escolinha socrática
Mário Lino disse hoje: «Já quanto à determinação das características para o computador, garantiu, «constam de um acordo entre as partes. Acordámos as características mínimas, sendo que os operadores [Sonaecom, TMN, Vodafone e ZON] podiam propor alterações, mas nunca propuseram», acentuou depois de citar um protocolo assinado entre o Executivo e os operadores a 19 de Abril de 2009, mas que tinha efeitos já desde 30 de Julho de 2008».
Claro que tinha de ser assim, escolher o magalhães com efeitos retroactivos a 30 de Julho de 2008. É que nesse dia o primeiro-ministro já tinha dito que seria o magalhães o escolhido: «O programa e.escolinha visa que todas as crianças tenham acesso ao computador Magalhães», sublinhou José Sócrates».
Isto já é mais assunto para a Polícia Judiciária do que para o Parlamento.

Não haveria PJ que chegasse.
Para estes (do PS)
e camaradas do bloco (PSD/CDS).
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O Sr.Sócrates, e o Sr.Lino só fizeram esta escolha porque tinham vontade de homenagear o José Magalhães, o pioneiro socialista nas questões da internet, o precursor do choque tecnológico.Não acredito que houvessem outros interesses por trás… O facto da JP Sá Couto ter aumentado brutalmente a facturação no último ano, tal como a O2 do Godinho, é mera coincidência. Não podemos ver maldade em tudo…
mindjacking.wordpress.com
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O concurso actual exige:
* Windows 7 (especificação ilegal)
* usar a expressão “ou equivalente” nesta exigência de Windows 7 revela intenção de contornar a lei que proíbe tais especificações, uma vez que é uma exigência impossível de concretizar com a tecnologia actual e dos tempos mais próximos, e apenas existe porque existe uma alínea na lei que permite menções a produtos específicos desde que sejam apenas para referência, devendo poder ser substituídos por algo equivalente.
* sistema de ficheiros NTFS (formato proprietário da Microsoft)
* Office com suporte ao formato [prorietário, falso standard aprovado em situações muito dúbias] Microsoft OOXML, sem especificação da versão o que implica que pode ser uma qualquer de várias incompatíveis umas com as outras a menos que só se utilize o Microsoft Office.
* descrição absurdamente detalhadas das características do computador que proíbe várias plataformas de competirem (ARM, MIPS, etc…), dir-se-ia que apenas Intel Atoms podem encaixar [como uma luva] tal especificação
Por último, sim tenho uma cópia dos termos do concurso. A PJ também deveria ter, e o Parlamento já a devia ter exigido, uma vez que para concurso público é necessário pagar 500 € e assumir o compromisso de sigilo.
Uma vez que não paguei nem assumo esse compromisso a minha pergunta é: é legal publicarmos isto?
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Não o explicitei mas especificar um formato proprietário da Microsoft é ilegal, uma exigência que implica Microsoft Office ou programas que não existem não especifica alternativas reais para além do Microsoft Office, logo é ilegal, e a descrição do hardware deixa-me com muitas dúvidas sobre a sua legalidade.
O Ministério da Educação nem se dignou a responder aos nossos pedidos de reunião (telefone e email).
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como?
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Relembrando a história. Há dias maus.
“Em 1848, preparava-se uma revolta popular que colhia alguma simpatia por parte da burguesia. Os operários reclamavam a instauração de uma República e exigiam uma reforma. Com isso a revolta tinha uma petição com 5 milhões de assinaturas.
Os revoltosos combinaram diversas reuniões,entre as quais se destacou o banquete público da oposição de 22 de Fevereiro de 1848, que o governo tentou impedir que se realizasse. A burguesia afastou-se dos operários; contudo, estes, juntamente com artesãos e estudantes, concentraram-se no local combinado. O apelo à rebelião foi lançado por adeptos do sufrágio universal, partidários de reformas sociais que tinham conseguido escapar às autoridades. Centenas de milhares de insatisfeitos com o desemprego, mas sem um programa político claro, descobriram que queriam derrubar o governo do rei Luís Filipe, de seus ministros e de todo o sistema económico que os enriquecia às custas dos trabalhadores. No dia seguinte, o centro de Paris estava cheio de barricadas. O rei demitiu Guizot na esperança de aplacar a revolta, mas a multidão voltou a protestar e, na madrugada do dia 24, foi atacada a tiros pela Guarda Nacional. Na fuzilaria morreram cerca de 500 pessoas. Os cadáveres foram colocados em carros iluminados por tochas e desfilaram pelo centro de Paris, alimentando a insurreição, dando início a uma luta aberta que se estendeu por toda a cidade. Soldados da Guarda Nacional, enviados para reprimir os manifestantes, uniram-se a eles”.
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Mais uma grande aldrabice.
Se este Primeiro-Ministro tivesse vergonha na cara já tinha ido embora.
´
São trapalhadas atrás de trapalhadas!
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Este vigaralho do carista já tinha o diploma, as casotas, a lixeira da Cova da Beira, a “fripòr”, a TVI, e agora ainda lhe arranjam o caso bimbalhães e a história do insuspeito parolito (o querido figo)…
Estes casos são casos de cadeia. Já!
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Caro Rui Seabra,
O anúncio público está disponível aqui (versão Diário da República). As exigências que refere não aparecem (devem estar no caderno de encargos), que custa, como refere, 500 euros. A versão do Jornal Oficial da União foi publicada a 6 de Janeiro (estranhamente, refere uma referência de processo diferente da que consta do DR…). Se as exigências técnicas são, de facto, as que refere, o concurso é pouco menos que viciado, sobretudo na parte do software. Muito gostava eu de ver o tal caderno de encargos.
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@Carlos Loureiro: não será difícil descobrir como me contactar 🙂
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@Carlos Loureiro: efectivamente se aparecessem na componente “pública” não estaria com dúvidas… o problema é que estas exigências explicitamente à margem da lei encontram-se escondidas sob 500€ e dever de sigilo.
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Façam favor de parar!
Cada cavadela,cada minhoca.
Não remexam mais.O fedor do súcialismo é insuportável.
Cada vez se torna mais claro que quem dirige o país é uma organização mafiosa.
Cada vez se torna mais claro que o MP é uma extenção do governo.
Se for permitida a destruição das escutas,o mal continuará a alastrar.Em breve nada teremos para deixar aos nossos descendentes senão dívidas,miséria e criminalidade violenta.
A gatunagem nem liga à degradação do país.Vive para o gamanço e os negócios ilegais.
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METER TODA ESSA CORJA NA CADEIA E DEIXAR DE MAIS INQUÉRITOS E MAIS INQUÉRITOS.
CHEGA DE PAGODE!
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Post lógico, cuja conclusão é óbvia. Caso de polícia, como aliás muitos outros
Logo, nada passará!
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ÃO
ÃO
ÃO
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Estes É Que Precisavam De Avaliação, Mas Em Vez Disso Têm Milhões
Estado assegura 672 milhões em património do BPP
900 milhões de euros para apoiar sector automóvel
E reparem na pressa em pagar aos pobres necessitados:
Antigos accionistas do BPN podem receber indemnização em Janeiro
Se o prazo inicial for cumprido, Deloitte e Deutsche Bank, escolhidos pelas Finanças,
deverão ter avaliação do BPN concluída em 30 dias. Ministério tem depois 15 dias para fixar indemnizações.
(…)
A lei n.º 62-A/2008, criada para a nacionalização do BPN, define que “com base na avaliação (…), o membro do Governo responsável pela área das finanças, fixa, por despacho, no prazo de 15 dias, o valor da indemnização”.
O BPN era detido directamente pela SLN, por sua vez detida por um conjunto de accionistas individuais, como seja o anterior presidente José de Oliveira Costa, Almiro Jesus Silva, Manuel Neves dos Santos ou Joaquim Coimbra, quer directamente, quer através da SLN Valor.
Desculpem-me lá mas hoje acordei com uma costela de Francisco Louçã em mim…
http://www.educar.wordpress.com/2008/12/03/estes-e-que-precisavam-de-avaliacao-mas-em-vez-disso-tem-milhoes/
Para Mais Logo
Breve análise crítica da imprensa em dia de greve ou como João Rendeiro, o gestor maravilha de um banco afundado, tem mais importância e custa mais caro ao Estado português do que toda a classe docente.
http://www.educar.wordpress.com/2008/12/03/para-mais-logo-2/
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Offshore socialista
A última novidade do Governo socialista do senhor presidente do Conselho é uma coisa
chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Esta entidade, cozinhada no gabinete do
ministro Lino ex-TGV e ex-aeroportos da Ota e Alcochete, foi a contrapartida exigida pelo
Governo a três operadores para obterem as licenças dos telemóveis de terceira geração. É
privada, tem um conselho geral com três membros nomeados pelo Executivo e um conselho de
administração com três elementos, presidido por um ex-membro do gabinete do impagável
Lino, devidamente remunerado, e dois assessores do senhor que está cansado de aturar o
senhor presidente do Conselho e já não tem idade para ser ministro.
Chegados aqui vamos à massa. Os três operadores meteram até agora na querida fundação 400
milhões de euros, uma parte do preço a pagar pelas tais licenças. O Estado, por sua vez,
desviou para esta verdadeira offshore socialista 61 milhões de euros. E pronto. De uma
penada temos uma entidade privada, que até agora sacou 461 milhões de euros, gerida por
três fiéis do ministro Lino, isto é, três fiéis do senhor presidente do Conselho. É
evidente que esta querida fundação não é controlada por nenhuma autoridade e movimenta a
massa como quer e lhe apetece, isto é, como apetece ao senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui tudo é possível. Chegados aqui é legítimo considerar que as Fátimas,
Isaltinos, Valentins, Avelinos e comandita deste sítio manhoso, pobre, deprimido, cheio
de larápios e obviamente cada vez mais mal frequentado não passam de uns meros aprendizes
de feiticeiro ao pé da equipa dirigida com mão de ferro e rédea curta pelo senhor
presidente do Conselho.
Chegados aqui é legítimo dar largas à imaginação e pensar que a querida fundação, para
além de ter comprado a uma empresa uma batelada de computadores Magalhães sem qualquer
concurso, pode pagar o que bem lhe apetecer, como campanhas eleitorais do PS e dos seus
candidatos a autarquias, e fazer muita gente feliz com os milhões que o Estado
generosamente lhe colocou nos cofres.
Chegados aqui é natural que se abra a boca de espanto com o silêncio das autoridades,
particularmente do senhor procurador-geral da República, justiceiro que tem toda a gente
sob suspeita. Chegados aqui é legítimo pensar que a fundação privada criada pelo senhor
presidente do Conselho é um enorme paraíso fiscal, uma enorme lavandaria democrática.”
Correio da Manhã (António Ribeiro Ferreira)
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caso de polícia?
andam anos a dizer mal dos agentes de justiça e depois querem apanhar o sócrates e companhia?…
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Presidente da Vodafone no Parlamento
Fundação que gere Magalhães foi proposta pelo Governo, ao contrário do que disse Mário
Lino
23.03.2010
O presidente executivo da Vodafone disse hoje que a criação da Fundação para as
Comunicações Móveis (FCM), que gere os programas e.escola e e.escolinha, foi proposta pelo Governo, o contrário do que tinha afirmado Mário Lino.
A fundação que gere os programa e-escola e e-escolinha está a dever dinheiro aos operadores (Cláudia Andrade)
António Coimbra, que está ser ouvido na comissão de inquérito à FCM, afirmou que a ideia de criar a fundação surge numa carta assinada pela chefe de gabinete do secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, que a operadora recebeu a 10 de Dezembro de 2007.
Nessa carta, explicou, era referido que a entidade gestora do Fundo para a Sociedade de Informação (que antecedeu a FCM) tinha feito um estudo e era proposta a criação de uma fundação.
António Coimbra disse que na carta era apresentada uma proposta dos estatutos da fundação.
A criação da FCM “não foi iniciativa da Vodafone. Foi proposta na sequência de um estudo feito pela entidade gestora do Fundo para a Sociedade de Informação e a Vodafone concordou”, disse.
“Apontou-se como solução a constituição de uma fundação, com a qual nós concordámos. Não fomos os promotores da Fundação, mas aceitámos a proposta”, acrescentou o presidente executivo da Vodafone.
Recorde-se que o ex-ministro das Obras Públicas, Mário Lino, afirmou, durante a sua audição na comissão de inquérito, que a criação da FCM tinha sido uma iniciativa dos operadores de telecomunicações.
António Coimbra disse também que o plano de actividades da FCM de 2009 foi aprovado com a abstenção da Vodafone.
“Abstivemo-nos porque discordamos do timing de aprovação do documento [30 de Dezembro de 2009] e porque entendemos que era um pouco vago”, justificou.
António Coimbra adiantou ainda que a FCM deve cerca de quatro milhões de euros à Vodafone, disse hoje o presidente executivo da operadora, António Coimbra.
António Coimbra disse que do montante em dívida uma “parcela pequena”, de cerca de 400 mil euros é referente ao programa e.escola, enquanto os restantes 3,6 milhões de euros são referentes ao programa e.escolinha, no âmbito do qual foi distribuído o computador Magalhães.
O presidente executivo da Vodafone disse ainda que o último pagamento da FCM, de cerca de oito milhões de euros, foi feito no dia 26 de Fevereiro.
António Coimbra garantiu que a Vodafone “já executou na íntegra” os 124,7 milhões de contrapartidas, avançando que este valor já foi ultrapassado.
Na segunda-feira, o presidente da Sonaecom, Ângelo Paupério, afirmou na comissão de inquérito que a FCM devia nove milhões de euros à Optimus.
A comissão de inquérito à FCM visa saber em que moldes foi adjudicado o fornecimento dos computadores Magalhães à JP Sá Couto e apurar o destino das verbas das contrapartidas das
licenças para os serviços móveis de terceira geração.
http://www.ww2.publico.pt/Política/fundacao-que-gere-magalhaes-foi-proposta-pelo-governo-ao-contrario-do-que-disse-mario-lino_1429052
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