Os alegadamente alunos da escola de travestis
Alunos correm ‘travestis’ à pedrada – De um lado alunos. Do outro travestis. O que andariam os travestis a fazer ao pé duma escola do ensino básico? E como é que os alunos desatam à pedrada?
Alunos de duas escolas de Oeiras protagonizaram, ontem, momentos de alguma confusão frente a um dos estabelecimentos, quando um grupo vestido de travesti foi recebido com insultos e pedras pelos colegas. Uma janela ficou partida mas ninguém ficou ferido. – Cada vez se percebe menos. Já temos alunos de duas escolas. Será que os alunos das duas escolas apedrejaram os travestis? E quem eram os travestis?
Pouco passava das 10. 30 horas quando um grupo de jovens, envergando trajes femininos, passou frente ao portão da EB23 de S.Julião da Barra. Segundo um testemunho relatou ao JN, os alunos que se encontravam no interior desta lançaram, de imediato, uma série de provocações e impropérios o que terá motivado a reacção do grupo, alegadamente alunos de outra escola do concelho. – Vamos por partes: os alunos EB23 de S. Julião da Barra lançaram impropérios e pedras ao grupo de travestis que são “alegadamente alunos de outra escola do concelho”. Os travestis “alegadamente alunos de outra escola do concelho reagiram”. Confesso que não percebo: existem escolas de travestis em Oeiras? ÀS 10h 30m não é suposto estarem todos na escola a estudar Matemática ou travestismo?
Registou-se então uma chuva de pedras, de parte a parte, perante os esforços do funcionário da escola para conter a reacção dos alunos e impedir que estes saíssem para o exterior. – Espero que estejamos perante um erro e que não tenha sido apenas um o funcionário que tratou de colocar um fim nesta situação
Perante isto, o grupo vestido de travesti respondeu com algumas poses menos próprias mas, sem que acontecesse algo mais grave, acabou por deixar o local em direcção à praia. Já em plena Marginal, os jovens continuaram em clima de grande animação, atravessando a estrada de forma desordenada e obrigando os automobilistas a paragens forçadas, perante o espanto geral. O grupo acabou por seguir até à praia sem que se tenha havido incidentes com os automobilistas. – Das duas uma, ou os alunos da escola de travestis são adultos e têm de ser chamados à responsabilidade pois não estamos no Carnaval mas sobretudo caso um carro os tivesse atropelado o caso seria bem grave. Mais provavelmente não existe escola alguma de travestis e estamos perante crianças que frequentam uma escola do ensino obrigatório com um conselho executivo, têm encarregados de educação e alguém tem de explicar como é possível andarem, vestidos de mulheres, de meninos, lagartinhas ou do que lhes der na gana, no meio da marginal a colocar a sua vida e a dos outros em risco.
Segundo o JN apurou junto de fonte policial, o balanço da confusão acabou por se saldar numa janela da EB23 de S. Julião da Barra partida e danos ligeiros numa viatura. – Quem vai pagar os danos ligeiros na viatura? Já nem falo da janela partida que, claro, corre por conta do contribuinte.
A polícia acabou por se limitar a levantar um auto-de-notícia em virtude dos danos causados, mas não houve qualquer queixa relativamente a actos exibicionistas. – E por perturbação do trânsito, nada?
Por outro lado, não foi possível confirmar que o grupo de jovens pertencia a uma outra escola do concelho. Essa foi apenas a versão transmitida por alguns dos estudantes da EB 2/3 de São Julião da Barra. – Mas certamente que a outra escola do concelho ou do planeta Marte deve ter dado pela falta dos alunos.

A moderna pedagogia manda que não se considerem “culpados” os inocentes jovens que podem vir a ficar traumatizados em velhinhos…
Depois a técnica política de governo em Portugal é a de mandar dinheiro alemão para cima dos problemas…
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Pois é. Lendo o jornal e lendo-a a ler o jornal aqui no blogue, também acho uma grande anormalidade.
Mas pergunto para que serve ser-se jornalista.
Será para ler jornais e fazer as perguntas que faz um leitor?
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Se eu conseguir informação por via de alguém que tenha filhos nessa escola, está interessada em ler a minha informação ou informar os jornalistas?
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Par quando um “Orçamento Rectificativo”, ou coisa parecida, para um investimento, que se torna cada vez mais necessário, em manicómios???.
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Os tipos do BE têm no programa de “consciencialização escolar fracturante” sessões com jovens para que estes se mascarem de mulheres a fim de viverem na pele a alternância de “opção de género”.
Mas algo me diz que já nem se nota a diferença se outros se mascararem para gozarem com travestidos mentais.
(Por acaso lembro-me de uma cena macaca muito gira, aquando do “não pagamos das propinas. O filho da Manuela Ferreira Leite mascarou-se de mãe dele. E estava igualzinho
ahahahah).
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Mas esta tara de quem faz a cabeça às pessoas é de tal ordem que já há por lá- no jornal- umas retardadas mentais a chamarem homofóbicos a quem se espantou com a anormalidade.
Essas gajas devem dormir com travestis.
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Está tudo explicado.
Trata-se apenas de um Conselho de Ministros itinerante.
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# 19
Bem me queria parecer. Gros Dégueulasse .
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Agora me interrogo,são este tipo de atitudes que se pretendem com o este circo de eduques? Politicamente correctos e “movimentos de minorias vazios” ?É a maior vulgaridade de tais casos sinónimo de progresso? Ou o inverso? A leviandade com que tudo é levado,incluindo a educação dá nisto,completas faltas de compressão que esbarram em conceitos obviamente distintos e rupturas feitas em prol do progresso,mas que no fundo mostram o inverso,o grau de imbecilidade que se estampou nas ditas novas sociedades.
Típico show off exibicionista,que terá sempre a argumentação bacoca do “preconceito” e “defesa das minorias” por detrás,que serve como justificação para toda e qualquer atitude.
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«ÀS 10h 30m não é suposto estarem todos na escola a estudar Matemática ou travestismo?»
Helena, amo-a.
R.
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Só mesmo a helena para fazer um post a explicar-nos uma notícia. Eu li e percebi, menos as piadas secas que (tentou) mandar.
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ah! já está aceitar comentários
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mais um não-post, confuso, pa(ma)ternalista, um mão cheia de nada, tudo para alguns otários se masturbarem na caixa de comentários.
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A senhora que fez este post pretende culpabilizar a escola e os conselhos directivos pelos disparates dos meninos? parece-me essa a ideia, mas não tenho a certeza…
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A culpa é do sistema.
Esta frase já circula há muito tempo e permite resolver duas situações: transmite informação sem aprofundar com questões desinteressantes como responsabilidades e ao mesmo tempo permite alhear o cidadão de eventuais responsabilidades que também não quer ver respondidas na descrição do acto.
Não é um peixe, é um verme de rabo na boca. Teóricos do eduquês e socretinismo salientarão neste comentário apenas o facto de vermes não terem rabo.
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A culpa é do sistema.
Esta frase já circula há muito tempo e permite resolver duas situações: transmite informação sem aprofundar com questões desinteressantes como responsabilidades, e ao mesmo tempo permite alhear o cidadão da sua responsabilidade e falta de resposta e acção da sua parte.
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Este post é totalmente irrelevante.
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