Os deputados compram a crédito?
«“Só tomo uma posição quando a Assembleia da República tomar uma posição.” Foi desta forma que a deputada Inês de Medeiros respondeu ao i, quando questionada sobre o que pretendia fazer caso os comprovativos das viagens que já fez a Paris, aos fins-de-semana, se continuem a acumular na agência de viagens.
Inês de Medeiros já conta seis e garante ao i: “Eu é que não as pago”. A deputada afirma que, quando chegou a Portugal, lhe foi garantido o pagamento das deslocações a Paris, mediante a apresentação dos bilhetes numa agência de viagens. Agora, espera que este impasse “se resolva” e, cansada do assunto, recusa falar mais de um tema que já dura há quatro meses. Quanto aos esclarecimentos, devem ser tomados por quem decide – neste caso, Jaime Gama.
O Conselho de Administração da Assembleia da República não chegou a um acordo sobre se o Parlamento deve pagar as viagens da deputada e remeteu a questão para o líder do Parlamento, Jaime Gama. Este, por sua vez, voltou a devolver o caso ao Conselho de Administração. Enquanto uma decisão não é tomada, Inês de Medeiros continua a ir a Paris – que é a sua casa, onde estão os filhos – todos os fins-de-semana.»

Pois é. A Fitch voltou a malhar no governo português. Lá o Pinócrates vai ter que arrumar uma ver por todas, a mania das grandezas. TGVs, novos aeoroportos, etc. vai tudo ficar na gaveta.
A Angela Merkel está a forçar a barra. Quer que Portugal corte de vez no seu despesismo crónico ou somos corridos da moeda única.
Agora é a doer. Aacabou-se as brincadeiras. E este PEC ainda vai ter que ser reforçado. Está na hora de cortar salários na função pública.
Ou então… PUM!
anti-comuna
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“Chamem a polícia! Au, au au. Chamem a polícia! Que eu não pago!”
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Repare-se bem nesta deputada que devia honrar o cargo e é o que se vê e viu na comissão de ética com aqueles trejeitos de cara: alguém lhe garantiu que lhe pagariam as despesas. Alguém…
Como não há lei para tal, pensaram em inventar uma que se adpatasse ao caso pessoal. COmo as leis são gerais e abstractas não podem abrir excepções só para uma deputada porque teriam que alterar toda a lei para tal.
E assim vamos de ética no PS. Agora já nem sequer equivale à lei republicana. Vão represtinar o costume monárquico da aristocracia deputacional.
Vergonha como esta é difícil de encontrar. Falta de vergonha como esta tipa ainda mais difícil se torna. Esta deputada devia ser corrida a pontapé metafórico do hemiciclo.
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Unicamente um lugar de m… aceitaria pagar viagens a Paris a uma aberrante nulidade como essa Medeiros Q se deixe ficar em Paris e n volte…
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Repristinar: termo algo jurídico que significa tornar outra vez pristino.
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Somente um lugar de soloios e parolos poderia convidar essa relizadora-actriz de vigesima-terceira categoria para deputada…
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Como é possivel uma pessoa viver em Paris, e ser deputada por Lisboa? Porque não se candidatou pela Emigração? Só no sistema portugues onde tudo é permitido, é gastar à tripa forra, e o resultado está à vista. Na minha opinião Ines de Medeiros deve pagar as passagens. Ou então quem lhe garantiu o pagamento. Mandem a conta para o Largo do Rato.
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E mandatária do Vital…vejam só!
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“Como não há lei para tal, pensaram em inventar uma que se adpatasse ao caso pessoal.”
se calhar pensava receber ao abrigo da lei que paga as despesas de deslocação do rangel para bruxelas.
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“9:
Sempre a mesma burrice. Já não tem conserto.
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Isto tem uma solução (portuguesa, claro).
O presidente da AR, solicitar um parecer à PGR.
De acordo com o espírito do tempo e do Regime,
o parecer será em princípio favorável.
Se depois não houver dinheiro para pagar, já outra questão.
a)De Portas, Paulo: pensão de reforma dos antigos combatentes (AC).
AC com sete/oito anos de comissões em África, receberam até 2009 perto de 1.000 euros anuais;
em 2009, 150 euros;
A maioria dos AC (soldados), inicialmente abonados com 150 euros (anuais), em 2009 com 110 euros (brutos);
b)Prejudicados pelo 25Abr74:
Um capitão, sem qq relevância no processo, decide deixar o exército em 1982, por sua livre iniciativa e enveredando por outra carreira profissional;
É agora, por ‘lei’, coronel no último escalão, para efeitos de reforma na CGAp.
Há, mediante um parecer não negativo da PGR (que temos).
c)A geração dos 200 – promessa eleitoral.
Aí está mais um abono que ninguém tinha pedido, 200 euros para cada criancinha ‘socialista’ e sem qq critica na AR (que temos).
x)Aqui estão algumas das razões, para as dificuldades da AR em pagar as viagens da emérita deputada da Nação.
A bem do Regime.
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Digo e repito: se a senhora mora em Paris, que raio vem fazer como deputada para Lisboa?! Porque é que não se candidatou antes a deputada em França?!
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Desde há uns tempos fiquei com a pedra no sapato ao constatar a geralmente tão discreta Lídia Jorge (et pour cause Agustina Bessa Luiz) a ficar tão mediaticamente achegada ao P.S..
Meu dito, meu feito. Chegou a altura da paga: como se depreende da sua escolha para o Conselho Directivo do C.C.B.. Mais uma * girl for the job * ?
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#3
“COmo as leis são gerais e abstractas não podem abrir excepções só para uma deputada”
Isso, em Portugal é fácil. Veja o caso dos touros de morte só para Barrancos. Neste caso bastava redigir uma lei mais ou menos assim:
“para TODOS os deputados que tenham residência no estrangeiro e se chamem Inês Medeiros”
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# 10
Ora aqui está um comentário cuja qualidade argumentativa se nivela pela qualidade global da justiça portuguesa.
Bravo Zé, com actores assim a justiça nacional continuará de vento em popa…
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E se morasse em Badajoz, já lhe pagavam, ou todos os deputados têm de morar em Lisboa?
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16,
O José deu-me uma ideia. Um carimbo com uma frase de uso geral em resposta a comentários como os seus.
“Sempre a mesma burrice. Já não tem conserto.”
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“O presidente do Governo Regional da Madeira, em entrevista à Rádio Renascença, falou da sua aliança com o primeiro-ministro José Sócrates, nos aspectos que considerar “justos” para o país, mesmo que “seja contra o PSD”.
roubaram-lhe o pugrama, os votos e os chefes. para os accionistas do psd a ordem é vender rápido e a qualquer preço. os caterpillares da madeira podem vir recolher os destroços do psd nacional e o casal ventoso poderia ser reactivado para albergar as vítimas.
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Ó anónimo:
É por causa do pontapé matafórico ( o anjo da guarda a proteja de tal ofensa física)?
É por causa da exigência de abstração e generalidade das leis?
Então, autoriza-me a parafrasea-lo: aqui está um comentário cuja qualidade argumentativa denota o deconhecimento das realidades confundindo a justiça com o arbítrio.
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Isso do arbítrio é o acto de arbitrar. Como a arbitragem está uma miséria em Portugal, é o que toda a gente diz, vão-se profissionalizar os árbitros. Com árbitros profissionais vamos passar a ter a decisão do penalti com 4 ou cinco anos de atraso, para a arbitragem ficar igual à justiça.
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#16 – “E se morasse em Badajoz, já lhe pagavam, ou todos os deputados têm de morar em Lisboa?”
pergunta ao guilherme silva.
lisboa/orly/lisboa-26/29mar, € 250,23
lisboa/funchal/lisboa-26/29mar, € 223,91
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#21 – matafóras de ida e volta € 26,32 por cabeça
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Quando é que prendem o Ricardo Rodrigues? Já não se pode ouvir o homem, a defender a honra (perdida) de Sua Excelencia o Senhor Primeiro Ministro.
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21#
o guilherme Silva foi eleito pelo circulo da Madeira.
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quero lá saber se o circo é da madeira ou do cardinalli, se o gajo tem residência na madeira e pagam-lhe as deslocações para fazer o favor de se baldar no parlamento. portantes a outra tamém tem direito, ou há para aí alguma lei escondida que fixa a residência aos deputados de acordo com a cor do cabelo.
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Madeira-Território Nacional
Paris-estrangeiro
Estou contra o pagamento destas viagens porque sempre se poderiam dar mais uns RSI´s a uns primos deserdados da Cova do Vapor.Em benefício do Paulo Pedroso…
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o catinga sabe geografia a potes.
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Realmente com gente estúpida como esta não há esperança para esta merda de país. É claro que uma pessoa eleita por Lisboa não pode esperar que lhe paguem uma viagem semanal para Paris! Assim como é de esperar que quem for eleito pelo círculo da Europa, ou Madeira, ou Vila Real (do PS/PSD/BE/PCP/CDS) lhe seja paga essa despesa.
Esse lugar na Europa no PS pertence a Paulo Pisco.
Abram os olhos, suas bestas, e tentem perceber o que se ainda aqui a discutir. Ou então reduzam-se à vossa insignificância.
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Se Inês quando foi eleita por Lisboa, já morava em Paris, é porque não é ilegal.
A questão é se a AR deve pagar as viagens dos deputados às suas residências habituais, quando fora de Lisboa, ou do continente, ou da Europa ou do planeta.
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#28 – afinal é um problema de esperança “…não há esperança
…não pode esperar…assim como é de esperar”, ainda cheguei a pensar que estivesse regulamentado.
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Mas será que a generalidade dos portugueses não deu ainda conta de que o PS paga e repaga a todos os que usam o seu prestígio, nas mais variadas áreas, para o apoiar em antena aberta ou espaço jornalístico, ou outro?
É notório e há anos…´
Por todo esse despesismo e tanto outro sem qualquer retorno para a economia nacional é que chegámos ao que chegámos. É tempo de dizer basta; atirar fora este PEC “horribilis”; aguentar a maré e recomeçar do chão a remendar o que existe, a reciclar, a poupar na “manada” e a investir cá dentro o que resta. Recomeçar a erguer este País, de 900 anos, com gente que tem palavra, vergonha e honra. Gente que quando diz branco, corresponda mesmo a branco. Não como actualmente acontece: se o governante diz branco, de imediato pensamos – lá vem a núvem preta!
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Apesar de me custar reconhece-lo, esta Inês de Medeiros foi um completo erro de casting do PS!
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Esta deputada foi eleita por Lisboa e teve que apresentar a residência para figurar nas listas, em condições de legalidade.
Que residência apresentou?
Mudou entretanto e nada disse e agora diz?
Aldrabou. Simples. Fora com ela.
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A sujeitinha é uma nulidade e ainda por cima irritante. Quem é que ela se julga?
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Alguém que encontre a papelada com a residência que ela apresentou nas eleições.
Tinha piada.
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A Inês de Saint-Maurice de Esteves de Medeiros Vitorino de Almeida consegue diaria e consistentemente elevar a fasquia do ridículo próprio. Uma vista de olhos em diagonal na ficha da criatura no site da Assembleia, nas secções Habilitações Literárias (frequência(s), andou por lá), Profissão(faço umas cenas) e “Comissões Parlamentares a que pertence”(tudo mais um par de botas, que tenho opiniões e não são poucas) faz-me lembrar o melhor Kafka ou Gogol.
“Alguém me disse que pagava” – como se estivesse a sair do Lux em pré-coma. Muito bem, Inês.
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ehehe
Fez parte da Comissão de ética, sociedade e cultura:
Click to access Newsletter-Deputados-Novembro-2009.pdf
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Estou certo que a breve passagem da Inês de Saint-Maurice de Esteves de Medeiros Vitorino de Almeida pela AR Portuguesa será suficiente para reforçar a convicção dela de que Lisboa tem o cordão umbilical em África e que fez bem em trocar esta terra de ingratos pela França de gauche que incensa sem critério tudo quanto é exótico, trágico e terceiro-mundista.
Não se pode pô-la em tele-trabalho, desde casa, com um daqueles portáteis público-privados de tampa pesada?
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Dispensava o melindre de ter de conbiber com o povo, ainda que na figura dos seus mais dignos representantes, e podia no sossego da sua casinha recolher os ovos misteriosos que fazem as delícias dos agricultores virtuais. Sem o voyeurismo inerente a trabalhar num local público, com equipamento público e para o público.
Inês, o nosso amor só funciona ao longe.
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não percebo a ideia
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Ela acumula milhas e nós milhões (de dívidas)
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