Recordando o manifesto pela despesa pública (mais uma vez)
Em Junho de 2009 um conjunto de personalidades defendia que Portugal para sair da crise tinha que aumentar o investimento (gerador de emprego mas não necessariamente de retorno financeiro) e a despesa pública:
Nesse sentido, para além da intervenção reguladora no sistema financeiro, a estratégia pública mais eficaz assenta numa política orçamental que assuma o papel positivo da despesa e sobretudo do investimento, única forma de garantir que a procura é dinamizada e que os impactos sociais desfavoráveis da crise são minimizados. Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social: reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária, investimentos na protecção social que combatam a pobreza e que promovam a melhoria dos serviços públicos essenciais como saúde, justiça e educação.
Este manifesto, escrito há apenas 9 meses, é, pela sua capacidade de prever os problemas futuros, um motivo de orgulho, quer para os académicos signatários, quer para toda a academia nacional. Felizmente, o nome dos signatários ficou registado para a posteridade.

Dá-lhes um aborrecimento do caraças.estão muito bem sentadinhos na mesa do orçamento e enquanto comem umas mariscadas ainda devem gozar com o pagode por ser tão mansinho…
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Esta cáfila devia ter o que merece, e quanto antes. Ei-los:
Manuel Brandão Alves, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Carlos Bastien, Economista, Professor Associado, ISEG; Jorge Bateira, Economista, doutorando, Universidade de Manchester; Manuel Branco, Economista, Professor Associado, Universidade de Évora; João Castro Caldas, Engenheiro Agrónomo, Professor Catedrático, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural do Instituto Superior de Agronomia; José Castro Caldas, Economista, Investigador, Centro de Estudos Sociais; Luis Francisco Carvalho, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; João Pinto e Castro, Economista e Gestor; Ana Narciso Costa, Economista, Professora Auxiliar, ISCTE-IUL; Pedro Costa, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Artur Cristóvão, Professor Catedrático, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; Álvaro Domingues, Geógrafo, Professor Associado, Faculdade da Arquitectura da Universidade do Porto; Paulo Areosa Feio, Geógrafo, Dirigente da Administração Pública; Fátima Ferreiro, Professora Auxiliar, Departamento de Economia, ISCTE-IUL; Carlos Figueiredo, Economista; Carlos Fortuna, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; André Freire, Politólogo, Professor Auxiliar, ISCTE; João Galamba, Economista, doutorando em filosofia, FCSH-UNL; Jorge Gaspar, Geógrafo, Professor Catedrático, Universidade de Lisboa; Isabel Carvalho Guerra, Socióloga, Professora Catedrática; João Guerreiro, Economista, Professor Catedrático, Universidade do Algarve; José Manuel Henriques, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Pedro Hespanha, Sociólogo, Professor Associado, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; João Leão, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; António Simões Lopes, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Margarida Chagas Lopes, Economista, Professora Auxiliar, ISEG; Raul Lopes, Economista, Professor Associado, ISCTE-IUL; Francisco Louçã, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Ricardo Paes Mamede, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Tiago Mata, Historiador e Economista, Universidade de Amesterdão; Manuel Belo Moreira, Engenheiro Agrónomo, Professor Catedrático, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural, Instituto Superior de Agronomia; Mário Murteira, Economista, Professor Emérito, ISCTE- IUL; Vitor Neves, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; José Penedos, Gestor; Tiago Santos Pereira, Investigador, Centro de Estudos Sociais; Adriano Pimpão, Economista, Professor Catedrático, Universidade do Algarve; Alexandre Azevedo Pinto, Economista, Investigador, Faculdade de Economia da Universidade do Porto; Margarida Proença, Economista, Professora Catedrática, Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho; José Reis, Economista, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; João Rodrigues, Economista, doutorando, Universidade de Manchester; José Manuel Rolo, Economista, Investigador, Instituto de Ciências Sociais; António Romão, Economista, Professor Catedrático, ISEG-UTL; Ana Cordeiro Santos, Economista, Investigadora, Centro de Estudos Sociais; Boaventura de Sousa Santos, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Carlos Santos, Economista, Professor Auxiliar, Universidade Católica Portuguesa; Pedro Nuno Santos, Economista; Mário Rui Silva, Economista, Professor Associado, Faculdade de Economia do Porto; Pedro Adão e Silva, Politólogo, ISCTE; Nuno Teles, Economista, doutorando, School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres; João Tolda, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Jorge Vala, Psicólogo Social, Investigador; Mário Vale, Geógrafo, Professor Associado, Universidade de Lisboa.
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Traduzindo para politiquês tuga deve-se ler:
É PRECISO COBRAR MAIS IMPOSTOS PARA FINANCIAR A DESPESA PÚBLICA QUE VAI DIREITINHA PARA OS BOLSOS DA CORJA QUE TEM VIVIDO TODOS ESTES ANOS À CUSTA DE QUEM TRABALHA, PRODUZ E QUE QUER VIVER COM DIGNIDADE.
TODOS OS RECENTES AUMENTOS DE IMPOSTOS – AUTÊNTICOS CONFISCOS – TÊM SERVIDO PARA ALIMENTAR BANCOS, CONSTRUTORAS, ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS, ASSESSORES E PROXENETAS PROFISSIONAIS.
ESSA É QUE É ESSA!!!!
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Toda essa lista é consituida por subsidio-dependentes do Estado e funcionários públicos que dão uma «pernina» na «privada».
Bando de chulos irresponsáveis e sugadores de impostos!
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Reparem a quantidade de ISCTE´s da lista.Influência da secção africana do próprio ISCTE o “SOL” do homem novo e mulato!
Não extingam aquela merda não…
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Vejo nessa lista muitos «doutorados» em burrologia.
O país governado por esses «crânios» vai longe!
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E ainda por cima são “doutores” com canudos tirados á fotocópia… se calhar tiradas também ao domingo…
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O que mais me impressiona são os «politólogos», uma curiosa fauna de trogloditas que não sabem nem gerir uma tasca do St. António ou que nunca leram os clássicos.
Puta que os pariu!
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Qualquer dia temos mais «doutorados» do que trolhas!
Vão trabalhar vagabundos!!!!
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Ainda não perceberam?Quanto pior economia melhor para os gajos!Olhem como o Jerónimo anda já a falar de grosso…
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O Jerónimo é o grande apoiante desta camarilha capitalista que quer fazer «obra» para contribuinte pagar!
Este Jerónimo está a ser o melhor aliados dos banqueiros judeus e toda esta trampa que explora o zé pagode até ao tutano!
Se o Jerónimo é «comunista» eu sou o Frei Bernardo!
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este pessoal está imunizado
afinal o nosso ministro das finanças já vai numa de redução de deficit para 2011 de 5, tal … amanhã virá provavelmente dizer que em 2012 já não há deficit mas sim um superavit qq
isto dos numeros é o que se quer … uma total ficção
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Meus amigos:
É preciso «acalmar os mercados», diz o Teixeirinha dos Impostos.
Dêm cá o 13º mês e o subsídio de férias.
Deus vos recompensará, lá nas alturas…
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Tudo sugere que os mil milhões da UE são mais uma pratada de carniça para os lobos. Olhós na Bolsa ….. Titulos a aumentarem 15% em minutos. É preciso alimentar o bicho, a pratada anterior já estava a secar (falir). Boas noticias ?
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As medidas da União Europeia e do BCE é para alimentar o apetite voraz da ladroagem.
Tirar mais impostos aos pobres, classe média e pequenos empresários, para os entregar – LITERALMENTE – aos bancos, grandes especuladores e promotores imobiliários e de obras públicas.
Quem tiver juúizo, que não pague impostos e que ponha o seu dinheiro bem a salvo.
Os abutres não desistem enquanto não chegarem ao osso!
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“Da fé à ciência” podia perfeitamente ter sido a epígrafe do dito manifesto. E, como todos sabemos, a fé é indisputável.
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Com o vencimento dele eu até poupava 90% do meu salário!!!
Óh Constâncio, vai brincar com a pombinha da prima…
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Mas o mais credível é o Penedos!
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O Secretariado do PS acaba de dar um «voto de confiança» ao primeiro-ministro….
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Ora aqui está um assomo de consciência do João Miranda. É honesto reconhecer quando se está errado, só aumenta o respeito e a consideração.
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Concluindo, em Portugal, Economia ou Gestão só na Universidade Nova ou na Católica. Nas outras, corre.se o risco de ter uma deformação deste género – burróide.
Não podemos despedir esta cambada? Pelo que me parece, era alto alívio no Orçamento do Estado…
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oops… pensei que tinha entrado num blogue de direita liberal, mas avaliando pelos comentários isto é mais comuna ortográfico.
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Ide escrever em paredes de latrinas ó comentadores, do #1 ao #9 e outros que tais.
Agora é que isto retoma e o desemprego cai a pique.
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Em Portugal não há cursos de economia. Há cursos de magia económica. Todos acreditam nos défices e na dívida.
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Tanto comentador atrasado. Com o investimento privado congelado também querem congelar p investimento público? Congelam todo o investimento e atiram o país para o fundo. Sabemos o perigo do défice e podemos discutir o retorno e o custo-benefício dos investimentos, mas acabar com o investimento nem Portugal??
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#2
De acordo.
A mesma lista é mais legível assim:
Adriano Pimpao, Economista, Professor Catedratico, Universidade do Algarve;
Alexandre Azevedo Pinto, Economista, Investigador, Faculdade de Economia da Universidade do Porto;
Alvaro Domingues, Geografo, Professor Associado, Faculdade da Arquitectura da Universidade do Porto;
Ana Cordeiro Santos, Economista, Investigadora, Centro de Estudos Sociais;
Ana Narciso Costa, Economista, Professora Auxiliar, ISCTE-IUL;
Andre Freire, Politologo, Professor Auxiliar, ISCTE;
Antonio Romao, Economista, Professor Catedratico, ISEG-UTL;
Antonio Simoes Lopes, Economista, Professor Catedratico, ISEG;
Artur Cristovao, Professor Catedratico, Universidade de Tras-os-Montes e Alto Douro;
Boaventura de Sousa Santos, Sociologo, Professor Catedratico, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;
Carlos Bastien, Economista, Professor Associado, ISEG;
Carlos Figueiredo, Economista;
Carlos Fortuna, Sociologo, Professor Catedratico, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;
Carlos Santos, Economista, Professor Auxiliar, Universidade Catolica Portuguesa;
Fatima Ferreiro, Professora Auxiliar, Departamento de Economia, ISCTE-IUL;
Francisco Louca, Economista, Professor Catedratico, ISEG;
Isabel Carvalho Guerra, Sociologa, Professora Catedratica;
Joao Castro Caldas, Engenheiro Agronomo, Professor Catedratico, Departamento de Economia Agraria e Sociologia Rural do Instituto Superior de Agronomia;
Joao Galamba, Economista, doutorando em filosofia, FCSH-UNL;
Joao Guerreiro, Economista, Professor Catedratico, Universidade do Algarve;
Joao Leao, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL;
Joao Pinto e Castro, Economista e Gestor;
Joao Rodrigues, Economista, doutorando, Universidade de Manchester;
Joao Tolda, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;
Jorge Bateira, Economista, doutorando, Universidade de Manchester;
Jorge Gaspar, Geografo, Professor Catedratico, Universidade de Lisboa;
Jorge Vala, Psicologo Social, Investigador;
Jose Castro Caldas, Economista, Investigador, Centro de Estudos Sociais;
Jose Manuel Henriques, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL;
Jose Manuel Rolo, Economista, Investigador, Instituto de Ciencias Sociais;
Jose Penedos, Gestor;
Jose Reis, Economista, Professor Catedratico, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;
Luis Francisco Carvalho, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL;
Manuel Belo Moreira, Engenheiro Agronomo, Professor Catedratico, Departamento de Economia Agraria e Sociologia Rural, Instituto Superior de Agronomia;
Manuel Branco, Economista, Professor Associado, Universidade de Evora;
Manuel Brandao Alves, Economista, Professor Catedratico, ISEG;
Margarida Chagas Lopes, Economista, Professora Auxiliar, ISEG;
Margarida Proenca, Economista, Professora Catedratica, Escola de Economia e Gestao, Universidade do Minho;
Mario Murteira, Economista, Professor Emerito, ISCTE- IUL;
Mario Rui Silva, Economista, Professor Associado, Faculdade de Economia do Porto;
Mario Vale, Geografo, Professor Associado, Universidade de Lisboa.
Nuno Teles, Economista, doutorando, School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres;
Paulo Areosa Feio, Geografo, Dirigente da Administracao Publica;
Pedro Adao e Silva, Politologo, ISCTE;
Pedro Costa, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL;
Pedro Hespanha, Sociologo, Professor Associado, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;
Pedro Nuno Santos, Economista;
Raul Lopes, Economista, Professor Associado, ISCTE-IUL;
Ricardo Paes Mamede, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL;
Tiago Mata, Historiador e Economista, Universidade de Amesterdao;
Tiago Santos Pereira, Investigador, Centro de Estudos Sociais;
Vitor Neves, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;
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Se o investimento for reprodutivo, como as cegonhas, venha ele. Isso tanto era válido à 9 meses como agora, o problema estão nos detalhes e se é para gastar para alimentar a Mota-Engil ou para gerar riqueza, agilizar processos, logística, etc e tal e coiso e parabéns ao Ricardo Costa.
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“Com o investimento privado congelado também querem congelar p investimento público?”
Hilariante, o Estado e os reguladores destroem a economia e depois admiram-se que os privados não invistam.
Investimento publico deveria ser só o mínimo necessário para as funções essenciais do Estado, nada mais. O ideal seria 0 zero de investimento Público.
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Meanwhile na America Socialiista o desastre continua:
Fresh on the heels of Freddie Mac’s request for another $10 billion or so between friends, Fannie Mae will be asking for an additional $8.4 billion from the government after reporting an $11.5 billion Q1 loss:
Fannie’s losses were driven partly by accounting changes but also reflected continuing weakness in the housing market. The quarterly loss was an improvement from the $23.5 billion loss for the first quarter of 2009 and marked the 12th consecutive quarterly loss for the Washington-based firm.
Over that time, the company has had losses totaling nearly $148 billion, or nearly double its profits for the previous 35 years. The government’s tab for Fannie Mae will climb to $84 billion, and its tab for both Fannie and Freddie will reach $145 billion. The government took control of both companies in 2008 through a legal process known as conservatorship as rising losses threatened to wipe out their thin capital reserves.
While many of the nation’s biggest banks have repaid their government loans and some are back to racking up big profits, red ink continues to gush from Fannie and Freddie because of their massive exposure to defaulting home loans.
The companies are exposed to a single asset class, holding nearly $5.5 trillion in mortgages and loan guarantees. Unlike many financial companies, they lack profitable sidelines that could be sold off to help dig themselves out of their holes.
http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703880304575236030191182938.html?mod=e2tw
http://corner.nationalreview.com/post/?q=YjE0ZmQwNzgyMzliNzQzNTFkYzZlZTEzNTFhNmI3YWI=
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Lista de gente doida a brincar com o o dinheiro que pago em impostos.
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Lista de gente doida a brincar com o o dinheiro que pago em impostos.
Sou o 31# e detesto anonimos.
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“só com emprego se pode reconstruir a economia”,
disseram eles, para o título, o que ainda hoje subscrevem, com toda a certeza, no mais, a nove meses de distância, compreende-se, quem não está sujeito a esbarrar numa crise como a da Grécia, Espanha, Irlanda, além da Itália e Portugal?
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Excelente,João!!! Fez muito bem em lembrar-nos aqueles anormais todos. Como pode haver gente tão deficiente como professores na universidade e outros cargos públicos de respeito?
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“Hilariante, o Estado e os reguladores destroem a economia e depois admiram-se que os privados não invistam.”
Bem observado, Lucklucky. É também engraçado como estes economistas de meia tigela insistem em chamar “investimento” a gastos de dinheiro em projectos sem retorno.
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What it started with banks is now on nations…….. Greek bailout, Portuguese bailout. Now is the time to say : i told you so!!!! – Exceptional time to speculation, lots o cash, very certain cash to put in pockets. Chinese indian, african, south ameriaca, will milk the cow!
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O Anão Zangado-Medina Carreira-tem razão quando diz que são todos uma cambada de incompetentes!!! Mas esquece-se de que esteve lá entre 1976 e 1978. E os outros…???Foram só dez?
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# 37
Veja lá, foi há 32 anos… mas não demorou muito até ver bem com quem se tinha metido.
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