É no que estamos…
14 Maio, 2010
Ver, ainda, Mais um discurso sem Santo António nem peixinhos, à beira do poço onde fomos ao fundo, de José Adelino Maltez e Coca.Cola Man e Lipton Tea Boy , de Fernando Moreira de Sá, ambos no Albergue Espanhol.
Ver, ainda, Mais um discurso sem Santo António nem peixinhos, à beira do poço onde fomos ao fundo, de José Adelino Maltez e Coca.Cola Man e Lipton Tea Boy , de Fernando Moreira de Sá, ambos no Albergue Espanhol.
Deixem-se de politiquices caseiras e de olhar só para dentro. Que estreiteza de vistas!
Estes senhores que aqui aparecem não contam.
It’s a (much) bigger game!
http://www.marketwatch.com/story/now-its-portugals-turn-for-austerity-measures-2010-05-13?dist=beforebell
O Euro cai como uma “pedra” ao mesmo tempo que vão aparecendo as “brechas” no Eixo franco-germânico.
Senhor, porque nos abandonaste!
ahahahahhahahah
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Ah…e porque é que só se fala aqui do endividamento do Estado??
Porque é que nuca se fala de COLOSSAL endividamento PRIVADO (muito maior do que na Grécia)?
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Caro CAA,
A verticalidade dos homens está (entre outras coisas) em assumir frontalmente quando nos enganamos.
Fica o registo da minha admiração.
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http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?f=/g/a/2010/05/14/bloomberg1376-L2EPPC1A74E9-7.DTL
LOL!
“Tróia já arde”
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Amorim,
O remorso não chega. Quem andou em activa campanha pelo estado de coisas presente, mesmo que muitíssimo bem intencionado, não pode pensar que a distância entre os pingos da chuva o manterá a salvo e a seco.
Repito o que já tinha escrito ontem noutra posta relativa ao assunto:
Agora falta o Amorim escrever a sua última crónica, pedindo desculpa aos seus leitores por tê-los enganado na apreciação que fez de Pedro Passos Coelho e das suas intenções políticas, verticalidade e ideário.
Pode acrescentar, optativamente, que ele próprio se equivocou e que lamenta ter utilizado o seu megafone mediático para promover um dos logros mais rápidos e descarados da história política contemporânea.
O reconhecimento, em sede própria, da sua incapacidade para a análise política não lhe granjeará mais colunas de opinião, mas restaurar-lhe-á o silêncio da consciência que acompanha o sono dos justos.
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Bolas CAA, não me diga que já está desiludido com o PPC?!?
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Volta Manuela Ferreira Leite, até aquele que mais pedras te atirou, está prestes a pedir perdão.
Se magnânima.
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de “crise” em crise até
à derrotaao estouro final…lindo!
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À bon entendeur, o Carlos bem vincar diferenças, que os histéricos do costume vinham argamassando.
Mas isto sou eu, que não tenho clube.
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perderam eleições com uma líder sofiesticadíssima e supra-sumol das tecnologias da verdade e rigor orçamental versão 6.8.
elegeram um ken sem barbie e já estão a destruir o brinquedo.
comam-se ou suicidem-se, mas não chateiem quem paga impostos.
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Sem eles também vivíamos.
Mas não era a mesma coisa.
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CAA em 29 Março 2010:
“Passos Coelho era o único capaz de reverter esta lamentável situação – também por isso, apoiá-lo, para mim, era um imperativo político e ético.(…)”
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CAA :
BATEU PALMAS NA ELEIÇÃO DO PPC; AGORA, BATA AS ORELHAS !
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Sócrates é o político mais mentiroso e mal formado. PPC é o político mais inseguro e tolinho. A facção séria, JPP, MFL, Paulo Rangel, desapareceu do mapa e agora estamos entregues àqueles dois.
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Vamos ver,não percamos a lucidez para não caír-mos numa piscoisada.
Por um lado temos um Sócrates que é responsável pelo descalabro e muitas mais coisas que a seu tempo se saberá.
Do outro temos apenas um recém eleito líder do PSD,ainda sem qualquer interferência na grande empreitada da ruína nacional.
Não misturemos,como alguns pretendem,com segunda intenção.
Não me parece difícil perceber o apoio de PPC à política de ditadura fiscal do PS.
Afinal,se for eleito brevemente,como espera,vai exigir reciprocidade ao PS.Como se pudesse ensinar cinismo ao próprio Maquiavel…
Não hajam dúvidas que ele também irá enfrentar o défice através da colecta de mais impostos.Caso assim não fosse,seria agora o momento chave para vincar a diferença,que se traduziria numa importante mais valia em votos.
Por outro lado,não me espanta esta nova posição em contradição com a que o levou a vencer o congresso do PSD,assumindo então uma linha de enfrentamento com o governo socialista,em contraponto com um certo apagamento de MFL em termos mediáticos.
Isto assenta que nem uma luva à imagem que tem de ser um testa-de-ferro de Ângelo Correia que afia o dente,esperando a sua oportunidade.
Convém contudo perceber,face à gravidade do momento do país,que o cerne da questão é o governo socialista,coveiro da nação.
O PPC poderá ser ou não um problema futuro,até lá haverá um tempo de decadência progressiva,até o comum cidadão acordar para a realidade escabrosa de quem governa,uma campanha eleitoral e eleições…caso alguém não o ponha em causa dentro do próprio PSD até lá,o que não seria surpreendente.
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Alguns dos comentaristas do costume são tão básicos que nem merecem resposta. Mas, desta vez, lá vai um ensaio:
1. Querer retirar deste erro (para mim) da direcção do PSD uma conclusão de que Ferreira Leite (ou Paulo Rangel) faria diferente é oscilar entre a análise simplória/boçal e uma redundante má fé;
2. Ferreira Leite sempre apoiou medidas e actuações similares a esta que agora reprovo – quando era ministra das Finanças impediu o ‘Choque Fiscal’ que tinha sido a grande promessa eleitoral do PSD, deixou passar o OGE, permitiu o PEC, tudo isso com uma argumentação exactamente igual à de PPC hoje (excepto as desculpas);
3. Na campanha das Directas, Paulo Rangel admitiu a subida do IVA – Passos Coelho atacou-o fortemente dizendo que nunca o admitiria…
4. Um dos aspectos que mais me faz espécie na atitude da nova direcção do PSD é ter-se comportado precisamente do mesmo modo como a direcção anterior.
Por isso, aqueles que continuam agarrados às razões antes das Directas do PSD padecem da cegueira dos que se recusam a ver um palmo à frente do nariz…
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terça-feira, 11 de Maio de 2010 | 15:27 Imprimir Enviar por Email
Acções da Moody’s em queda após aviso da SEC
As acções da Moody’s caíram para mínimos de Outubro do ano passado, depois de ser conhecido um aviso do regulador do mercado de valores mobiliários (SEC) por declarações “falsas e enganosas” feitas pela agência de rating.
Na edição de hoje o New York Times revela que o presidente da empresa, Raymond McDaniel, vendeu a 18 de Março, no dia em que a Moody’s recebeu a intimação da SEC, acções da empresa num valor total de 4,3 milhões de dólares.
Fonte oficial da empresa afirma que a venda foi planeada um mês antes de ser recebida a intimação.
Também um dos principais accionistas da agência de rating, a Berkshire Hathaway, do bilionário Warren Buffett, vendeu entre essa data e o final de Março títulos no valor total de 30 milhões de dólares, ainda assim uma parte pequena da sua participação na empresa.
Na segunda-feira as acções da Moody’s chegaram a estar a cair 11%, e fecharam a recuar 7%.
A revelação da intimação, que poderá desencadear um processo formal, foi feita pela Moody’s no seu relatório e contas trimestral.
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#15
«caír-mos »?
Que é isso? Ora explica lá o que escreveste. Que é isso de caír com acento agudo, seguido de suposto reflexo- mos.
Cair a mós próprios? era isso que querias dizer?
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Nós caír e ganir, a mós próprios, já agora.
eheheh
Há erros de tal modo imbecis que nem se percebe como conseguem inventá-los.
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Sim, esse imbecil de Chefe devia ser corrido a pontapé daqui para fora.
A mim censuram-me por fazer cheque mate às mongalhices do peixe de terceira.
Essa besta nem uma morte respeita.
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«uma análise, um diagnóstico, um prognóstico.»
Um quantos?
Isso é humor negro?
“:O)))))
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Idiota!
Todos cometem gralhas.
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A lógica desta resposta do CAA é que é o máximo. Não andou a apoiar o PPC por acreditar que ia ser diferente de todas as direcções do PSD.
Isso já ele sabia que não podia ser. É PSD e basta.
Com a verdade enganas.
Foi mesmo assim e apenas por bairrismo e tricas lá com o Menezes que o vendeu.
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# 24
Gralhas?
Aquilo é apenas um exemplo. Se fosse para te apontar os erros nunca mais acabava. Nem a concordância entre sujeito e predicado sabes fazer.
Agora o “caír-mos” é que nunca tinha visto. E é claro que não é gralha.
É erro imbecil. Há erros que se justificam e há outros que não. Este é mais difícil dá-lo que escrever como se diz e com o que quer significar.
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Por exemplo- também é gralha o “não hajam dívidas”?
Ora traduz lá o que é que não deve haver e conta lá quem é o sujeito que está no plural para o verbo também ir no plural.
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# 26
abhahaha
Mas eu estava a rir-me por alguém acreditar que ia ler o CAA para ter análises e “prognósticos”.
Ele até foi honesto- disse que nunca teve ilusões. E não há-de ter tido.
A razão pela qual o vendeu é que está encoberta pela verdade com que engana.
“:O))))
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Mas eu é que nunca me enganei acerca do que o CAA faz- E isso não quer dizer que o considere um trafulha ou gatuno.
Eu até disse logo quais eram os motivos. O CAA é transparente. V.s é que são tapadinhos.
ahahhaha
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#36.
a “miséria mediática” elege primeiros-ministros que esgadanham os abismos dos meus bolsos à procura do centavo que resta.
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Acredite que são exclusivamente estes 3 pontos que explicam tudo quanto ele faz e defende.
E isto tem piada. Não me diga que não tem. Eu quase que lhe invejo o talento de conseguir pôr a render, de forma tão eficaz, estas 3 pancadas.
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# 39
Sim, mas o CAA não tem nada a ver com isso.
ahahahah
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# 35
Mas está enganado. Vá por mim. O CAA é absolutamente transparente.
E as causas dele são tão ingénuas como as de uma criança de 5 anos.
Agora que paguem por isso, é que me dá vontade de rir.
E ele até é simpático e nunca traiu uma causa.
O v. azar é que nunca percebem que as causas dele são coisas básicas de criança.
“:O)))))))
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# 42.
Não. Eu nada tenho nem contra nem a favor do CAA. Ele até se farta de me censurar e eu já o insultei vezes sem conta por causa da 2ª causa.
Mas não é mais que isso. Acho piada alguém conseguir viver para a família e ter posto a render umas pancadas de crianças e depois haver gente que lhe pague julgando que são outras coisas muito profundas.
ahahahasha
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E espero mesmo que lhe dê razão a si, Zazie.
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Mas, se reparar bem, ele até consegue ser livre. Como ninguém era capaz de acreditar que o que o move são aquelas pancadas e ele apenas faz jogo de cintura por causa delas, de vez em quando até consegue dizer umas verdades na maior.
“:O)))))
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Palavra que acredito que não haja absolutamente mais nada.
Tirando o gosto por ser pago e hedonismo que deve ter para o saber gastar.
E vá por mim que, nestas coisas, nunca me engano.
Eu também devia era ter posto a render este meu talento de bruxa sintética.
“:O))))))
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Eu não me incomodo porque ele não é político. E, sempre achei piada a piratas.
Apenas isto. Se fosse sibilino e manhoso não achava piada nenhuma.
Mas não é. Até a manha é acriançada e transparente.
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Aproveito este post para comentar o mais recente do CAA (e dado que, nesse, os comentários estão fechados…).
1) Não vejo que faça sentido pedir-se uma contrição pública ao CAA relativamente a Ferreira Leite, muito embora considere extremamente duvidoso que a senhora tomasse a mesma posição que Passos Coelho relativamente ao PEC. Aliás, tudo indica que tomaria posição diferente, na medida em que Passos Coelho assumiu a paternidade deste PEC, ao passo que a liderança de Ferreira Leite se limitou a viabilizar por meio de uma abstenção o antigo PEC. Em termos políticos, isto faz toda – mas toda – a diferença: no caso de Passos Coelho, ele está inevitavelmente comprometido com as políticas orçamentais deste governo até ao fim da legislatura, enquanto que a abstenção de Ferreira Leite lhe permitia – e permitiu – uma grande independência relativamente às medidas do PEC anterior, precisamente porque ele não foi negociado, tendo sido apenas viabilizado em nome da prevenção de uma crise política. A diferença traduz-se no seguinte: Ferreira Leite manteve a sua independência quanto aos aspectos negativos do anterior PEC e essa independência foi-lhe reconhecida pela generalidade dos opinion-makers. Passos Coelho, ao chamar a si a paternidade deste PEC está irremediavelmente comprometido e ninguém lhe reconhecerá qualquer legitimidade para, de ora em diante, tecer quaisquer críticas ao governo nesta matéria. Também conta o comportamento passado: Ferreira Leite foi muito crítica dos grandes investimentos públicos e do endividamento, ao passo que Passos Coelho tem sido conivente, com o seu silêncio, com as políticas deste governo: por isso, o que a opinião pública permitia à Ferreira Leite (a independência e, ao fim ao cabo, a legitimidade para conduzir uma oposição ao governo), não admitirá agora a Passos Coelho. Do que decorre estarmos em pior situação do que antes das eleições internas do PSD: ao mesmo nessa altura, havia oposição. Podia ser impopular e derrotada nas urnas, mas existia e cumpria uma missão, tanto mais importante, quanto este governo é intoleravelmente medíocre e desonesto. Com este acto político, Passos Coelho deixou de poder fazer oposição. Vai criticar o quê se este governo não existe para além do PEC? É que se, para além do PEC, o governo não governa, também não há oposição para além do PEC (cuja paternidade – repita-se – Passos Coelho assumiu).
2) O CAA tem um mérito, pelo menos: não faz de conta que a posição de Passos Coelho é tolerável ou exigível (por qualquer interesse nacional, que bem se sabe, só servir a engorda do monstro). Dito isto, também tem um demérito óbvio: demonstrou fracas qualidades como analista político, porquanto, sem qualquer base factual, acreditou que Passos Coelho constituiria uma alternativa política a este estado de coisas. Quem acredita nisso, sabendo que Passos Coelho vem das jotinhas, passou pelo mundo empresarial sob patrocínio de um dos empresários do regime e não tem qualquer nota biográfica que o recomende para o que quer que seja, só pode estar a laborar num erro político. E essa admissão de culpa parece-me exigível (eu, pelo menos, se estivesse na mesma situação, trataria de a fazer).
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