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Do investimento público

4 Maio, 2010

Escreve o Daniel Oliveira:

Um dos bons investimentos públicos para animar a economia foi a ideia de renovar o parque escolar. Não se tratando de criar elefantes brancos e tendo uma utilidade evidente para o nosso desenvolvimento a medida permitia pôr centenas de empresas a trabalhar por esse país fora. Criando emprego de forma transversal – do mais ao menos qualificado – e estando espalhado por todo o País, contrariando assim a concentração dos grandes investimentos no litoral, este é o tipo de investimento público com efeitos reprodutivos imediatos. Um excelente exemplo para outras experiências.

Note-se nas características necessárias para que o Daniel considere uma despesa como um investimento, ainda por cima bom:

1. Não ser um elefante branco;
2. Ter utilidade evidente para o desenvolvimento;
3. Gerar trabalho.

O Daniel também diz que um investimento que gera trabalho por esse país fora tem tem efeitos reprodutivos imediatos.

Perante isto gostaria de fazer algumas perguntas:

Qual é definição de elefante branco? Não será algo como “grande despesa que gerará mais despesa futura em manutenção”? Quem pagará a manutenção futura das novas instalações escolares? Terão as escolas receitas próprias para pagar essa manutenção?

Qual a definição de “investimento”? Não será algo como “despesa que permite recuperar o capital acrescido de uma percentagem anual desse capital”? O capital despendido pela Parque Escolar já foi recuperado? Espera-se que seja recuperado um dia? Qual é a taxa de rentabilidade conseguida? Qual a prevista?

O objectivo de uma instituição lucrativa (lembro que supostamente falamos de investimento e não de mera despesa) é gerar trabalho ou evitá-lo? Se eu posso atingir o mesmo objectivo gerando menos trabalho estou a fazer uma boa gestão ou uma má gestão?

Até que ponto obras em 200 escolas têm uma utilidade evidente? A utilidade não diminui com o número de escolas intervencionadas? Porque é que as escolas não foram intervencionadas antes e porque é que ninguém o tinha pedido? Seria por falta de utilidade? Como é que a utilidade só se tornou evidente para o ano de 2009? Se não tenho um carro e compro um, o acréscimo de utilidade é Dx. Se tenho um carro perfeitamente funcional e troco por um novo e mais confortável, o acréscimo de utilidade é maior ou menor que Dx? Tendo em conta que as escolas existentes funcionam, porque razão gastar dinheiro em novas instalações é investimento reprodutivo (ainda por cima evidente) em vez de ser despesa em luxo e conforto?

Quantos anos demorará o investimento em escolas a ter retorno económico? Supondo que o efeito se dá através de melhor ensino, não teremos que esperar pelo menos uma dezena de anos até que os alunos entrem no mercado de trabalho e se tornem produtivos e paguem impostos? Mas tendo em conta que já existem escolas e que os problemas do ensino têm a ver com falta de rigor e qualidade dos conteúdos aprendidos, o que leva as pessoas a pensar que o investimento em instalações novas ( e um pouco mais confortáveis) faz a diferença?

32 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    4 Maio, 2010 09:04

    Qual será a definição de Daniel Oliveira para “investimento”? Passará pela sua cabeça a palavra retorno?
    .
    ccz

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    4 Maio, 2010 09:31

    Se não tinhas nada de jeito para dizer sobre o excelente post/artigo do Daniel Oliveira, podias mesmo não dizer nada.

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  3. Nightwish's avatar
    Nightwish permalink
    4 Maio, 2010 09:39

    O João Miranda além de não conhecer os termos short-selling e de ainda acreditar na banca e nas agências de rating depois de todas as mentiras demonstradas o ano passado, mostra que também nunca ouviu falar de externalidades. Tudo o que lhe interessa é que todos os investimentos do estado dêm lucro, para depois serem entregues de mão beijada a um privado qualquer (ver opinião sobre os CTT, RTP…) para ganhar dali a vida e arrumar com os que não têm posses.
    Ou isso ou que quem não as tem também não precisa de ter aulas em escolas bem mantidas, e que é um exagero fazer-se obras enquanto aquilo não ameaçar cair.

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  4. tina's avatar
    tina permalink
    4 Maio, 2010 09:44

    Bem desmantelada esta noção de chamar investimento a um gasto de dinheiro que não tem qualquer retorno. A única coisa que se pode dizer é que é mais útil gastar dinheiro a renovar escolas – que mais tarde ou mais cedo precisarão – do que a gastar dinheiro em projectos que não são necessários como o TGV.

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  5. Quico's avatar
    4 Maio, 2010 09:45

    Esse ainda anda “agarrado” à teoria do vidro partido (http://en.wikipedia.org/wiki/Parable_of_the_broken_window). Pena um bando de putos não lhe partir os vidros todos à pedrada para ele ter que “investir” na colocação de vidros novos lá em casa…

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  6. tina's avatar
    tina permalink
    4 Maio, 2010 09:49

    E preferia bem mais que não tivessem tocado na Vergílio Ferreira. Criaram um monstro de 4 andares, sem qualquer janela para o lado da rua, já lhe chamam o muro de Berlim. Ainda é pior do que os projectos assinados por Sócrates. Vai ficar como a imagem de marca deste governo.

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  7. Observador imparcial's avatar
    4 Maio, 2010 09:56

    O mais estranho é haver pessoas inteligentes que lêem (ou ouvem) o Daniel Oliveira e, ainda por cima, comentam os seus disparates.
    É obra!

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  8. Desconhecida's avatar
    Observador da Decadência permalink
    4 Maio, 2010 10:14

    É preferível ler os “disparates” do Daniel Oliveira.

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  9. Nightwish's avatar
    Nightwish permalink
    4 Maio, 2010 10:17

    Completo: É preferível ler os “disparates” do Daniel Oliveira ao João Miranda.

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  10. Romão's avatar
    Romão permalink
    4 Maio, 2010 10:30

    Num país normal as Escolas vão sendo reparadas e requalificadas à medida que necessitam.

    Aqui monta-se um projecto megalómano, entrega-se tudo uma empresa na hora que, por sua vez, está isenta da maçada dos concursos públicos e subscreve trabalhos a sócios dos membros do conselho de administração. Como as Escolas intervencionadas revertem a favor da empresa na hora, acaso haja dificuldades no pagamento das intervenções, não será difícil imaginar que a empresa ofereça as Escolas como colateral e tenhamos que pagar aquilo que supostamente estava pago para tira-las do prego.

    Um mundo quase perfeito.

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  11. g.fm's avatar
    g.fm permalink
    4 Maio, 2010 10:57

    “…o que leva as pessoas a pensar que o investimento em instalações novas ( e um pouco mais confortáveis) faz a diferença?”

    Pois claro que não, olha o disparate!
    Isto devia ser o que pensava o Cavaco Silva nos seus tempos de primeiro-ministro, que por acaso coincidiram com os meus tempos de estudante, também por acaso numa ‘escola’ que não passava de uns pré-fabricados sem o mínimo de condições para alunos e professores. Bons tempos em que se notava bem a diferença entre as escolas públicas e as privadas. Qualquer dia não justifica pagar fortunas aos privados, as escolas públicas têm melhores condições. Não pode ser.

    Nessa altura, à conta dos fundos europeus, investia-se forte era na modernização do parque automóvel e habitacional de alguns empresários. Parece que queriam viver um bocadinho mais confortáveis, e o Cavaco fez-lhes a vontade. Fez bem. Apostar na modernização das empresas e das escolas, enfim, do país para quê? Demora tanto tempo, e neste país de calaceiros o retorno não é garantido.

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  12. Desconhecida's avatar
    ,,,,, permalink
    4 Maio, 2010 11:05

    .
    -30 Incredibly Hilarious Sports Photos
    http://listverse.com/2009/07/04/30-incredibly-hilarious-sports-photos/
    .

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  13. Rxc's avatar
    Rxc permalink
    4 Maio, 2010 11:17

    Convinha ler o artigo completo do Daniel Oliveira, de seu nome “Parque Escolar: uma oportunidade perdida”. Deixo aqui o excerto final, para se conhecer devidamente o ponto de vista de DO:

    “Combater o nosso atraso passa por impor a transparência nos procedimentos. O que tem de ser simples deve ser simples. O que tem de ter regras apertadas deve ser fiscalizado. Em Portugal é ao contrário: qualquer pequeno gesto de um cidadão ou de uma empresa, por mais irrelevante que seja, tem de passar por um labirinto infernal de burocracia. Já os bons negócios com o Estado seguem por atalhos sem controlo de ninguém.

    Sem mudar isto, excelentes ideias como a recuperação do parque escolar acabarão sempre ficar muito longe do que podiam ser. Foi assim com os dinheiros europeus para formação profissional, com os milhões gastos em obras públicas ou com os apoios comunitários à agricultura. E o problema é que se começam a esgotar as oportunidades para quebrar este ciclo vicioso.”

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  14. Desconhecida's avatar
    Snow permalink
    4 Maio, 2010 12:14

    JM,

    Nalguns casos, e não são poucos, as instalações não são minimamente adequadas para a pratica escolar. Por outro lado, algumas das remodelações não resolveram qualquer problema…

    Não vejo problema em que se concentrem agora investimentos. Do ponto de vista público faz sentido, porque por um lado se conseguem preços mais baixos num momento de crise, e porque uma boa política anti-ciclica antecipa investimentos (ou adia, no caso de um período expansionista na economia – o que poderia explicar haver tantas escolas com necessidade de intervenção), e até porque o efeito concentração de investimento pode gerar alguns efeitos de eficiencia de processo.

    Note-se que não estamos a falar de um investimento desnecessário – a renovação de grande parte do parque escolar é necessária, mais cedo ou mais tarde – e como disse este é um momento interessante para o fazer.

    A questão que se coloca, é se todas as 200 escolas necessitavam mesmo de intervenção, se essa intervenção foi relevante e eficaz, e se os custos futuros a nível de novas manutenções são comportáveis e eficientes.

    Mas esta é a questão do ponto de vista teórico. É que do ponto de vista prático a verdadeira questão é saber em que é que entregar obras a amigos serve algum dos principios enunciados. Em vez de poupar dinheiro (i.e. investimento a menor custo), está-se a entregar obras a amigos e a pagar mais caro, sabe-se que muitas intervenções não resolveram nada e algumas até terão que ser desfeitas de tão inuteis que são, e o efeito de concentração de investimentos apenas está a servir para alimentar ainda mais o clientelismo do Estado.

    Em suma, do ponto de vista teórico o projecto tinha tudo para ser bom, do ponto de vista prático é uma vergonha descarada, ao bom estilo da nomenklatura soviética.

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  15. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    4 Maio, 2010 13:15

    Investimento é novilíngua socialista.

    A renovação do parque escolar é despesa pública entregue a meia dúzia de construtores civis através de ajustes directos, sem qualquer pinga de transparência. Como os Magalhães e tantos outros “investimentos” socráticos.

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  16. C. Medina Ribeiro's avatar
    4 Maio, 2010 13:36

    Para ajudar a malta do «Eu não percebo nada disso, mas acho que…» será hoje sorteado um exemplar de «O Especialista Instantâneo em Economia» – ver [aqui].

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  17. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    4 Maio, 2010 14:07

    Este post pode ser considerado uma tentativa de assassinato aos frágeis neurónios de daniel Oliveira …

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  18. tina's avatar
    tina permalink
    4 Maio, 2010 14:09

    “Investimento é novilíngua socialista.”

    Passaram de eufemismos à mentira descarada.

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  19. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    4 Maio, 2010 14:25

    #17
    Este post pode ser considerado uma tentativa de suicídio dos frágeis neurónios do João Miranda.

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  20. Tripeiro's avatar
    Tripeiro permalink
    4 Maio, 2010 14:31

    O Liveira da Figueira tinha alguma coisa na cabeça,este,coitadito,é só disparates sectários. Só raivinhas malucas.Naturalmente a mulher arreia-lhe e depois passa o tempo com estas bacoradas,a chatear o pessoal.

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  21. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    4 Maio, 2010 14:44

    Por que é que o Estado investe num sector que não dá retorno? Investir na Educação tal como está é um desperdício de dinheiro.

    Em 10 anos Portugal cresceu 1% ao ano. Ou a Educação não presta ou a Educação não é tão importante como a pintam ou um pouco das duas.

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  22. Desconhecida's avatar
    Observador da decadência permalink
    4 Maio, 2010 15:18

    Desculpe, investimento em Educação? em Portugal? Onde? Como? Em Portugal não se investe (nem nunca se investiu) em Educação.
    Em Portugal gastou-se e gasta-se dinheiro em Educação.É diferente.
    Para investir em Educação seria necessário um Plano. A 15/20 anos.
    Portugal em 25 de Abril de 1974, precisava de um Plano Nacinal de Educação como de pão para a boca. Um Plano a longo prazo e que abarcasse a vida de uma pessoa desde a creche até à Universidade. Hoje, 36 anos depois, foi e é criminoso o que sucessivos governos(?) não fizeram, e o que sucessivos governos “fizeram” na área da Educação. O que desperdiçámos em 36 anos, na Educação e não só, (como muita gente sabe),dar-nos-ia um Portugal bem mais desenvolvido hoje e sem qualquer problema para enfrentar a merda do sistema em nos encontramos enterrados.

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  23. Lemos's avatar
    Lemos permalink
    4 Maio, 2010 15:37

    Para além disto, houvi algo da boca dele np ultimo Eixo-do-mal que me surpreendeu e que fez com que subisse uns pontos na minha consideração, mostrou-se contra o TGV visto que segundo a sua opinião neste momento o pais não tem dinheiro nem condições para levar por diante esta obra, isto dito de um bloquista é de louvar a aplaudir.

    Agora só espero que o Louça, siga o exemplo e o conselho do do Daniel Oliveira, e que vote contra esta merda deste TGV, o Jerónimo já disse que para votar tem que se satisfazer 3 conndições, sendo uma delas a incorporação de material portugues no TGV, o que como se sabe é impossíevl, visto que os TGV vem todos da siemens alemã e da francesa bombardier, sendo assim, pode ser que o TGV do iberista do sócretino fique mesmo pelo papel.

    Passaria a ter o dobro da consideração pelos comunas e bloquistas se votassem contra esta obra de subjugação e subordinação de Portugal em relação a espanha, e se este dois partidos querem ficar para a história como patriotas e responsáveis tem que voatar contra, caso contrário serão mais 2 partidos iberistas em portugal, a juntar ao PS socretino

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  24. Levy's avatar
    4 Maio, 2010 16:10

    “Quantos anos demorará o investimento em escolas a ter retorno económico?”

    Não terá. Eles escavacam aquilo tudo. Podem dar-lhes escolas feitas de pérolas, que não servirá de nada. Já vi com os meus olhos 2 escolas novinhas em folha estarem completamente degradadas ao fim de 4 ou 5 anos.

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  25. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    4 Maio, 2010 16:56

    “Um Plano a longo prazo e que abarcasse a vida de uma pessoa desde a creche até à Universidade.”

    Qunado alguém fala em planos fujo logo… o essencial é apenas saber escrever e saber fazer contas e para isso não são precisos planos. Planos totalitários só criam dependência.

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  26. Desconhecida's avatar
    Observador da decadência permalink
    4 Maio, 2010 18:48

    Já não era mau se houvesse um Plano para ensinar a ler e a escrever.
    Planos totalitários??! a propósito de quê?

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  27. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    4 Maio, 2010 19:55

    O que é que chama a isto:

    “Portugal em 25 de Abril de 1974, precisava de um Plano Nacinal de Educação como de pão para a boca. Um Plano a longo prazo e que abarcasse a vida de uma pessoa desde a creche até à Universidade.”

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  28. Desconhecida's avatar
    João PS permalink
    4 Maio, 2010 20:01

    João Miranda,

    Claro.

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  29. António Barreto's avatar
    António Barreto permalink
    4 Maio, 2010 20:08

    Não há matéria para tão acesa discussão dada a sua evidência. Porém, o que me aflige é desconfiar que a decisão de investir nas escolas não teve a ver com a efectiva necessidade de adequá-las eficientemente à função, mas apenas, com a necessidade de manipular a opinião pública reforçando simultaneamente a dependência às empresas do regime e o centralismo económico.

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  30. Desconhecida's avatar
    Observador da decadência permalink
    4 Maio, 2010 21:09

    Um plano totalitário? que previsse boas creches, em que as crianças lá não pudessem estar para lá das 15.30? com as consequentes mudanças nos horários de trabalho de pais e mães? um plano onde fosse específicas as matérias e curriculuns dos vários ciclos de escolaridade? onde estariam incluídas noções de cidadania e cultura? um plano com regras claríssimas sobre a autoridade do professor bem como sobre conduta dentro de uma escola? um plano sobre a ligação efectiva da escola à sociedade onde está inserida? um plano de necessidades/competências Universitárias de Portugal para as próximas décadas? um plano de desenvolvimento e conhecimento científico-culturais, que teria como objectivo a evolução futura e constante da sociedade para patamares mais livres e mais justos? um plano que comtemple uma monitorização detalhada do plano, para limar pequenas arestas que se descubram com o decorrer do tempo? um plano rigoroso que forme e avalie todos os intervenientes no sistema educativo implementado? um plano estratégico de desenvolvimento do nosso país com o objectivo de dotar os portugueses das capacidades necessárias à livre escolha e livre arbítrio?
    Um plano destes só pode ser gizado por gente com competência, sábios reconhecidos pela maioria. E, gizado deveria ser implementado imediatamente.
    Há um pequeno problema, os responsáveis pelo tiro de partida de um desígnio deste género, não estão interessados. É pena. E assim Portugal continuará a afastar-se do desenvolvimento e . logicamente, a aproximar-se do sub-desenvolvimento.
    Com que então totalitarismo. É por essas e por outras que entrámos no marasmo há décadas, ninguém se entende. Mas cada vez mais as pessoas notam que, no poder ninguém tem interesse em entender-se.

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  31. MJP's avatar
    MJP permalink
    5 Maio, 2010 01:13

    Reconstruir uma escola com 12 anos não é um elefante branco? Há várias nessas condições.

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  32. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    5 Maio, 2010 12:14

    Existem pessoas para as quais qualquer investimento no sector da educação é bom. Mas o principal problema do ensino em Portugal não são obviamente as infra-estruturas,mas a qualidade dos recursos humanos e a super-estrutura ideológica(as cientistas da educação) e a burocracia, a geral falta de exigência.
    Além disso, não sei se as obras que estão a ser realizadas são nas escolas com verdadeiros problemas de infra-estruturas…Duvido…este programa foi criado para resolver alguns problemas de algumas grandes empresas, com dimensão para este tipo de projectos, e não para resolver problemas no ensino. Mas do que é que estavamos à espera?

    http://www.mindjacking.wordpress.com

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