigos de estimação e não há nada que os possa abalar!

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  53. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Março, 2010 22:25

    Sugestões ? ora deixe lá pensar….todos os que trabalham sem ser à sombra e ao cuidado dos xonés que mandam? é que a vida está mesmo complicada. e foi complicada pelos xonés.

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  54. Desconhecida's avatar
    Hélder permalink
    15 Março, 2010 22:34

    Bem dito, Fernanda.

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  55. Levy's avatar
    15 Março, 2010 22:46

    50 e 51 # Fernanda

    É como diz. Eu não concordo com quase nada do que o Mário Nogueira diz, mas concordo com uma: Portugal vai pagar muito caro a forma como trata os seus professores.

    Gostava apenas de perguntar ao José Manuel Fernandes, qual dessas profissões que citou é que trabalha debaixo de insultos? Ou quais delas é que têm sempre gente por perto a boicotar? Grande parte dos alunos de hoje boicota constantemente as aulas. Qualquer professor lhe diz isso.

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  56. silenteduck's avatar
    15 Março, 2010 22:55

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  57. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    15 Março, 2010 23:34

    é a vida…a maior parte dos prof de agora escolheu essa profissão por ser tranquila , segura e bem remunerada…é no que dá não seguir a vocação e perseguir a facilidade.

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  58. gigi's avatar
    16 Março, 2010 00:07

    ESPAÇO PÚBLICO 9 PÚBLICO. SEGUNDA-FEIRA, 5 JUN 2006

    Em que país estava a ministra da Educação?

    O passado é negro, mas a culpa não é, seguramente, dos professores. Os que resistiram a todos estes erros da responsabilidade do Ministério que tutela são quase heróis. Que mereciam ser estimados e bem pagos para permanecer na profissão.
    BEATRIZ PACHECO PEREIRA

    Sucedem-se os ataques violentíssimos aos professores como responsáveis pelo desaire do ensino público (note-se, público, não privado, como se eles não fossem os mesmos).
    Caso é para perguntar à sra. mi¬nistra onde andava e que informação tinha sobre o que se passava, de há trinta anos para cá, no Ministério que agora tutela. Ninguém chega a ministro sem saber o que está para trás. Mas nada se nota. Se não está bem informada do passado, aqui ficam alguns dados que explicam bem como se pode ter chegado ao descalabro que apregoa.
    Pergunta-se pois, sra. ministra, onde andava quando o seu Ministério…
    1- …aprovou cursos de professores primários em que se proibiam as cópias e a memorização da tabuada (Institutos Piaget e quejandos…)
    2- …deixou professores primários dar aulas em aldeias remotas em escolas sem água, sem luz e com alojamentos dignos de eremitas? E todos em verdadeiro trabalho missionário por esse país fora?
    3- …deixou que o concurso de professores enviasse, anos e anos a fio, pessoas com uma qualificação de nível superior (as que devia mais estimar) pelo país inteiro, à custa de suas famílias (destroçadas) e dos filhos que não podiam ter ou levar consigo?
    4- .. .ignorou ostensivamente que eles pagavam os transportes do seu bolso, viajando 100-120 quilómetros até, sempre sem qualquer ajuda de custo, diminuindo dramaticamente os que lhes sobrava no fim do mês? Não seria isto imoral e desumano?
    5- .. teve inúmeros ministros que se sucediam a ritmo alucinante, cada um puxando pelos seus galões de docentes universitários, vomitando reformas continuamente e sempre sem ter em conta a sua adequação, implementação e funcionamento?
    6- .. .deixou que a dotação financeira de uma escola secundária fosse absolutamente ridícula durante décadas, mal dando para pagar a água, luz, deixando que os edifícios escolares se degradassem de tal modo que nenhum professor se aventurava nas instalações sanitárias dos alunos, e não havia recintos desportivos ou actividades extra-escolares?
    7- …permitiu horários dos alunos que alcançam as 8/9 horas por dia, uma carga insuportável para qualquer pessoa? (tive uma turma destas este ano lectivo, e eu dava a 9° aula do dia!…)
    8- …não se preocupou com o tempo de estudo dos alunos. Quantas horas sobram semanalmente para os alunos estudarem? Na escola, onde se pode estudar se não há salas de estudo organizadas e, em muitas outras as bibliotecas, se funcionam, não têm espaço para tal? Será em casa, à noite, com pais que se demitem cada vez mais da sua função de vigilantes e educadores?
    9- …esvaziou o quadro das escolas de funcionários, deixando que sejam poucos, mal preparados e pouco mais do que empregados de limpeza?
    10- …obrigou os professores (especialistas nas suas matérias, não se esqueçam) a passar muitas horas “extra horário”, a fazer tarefas administrativas que antes competiam aos funcionários não docentes, ou então em reuniões absolutamente improdutivas mas obrigatórias? Não sabia que os professores já passavam muitas noites e fins de semana a preparar aulas e material lectivo?
    11- …permitiu que o Sistema Disciplinar se esvaziasse, em nome da retenção quase obsessiva de alunos dentro de portas e do aumento da população discente nas escolas, minando sistematicamente a autoridade dos professores? Este ano, sei que alunos com comportamentos irregulares, e até criminosos, com 20
    ou mais participações disciplinares, não foram expulsos nem submetidos a nenhum programa de reabilitação por especialistas credenciados… Porque reduziu o Ministério o poder de sanção dos professores?
    12- .. .só deu atenção ao número de computadores por escola e ao acesso à Internet mas não permitiu aos alunos compreender o poder dos media? Afinal os alunos passam o resto do escasso tempo diário a ver uma televisão que lhes mostra só publicidade de telemóveis, futebol, escândalos e anedotas… Os “valores” dos jovens, hoje, são ensinados pelo matraquear de televisões mal regulamentadas. Porque não age o Ministério sobre elas também? Porque será que abdicou da sua função reguladora deixando que canais abertos dêem pornografia encapotada, publicidade que ofende os direitos humanos e dos animais, pro- gramas impróprios a horas do jantar? Porque nunca interagiu o Ministério da Educação com o da Cultura?
    13- …permitiu que se extinguissem os Exames por puras razões estatísticas? Ninguém no Ministério sabia que era preciso separar os que sabiam dos que não sabiam, e desde o início da escolaridade? Porque facilitou sempre a passagem dos que tinham níveis negativos?
    14- …deixou que as escolas tivessem apenas um psicólogo (quando o tinham, claro) que além de fazer sozinho a orientação vocacional, não tinha tempo para lidar com os casos mais graves que surgiam nos alunos? Porque, entre eles, não havia futuros desajustados da sociedade, nem doentes mentais, nem vitimas de abuso sexual, nem de violência doméstica,nem problemas de droga. Ou havia?
    15- …não se deu conta da crescente feminização das nossas escolas? Por que razão isso aconteceu? É simples – ser professor era (é) das tarefas mais exigentes, mal pagas, de carreira mais difícil e incerta. Portanto, óptima para o lado mais fraco da nossa sociedade. Depois, com algum malabarismo, ainda deixava algum tempo livre para as tarefas domésticas. Os homens, simplesmente não se sujeitavam a isto e partiam para outras profissões, mesmo dentro da função pública como para repartições e organismos de gestão do Ministério da Educação. Esta acomodação a padrões de sociedade retrógrados nunca incomodou o Ministério?
    (A propósito, os professores – homens estão a voltar ao ensino, não porque sintam vocação, mas porque há falta de empregos…)
    Podia continuar estas interrogações que apontam para coisas que a sra. ministra, estranhamente, prefere não falar. O passado é negro, concordo, as estatísticas não se podem ignorar, mas a culpa não é, seguramente, dos professores. Porque os que resistiram a todos estes erros da responsabilidade do Ministério que tutela são quase heróis. Que mereciam ser estimados e bem pagos para permanecer na profissão. Sabe a sra. ministra porque é que, em Inglaterra, já ninguém quer ser professor e andam à procura deles em Espanha e até em Portugal? PROFESSORA DO ENSINO SECUNDÁRIO

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  59. anonimo's avatar
    16 Março, 2010 00:45

    “profissão tranquila , segura e bem remunerada…”

    Que anedota (!)

    Antes de abrires a bocarra de sabujo(a), informa-te.

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  60. anonimo's avatar
    16 Março, 2010 01:00

    Ex-professor da criatura faz a crítica da personagem
    http://www.scribd.com/doc/2508286/10-4Minha-querida-Maria-de-Lurdes-Rodrigues1

    Professora primária.
    Tirou a licenciatura em Sociologia, no ISCTE, curso nocturno, como estudante trabalhadora, a dar aulas no ensino primário.
    Sempre o omitiu

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  61. Maria Fernanda's avatar
    Maria Fernanda permalink
    16 Março, 2010 01:06

    Ao anónimo das 11,34

    E qual seria o mal de procurar uma profissão tranquila, segura e bem remunerada? o senhor que profissão procuraria? Só que isso nem corresponde à verdade…e o senhor é certamente um ignorante relativamente ao assunto. Até pode ser que conheça um professor ou outro menos competente, mas não tome a árvore pela floresta. Desde o reinado de maria de lurdes rodrigues que a profissão docente foi discutida, enxovalhada e condenada na praça pública,qualquer ignorante faz os seus comentários, na maior parte das vezes, fala por falar. Enquanto falamos da vida dos outros não questionamos as nossas, não é?

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  62. per caso's avatar
    per caso permalink
    16 Março, 2010 01:10

    Todo o stress é de considerar, em todas as circunstâncias, ainda que nenhum se equivalha ao resultante de hoje em dia aturar, quatro, cinco, sete horas, crianças e ainda mais adolescentes, que os pais, que têm mais autoridade sobre eles, só desejam ver muito distantes.

    E é bom que se comece por algum lado, até se chegar à contemplação dos pobres pescadores à beira do rio sem pescar coisa que se veja.

    Agora, uma coisa é certa, por este post indica o mjf que ou só pouco tempo ou nunca foi prof na sua ainda curta vida.

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  63. anonimo's avatar
    16 Março, 2010 01:54

    As questões associadas à docência, comummente aceites pela comunidade científica, como uma das grandes profissões de “risco” são – o permanente estar em relação com grupos de indivíduos não adultos. A relação dum professor com os seus alunos não é recíproca, não é simétrica. O professor dá, os alunos recebem.

    Aquilo que vulgarmente os professores indicam como muito gratificante ou “motivante” – os progressos e sucessos académicos e outros – nada tem a ver com a reciprocidade nas relações simétricas, entre adultos. Não há troca. Daí vulgarmente os professores referirem que se encontram “esgotados”, precisam duma “paragem” nem que seja de um simples dia.

    Os médicos têm informação sobre os primeiros sinais da patologia da profissão – cansaço, esgotamento.
    Geralmente aconselham parar, nem que seja por um curto período de tempo (horas, dias).

    Muitas vezes pela pressão social, os professores não páram, resistem até a limites inconcebíveis para qualquer adulto.
    E um quadro clínico complexo pode instalar-se.

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  64. anonimo's avatar
    16 Março, 2010 02:10

    Todas as profissões que o jmf enumera “os correctores da bolsa, os tratadores de animais de circo, os jornalistas que acompanham o primeiro-ministro, os treinadores de futebol, os empregados de caixa nos supermercados e os profissionais de poker. Mas aceitam-se outras sugestões.”, têm as suas especificidades e ´podem acarretar em determinados momentos picos de ansiedade, ou de stress. Normais ou ãnormais. Um indivíduo que opta por ser corrector de bolsa (conheci alguns) geralmente dizem gostar “da adrenalina”, do desafio, do risco – nada de ser confundido com Stres, ou profissão de risco para os seus profissionais.

    No caso da docência, a questão é de uma outra natureza. É potenciadora de stress “per si”, o que é totalmente diferente.

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  65. Levy's avatar
    16 Março, 2010 02:16

    64 # anonimo

    tudo aquilo que diz é muito acertado. é colega?

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  66. Ajax's avatar
    Ajax permalink
    16 Março, 2010 03:13

    Álvaro A. Santos: Violência é alarmismo
    O presidente do Conselho Nacional das Escolas disse haver um “alarmismo desnecessário” em torno do tema da violência nas escolas e pediu uma “pacificação”.
    CM

    Este traste quer branquear.

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  67. Papai Noel's avatar
    Papai Noel permalink
    16 Março, 2010 09:35

    A profissão de PROFESSOR tem vindo a ser enxovalhada faz cerca de vinte amos com as sucessivas “reformas” do “ensino”.
    Primeiramente enxovalhada pelos país dos próprios alunos que se demitiram de país, de referências, de educadores lançando para o estabelecimento escolar alguns pequenos monstrinhos e uma chusma de meninos perdidos.
    Os professores “encaixaram” sem reagir.
    As sucessivas “reformas” foram paulatinamente tirando aos professores a autoridade disciplinar (não se confunda com autoritarismo retrógrado).
    Os professores não reagiram e “encaixaram”
    Aliado a isto as “benditas reformas” foram tirando ao professor a sua autoridade do conhecimento, chegando-se ao ridículo de eles é que “teriam” de aprender com os alunos. Séculos de conhecimento acumulado da humanidade, fruto de muito trabalho experiências e alguns génios, “brotaria” expontaneamente da cabecinha dos nossos alunos sendo que o professor só teria de os acompanhar.
    Os professores? os professores não reagiram e voltaram a “encaixar” todo este “insulto”.
    Portugal já está a pagar por isso tudo. e vai pagar ainda mais porque os professores só reagiram quando tocaram nos seus interesses pessoais fazendo, com alguma razão, do ultimo consulado ministerial o único “bode “expiatório”
    Durante vinte anos foram literalmente insultados, desvalorizados, e nunca houve da parte deles um único movimento significativo que reagisse à derrocada da sua profissão e da sua dignidade.
    Apenas quando tocaram nas suas carreiras vimos todos na rua indignados.
    Não confundo árvores com florestas, sei que há bastantes professores interessados, dedicados, vocacionados para o ensino.
    Mas a verdade do que se passou ao longo destes últimos vinte anos é que nunca reagiram como classe profissional aos sucessivos insultos que lhes fizeram, ficando a ideia concreta que tudo estava bem desde que não se tocasse nos seus “direitos”.

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  68. Miguel's avatar
    Miguel permalink
    16 Março, 2010 12:02

    Pequena duvida:
    Em que ano se deu a mega manifestação dos professores contra as sucessivas reformas erradas na educação?

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  69. Enclavado's avatar
    16 Março, 2010 14:13

    Aposto que o José Manuel Fernandes apanhou muitos chumbos enquanto aluno.

    Se não chumbou, teve sorte, pois enquanto jornalista, tinha obrigação de saber que corrector é o que corrige, já quem medeia transações na bolsa, é CORRETOR!

    Como ficou provado, a raiva aos professores já tem barbas, embora a ignorância e a arrogância costumem andar de mãos dadas.

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  70. Maria Fernanda's avatar
    Maria Fernanda permalink
    16 Março, 2010 21:30

    Comentário a Papai Noel

    Tem interesse a sua opinião, sem dúvida. Mas acontece que houve toda uma filosofia de ensino que se foi instalando, que foi inclusivamente formando algumas gerações de professores, que acreditavam nos seus pressupostos. Era uma espécie de nova cultura dominante. A História deve estar cheia de momentos assim. Reagiu-se a um ensino que se considerou acrítico, desmotivante e desligado de novas realidades. Apareceram sugestões para o ensino, que se transformaram em grandes teorias. Muitos professores ingenuamente acreditaram nesses exageros e os governantes sabiamente as souberam aproveitar até que se foi esvaziando a essência da profissão docente. Está tudo baralhado: os professores ensinam os meninos a assoar o nariz,a tapar a boca quando tossem e andam muito aflitos com o divórcio dos pais dos alunos. Os pais andam pelo café ou pela net a insultar os professores e a questionarem as suas estratégias de aulas e a quererem ser eles a gerir a escola, quando nem a casa e a família sabem gerir. Instalou-se a confusão de funções,para mal de todos nós.E muito mais haveria a dizer…
    Talvez os professores não tivessem reagido atempadamente, até porque se demora bastante a tomar consciência das consequências de uma filosofia instalada como promissora. Mas isso também tem a ver com o facto de termos apenas sindicatos e de não termos uma Ordem, acho eu.
    Mas para terminar, não acha que se uma pessoa vê a sua carreira perturbada seriamente, depois de se ter dedicado a ela 20 ou 30 anos, deve lutar? Os professores não são missionários!

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  71. lili's avatar
    16 Março, 2010 22:05

    “Fri, 11 Apr 2008 15:31:10

    *CURIOSIDADE*
    *O QUE EM MÉDIA UM PROFESSOR DO 2.º OU 3.º CICLO FAZ DURANTE UM ANO LECTIVO:

    *Com base no meu “estudo” pessoal_Lurdes Paraíso*

    Lecciono 6 turmas em Educação Visual, no total de 117 alunos
    >
    > Lecciono 1 turma em Formação Cívica, de 19 alunos
    >
    > Lecciono 1 turma em Área Projecto, de 23 alunos
    >
    > Lecciono Aulas de Complemento Curricular no 1.º ciclo, no Clube de Artes, do 1.º ao 4.º ano, no total de 21 alunos
    >
    > Lecciono o Clube de Jornalismo, no total de 13 alunos

    *Logo trabalho em contextos específicos com 193 alunos***
    >
    *A*
    >
    *Documentação/papeis criados, preenchidos e tratados:*
    >

    > *1- Início do ano:* Planificações (1 pág. por turma/disciplina/área = total de 10 págs.); Critérios de Avaliação/correcção (1 pág. por turma/disciplina/área = total de 10 págs.); Descriminação de competências a atingir (1 pág. por turma/disciplina/área = total de 10 págs.); articulações interdisciplinares (1 pág. por turma = total de 6 págs.); (…)
    são fotocopiadas (1 exemplar para o dossier de Directores de Turma, no Plano Curricular de Turma, 1 ex. para o Conselho Executivo, anexo à acta, 1 ex. para os nossos registos pessoais, 1 ex. para o dossier de Departamento …)
    >
    > *Logo, num total de 36 páginas (120 fotocópias)***
    >
    > *Se temos alunos com “NEE”, serão mais 4 páginas de documentação, fotocopiadas em triplicado, logo 12 págs.)*
    >
    > *Ficam de fora, testes diagnósticos (117 fotocópias e 6 relatórios = 6 págs.)***
    >

    > *2- a meio de cada período (Avaliações Intercalares):***registo de
    > avaliações intercalares (1 pág. por turma/disciplina = total de 8 págs.)
    > (…)
    >
    > *Logo 3 períodos, num ano lectivo, no total de 24 págs.)*
    >
    > *3- Final de período:* fichas de avaliação(1 pág. por aluno = total de 193 págs. Fotocopiadas em duplicado); ficha de avaliação de Formação Cívica, Área Projecto, Clube de Jornalismo, Educação para a saúde, Clube de Artes (1.º ciclo) (1 pág. por disciplina/área = total de 5 págs.)
    *Logo, num total de 198 págs. (394 fotocópias)*
    > *Logo, tendo 3 períodos lectivos, dá um total de 594 págs. (1182
    fotocópias)
    > *

    > *4- Sou Directora de Turma:***início do ano: Plano Curricular de Turma (25 págs., fotocopias: 1 ex. para dossier de Direcção de Turma, 1 ex. para o Conselho Executivo); Planos de Recuperação (este ano tive 6 alunos com)(cada plano 4 págs., logo 24 págs., fotocopiadas duplicado); registo de faltas (10 disciplinas, registadas em fichas e depois no sistema informático); preenchimento das fichas de avaliação (total de 19 páginas);
    > (…)
    > *Logo, num total de 78 págs. (98 fotocópias)*
    >
    > *5- No último período, ainda relatórios de avaliação:* para Formação Cívica(1 pág.); para Área Projecto (1 pág.); para Clube de jornalismo (1 pág.); como Directora de turma: para avaliação da turma (2 págs.); para Planos de Acompanhamento (1 pág.); para Retenção (1 pág. por aluno, depende das retenções); para Retenção Repetida (3 pág. por aluno, depende das retenções repetidas); para Planos de Recuperação (1 pág. por aluno, vou fazer 6,porque tenho 6 alunos em Planos = 6 págs.); para Director de Turma, sobre
    o meu trabalho desenvolvido (média 3 págs.); para o Clube (1 pág.); para o 1.ºCiclo (1 pág.); (…)
    > *Logo, num total no mínimo de 22 págs. (44 fotocopias)*
    > * *
    Como compreenderá, deve estar a escapar-me alguma coisa, ou haver aqui alguma margem de erro,**
    > * *
    >
    > *Em resumo (ao longo dum ano lectivo):*
    >
    > **
    > *a)**Trabalho com…_193 alunos*
    > * *
    > *b)**Posso criar, analisar, preencher, (“passam-me pelas mãos”) … _758 páginas (papel)*
    > * *
    > *c)**Estão envolvidos aproximadamente… _1 456 fotocópias/PB*
    > * *
    > *d) Faço em média… _17 367 registos (mão livre/informatizados)**em documentos oficiais***(explico a seguir)***Nas fichas de avaliação dos alunos (1 por aluno = 193 alunos) são registados dados (cruzes, abreviaturas de menções qualitativas,etc.):***
    > *Educação Visual_7 dados/aluno x 117 alunos x 6 turmas x 3 períodos = 14742registos;
    *Formação Cívica_7 dados/aluno x 19 alunos x 3 períodos = 399 registos;*
    > *Área Projecto _5 dados/aluno x 23 alunos x 3 períodos = 345 registos;*
    > *Como Directora de Turma (preencher dados como: nome, números, faltas,cruzes de avaliação global, cruzes de recomendações ao encarregado de educação) = aproximadamente: 33 dados/aluno x 19 alunos x 3 períodos =
    1881 registos*
    > * *
    e**) **Somando os registos oficiais com os pessoais (alínea a + e),dá**… _**30 003 registos totais*
    > (explico a seguir)* Se considerar os dados que manipulo antes de os introduzir nos documentos oficiais, então será só na disciplina deEducação Visual, o seguinte:*
    > *3 Trabalhos (média) por período x 12 registos (12 critérios de
    > avaliação/correcção em Excel) x 3 períodos x 117 alunos (em Educação Visual)= 12636 registos pessoais*
    > *B*
    >*Reuniões ao longo do ano lectivo: 91 reuniões***

    > *a)* Conselhos de Turma:

    > 1 Setembro + 1 início ano lectivo (após as aulas começarem) + 1 fins de Setembro + 1 Intercalar do 1.º período + 1 final do 1.º período (avaliação) + 1 intercalar do 2.º período + 1 final do 2.º período (avaliação) + 1 intercalar do 3.º período + 1 final do 3.º período (avaliação) x 6 turmas = total de 54 reuniões

    > *b)* Encarregados de Educação, porque sou também Directora de Turma:

    > 1 Início aulas + fim 1.º período + fim 2.º período + fim do 3.º período x 1 turma *= total de 4 reuniões*

    > (fora as reuniões que vou tendo com Encarregados de Educação nas horas de atendimento e a título individual)
    >
    *c)* Outras reuniões:

    > Reunião Geral (2 reuniões/ano) + Conselho de Directores de Turma (10 reuniões/ano) + Áreas Curriculares não Disciplinares (3 reuniões/ano) + Clubes e Projectos (3 reuniões/ano) + Departamento (11 reuniões/ano) +reuniões diversas, tipo preparar actividades extra-curriculares (média 4
    reuniões/ano) *= total de 33 reuniões *
    >
    *C*
    >
    > *Outros indicadores, que “não têm papel”, nem convocatórias:*
    >
    – Ensino Educação Visual, sou “psicóloga”, “mãe/pai”, procuro resolver problemas de indisciplina, de zangas, de “guerras e guerrinhas”, ouço desabafos, confidências, avalio e envio relatórios para Segurança Social,

    – Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, quando é necessário; _*nota: trabalho com adolescentes*
    >
    > – Atendo Pais e Encarregados de Educação, articulo com eles, mas não recebo outros Pais ou Encarregados de Educação de que tanto preciso, porque não querem, ou, não podem vir à escola;
    >
    > – Participo na organização, colaboração de actividades
    extra-curriculares, tipo: Festa de Natal, Carnaval,Páscoa, “Feira de Maio”, Encerramento Ano

    > Lectivo, (…);
    >
    > – Faço a paginação do jornal da escola (28 págs. /jornal x 3 períodos = 84 págs.)
    >
    > – (Fazendo uma média de dois trabalhos por período na minha disciplina), observo e acompanho: 117 alunos x 2 trabalhos/média/período x 3 períodos =702 trabalhos práticos.

    > – (…)
    >
    > *FIM*
    >
    > *Mandei estes dados para um deputado da Assembleia da República que nos pedia o número de alunos que em média um professor tem, porque por lá consta que é uma média de 7 ou 8 alunos/professor.*
    > * *
    > *Respondi ao e-mail, mas resolvi acrescentar toda esta informação…*
    > * *
    > *Falaram em muita Burocracia? Que os Professores que não trabalham e têm muito tempo livre, muitas férias? Que os Professores dão as suas “aulitas” e estão na sala de professores aos “montes” sem fazer nada? *
    > * *
    > *ENTÃO PERGUNTO QUEM FAZ TUDO ISTO? O GATO DA VIZINHA?*
    > * *
    > *Não falei das aulas de substituição…*
    > * *
    > *Também me esqueci, de lembrar que um professor é um ser, com direito a uma vida pessoal, a constituir família e a ter horas e momentos felizes e livres….*
    > * *
    > *ATÉ HOJE, NÃO ME QUEIXAVA DO TRABALHO… *
    > * *
    > *MAS AGORA, DIGO “BASTA” *
    > * *
    > *BASTA DE MAIS BUROCRACIA, DEIXEM-ME DAR AULAS…*
    > * *
    > *E SOBRETUDO, NÃO ADMITO QUE ME AO FIM DE TUDO ISTO…*
    > * *
    > *ME DESRESPEITEM… *
    > * *
    > *QUE ME CHAMEM DE “PROFESSORZECA” *
    > * *
    > *QUE NÃO FAÇO NADA…*
    > * *
    > *E DIGAM QUE NÃO ENTENDO A LEGISLAÇÃO…*
    > * *
    > *AGORA PENSEM, QUANDO O ESTATUTO DO ALUNO ENTRAR… E A SUPOSTA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO?*
    > * *
    > *TU ACHAS QUE VAIS AGUENTAR?*
    Filomena Almeida

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