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Corrupt system

26 Abril, 2010

“It’s comforting to pretend that the financial crisis was caused by nothing more than honest errors. But it wasn’t; it was, in large part, the result of a corrupt system. And the rating agencies were a big part of that corruption.”
Paul Krugman no The New York Times, hoje.

29 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Abril, 2010 15:18

    Ui…Krugmanm esse perigoso Keynesiano? Aqui?

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  2. Desconhecida's avatar
    Tuga preto que está cá desde o terramoto de 1755 permalink
    26 Abril, 2010 15:27

    Os nossos primos judeus são do caraças.Sacam de qualquer maneira e em qualquer circunstância.Mas de forma muito educada e democrática.Estilo Madoff…

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  3. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    26 Abril, 2010 15:55

    Krugman conselheiro da Enron, defensor de uma bolha imobiliária, dos defices, dos juros baixos, da Fanny Mae e Freddie Mac uma especie de Empresas Semi-Publicas do Estado Americano para dominarem todo o mercado de hipotecas!!!

    Um post cheiro de ironia…

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  4. Desconhecida's avatar
    Ex defensor dos judeus permalink
    26 Abril, 2010 15:56

    Afinal não são os mercados soberanos que estão a armar esta confusão toda?

    Começo a ter maus pensamentos relativamente aos judeus, que tenho defendido até aqui, mas agora vejo do que eles são capazes de fazer a este mundo, para atingir os seus modestos objectivos. Vem-me à memória Chaplin, no grande ditador, deitado de costas na mesa a brincar com o mundo, usando os pés, mas vejo-o de barba comprida e com a mitra na cabeça. Sinceramente começo a pesar quem seria melhor, se Hitler ou este povo que ele tentou dizimar…

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  5. Desconhecida's avatar
    Baba de Caracol permalink
    26 Abril, 2010 15:58

    Para quem, como eu, não professa nenhuma religião, a vinda a Portugal do Bento XVI, o chefe máximo dos católicos, é um acontecimento de menor importância que o próximo Mundial de Futebol. Sei, pelos jornais, que o dirigente religioso que nos visita, em Maio, está a atravessar um mau momento por supostamente a sua Igreja ter encoberto, durante décadas, actos de pedofilia praticados por padres, bispos e afins em quase todos os países do mundo. Como sei, também, que se discute, no Vaticano, a origem de tais práticas: o celibato ou a homossexualidade. E sei, ainda, que grupos de cidadãos portugueses querem distribuir preservativos à saídas das missas a celebrar pelo Papa e outros preparam-se para participar nesses rituais com bandeiras negras em sinal de protesto pelas posições e pelos desmandos do clero de obediência romana. Acho bem. E até acho pouco. Há quem leve isto à conta de anti-clericalismo militante. Assim seja. Mas não me venham dizer que o que vale na contestação ao poder político não vale para o poder eclesiástico. Fico com os nervos em franja quando vejo uns meninos de missa do galo arranharem a garganta a gritar contra a corrupção, por exemplo, e a assobiarem para o lado quando lhes falam em padres e bispos pedófilos. A tratar gente eleita democraticamente como foragidos, enquanto beijam o rabinho ao clero, como se os primeiros fossem filhos de prostitutas, e os outros filhos da virgem Maria. Aqui, entre nós, humanos, ninguém foi concebido sem “pecado”. Se quiserem benesses, tenham paciência, aguardem a chegada ao “reino de Deus”.

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Abril, 2010 16:02

    o borges da sachs minor é percebe disso a potes, mas ninguém lhe arranca um comentário. o leite que se cuide porque esse moço costuma entrar pelos gabinetes adentro sem bater à porta.

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  7. Eduardo F.'s avatar
    26 Abril, 2010 16:04

    A corrupção, em qualquer momento e em qualquer lugar, é tanto maior quanto maior for a influência do aparelho estatal. A loucura do crédito hipotecário foi espoletada e estimulada por Washington, tendoo os bancos sido pressionados, em alguns casos conhecidos mesmo ameaçados, para conceder crédito hipotecário fácil, sem pré-condições, sem pagamentos iniciais (100% de crédito), esquecendo toda a atitude prudencial. As agências para-governamentais Fannie e Freddie, ao adquirirem os créditos hipotecários aos bancos, contribuiram em grande escala para mais uma pirâmide Ponzi. Pensar que as agências de rating, cartel legalizado por Washington, iriam contrariar o mote de “uma casa própria para cada família americana” não passaria de uma ilusão.

    Não é aí que deve olhar para a origem da corrupção. Washington e o FED parecem-me ser os candidatos adequados. Aqueles que interpretam o que aconteceu como “falha de mercado” quando foi a sua própria actuação que criou condições que um mercado livre nunca criaria: crédito ilimitado, sem condições prudenciais de atribuição, a taxas de juro ridículas.

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  8. Mugabe's avatar
    Mugabe permalink
    26 Abril, 2010 16:05

    Ò ranho de caracol,já deixaste e ranhoca atrás,não precisas de te repetir.Assim deixas perceber que és o avençado do Coiso a fazer o frete aos corruptos pedófilos do sucialismo da treta.

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  9. Oberon's avatar
    Oberon permalink
    26 Abril, 2010 16:09

    Então já não se pode confiar nas agências de rating? Esta é uma grande novidade para este blogue!!!

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  10. Desconhecida's avatar
    Tuga preto que está cá desde o terramoto de 1755 permalink
    26 Abril, 2010 16:13

    MEMÓRIAS DO PORTUGAL RESPEITADO

    Corria o ano da graça de 1962. A Embaixada de Portugal em Washington recebe pela mala diplomática um cheque de 3 milhões de dólares (em termos actuais algo parecido com € 50 milhões) com instruções para o encaminhar ao State Department para pagamento da primeira tranche do empréstimo feito pelos EUA a Portugal, ao abrigo do Plano Marshall.

    O embaixador incumbiu-me – ao tempo era eu primeiro secretário da Embaixada – dessa missão.

    Aberto o expediente, estabeleci contacto telefónico com a desk portuguesa, pedi para ser recebido e, solicitado, disse ao que ia. O colega americano ficou algo perturbado e, contra o costume, pediu tempo para responder. Recebeu-me nessa tarde, no final do expediente. Disse-me que certamente havia um mal entendido da parte do governo português. Nada havia ficado estabelecido quanto ao pagamento do empréstimo e não seria aquele o momento adequado para criar precedentes ou estabelecer doutrina na matéria. Aconselhou a devolver o cheque a Lisboa, sugerindo que o mesmo fosse depositado numa conta a abrir para o efeito num Banco português, até que algo fosse decidido sobre o destino a dar a tal dinheiro. De qualquer maneira, o dinheiro ficaria em Portugal. Não estava previsto o seu regresso aos EUA.

    Transmiti imediatamente esta posição a Lisboa, pensando que a notícia seria bem recebida, sobretudo num altura em que o Tesouro Português estava a braços com os custos da guerra em África. Pensei mal. A resposta veio imediata e chispava lume. Não posso garantir a esta distância a exactidão dos termos mas era algo do tipo: “Pague já e exija recibo”. Voltei à desk e comuniquei a posição de Lisboa.

    Lançada estava a confusão no Foggy Bottom: – não havia precedentes, nunca ninguém tinha pago empréstimos do Plano Marshall; muitos consideravam que empréstimo, no caso, era mera descrição; nem o State Department, nem qualquer outro órgão federal, estava autorizado a receber verbas provenientes de amortizações deste tipo. O colega americano ainda balbuciou uma sugestão de alteração da posição de Lisboa mas fiz-lhe ver que não era alternativa a considerar. A decisão do governo português era irrevogável.

    Reuniram-se então os cérebros da task force que estabelecia as práticas a seguir em casos sem precedentes e concluíram que o Secretário de Estado – ao tempo Dean Rusk – teria que pedir autorização ao Congresso para receber o pagamento português. E assim foi feito. Quando o pedido chegou ao Congresso atingiu implicitamente as mesas dos correspondentes dos meios de comunicação e fez manchete nos principais jornais. “Portugal, o país mais pequeno da Europa, faz questão de pagar o empréstimo do Plano Marshall”; “Salazar não quer ficar a dever ao tio Sam” e outros títulos do mesmo teor anunciavam aos leitores americanos que na Europa havia um país – Portugal – que respeitava os seus compromissos.

    Anos mais tarde conheci o Dr. Aureliano Felismino, Director-Geral perpétuo da Contabilidade Pública durante o salazarismo (e autor de umas famosas circulares conhecidas ao tempo por “Ordenações Felismínicas” as quais produziam mais efeito do que os decretos do governo). Aproveitei para lhe perguntar por que razão fizemos tanta questão de pagar o empréstimo que mais ninguém pagou. Respondeu-me empertigado: – “Um país pequeno só tem uma maneira de se fazer respeitar – é nada dever a quem quer que seja”.

    Lembrei-me desta gente e destas máximas quando há dias vi na televisão o nosso Presidente da República a ser enxovalhado pública e grosseiramente pelo seu congénere checo a propósito de dívidas acumuladas.

    Eu ainda me lembro de tais coisas, mas a grande maioria dos Portugueses de hoje nem esse consolo tem.

    Estoril, 18 de Abril de 2010

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  11. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    26 Abril, 2010 16:24

    As agências de rating são sempre optimistas, porque os Governos, as Empresas, os Media só querem ouvir boas notícas quando estão os próprios em causa . Ainda agora as agências de rating continuam a ser optimistas, bem tentam não ser tão optimistas como no passado mas não se livram do pensamento optimista dominante.

    Vejam lá como o pobre Medina Carreira leva por não seguir muito a cartilha optimista. Ele que até é um optimista. Basta sair da estreita linha optimista a 100% para se ser olhado de soslaio, dizerem de nós o que não dizem do diabo, chamarem-nos especuladores – isto de se investir em estados na bancarrota é optimismo ou não?- e por vezes levar com ameaças veladas.

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  12. AA's avatar
    26 Abril, 2010 16:27

    Claro que nunca ninguém objecta as leis em que o próprio Capitalismo se desenvolve: as quedas das taxas de juro e coisas do género…

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  13. Ehehe's avatar
    Ehehe permalink
    26 Abril, 2010 16:33

    Verdade,caro AA.Eles nem sequer equacionam adoptar as leis chinesas ou soviéticas,que na verdade,como se sabe,conduzem ao pugresso.

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  14. Ehehe's avatar
    Ehehe permalink
    26 Abril, 2010 16:36

    Assim não vale.O CAA vem largar a bosta e foge.
    Ficava bem num blog estalinista.

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  15. Desconhecida's avatar
    Disse permalink
    26 Abril, 2010 16:40

    .
    Quanto menos poder de compra dos Cidadãos Europeus e Americanos mais produtos baratos de substituição importam para comprarem =
    .
    -China Pledges to Keep ‘Relatively Easy’ Policies Amid Recovery
    http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=agNqaZ3yt1_c&pos=6
    .
    Os ‘olhos diferentes’ querem é Disciplina Fiscal, mais impostos. Cheira-lhe. E bem. Quanto mais disciplina fiscal e impostos menos poder de compra dos Cidadãos, Famílias e Empresas. Mais ele ganha, quanto mais pobres mais produtos chinas e achinesados lhe compram. Mais tecido económico abre falência na Europa e nos EUA. Mas Desemprego. Menos Poder de Compra, mais obrigado a comprar produtos baratos importados (roupas, sapatos, produtos de limpeza, informáticas e há chegar aos automóveis, comboios, aviões etc).
    .
    As Finanças deslocalizaram o dinheiro de Ocidente para Oriente, oportunidade de lucros especulativos. A Economia, os tecidos económicos são arrasados, para já em Portugal, Espanha, Irlanda, Grécia etc. Os outros vão a seguir porque estão a optar por se deixarem ficar isolados, orgulhosamente sós.
    .
    Até as ´pedras da rua choram’ com tanta ‘disciplina de impostos” e com tanta ‘pouca corrupção’ nas terras do deus ‘Jogo&Casinos’.
    .

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  16. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    26 Abril, 2010 16:46

    “Disciplina Fiscal, mais impostos.”

    Se houvesse disciplina fiscal não seria necessário mais impostos. Diga-me um só pais que tenha mantido o aumento de gastos ao nível das taxas de juro?

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  17. Desconhecida's avatar
    Disse permalink
    26 Abril, 2010 17:02

    .
    Ou seja se houvesse um sistema fiscal simplificado, apenas sobre o Consumo, nem haveria necessidade de mais impostos podendo ser reduzidos, nem fugas de capitais para a Banca Estrangeira e Offshores nem o dinheiro sujo da corrupção estava totalmente isento de Impostos de Rendimento. Certo ?
    .
    Quanto ao resto deixa-se à sua convicção. A Finança deslocalizou o dinheiro e o crédito de Ociednte para Oriente enquanto a Economia do Oriente arrasa a do Ocidente.
    .

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  18. AA's avatar
    26 Abril, 2010 17:29

    Eheheh:

    É por isso que em época de crise a China consegue atingir dois dígitos de crescimento…

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  19. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Abril, 2010 17:58

    Caros All,

    Falta de ética e corrupcao, infelizmente nao vao acabar aqui…
    Quanto ao Judeu que acima escreve, não vamos caír nos num erro comum, de responsabilizar os Judeus por algo que um faz ou diz.
    Isso é comportamento xenófobo, proximo do fundamentalismo e logo, perigoso.
    Temos muitos brancos cristaos como eu, que já fizeram as maiores atrocidades e nem por isso, meto os nossos no mesmo saco.
    Vamos lá ter cuidado e saber criticar cada caso e nao tomar arvores por florestas, ou fazer pagar justos por pecadores, que ja basta o que pagamos por eles.
    APM

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  20. APM's avatar
    APM permalink
    26 Abril, 2010 18:04

    Repito:
    Nao caiamos na tentacao ou cegueira, de tomar a arvore pela floresta.
    Se realmente as criticas acima ao Paul Krugman sao justas, apenas porque ele é judeu, nao vamos meter os Jusdeus no mesmo saco.
    Ha muitos cristaos como eu, que fizeram e hao-de fazer atrocidades e vigarices que prejudicaram e prejudicarao muita gente, e nem por isso vou meter os meus no mesmo saco!
    Xenofobia ou fundalmentalisamo, nao!
    Isso, é ainda pior que falta de etica ou corrupcao.
    Arrepio-me com os little hitlers que Chrissie Hynde (Pretenders, para quem nao chega lá) cantava.
    APM

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  21. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    26 Abril, 2010 18:13

    10.Tuga preto que está cá desde o terramoto de 1755 disse
    26 Abril, 2010 às 4:13 pm
    MEMÓRIAS DO PORTUGAL RESPEITADO

    Corria o ano da graça de 1962. A Embaixada de Portugal em Washington recebe pela mala diplomática um cheque de 3 milhões de dólares (em termos actuais algo parecido com € 50 milhões) com instruções para o encaminhar ao State Department para pagamento da primeira tranche do empréstimo feito pelos EUA a Portugal, ao abrigo do Plano Marshall.

    O embaixador incumbiu-me – ao tempo era eu primeiro secretário da Embaixada – dessa missão.

    Aberto o expediente, estabeleci contacto telefónico com a desk portuguesa, pedi para ser recebido e, solicitado, disse ao que ia. O colega americano ficou algo perturbado e, contra o costume, pediu tempo para responder. Recebeu-me nessa tarde, no final do expediente. Disse-me que certamente havia um mal entendido da parte do governo português. Nada havia ficado estabelecido quanto ao pagamento do empréstimo e não seria aquele o momento adequado para criar precedentes ou estabelecer doutrina na matéria. Aconselhou a devolver o cheque a Lisboa, sugerindo que o mesmo fosse depositado numa conta a abrir para o efeito num Banco português, até que algo fosse decidido sobre o destino a dar a tal dinheiro. De qualquer maneira, o dinheiro ficaria em Portugal. Não estava previsto o seu regresso aos EUA.

    Transmiti imediatamente esta posição a Lisboa, pensando que a notícia seria bem recebida, sobretudo num altura em que o Tesouro Português estava a braços com os custos da guerra em África. Pensei mal. A resposta veio imediata e chispava lume. Não posso garantir a esta distância a exactidão dos termos mas era algo do tipo: “Pague já e exija recibo”. Voltei à desk e comuniquei a posição de Lisboa.

    Lançada estava a confusão no Foggy Bottom: – não havia precedentes, nunca ninguém tinha pago empréstimos do Plano Marshall; muitos consideravam que empréstimo, no caso, era mera descrição; nem o State Department, nem qualquer outro órgão federal, estava autorizado a receber verbas provenientes de amortizações deste tipo. O colega americano ainda balbuciou uma sugestão de alteração da posição de Lisboa mas fiz-lhe ver que não era alternativa a considerar. A decisão do governo português era irrevogável.

    Reuniram-se então os cérebros da task force que estabelecia as práticas a seguir em casos sem precedentes e concluíram que o Secretário de Estado – ao tempo Dean Rusk – teria que pedir autorização ao Congresso para receber o pagamento português. E assim foi feito. Quando o pedido chegou ao Congresso atingiu implicitamente as mesas dos correspondentes dos meios de comunicação e fez manchete nos principais jornais. “Portugal, o país mais pequeno da Europa, faz questão de pagar o empréstimo do Plano Marshall”; “Salazar não quer ficar a dever ao tio Sam” e outros títulos do mesmo teor anunciavam aos leitores americanos que na Europa havia um país – Portugal – que respeitava os seus compromissos.

    Anos mais tarde conheci o Dr. Aureliano Felismino, Director-Geral perpétuo da Contabilidade Pública durante o salazarismo (e autor de umas famosas circulares conhecidas ao tempo por “Ordenações Felismínicas” as quais produziam mais efeito do que os decretos do governo). Aproveitei para lhe perguntar por que razão fizemos tanta questão de pagar o empréstimo que mais ninguém pagou. Respondeu-me empertigado: – “Um país pequeno só tem uma maneira de se fazer respeitar – é nada dever a quem quer que seja”.

    Lembrei-me desta gente e destas máximas quando há dias vi na televisão o nosso Presidente da República a ser enxovalhado pública e grosseiramente pelo seu congénere checo a propósito de dívidas acumuladas.

    Eu ainda me lembro de tais coisas, mas a grande maioria dos Portugueses de hoje nem esse consolo tem.

    Estoril, 18 de Abril de 2010

    ******************************+

    ENTÃO, ENTÃO, DEPOIS DA DIABOLIZAÇÃO DO SALAZAR POR TODOS OS MEIOS, MESMO FALSOS, VEM V. EX.CIA COM ESSA NOTÍCIA ESCANDALOSA DE TERMOS DE PAGAR AS DÍVIDAS UE PORTUGAL CONTRAI . . .
    ORA , ORA , DEPOIS DE VENDERMOS O PAÍS À TAL EUROPA O QUE V. EX.CIA FEZ FOI ALVOROÇAR UM NINHO DE VESPAS.
    NÕ SE LEMBRA DAS TAIS COMPENSAÇÕES DE INSERÇÃO NA C.E. DE CUJOS FUNDOS
    NUNCA APARECEU CONTABILIDADE SEQUER,
    QUANTO MAIS, PAGAMENTO.
    ESTÁ A ARRISCAR MUITO _______NÃO OUVIU A AMEAÇA DO JORGE COELHO ?
    QUEM SE METE COM O P.S. , LEVA?

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  22. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    26 Abril, 2010 18:18

    18.AA disse
    26 Abril, 2010 às 5:29 pm
    Eheheh:

    É por isso que em época de crise a China consegue atingir dois dígitos de crescimento…
    ***********************

    COM A ESCRAVISAÇÃO DO PROLETÁRIO É MUITO FÁCIL EXPORTAR BENS A PREÇOS IMBATÍVEIS . . .

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  23. APM's avatar
    APM permalink
    26 Abril, 2010 18:18

    E quanto ao tema (etica e corrupcao), caros All…

    somos nos que os elegemos, e somos nos que os educamos em casa, os enviamos para a escola, e de repente eles se tornam adultos.
    E ocupam os corredores e cadeiras de poder.

    E somos nos que ao vermos que ja nao podemos deixar a resolucao dos problemas aos pais portugueses, porque que eles proprios nao sabem educar, porque nao foram educados, continuamos sem mudar o sistema de ensino, que tem sido ao longo dos anos um abrigo de quem nao tem mais lugar para ir.
    Nota de justica: la por a mioria ser fraca no que respeita ao que estou a reclamar, isto é, conseguir que os nossos filhos portugueses estejam atentos na sala de aula (onde o professor está na sua “arena”), nao quer dizer que nao existam muitos e bons professores no sistema de ensino publico.
    Nao vou cair nessa tentacao.
    Mas tenho provas do numero ser quase 80/20…

    E termino dizendo que o problema dos pais que nao educam e do sistema de ensino que se deteriora e nao responde ao aumento da populacao e dos meios audiovisuais que esfarrapam os anémicos professores, o virus é pandémico..
    I.e, Nao é so em Portugal.
    Portugal nao é mau. É ate um país de qualidades superiores.
    Mas sem educacao, sao sementes, é fruta, sao flores que apodrecem na beira da estrada.
    E ha gente a morrer de fome todos os dias.
    16.000 criancas dia em todo o mundo, ja que querem falar de etica… de hipocrisia nossa.. dos civilizados…
    Que cada um faça parte dum mmovimento.
    Nao fiquem apenas pelos blogues ou jornais!
    Pelos nossos filhos…

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  24. Desconhecida's avatar
    Não rezo permalink
    26 Abril, 2010 21:39

    .
    Dentro da Igreja, sem fundamentalismos culpando ‘bodes-expiatórios’ de fora:
    .
    Los teólogos de la asociación Juan XXIII reclaman la dimisión del Papa
    También solicitan que pida perdón a las víctimas de abusos sexuales
    http://www.elpais.com/articulo/sociedad/teologos/asociacion/Juan/XXIII/reclaman/dimision/Papa/elpepusoc/20100421elpepusoc_6/Tes
    .
    Sinodo ou Concilio ?
    Pope urges faithful to do penance as calls for his removal gather force

    http://www.timesonline.co.uk/tol/comment/faith/article7098470.ece
    .
    Thrill of the chaste: The truth about Gandhi’s sex life
    http://www.independent.co.uk/arts-entertainment/books/features/thrill-of-the-chaste-the-truth-about-gandhis-sex-life-1937411.html
    .

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  25. tina's avatar
    tina permalink
    26 Abril, 2010 23:00

    É preciso ser-se muito estúpido para culpar as agências de rating por duvidarem que um país pobre e muito endividado consiga pagar a dívida. O caso de Portugal então é mais do que evidente: fazem projecções com crescimento económico irrealista para não terem de cortar tanto na despesa. É claro que o défice não vai baixar nem uma décima, se calhar vai aumentar ainda mais. Por cada euro de juros de dívida, vão ter de pedir emprestado 2.

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  26. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    27 Abril, 2010 02:21

    EU CÁ ESPERO PARA VER SE O GOVERNO É CAPAZ DE REDUZIR O DÉFICE PARA O NÍVEL A QUE SE PROPÕE.
    TAMBÉM SERÁ MUITO CURIOSO O QE VÃO INVENTAR PARA JUSTIFICAR O MAIS DO QUE CERTO FRACASSO.
    NÃO O CONSEGUINDO TÊM-ME À PERNA.

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  27. tina's avatar
    tina permalink
    27 Abril, 2010 09:09

    EU CÁ ESPERO PARA VER SE O GOVERNO É CAPAZ DE REDUZIR O DÉFICE PARA O NÍVEL A QUE SE PROPÕE

    Só conseguirá à custa de mais falcatruas contabilistas. Se o crescimento já foi revisto pelo FMI para um valor muito inferior ao que o governo usou nos seus cálculos, era preciso um milagre para as contas agora baterem certo.

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  28. Desconhecida's avatar
    27 Abril, 2010 11:43

    .
    The European Union, touted as the solution to the European continent’s history of interminable conflict, consummating in the two greatest wars in the history of man, today gives the impression of being an embattled, confused and disorderly rabble caught in conflicts on four distinct fronts—financial, military and political.
    .
    On the financial front, the economies of the old Soviet satellite nations that joined the EU en masse in 2006, following signs of initial recovery and expansion, are in most instances faced now with grinding debt. In addition, key Western European nations Portugal, Spain, Ireland and most notably Greece are in increasingly dire financial straits.
    .
    European banks suffered from heavy exposure to debt as a result of the profligacy of the pre-2008 credit boom. Germany is particularly exposed to the fallout. A year ago, Stratfor warned that “European Commissioner Gunter Verheugen, the one senior German politician whose job does not depend on domestic politics in Germany, is the only one calling the banking crisis what it is: an inherently German—and by extension, European—problem. For the rest, it is much easier, politically speaking, to continue shifting the blame to the United States. Unfortunately for Europe, what may make sense politically only further embroils the continent in an economic crisis”
    .
    To put it bluntly, Europe is facing its greatest and most unprecedented series of crises since the Cold War.”
    .
    A GRANDE CRISE NACIONAL DE PORTUGAL resulta da CRISE EUROPEIA que se ENCAVALITOU na CRISE CRONICA DUM SISTEMA (não do Regime Democracia) em que se hospedou grande parte da classe politica e partidária que tem ocupado o Poder numa espécie de ‘deixa andar’ que ‘isto resolve-se sozinho’.
    .
    Sem Ideias, sem Projectos alternativos, sem propostas de novos Rumos, sem ‘revolucionar’ para modernizar e inovar as estruturas fundamentais de funcionamento de Portugal.
    .
    ‘Culpados’ não interessam. Interessa mais nova gente, não de idade mas de Capacidade e Pensamento avançado. Com visão. Andam tudo embasbacado e paralisado à espera de quê ?
    .
    Que a GRANDE CRISE NACIONAL de PORTUGAL evolua imparavelmente o GRANDE CONFLITO NACIONAL de Portugal já em andamento a ‘todo o vapôr’ ? Acreditar em brandos costumes dos Portugueses de hoje é ficção de crédulos ingénuos. É só olhar à nossa volta.
    .

    .

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  29. MR DANNY's avatar
    MR DANNY permalink
    10 Maio, 2010 10:36

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