Já chega
O PSD deu aval ao aumento de impostos previstos no Orçamento e no PEC.
Esta semana, o PSD e o CDS (bem como o PS e o BE), deram aval a aumento de impostos votando favoravelmente o empréstimo de 9 mil milhões de euros a países do euro.
Agora, o Governo vai ser obrigado pela UE a tomar novas medidas, sendo previsível que ao invés de reduzir despesa, opte por aumentar impostos. O PSD uma vez mais prepara-se para dar o seu aval. A troco de coisa nenhuma. Nenhuma reforma, nenhum corte radical na despesa, nenhum recuo do Estado omnipresente.
Mas afinal quem defende os portugueses? Não há mesmo ninguém?
O previsto corte de salários de quem trabalha é mais uma machadada em favor de quem recebe pensões e subsídios que, esses sim, deveriam ser cortados forte e feio. Muitos parecem acreditar ser eternamente elástica a capacidade de comprimir os rendimentos de quem é contribuinte (ou melhor dizendo, impostado), sempre em favor de quem o não fez de forma suficiente para o que recebe e já não o faz. Vivemos numa sociedade em que existe um classe de beneficiários que com toda a facilidade, com todo o despotismo, dispõe dos meios para sacar, em seu benefício, do rendimento de quem produz. Até ao dia em que estes se fartem. Ou se revoltem. É que não dura para sempre.

Gabriel, pergunte ao Amorim, que ele faz de Vital Moreira dos partidos com três letras da situação. Ele há-de ter uma explicação. Não duvido que um homem que se tem em tão boa conta não consiga justificar as escolhas das pessoas que apoia.
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O Gabriel denota uma centelha de esperança nesta governação. Mas que mais há que esperar senão medidinhas e pseudo manifestações de mudança? Este é um país de subsídios, de dependências… seria necessário uma lavagem cerebral a nível nacional para transformar a mentalidade do “tenho direito” para o “tenho deveres”.
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Uma lei já para dar a injecção atrás da orelha aos pensionistas que trabalharam toda a vida!
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Oh filho muda de país. Este ficaria mais limpo!
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http://arrastao.org/sem-categoria/as-coisas-estranhas-que-a-ocde-defende-e-que-nem-passam-pela-cabeca-de-socrates-passos-coelho-e-o-coro-unanime-de-comentadoreseconomistas-da-nossa-terra/
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«…quem recebe pensões e subsídios que, esses sim, deveriam ser cortados forte e feio»
Desculpe uma pergunta, ó Gabriel Silva:
Eu, que agora estou reformado (depois de uma vida a trabalhar e a fazer todos os descontos e mais alguns…), estou incluído nessa sua lista de parasitas?!
Possivelmente, fui eu que li mal…
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Tristeza de políticos…
Vão acabar todos guilhotinados no Terreiro do Paço…
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Não há por aí ninguem que denuncie essa cambada de para sitas que recebem duas três ou mais pensões do Estado? Antigamente ninguém podia receber mais do que uma pensão do Estado. Agora é o fartai vilanagem. Como uma pessoa não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, numa grande parte dos casos as pensões vêm mesmo sem a pessoa ter alguma vez lá posto os pés. Não são muitos os que beneficiam dessa mama. Mas já que se começa a falar em moralização, não seria má ideia que se começasse por algum lado…
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O Gabriel Silva tem toda a razão. O ponto é que neste blogue o PMF e o CAA (a espaços também o JM) defenderam Passos Coelho como o candidato da redução de despesa, da iniciativa privada e do fim do socialismo. Que ele agora aceite um aumento de impostos sem obter nada em troca é um tremendo atestado de incompetência deste blogue em matéria de análise política.
O problema em Portugal é, desde há muito, a incapacidade das opiniões pública e publicada separarem o trigo do joio, isto é, de distinguir quem está de boa fé na política e quem apenas visa interesses pessoais ou partidários. Dada essa miopia política inevitável se torna que sistematicamente sejam eleitos e elogiados políticos que não passam de fazedores de promessas sob reserva mental. Passos Coelho é um desses políticos, entre outros (Durão Barroso, por exemplo). A desilusão depois é imensa, mas isso só para quem se deixa iludir. E com a generalidade dos “media” enamorados de Passos Coelho e de Sócrates, deixa de haver margem de manobra para a crítica a uma decisão que efectivamente constitui uma violação grave do contrato eleitoral de um e do outro. A comunicação social é, pois, cúmplice desta forma de fazer política. A generalidade dos blogues também.
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C. Medina Ribeiro
« Desculpe uma pergunta, ó Gabriel Silva:
Eu, que agora estou reformado (depois de uma vida a trabalhar e a fazer todos os descontos e mais alguns…), estou incluído nessa sua lista de parasitas?!
Possivelmente, fui eu que li mal… »
Os norte americanos têm uma expressão mto interessante, que é a de “smoking gun”. Querem dizer, como no tempo dos cowboys, que se uma armaaa está a deitar fumo, é porque foi disparaada (contraa algo).
Resta saber contra que algo.
Noutro ponto, os anglos saxões tem um ditado (penso que escrito de alguém) que diz
“Uma injustiça para um, é um perigo para todos. ”
Por cá, é mais “antes a ele que a mim” ou “não é nada comigo”..
Diferenças de mentalidade como esta, fazem do país o atrazo em que está.
Vêm isto a proposito da teimosia dos neo-liberais, em falar sempre de dimimuir as despesas do estado, atacando as pessoas (funcionários publicos, subsidios). Evidente que a seguir, seria os que recebem subsidios de desemprego (o gov que eles criticam agradece o apoio dado para ir mentalizando ehe ) e obvio, as pensões seria a seguir.
Gabriel, tomado que foi desta ideologia / doutrinas, tem poucas hipoteses de sair dela.
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Claramente, quem ganha demasiado são os reformados e os subsidio-dependentes… Só concordaria com isso se completasse:
Claramente, quem ganha demasiado são os reformados de cargos públicos e os subsidio-dependentes como a Inês de Medeiros e o Vasconcelos…
Já agora, porque é que este site não tem “preview”? Deve ser possível de configurar no WordPress, de certeza.
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(10)
«Vêm isto a proposito da teimosia dos neo-liberais, em falar sempre de dimimuir as despesas do estado, atacando as pessoas (funcionários publicos, subsidios). Evidente que a seguir, seria os que recebem subsidios de desemprego (o gov que eles criticam agradece o apoio dado para ir mentalizando ehe ) e obvio, as pensões seria a seguir.»
não sabendo ao certo o que sejam os ditos «neo-liberais», é certo que defendo diminuir as despesas do estado. Afinal, sempre o dinheiro tem de vir de algum lado, e quem é obrigado a contribuir é capaz de não gostar de ver o seu dinheiro desperdiçado.
Ataco as «pessoas» que defendem os seus privilégios conquistados à custa das outras pessoas, como sejam salários em média mais elevados, benesses várias como sistemas de saúde privativos pagos pelos outros contribuintes, impossibilidade de despedimento, sindicalistas pagos pelo erário público com o objectivo de sacarem mais algum, institutos, empresas e demais tretas públicas sem utilidade, e tantos outros etc. etc.
«as pensões seriam a seguir» não, devia ser logo a abrir: cortar o 13º e o 14º mês acima dos 1500 euros.
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Pois era só ‘bail outs’ e ‘especuladores’. Uma alegria canhtavam Euros, e mais euros, para a ‘Nova-Versalhes’ do Tejo. Agora vem o ‘bulldozer’. A guilhotina, é assim e ponto final’. A Espanha já foi posta na ordem. Portugal como dizia o outro: nem é preciso um telefonema.
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Até o PPC que tinha a encomenda tão bem estudadinho, ficou a falar sózinho …
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Ah que dizer os Cidadãos, Familias e Empresas (não empresariados abancados na mesa o orçamento) nunca tiveram medo do Mundo. Até o morderam nos Descobrimentos ….. Mas estes D Joes quintos dos ‘conventos de mafra’ … Felizmente, acabou.
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Neste preciso momento em Portugal, disparou o consumo de ‘Renies’ e ‘bicabornato de sódio’. Ele é azias, ele é prostatites, ele é …. É só más digestões de ‘comidas retardadas, das jantaradas de antes-de-anteontem’.
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É a vida. Boa Sorte. A proposito numa semana, desde 2007, um lingozito de ouro rende mais que um deposito bancáriuo de 1 ano em Portugal. Só para que conste.
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C. Medina Ribeiro (6)
«Possivelmente, fui eu que li mal…«
não leu mal, leu muitíssimo bem.
Os descontos obrigatórios efectuados não eram em volume suficiente, para, mesmo com alguma capitalização, virem a render as actuais reformas. O sistema foi construído numa base piramidal ou de D. Branca em que quem descontava pagava a quem recebia. Durante os dois primeiros decénios a coisa funcionou pois eram mais os contribuintes do que os beneficiários.
A hora do estouro do sistema tinha mais tarde ou mais cedo de chegar. As pessoas foram (e são) enganadas? Certamente. Mas não é culpa, ne responsabilidade de quem tem de ainda hoje contribuir.
E não é possível estar a a subtrair rendimento a quem contribuiu para pagar pensões elevadas a quem, de facto, não está a receber capitalização das suas contribuições passadas, mas directamente do bolso dos actuais contribuintes.
Tal «esforço» (corte de 13ºe 14º) sobre os pensionistas parece de longe muitíssimo mais justo, por ser pequeno e inicial ajuste, do que sacrificar ainda mais quem já contribuiu.
A questão nem está se vai acontecer ou não. Mas quando. É que os contribuintes tem tendência a serem cada vez menos (taxa natalidade e emigração) e os pensionistas cada vez mais. E não há sistema que resista. O facto de os beneficiários do OE dominarem o aparelho redistributivo explica também a actual situação e as naturais resistências. Mas que vai acabar, isso é mais que certo, seja voluntária ou involuntáriamente.
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A Comunicação Social cá do burgo já injectou o ‘antidoto’. Não sei quem em espanha está contra as medidas. Tá bem, vão longe. Sem torneira aberta dos emprestimos externos vão apanhar conquilhas para as parais de Torremolinos, fumar uns charros em LLoret ou mandar umas quecas para Benidorm.
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Gabriel…excelente post…Vc realmente é o único Blasfemo digno de leitura neste blog.
Digo-lhe isto independentemente da censura dos demais, da fé social-democrata que por aqui se exponencia (que não me incomodaria se visse nela uma luz mais luminosa que as restantes), digo-lhe isto porque V., ao contrario dos restantes não está aqui a criticar simplesmente o Sócretino e os xuxalistas (prática demasiado fácil na presente/passada conjuntura), não faz propaganda nem vende imagens, souvenirs coloridas…
V. não pratica o pastorício, não procura rebanhos, não proteje ovelhas e ISSO, NESTE BLOG DICOTOMÁTICO, FAZ A DIFERENÇA!
“Vivemos numa sociedade em que existe um classe de beneficiários que com toda a facilidade, com todo o despotismo, dispõe dos meios para sacar, em seu benefício, do rendimento de quem produz. Até ao dia em que estes se fartem. Ou se revoltem. É que não dura para sempre.”
ESTA É VERDADE DOGMÁTICA IRREFUTÁVEL GABRIEL, TRISTE REALIDADE ESTA!
AI PORTUGAL PORTUGAL, DO QUE É QUE TU ESTÁS À ESPERA ?
Fique bem.
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Quem defende os portugueses? Pergunte ao inefável gordo do seu blogue. Esse é que andou, no seu estilo elegante, em campanha pelo sócrates #2.
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Estão a ver como os pipelines da ´poupança’ que entram pelas costas da Galiza’ não foram suficientes para safar a Espanha ….
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«as pensões seriam a seguir» não, devia ser logo a abrir: cortar o 13º e o 14º mês acima dos 1500 euros.
O gigantismo da “representação política” e dos “assessores” não preocupa o GS.Como o exemplo da CML que antes do 25 era governada e bem por um “nomeado” e pelos funcionários.Agora com tantos anti-militaristas e anti-submarinos só na CML têm 70 assessores a ganha como general e em nº que deve ultrapassar os que actualmente existem no activo em todas as Forças Armadas, logo assim de entrada e não ao fim duma carreira longa.Milhares de gajos a ganharem mais duma dezena de milhar de euros por mês não preocupa ninguém.Mas acima de 1500 euros jáz lixem-se os pensionistas parasitas(que por acaso abrange só licenciados com longa carreira contributiva) quando um preparador de caras de bacalhau na Noruega ganha mais de 2000 euros…
Por outro lado a importação e nacionalização dos pobres dos outros com a consequente e inevitável saída dos indígenas a quem tiram o tapete para o estrangeiro, mas deixando a família por conta do Estado não preocupa ninguém.
Extinguir serviços sim, mas ninguém o faz.Culpar os funcionários que em concorrência dedicaram a vida a servir e condená-los á miséria igualitária cuidado.Os funcionários não fazem política.Mas podem mudar tudo na política!
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#18 (cont)
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Se não sabem o que é, perguntem aos minhotos ali para Vila Praia de Ancora, Caminha ou do Castelo do Cão.
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Pois é.
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#29,
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“Culpar os funcionários publicos que em concorrência dedicaram a vida a servir e condená-los á miséria igualitária cuidado.Os funcionários não fazem política.Mas podem mudar tudo na política!”
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ou seja mimeticamente
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“Culpar os que não são funcionários publicos que em concorrência dedicaram a vida a servir e condená-los á miséria igualitária cuidado.Os não funcionários publicos não fazem política.Mas podem mudar tudo na política!”
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ou seja afinal quem muda o quê ? Ninguém. Só muda quem tem o dinheiro para emprestar a Portugal. Não se ponham em bicos de pés porque cada vez mais arrasam o Funcionalismo Publico. A menos aue o Funcionalismo Publico tenha o dinheiro que Portugal precisa emprestado para pagar um vencimento qualquer (este ou outro menor) aos …. Funcionários Publicos.
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Ainda não perceberam que as Governanças entalaram isto tudo ?????
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É preciso fazer o desenho ???
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#29 nºão, #19
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Venha o não pagamento dos vencimentos!O regime precisa de mudar…
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os reformados das colónias começam a queixar-se de dores contributivas. uma vez que já gozaram várias reformas podiam começar a trabalhar amanhã para compensar os descontos que nunca fizeram.
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Os gajos africanizadores é que devem pagar a factura.Por essa e as outras asneiras todas nomeadamente de pretenderem manter um império que já não é deles…
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Logo a seguir ao 25 o que é que os democratas fizeram de mais inteligente?Extinguir o ensino técnico-profissional que ensinava o povo na sã tarefa de produzir com qualidade.Preferiram fazer advogados, psicólogos em concorrência com os padres, sociólogos…
Não se produz nada?De quem foi a culpa?Transformar as fábricas em resortes e bairros sociais foi ideia de quem?Andar a jogar no casino onde a rapaziada perdeu 30% foi culpa dos funcionários?
Deixem de pagar deixem e vão ver o que é que acontece…
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Isto é como a política energética: há quem defenda a inevitabilidade da opção nuclear para manter os actuais níveis de consumo, mas ainda ninguém provou ser necessário manter os actuais níveis de consumo.Muito pelo contrário!
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E embora não seja reformado das colónias como p FDP que anda sempre com a catinga no cu diz, os gajos que NACIONALIZARAM a pobreza dos outros ás centenas de milhar e que estão por conta do povo Português legítimo a 100% é que deveriam tomar conta deles!
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pois é, agora disfarças com colónia nick, mas o cheiro a catinga é mais forte.
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As colónias estão cá dentro a espalhar os bons genes e a fazerem aquilo que sabem: agurrilha de recolha de fundos…e tu se calhar és um deles…habitua-te que vai ser malhar até partir…
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apoiado
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Eu só pedia que o governo assumisse publicamente que a nossa situação é má!
Ainda há 8 meses vivíamos no país de progresso, onde o único obstáculo para que não fossemos o paraíso era a crise de que estávamos a recuperar muito melhor que os outros.
Depois apareceu a dívida da Grécia e logo se afirmou que a nossa dívida em nada se comparava. Nós estávamos óptimos.
Finalmente apareceram os especuladores que nos queriam destruir para atingir o Euro. Para enfrentar os especuladores os países do Euro combinaram juntar-se e tomar medidas conjuntas para defender o Euro. É, segundo o governo, por causa dessa combinação que teremos que fazer esforços.
Onde fica o reconhecimento, perante o país, da nossa terrível situação de endividados “até às orelhas” e irresponsavelmente gastadores? para todos os que nada percebem de economia continuamos como há 8 meses, ou seja muito bem mas com uns papões a quererem morder-nos as canelas. É essa a única diferença!
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Thanks for indtroucing a little rationality into this debate.
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