Todos contra o PEC
Se prestarmos atenção aos líderes da oposição fica-se com a ideia de que são todos contra o PEC, embora não se perceba ao certo o que os incomoda no PEC. O PEC é apenas a factura das asneiras que se fizeram nos últimos 15 anos. Agora há que pagar.
Há quem pense que isto do PEC se resolve não se fazendo obras megalómanas. Se a única medida do PEC fosse essa o défice em 2013 seria para aí de uns 6% e a dívida pública oficial ficaria próxima dos 105%. Na verdade, as obras megalómanas serão feitas por Parcerias Público Privado, pelo que o seu impacto na dívida e no défice até 2013 é reduzido.
Paulo Portas é contra o corte nos benefícios fiscais, mas também é contra o congelamento das pensões mínimas. Entretanto vai propondo medidas para a educação que fazem aumentar a despesa.
Há quem defenda que não se deve privatizar a “coloque aqui a sua empresa estratégica preferida”, não adiantando que outra estratégia o estado poderia seguir para reduzir a dívida.
A esquerda quer que o PEC seja pago pelos ricos e pelo capital. Isto é a melhor garantia de que a Suiça nunca precisará de se preocupar com PECs.
Passos Coelho parece ser o único que já defendeu, ainda que discretamente, que o PEC devia ser mais draconiano (controlar o défice e reduzir dívida para 75%). Mas não explicou onde vai buscar os 24 mil milhões de euros adicionais sem aumentar impostos (como promete).

“Na verdade, as obras megalómanas serão feitas por Parcerias Público Privado, pelo que o seu impacto na dívida e no défice até 2013 é reduzido”
Quantas vezes não questionou o João no passado a veracidade destas afirmações?
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E o aeroporto novinho em folha da Grécia, também foi em parcerias público privado?
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Passos Coelho é contra o aumento de impostos e contra o congelamento dos salários na função pública. Pelo que apontá-lo – como o JM aponta – como o único que percebe o problema em que o país está é puro delírio mental ou má fé. Agora escolha. Acredito mais na má fé, porque tenho o JM como pessoa inteligente. Dito isto, é também a primeira vez que vejo o JM fazer campanha por um candidato. Podia é dizê-lo – como podiam os outros blasfemos – por uma questão de honestidade intelectual para com os leitores. O que se verifica é que os blasfemos estão a marimbar-se para os seus leitores, pese embora todos os textos comemorativos. É pena.
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««Passos Coelho é contra o aumento de impostos e contra o congelamento dos salários na função pública. »
http://www.google.com/search?sourceid=chrome&ie=UTF-8&q=passos+coelho+sal%C3%A1rios+fun%C3%A7%C3%A3o+p%C3%BAblica
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«« JM fazer campanha por um candidato. »»
Campanha?
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Passos Coelho? o homem que veio defender a função pública e a zona salários, subsídios e pensões, a tal que é responsável por mais de 2/3 do problema? Este post é uma brincadeira, só pode.
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“Há quem pense que isto do PEC se resolve não se fazendo obras megalómanas. Se a única medida do PEC fosse essa o défice em 2013 seria para aí de uns 6% e a dívida pública oficial ficaria próxima dos 105%.”
Claro que nunca seria só isso. Mas se as obras fossem retiradas, aliado às medidas previstas, quais seriam as implicações no défice e na dívida?
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Quando se trata do PPC, V. consegue encontrar virtudes mesmo onde, como no caso, ele comete erros de palmatória.
É obra!
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««Claro que nunca seria só isso. Mas se as obras fossem retiradas, aliado às medidas previstas, quais seriam as implicações no défice e na dívida?»
Menos de 0.2% no défice e menos de 1% na dívida. Estamos a falar de obras que só terão custos orçamentais significativos após 2013 e esses custos serão diluidos por 30 ou 40 anos.
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“Estamos a falar de obras que só terão custos orçamentais significativos após 2013 e esses custos serão diluidos por 30 ou 40 anos”
Mas isso interessa. Estamos a falar de estabilidade e crescimento a longo prazo. Por isso, seria mesmo importante retirar as obras megalómanas do PEC.
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JM,
Já vi declarações do Passos Coelho na televisão a dizer que não aceitava que o congelamento dos funcionários públicos fosse cego, isto é que não atendesse aos rendimentos de cada funcionário. E já vi também declarações do candidato segundo as quais o PEC não podia ser atingido à custa dos funcionários públicos. Claro que essas declarações constituem uma espécie de double speak: por um lado, o candidato coloca-se ao lado dos funcionários públicos; por outro, pode sempre dizer que também defende os congelamentos para mostrar que é responsável, limitando-se a sugerir que são necessárias outras medidas.
O mesmo fez, aliás, o candidato com o TGV: quando era para criticar Ferreira Leite, disse que o TGV era estratégico (sem mais); quando se aproximam as directas, diz que o TGV é estratégico, mas acrescenta que deve ser adiado por não ser sustentável em termos financeiros no imediato.
Quanto à questão de fazer campanha por PPC, faço esse afirmação porque acredito que o JM é uma pessoa inteligente e que, portanto, sabe que Passos Coelho tem um discurso quanto ao PEC que é menos responsável (porque não aceita aumento de impostos sem dizer como compensa esse factor) do que o de Rangel (que aceita aumenta de impostos e, para além disso, já afirmou estar de acordo com as reduções de despesa defendidas por PPC e Aguiar Branco). E este post está em consonância, aliás, com a série de posts que o JM dedica a Rangel e que contêm críticas semelhantes às que poderiam ser feitas a PPC, sem que o JM alguma vez tenha criticado este candidato. É coisa que já foi notado pela maioria dos comentadores do Blasfémias e que não é diferente do que acontece com o PMF (já não falo do CAA, que é por demais evidente).
Donde, presumir que o JM defende a campanha do PPC e que só não o critica, porque o quer ver eleito, é puro senso comum.
A outra hipótese seria considerar que o JM se deixa enganar facilmente pelos candidatos, o que pressupôe alguma incapacidade para compreender a política. Mas isso é hipótese que, de momento, não contemplo.
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Nem PS ,nem PS(D), nem CDS e muito menos BE ou PCP , estão disponiveis para tomar as medidas necessarias e definitivas para resolver o estado de insolvencia do país .
Socrates gastou e continua a gastar de maneira inconsciente e irresponsavel tudo o que tem e não tem , sem se preocupar com um minimo de contenção real.Limita-se a aumentar continuamente os impostos degradando a economia de tal maneira que só um louco investiria em portugal tendo em conta que a “justiça” é demasiado morosa , a criminalidade é alarmante, a burocracia é asfixiante e a corrupção é endémica.
Estamos num quadro muito parecido com o da Argentina nos anos 90 , onde um bando de individuos no poder fazia tudo para se manter no mesmo roubando (legalmente ,claro)e assambarcando salarios ,pensões duplas e triplas , subsidios , contratos , assessorias , lugares e outras sinecuras , até que os credores puseram fim á grande farra.Infelizmente este tem sido também o caminho de Portugal e tudo indica que terá o mesmo fim .
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Caro João Miranda
Cada vez é mais chato e menos produtivo ler as tuas postas
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jm não faz trabalho de casa e depois dá nestes posts.
Click to access 15medidas_100310.pdf
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Quando o Guterres se pirou e deixou o país na bancarrota, como parece que muita gente já se esqueceu, houve pessoas que sabem o que dizem, que adiantaram que a solução para os nossos problemas, que então não eram comparaveis ao que são hoje passava por:
Mandar 200 mil funcionarios pagos com dinheiro publico para casa, recebendo 70% do ordenado durante 2 anos.
Diminuir escalonadamente os vencimentos da função publica nos vencimentos acima dos mil euros, em 5%, 10%, 20% 30%, etc.
Fazer a reforma da Segurança social, tornando-a sustentavel, aplicando às reformas o mesmo criterio dos ordenados da função publica.
Uniformizar o Iva entre 15% e 17%.
Fazer programas tipo Siii dos anos 80, mas adaptados à realidade actual, para apoiar VERDADEIRAMENTE as pequenas e medias empresas que são os grandes empregadores deste país.
Um programa deste tipo, a que na epoca não se deu muita importancia, pode até parecer um pouco bizarro à maioria dos portugueses, mas se isto tivesse sido feito, estou convencido que teriamos enfrentado esta crise de uma maneira mais eficaz, e não estariamos no estado em que estamos.
Convem referir que se continuarmos nestas meias tintas, não estamos livres de nos obrigarem a tomar medidas ainda mais drasticas.
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Cheira a soluções tipo “lei do arrendamento”, do género toca em tudo menos na substância, só para ir ficando tudo na mesma até ao desastre final.
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caro JM, apoiante de PPC:
O único feed que tenho no Google reader do Blasfemias é precisamente os comentários do anti-comuna. Além da visão atenta e coerente do LR, nada mais se aproveita.
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Já agora, eu também tenho notado aquilo que o José Barros diz ter notado.
Bater constantemente em Rangel, desqualificar Aguiar Branco como irrelevante (quando falam nele é também para criticar) e calar-se olimpicamente quanto a PPC significa um apoio efectivo a PPC nesta disputa eleitoral.
Se não estivessem interessados nesta disputa, ignoravam todos os candidatos. Se estão interessados e criticam todos menos um… é só fazer as contas.
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Nenhum deles tem a miníma ideia do que se passa, nenhum tal como o cego do Sócrates sabe ler números e perceber o que representam.
A gestão vai ser casuística, e reactiva aos desastres que se irão suceder.
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“a “justiça” é demasiado morosa , a criminalidade é alarmante, a burocracia é asfixiante e a corrupção é endémica”
A justiça, hoje, depois da revolução sócretina, ao fim de anos ainda não mexe uma palha num caso de incumprimento de pagamento de um contrato. Vários anos! Hoje, depois da revolução informática e do Simplex, se lhe roubarem o automóvel você tem que tratar com a PSP onde o roubaram, com a GNR onde o encontraram, com a esquadra mais próxima do local onde a viatura foi utilizada para praticar um crime, e quando lhe telefonam para casa ainda tem que explicar aos elementos de cada uma das esquadras que o carro já foi encontraco, onde, como, quando, por quem, e o que os outros colegas fizeram e não fizeram, porque eles não sabem. É a maior bandalheira! Os tipos até têm à mão listas de números de telefone de outros departamentos com 10 algarismos. Imagina-se o que não estará a acontecer com as finanças deste país grotesco.
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O PEC é só uma parte da factura, uma parte que nem sequer pára um maior endividamento. Muito do que lá está são receitas irrepetíveis. E não esquecer essas receitas vão para os bolsos do Governo. Para depois oferecer à clientela.
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“Nenhum deles tem a miníma ideia do que se passa, nenhum tal como o cego do Sócrates sabe ler números e perceber o que representam.”
O Sócrates lê o Keynes hoje como quem lê um manual de MS-DOS na década de 80.
E os que têm a mania que percebem do assunto são os piores.
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Que maravilha… Então quando o João Miranda escreve o evidente e que qualquer ser pensante discorre, já não gostam???
Gostam mais do estilo populista e trauliteiro de combate ao governo, não é? E se for contra o governo e contra PPC ao mesmo tempo, então adoram…
Era lindo se algum dia tivessem poder (o que por certo não vai acontecer)…
O rigor já não interessa nada, até comem o JM vivo se ele continua a escrever desabridamente.
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O RSI era, por estas bandas, a pior coisa do mundo. coisa de socialistas e de mandriões que não querem trabalhar. o governo mexe no RSI e passa logo a ser um deus me livre, que este governo quer roubar aos pobres para meter ao bolso.
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O subsidio de desemprego era mais uma xuxialisse da treta, que os bons não precisam de subsidios. O que era preciso era acabar com a subsidio-dependencia.
Pois o governo mexe no subsidio e passa logo a ser um ataque à classe média. muda logo o discurso, o que é preciso é tirar de lá o governo que ataca a classe media
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O Estado era megalomano, monstruoso. a maior parte das suas instituições estavam muito melhor nas mãos de privados, já que o estado não tem vocação produtiva. Regulador, no máximo. O governo propõe meia duzia deprivatizações e deus nos acuda que está a desbaratar o património tuga. acusam logo sócrates de vender os aneis, os dedos, as mãos e os braços.
Como ficam só as pernas, vamos ser todos jogadores de futebol. Que aliás é para o que esta gente serve – dizem logo – já que a educação está como está… e engata o discurso sobre as maleitas da escola pública.
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Quando finalmente percebem que o impacto das grandes obras públicas nodéfice é reduzido – e logo nestas que eram o grande argumento da tese do despesismo – ficam só com o suposto mau exemplo e os encargos para as gerações futuras (coisa que em boa verdade o JM sempre criticou). Mas como no fundo sabem que Portugal foi todo feito assim e que se assim não fosse ainda andavam de carroça, ficam sem argumento nenhum e toca a malhar no JM.
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A verdade é que a direita não tem nenhum argumento válido contra este PEC, a não ser o da rucusa em privatizar a RTP. Curiosamente desse ninguem parece quere falar…
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23,
“O Sócrates lê o Keynes (…).
V. deve estar enganado. Que se saiba, o único “livro” que o sujeito leu na vida foi o “Tio Patinhas” e isto porque tinha “bonecos”. Muito gosta ele de “bonecos”…
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O Piscoiso mudou-se para Fortuna, foi?
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Fortuna
O que voçê argumenta são politiquices !
O essencial é que socrates vai continuar a endividar-se até ao ponto de não retorno , pois o PEC é apenas uma aspirina que não ataca a doença propriamente dita que é “gastar mais do que o que se ganha ou produz”.
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“ficam só com o suposto mau exemplo e os encargos para as gerações futuras”
e ele ainda por cima diz só! Podemos cometer-nos agora com projectos megalómanos e desnecessários porque as futuras gerações é que vão pagar.
É agora ou nunca que se impede tal descalabro.
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“Quando finalmente percebem que o impacto das grandes obras públicas nodéfice é reduzido”
Em 2010 pateta. E se for tudo feito com Parcerias Publico-Privadas nem vai para o défice. Fica tudo como dívida.
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Tudo uma grande treta. Isto está de tal forma que não há PEC que resolva.
O que se pode dizer de um país que esbanjou à tripa-forra dinheiro em expo’s, estádios, milhares de km de alcantão, e tantos outros desperdicios inuteis. Vender a retalho sectores fundamentais do estado colocando a economia nacional na roleta! LADRÕES!
Antes uma empresa tinha mil empregados e um patrão, hoje a mesma empresa tem quinhentos empregados e quinhentos patrões(accionistas). Não há produção, optimização de processos, restruturação que aguente tamanho descalabro.
Isto precisa é de um PREC. As empresas aos trabalhadores e há que andar com isto pra frente!
Bafo’s
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“A esquerda quer que o PEC seja pago pelos ricos e pelo capital. Isto é a melhor garantia de que a Suiça nunca precisará de se preocupar com PECs”.
1º) Já lá estão, logo, não se sentiria a diferença.
2º) A avaliar pelo que esses “criativos investidores” têm feito, talvez fosse mesmo de os convidar a ir.
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1. Acabar, mas mesmo acabar com o “rendimento mínimo”.
2. Reduzir todos, mas mesmo todos os ordenados dos FPs em 10%, e congelá-los, mas mesmo congelá-los, sem progressões e outros truques, até 2013 (pelo menos).
3. Despedir os FPs que não têm vínculo.
4. Obviamente, nem um tostão para o aeroporto nem para o TGV nem para as AEs. Se já estão “contratualizadas, paciência, se as empresas quiserem continuar, continuem, mas não há pagamentos.
Enfim, agora é fazer as contas. só disto. Ah! E nós não pagamos nem mais um tostão!!!
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O cowboy que dispara mais rápido que a própria sombra ainda não percebeu o que é que acontece aos encargos da divida…
E porque é que nunca conseguem deixar de injuriar quem vos confronta? Infelizmente é a direita que temos, trauliteira, sempre com o insulto na ponta da língua.
Quanto ao Piscoiso, não sei… Poderá estar para os lados do magreb, talvez…
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ARROGÃNCIA, PREPOTÊNCIA, MÁ CRIAÇÃO DESTA CAMBADA XUXA NÃO TEM LIMITES
http://aeiou.expresso.pt/ps-critica-psd-por-ousar-chamar-socrates=f572572
Aqui há meses, Sócrates garantia na AR que ninguém estava isento de críticas.
A propósito da campanha suja, raivosa e histérica de uns “corajosos” deputados xuxas contra o PR!
Depois, veio o discurso de Natal de Cavaco
Depois a crise caiu na praça pública
Depois veio a público o tráfico de influências, as pressões, a usurpação de funções do Estado, as negociatas xuxas sobre a TVI.
E ficaram mansinhos: ESTAVAM EM RISCO DE PERDER OS TACHOS E OS MILHÕES QUE O PODER LHES DÁ À CUSTA DOS PORTUGUESES (Como o boyzinho da PT: quase 2 milhões de €/ano)
Agora dizem que o PSD OUSOU chamar sócrates à AR!!!
ENTÃO A CONVERSA ARROGANTE, PESPORRENTE, MAL EDUCADA DE SÓCRATES NA AR A DIZER QUE NINGUÉM ESTÁ ACIMA DA CRÍTICA???
É SÓ PARA OS OUTROS?
claro que isto só é possível com os papagaios-moluscos-invertebrados mediáticos e amigalhaços da corrupção xuxa a chorar que o sókas é sério!!!
O SÓKAS SÉRIO!
COMO SE ISTO FOSSE POSSÍVEL…
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Pior que o Paços Coelho só o tal de Rangel,chiça!
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“percebeu o que é que acontece aos encargos da divida…”
e o Fortuna está todo contente que estas não serão reflectidas enquanto o PS estiver no governo. Só mais tarde, como é a política de Sócrates, compra agora, paga depois. O mesmo aconteceu com as energias renováveis. Se a electricidade é tão cara agora, como será depois quando o custo das eólicas começar a ser cobrado! Se já nos custa tanto agora pagar a dívida, como será depois!
Portugal pela primeira vez, desde sempre, não conseguiu produzir riqueza para pagar a dívida. Mesmo assim, o governo PS está disposto a endividar-se mais.
Chumbar o PEC é a única maneira de pôr fim a esta irresponsabilidade toda. O Governo PS pensa tal e qual o Fortuna. Não querem saber do país para nada.
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