Programa eleitoral do Partido Socialista
[…]Um documento de 120 páginas, em que a palavra “apoio” aparece 136 vezes, em contraste com a contraparte “despesa”, que surge apenas oito. O programa eleitoral do Partido Socialista, apresentado esta semana por José Sócrates, privilegia o alargamento das políticas sociais e de emprego, assim como o investimento público, mas persiste numa insuficiência comum na política portuguesa: não explica como vai financiar as medidas propostas.
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O PS refere no programa a continuação da consolidação orçamental e aponta algumas medidas que já estavam no programa de 2005 (e que são discutidas há muitos anos) como a orçamentação por programas, e o estabelecimento de um ciclo p lurianual de planeamento, orçamentação e controlo da actividade do Estado. Sobre dívida pública – o indicador usado pela Presidência da República nos seus recados – apenas uma menção: “continuarão a ser minimizados os custos de financiamento da dívida pública”. Não há, também, referências precisas sobre a reforma da Administração Pública. […]


É coisa que nunca li. O programa eleitoral de um Partido será um manual de intenções. Uma projecção no futuro com os dados do presente.
É claro que um Partido que não chegue ao poder, poderá sempre dizer que teria cumprido tudo.
É porreiro para especular.
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Manual de intenções?! E se fosse dançar o tango para outro lado?
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O Jorge não me quer aqui.
Deve ser o porteiro.
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Nada disso meu caro, até aprecio algumas das suas tiradas. Outras, como esta, é que levam a ser rude. Eu sei que há outros como o sr. que defendem essa dos programas eleitorais serem apenas “guidelines”. Mas dizem-no apenas depois das eleições quando chega o momento de não os cumprir. Se fossemos a levar a sério estas tiradas, votaríamos como? Por fé? Além disso, lembro-me bem de Sócrates, no anterior mandato, defender que não podia tributar as mais-valias financeiras porque… isso não estava no programa. Está ver, dois pesos, duas medidas? 😉
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