O que ficou «demonstrado» não me parece grande coisa…
13 Abril, 2010
Tendo-se notabilizado desde a disputa pela liderança do psd por textos de cariz chocarreiro, sem graça ou ironia e recorrendo ao insulto, no que quase pode ser considerado uma tentativa de bullying, confesso não descortinar qualquer razão para se afirmar que «diz o que tem de ser dito», por ser patente a ausência de qualquer sentido naquilo, tirando o destilar de odiozinhos de estimação. Há quem goste, quem pelos vistos ache aceitável utilizar tal estilo na praça pública. Pois que lhes faça bom proveito.
18 comentários
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Amén!
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O meu aplauso.
Francamente, o seu “colega” CAA, perdeu a tramontana. E perdeu-a muito antes de ser convidado para colaborar na “Dica da Semana” e na “Maria”…
Não vejo é como tão atarefado cumentarista pulhítico consegue ainda ter tempo para o Blasfémias…
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Gabriel, sempre o mais lúcido dos Blasfemos.
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Assino por baixo.
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http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2010/04/entusiasmos-juvenis.html
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eh,eh,eh…
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Concordo Gabriel…e também eu não vislumbrei qualquer “iluminismo” no post do Albergue. A eterna dependência/necessidade de “messias” que em modo contínuo encaminha este paìs para o abismo.
Um elogio demasiado evidente/realista:
Sem dúvida Gabriel, independentemente dos cruzamentos onde nos desencontramos, V. é o mais lúcido dos demais.
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Anda por aí alguem muito, muito sensivel…
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São opiniões, Gabriel. Quando se é constantemente insultado podemos sempre optar por um de dois caminhos: ignorar ou responder à letra. Ambas respeitáveis. A segunda hipótese é a mais arriscada. A primeira a mais calculista.
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pelo menos o gajo não me censura os comentários como tu.
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os betos e os pseudo-betos ficaram furiosos com o nogueira
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Caro Fernando (9)
não creio que esteja em causa nada de «respeitável» pois que ele é que começou por insultar tudo e todos, face a notória ausência de qualquer argumentário político.
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Subscrevo por inteiro o post.
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2, Leal Conselheiro:
“Não vejo é como tão atarefado cumentarista pulhítico consegue ainda ter tempo para o Blasfémias…”
Pois. O CAA agora faz disto um vazadouro. É ver como “posta” hoje um patético artigo publicado no JN do “amigo Joaquim” há mais de uma semana. Sem direito a comentários, é claro…
Da-se! Os outros “blasfemos” não se sentirão defraudados e ofendidos com tão grande falta de vergonha?
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> grande falta de vergonha
O que é essa “vergonha” de que fala ?
Dá para comprar BMWs ?
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oh gabriel! se o leite lhe perturba o sono que aquela coisa provova, misture com chá.
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> > grande falta de vergonha
> O que é essa “vergonha” de que fala ?
> Dá para comprar BMWs ?
Esta foi um bocado breve, mas eu estico-a mais.
Como o santo camarada Nietzche explicou, antes de passar a andar de pijama num manicómio, o ultra-homem (ultra como em ultrapassar) está para além do Bem e do Mal, e borrifa-se para a moral cristã, coisa de escravos para subjugar os seus melhores. O Crowley depois resumiu “Do what thou wilt shall be the whole of the Law.” (“Refocilem à vontade, cambada”, em tradução livre.)
Portanto, tudo o que permita adquirir BMWs (carros que ultrapassam todos os outros, como se sabe) é não só legítimo, como desejável, e até mesmo recomendável. Liberta o ultra-homem que há em si … mmm … (ultra-mulher ou ultra-coiso, conforme apropriado, e em quotas adequadas, não queremos chatices.)
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Vamus lá a sabêri:
“Quid” ou “quod” erat demonstrandum?
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