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De boas intenções está o logradouro dos bairros sociais cheio

24 Março, 2010

«Metade dos 33 mil moradores dos 46 bairros municipais do Porto estava desempregada ou reformada no final do ano passado. Só 27% dos inquilinos (8910 pessoas) trabalhavam.»

24 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    24 Março, 2010 09:51

    O BE é que é fixe!

    “‘Okupas’ transformam bairro de sonho em pesadelo

    Moradores da Urbanização da Escavadeira estão desesperados com a presença frequente de toxicodependentes.

    Convenceram-me a comprar uma casa no paraíso e, afinal, estou a viver no inferno.” O comentário cortante de Isabel Freitas é proferido com a raiva de quem investiu quase 150 mil euros num apartamento na Urbanização da Escavadeira, no Alto do Seixalinho (Barreiro), e agora tem receio de deixar os filhos irem brincar para a rua onde três edifícios inacabados vão dando “guarida” a toxicodependentes e a sem-abrigo, havendo já relatos de assaltos e agressões aos moradores. As imobiliárias apresentam o bairro como “muito sossegado”.”

    In http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1526743&seccao=Sul

    E assim se destroi riqueza. Viva o BE!

    anti-comuna

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  2. Nightwish's avatar
    Nightwish permalink
    24 Março, 2010 10:08

    Claro isso não acontece, anti-comuna, sei lá, na Maia, bastião do PSD, à beira de onde moro.
    Nunca!

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  3. Desconhecida's avatar
    24 Março, 2010 10:21

    No texto do JN, pode ler-se que para além de metade dos moradores estar desempregada, que HM extraiu do contexto, está ainda escrito que mais de metade dos moradores são idosos, alguns deles vivendo sós.
    Se calhar a solução do post estará em tirar os velhos dali e arrumá~los num lar, ou num qualquer goulag.

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  4. helenafmatos's avatar
    helenafmatos permalink
    24 Março, 2010 10:36

    3. “57% dos residentes nos bairros possuem uma idade superior a 45 anos” – logo a partir dos 45 passa-se idoso e espera-se pela reforma. Ou o país se passa a dedicar ao narcotráfico ou não há dinheiro que aguente esta estranha forma de vida

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  5. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    24 Março, 2010 10:39

    “Claro isso não acontece, anti-comuna, sei lá, na Maia, bastião do PSD, à beira de onde moro.”

    É capaz de acontecer. Mas quem dá guarida política a esta gente, que ocupa espaços alheios e os transforma em antros de podridão e tráfico de droga é o BE. Ou é mentira?

    anti-comuna

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  6. Desconhecida's avatar
    24 Março, 2010 11:08

    #4.
    Depreende-se que a sua solução é acabar com o narcotráfico.

    Estará mesmo convencida que os narco-traficantes vivem em bairros sociais?

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  7. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Março, 2010 11:11

    “…logo a partir dos 45 passa-se idoso…”

    aníbalices canibalizantes do sistema social, segundo dizem já vai nos 40% da população activa e cada vez que se tenta alterar a coisa lá vêm o coro dos opusitórios da manela ao da loiça com as tangas da massa do tgv para pagar protecção social.

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  8. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    24 Março, 2010 11:13

    27% é bués de people, a média oficial anda nos 43%

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  9. Desconhecida's avatar
    NGUNGA permalink
    24 Março, 2010 11:33

    Nem pensem vir cá para a grande Lisboa fazer estatísticas dessas.Isso seria racismo puro.Como morador do bairro da Fonte quero manter a minha qualidade de vida.

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  10. Desconhecida's avatar
    NGUNGA permalink
    24 Março, 2010 11:34

    Sócrates amigo o povo está contigo.E depois de virem os primos da malta estás sempre de pedra e cal…

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  11. Desconhecida's avatar
    NGUNGA permalink
    24 Março, 2010 11:37

    Pede mais umas massas que anda muito primo sem casa.E com reunião familiar ganha o António Costa, o Sócrates e até o Pedroso se dignificarem bem os africanos de Almada!

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  12. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    24 Março, 2010 11:39

    O retrato de uma sociedade insustentável.

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  13. Desconhecida's avatar
    NGUNGA permalink
    24 Março, 2010 11:42

    Os haitianos sabem que existe vida para além do défice.O que interessa é sermos muitos em 2060…

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  14. Miguel Madeira's avatar
    24 Março, 2010 12:56

    “É capaz de acontecer. Mas quem dá guarida política a esta gente, que ocupa espaços alheios e os transforma em antros de podridão e tráfico de droga é o BE. Ou é mentira?”

    Eu penso que os okupas a que o BE (ou parte dele) 2dá guarida política” são os okupas ideológicos, provavelmente de classe média; aliás, a palavra (sobretudo com “k”) nem costuma ser usada para pessoas que se instalam em prédios alheios por não terem mais onde estar.

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  15. Desconhecida's avatar
    stop permalink
    24 Março, 2010 13:22

    dos 27% ás favelas estilo brasil e escaramuças com a tropa vai apenas um passinho. essa talvez seja a questão real e para bem da sociedade esperemos bem que as demagogias 3º mundistas a la hm e o coro de correlegionarios acefalos que lhe seguem não prosperem muito

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  16. Desconhecida's avatar
    António Alves permalink
    24 Março, 2010 14:47

    No país inteiro mais de 50% da população não trabalha ou está reformada (e não, não contei com vivem na mama do estado). Logo não vejo onde é que está o espanto da autora do post tratando-se de um bairro social. Eu vejo pelo lado positivo: estando a população dos bairros sociis envelhecida, é sinal que os mais novos migraram para vidas mais airosas. Os números são fodidos e muito… maleáveis.

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  17. Desconhecida's avatar
    António Alves permalink
    24 Março, 2010 14:52

    Imagens da América “liberal”.

    http://www.tnr.com/article/metro-policy/the-detroit-project

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  18. Desconhecida's avatar
    António Alves permalink
    24 Março, 2010 14:52

    “liberal” e bushiana… note-se

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  19. Desconhecida's avatar
    José Manuel permalink
    24 Março, 2010 15:41

    A Helena matos tem uma certa tendência para distorcer e manipular factos, para encaixarem dentro dos seus próprios preconceitos.
    Pretende dizer que morador no bairro social = a narcotraficante. Pois se 20% da população do Porto se dedicasse ao narcotráfico certamente a cidade não teria problemas financeiros. Como se não soubesse que os grandes narco–traficantes não residem nos bairros sociais, preferindo antes condomínios mais chiques e reservados.
    A maioria dos habitantes são pessoas idosas, muitas das quais vivem sózihas ccom pensões mínimas. A solução da D. Helena para estas pessoas pelos vistos deve ser a eutanásia.

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  20. Desconhecida's avatar
    José Manuel permalink
    24 Março, 2010 16:02

    Outra coisa de que a D. Helena se esquece (ou não sabe) é que muitos destes moradores foram forçados pela CMP a abandonar as suas casa anteriores devido a demolições para abertura de arruamentos, arranjos urbanísticos, resolução de problemas de insalubridade, etc. A construção dos “bairros” foi a forma mais barata que a Câmara encontrou para resolução destes problemas sem dispender dinheiro em indemnizações. Não é nenhum favor que foi prestado a estas pessoas.
    Ou então acha que as pessoas deveriam ser despejadas liminarmente e postas na rua sem nada…

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  21. helenafmatos's avatar
    helenafmatos permalink
    24 Março, 2010 16:06

    19. Não disse mada disso. Disse sim que Portugal se tem de dedicar por junto ao narcotráfico para sustentar isto a que chama ajudas.

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  22. Desconhecida's avatar
    José Manuel permalink
    24 Março, 2010 16:14

    Existe muito desemprego nos bairros sociais? Sim é verdade. Tal como existe nos outros lugares da cidade e da região. No distrito do Porto a taxa de desemprego é cerca de 20% e não conste que todos estes residam em “bairros sociais”. A indústria, em que se empregava a maior parte desta população, desapareceu do Porto. O comércio está em decadência e são mais as lojas que fecham do que as que abrem. A maioria destes desempregados vêm sobretudo destas indústrias que existiam na cidade e foram desaparecendo, pessoas que devido à idade já não têm saída nas poucas ofertas que aparecem. A D. Helena não consegue ver além das palas ideológicas dos seus próprios estereotipos.

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  23. Desconhecida's avatar
    José Manuel permalink
    24 Março, 2010 16:17

    Pelo menos na Quinta da marinha não há problemas com essa coisa do “desemprego”. Podem ser estúpidos, ignorantes ou simplesmente incompetentes mas quando nascem já têm o seu lugarzinho assegurado, normalmente de topo e bem remunerado.

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  24. Rogério's avatar
    24 Março, 2010 19:59

    Helena Matos;
    «Não disse mada disso. Disse sim que Portugal se tem de dedicar por junto ao narcotráfico para sustentar isto a que chama ajudas.»
    «57% dos residentes nos bairros possuem uma idade superior a 45 anos»

    Alguém aqui porventura sabe o que se passa em Santa Apolónia?

    Alguém aqui porventura sabe o que se passa realmente num bairro social NO CENTRO de Lisboa?

    Helena, o desemprego é perpétuo para esse público-alvo.
    1º – O tráfico de cocaína acompanha a inflação.
    2º – Consome mais e paga mais imposto o traficante do que o desgraçado do trabalhador.
    3º – Quem quer saber de um trabalhador quando um traficante aumenta os efectivos no MAI? Aumenta as “investigações”, os apoios, os psicólogos, os dramas jornalísticos, e todos os sucedâneos desta nova geração empregada no bazar da droga.

    Só tenho uma pergunta: Porque raio de Deus a Gebalis/Câmara/Segurança Social ou o raio que valha, nunca fez um estudo sobre o impacto de juntar as famílias mais carenciadas (mas trabalhadoras e sem chance) com as famílias mais beneficiadas (mas não trabalhadoras e com chance) ??

    Nunca cheguei a perceber porque moro com 10 traficantes (previamente estudados pelos Gabinetes que os alojaram).

    Não há uma proporção?

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