O “efeito difusor”….
7 Maio, 2010
… a ler: Rogério Gomes, no Grande Porto, sobre mais uma das falácias típicas do modelo de organização do Estado que vamos tendo (ou, se quiserem ser directos: do centralismo acéfalo)!
7 comentários
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Sem querer, toquei no canal 1, a famosa RTP. Só vi que estava alí o retrato dos papagaios da intelectualidade portuguesa.
Um tipo chamado Sala e outros que não recordo.
É preciso dizar mais?
Definitivamente, Portugal não tem problemas…
J.
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JLeme,
Por acaso –e só por acaso–, passei por 1 minuto, se tanto, por esse programa do Júlio Isidro e detive-me com esta do António Sala sobre Inês Pedrosa: “Uma das pessoas que melhor escreve, desde sempre”.
Desliguei imediatamente a televisão.
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PMF,
Seria um suplício ler o texto de Rogèrio Gomes, naquela mancha acinzentada.
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Esta desgraça vai-se difundindo. Estamos fodidos!
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4.Pedro C disse
7 Maio, 2010 às 1:38 am
Não! Estamos recontrafodidos!
J
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Afinal há trabalho para os 600.000 desempregados, os Portugueses são é uma cambada de malandros e aldrabões …
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“Since Portugal currently has very generous unemployment benefits, many people find it is not worth working”
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“There is work. But of course high-paying jobs are scarce in times of crisis. The majority of the 570,000 people without a job are poorly qualified.”
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Interview with Portugal’s Labor Minister
‘We Want to Get the Budget Under Control’
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Quem fala assim no Estrangeiro, dignifica e defende de ‘alma e coração’ o seu País e os seus Concidadãos,
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ora, ora
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Sim, sim, regionalização, nem pensar nessa merda.
Era o que mais faltava, não?
Então no mapa das 5 regiões, era o ideal para acabar de entregar o pais aos castelhanos em meia dúzia de anos, que ninguém tenha dúvidas, se fosse no mapa das 11 regiões ai ainda dá para pensar, porque nunca se dá poder a nenhuma delas para se insurgirem contra o poder central, é o celebre ditado do dividir para reinar, agora no mapa das 5 regiões seria a destruição do pais.
Sendo assim, a regionalização, depois do TGV, é o próximo passo na destruição de Portugal, principalmente se a quiserem fazer no mapa das 5 regiões, isso seria desgraça total e o desmoronar do pais em poucos anos, numa guerra fratricida norte sul resultante da politização do futebol.
Se os gaijos do porto já fazem a merda que fazem e não mandam nada, vejam o caos que seria este pais se lhe dessem controle sobre tudo o que se encontra acima do douro, nem pensar nisso, para além do mais os minhotos mas principalmente os transmontanos gostam muito pouco do porto, e nestas duas regiões há uma identidade cultural e social própria que não passa por ser do norte, mas sim do Minho e Trás-os-Montes respectivamente.
Por isso essa ideia de uma região norte sedeada no Porto e que abranja tudo acima do rio douro, não cabe na cabeça de ninguém, nem se pode dar a essa gente do porto esse poder, visto que nunca o tiveram no passado, nem o merecem, e esse norte que os portistas gostam de falar começa na ribeira do porto e acaba em Gondomar, na melçhor das hipóteses poderia corresponder aos limites do distrito do porto, mas nada de misturas com minhotos e transmontanos, porque para lá do Marão mandam os que lá estão, assim foi no passado e assim terá de ser no futuro, a bem de Portugal e da unidade do nosso pais.
Que ninguém tenha duvidas, o que aconteceu no domingo no porto aconteceu devido á passividade da policia e do governo que quer que isto aconteça desta madeira para balcanizar o pais e dividi-lo, é mesmo isto que o IBERÓCRATES quer, ou seja, usar o futebol para destruir o pais.
Caso assim não fosse, e depois da selvajaria que foi aquele jogo o que meteu mais confusão foi ouvir o director nacional da policia dizer que apedrejar o autocarro do Benfica foi normal, normal disse ele, visto que não se formou ali uma bolha em torno do autocarro, isto demonstra que esta gente esta interessada em que esta espiral de violência aumente, é certo que nem sempre tudo corre bem, ele podia dizer que ouve falhas, e que infelizmente o autocarro foi apedrejado, agora dizer que foi normal, eu fiquei de boca aberta.
Eu não tenho dúvidas que o objectivo claro é lançar aqui uma guerra norte sul por causa do futebol, mas isto do norte do sul só existe na cabeça das pessoas que vivem em Lisboa e no Porto, o resto do pais não entra neste jogo, é que esse norte que as pessoas do porto gostam de falar começa na ribeira e acaba em Gondomar, na melhor das hipóteses corresponderia aos limites do distrito do Porto, Trás-os-Montes e o Minho são alheios a esta guerra e as pessoas do Minho e de Trás-os-Montes são em grande maioria do Benfica, e é por isto que o Futebol Clube do Porto nunca vai deixar de ser um clube metropolitano, para passar a ser um clube de âmbito nacional como é o Sporting e o Benfica.
Mas em relação a futebol não ficamos por aqui, o traidor do IBERÓCRATES vem para ai também com o dito mundial ibérico, se lhe chamassem luso espanhol ainda vá que não vá, agora ibérico, é uma ofensa para Portugal, chamar-lhe ibérico ou espanhol tanto faz, a primeira era a designação dada pelos romanos á península, a segunda era a dos gregos, contudo em comum tanto uma como a outra são sinónimo de língua e cultura castelhana.
Ou seja com este mundial o que pretendem é que os portugueses se considerem ibéricos, no dia em que isso acontecer estão pura e simplesmente castelhanizados, ou seja, este mundial é como dar veneno para os portugueses mascarem, e eles mascam como se nada fosses, não se apercebem do perigo que este mundial representa para nós portugueses, e assim a maior parte do povo é comido á frente dos olhos, eles continuam a destruir este pais.
Mas tudo isto só se passa porque o actual poder governativo está interessado que assim aconteça, contudo o objectivo é usar o futebol para dividir e balcanizar este pais, para depois mais facilmente o retalhar em meia dúzia de regiões, de modo a que depois de endividados até um nível incomportável e divididos mais facilmente sejamos empacotados numa federação com sede em Madrid.
Este IBERÓCRATES é o Miguel de Vasconcelos do séc. XXI, alguém que lhe metesse uma bala nos cornos a este traidor á pátria que vai assinar amanha esse contrato desse TGV, num dia negro para história portuguesa e que pode representar o o inicio do fim de Portugal, espero bem que não, mas isto é a ponta de lança da invasão castelhana a Portugal.
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