«Não falta quem deseje provar os morangos cultivados junto ao mar desde Mira à Vagueira, mas colhê-los da terra é outra história. Não fossem tailandeses e toneladas ficavam por apanhar. Dos 100 portugueses mandados pelo Centro de Emprego, só um aceitou. (…) “Todos os anos temos dificuldades em arranjar trabalhadores para a época alta. Pedimos e o Centro de Emprego reencaminha cerca de 100. Só que, depois, metade não aparece e o resto vem com atestado médico a dizer que não pode ou tem um impedimento qualquer. Eu preferia ter só trabalhadores portugueses, porque há tanto desemprego no país mas penso que será uma questão de mentalidade, as pessoas preferem ficar em casa a receber do Estado em vez de meterem as mãos na terra”, critica Vitor Rodrigues. Da centena de trabalhadores encaminhados pelo centro de emprego, ficou apenas uma mulher. Mas os trabalhadores tailandeses, a quem elogia a capacidade de trabalho, trato e perspicácia, apesar de terem de comunicar por gestos uma vez que eles não falam português, trouxeram outra vantagem. “Desde que eles chegaram, o absentismo dos portugueses diminuiu”, diz.»
Já nem falo dos tailandeses mas sim da senhora que aceitou trabalhar: o que terá ela? E o próprio do senhor Rodrigues que ideia é essa de querer trabalhar? Ainda se arrisca a que Francisco Louçã o acuse de explorar mão de obra estrangeira (já que a nacional é difícil por falta de comparência). Acho que está na altura de mudarmos de vida. Podemos fazê-lo assim Mas como bem sabemos as lideranças não estão para isso. Por isso só nos resta juntarmo-nos aos 99 que não aceitaram o emprego. Fizeram eles muito bem. O próprio do senhor Rodrigues também pode mandar os morangos às malvas. Nada de pretender lucros nem de explorar os outros. Muito menos de mandar os outros apertar o cinto. Vamos todos ser solidários, desencadear justas lutas. Ficamos todos em casa à espera do RSI, da senhora Merkel ou de quem quer que seja. Fazer marchas contra o FMI e de lutar contra o capital.
No fundo por muito que se fala e se tente fazer esta é a imagem que passamos para um futuro quiçÁ distante: NO SÉCULO XXI PODEMOS PRODUZIR COMO NUNCA MAS PREFERIMOS DEITAR OS EXCEDENTES Á SANITA DO QUE ALIMENTAR ESTES…
http://www.youtube.com/watch?v=Pj2Ilm7zYmQ
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Boa análise. Só falta saber quanto paga o sr. Rodrigues pela apanha dos tomates. Ah, não paga ? Género passe cá para o mês que vem ? Ok.
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Helena,
Não creio que seja só vontade de se encostar ao subsídio estatal.
O problema é que as pessoas que, como eu, entraram no ensino no início da década de 80, apanharam programas em que o trabalho agrícola era qualificado de menor, para gente atrasada, para países subdesenvolvidos.
Essa mensagem ficou bem gravada na personalidade de todos, daí a repulsa pelo trabalho em que se “suja” a mão na terra.
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2. Não paga? Portanto 99 pessoas rejeitaram o trabalho pq tinham antecipadamente ainformação que os enhor Rodrigues não paga. É isso?
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“O problema é que as pessoas que, como eu, entraram no ensino no início da década de 80, apanharam programas em que o trabalho agrícola era qualificado de menor, para gente atrasada, para países subdesenvolvidos.
Essa mensagem ficou bem gravada na personalidade de todos”
Pelo que vejo perdeu-se uma enorme vocação agrícola nesse senhor. Mas ainda está a tempo de começar a puxar o arado.
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Vá você trabalhar por 500 euros, a apanhar morangos! Os portugueses sempre foram preguiçosos, mas nunca foram burros! para este tipo de trabalho, na dinamarca, inglaterra e afins ganha-se o dobro ou mais ( eu já vou para lá este verão). Usa-se a crise, para dizer que a culpa é da base, enquanto o topo continua na boa vida! Não por muito tempo, não por muito tempo.
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5.
Puxar arados é para os animais caso você não saiba.
Caso soubesse e apenas estive a tentar ofender-me chamando-me “boi” ou “manso”, apenas lhe digo:
Boi é a tua tia, pá!
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6. Ninguém é obrigado a aceitar um trabalho que não quer. O que naturalmente leva a que tenhamos de concluir que também nãio podemoss er obrigados a pagar subsídios de desemprego e RSI a quem não aceita trabalhar.
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pois é, não é só em Portugal que isso aconteçe… e +e por isso que se assiste a estranhas contratações, em condições que mais parecem escravatura ou trabalhos forçados, de romenos, tailandeses e até portugueses, em Espanha e em Itália… as grandes superfícies e exportadores querem ter uma grande margem de lucro e os agricultores têm de reduzir custos na remuneração e condições de trabalho… claro que, assim, e com o desprezo por quem trabalha a terra e em geral por quem é mal pago, as coisas tenderão a agravar-se.
tenho a certeza que a Helena não aceitaria tais trabalhos, se estivesse agora no desemprego!…
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Se não querem esse trabalho é muito simples, abdiquem dos subsídios…. ninguém pode criticar ou limitar o direito a não trabalhar, mas como pago gostaria que não criticassem a minha vontade de não estar aqui para pagar a chulos….
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9. Não interessa o que eu faria. O que interessa é saber se merecia receber o dito subsídio de desemprego ou RSI caso recusasse este ou outro trabalho.
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Hó Helena, estás a ver-te desempregada e ires apanhar morangos só porque o centro de emprego te mandou para lá?
Não sei se sabes mas o centro de emprego não olha às profissões, és médico ou engenheiro ou operário qualificado, toma lá… vai apanhar morangos, tens 20, 30 ou 60 anos, toma lá vai apanhar morangos.
É muito fácil criticar…
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Tá mal.
Os empregos deviam gerados depois de consulta aos desempregados.
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#12.
Então todos os 99 gajos que recusaram eram médicos sexagenários?
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Com artrite reumática e doutoramentos.
Querem desmontar uma suposta aldrabice e pespegam-lhe uma aldrabice diametralmente oposta como quem manda barro à parede.
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Já sabiamos.
Os portugueses são uma cambada de calões.
Mais vale ir apanhar morangos para a Suíça.
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Helena
eu aceito agora, neste momento o desmantelamento do estado social, que façam um acerto de todos os valores que eu descontei ao longo de 20 anos.
e me digam agora não contes connosco, nem saúde, nem reformas, nem subsídios de desemprego, nadinha
eu já tenho seguro de saúde, faço o reforço do meu se for caso disso, faço um seguro ou poupança, para no caso de ficar desempregado e faço um PPR
e assim evitar ir apanhar morangos para Sr. não sei quantos
agora eu pagando a batelada de impostos e descontos para a Seg social, ter que ir apanhar morangos quando se fica desempregado.
então digo como tatcher disse, I want my money back, porque não quero pagar a sua reforma milionaria, porque isso voce não prescinde pois não, porque é que não defende uma reforma maxima de 1.000€00, isso voce não é capaz de defender porque já lhe doi no bolso
espertalhona
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Incompetência do empresário, que vai criar uma empresa sem prospecção da mão de obra, a contar com o ovo no cu da galinha-(Centro de Emprego).
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Se fosse só na apanha de morangos…
http://fora-de-tempo.blogspot.com/2010/05/telefonista-precisa-se.html
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O caricato no meio disto tudo, é que continuo a fazer por comprar “morangos” Portugueses mesmo a pagar o dobro e o triplo, sendo que, efectivamente são muito mais saborosos dos que se compram provenientes de tais sítios onde ?pagam? o dobro.
Curioso é que os Espanhóis que aqui tem vindo trabalhar dizem que só aqui é que comem fruta madura no restaurante.
Triste é, que tenham que vir de tão longe para os apanhar, e com o que ganham, porque supostamente não lhes podem pagar menos, podem sustentar as famílias numerosas no Pais deles, e se tempo suficiente cá estiverem os filhos destes vão até à Universidade.
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Quem devia ir apanhá-los, era aquele pessoal do “Morangos com Açúcar”.
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Para que servem os centros de emprego?
http://www.causaliberal.net/documentosJCD/centrosemprego.htm
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Tudo isto são consequências das medidas tomadas pelo Estado social.
Fazer solidariedade com o dinheiro alheio, é no que dá.
Assim os governantes se podem enriquecer e perpetuar no poder.
O pior é quando acontece o que aconteceu à União Soviética.
Vamos pelo mesmo caminho. Um dia cai o muro e tudo leva sumiço, não há mais subsídios para ninguém.
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O problema principal aqui é que, quem está no fundo de desemprego não o quer perder para fazer um trabalho sazonal, perdendo o restante fundo a que tem direito.
Se modificassem as leis que regulam o fundo de desemprego, permitindo fazer trabalhos sazonais, provavelmente haveria portugueses a apanhar morangos.
anti-comuna
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Curioso quer dizer se mandassem os desempregados apanhar no cu por 500 euros os pobre tinham de ir..é que os deputados têm gostos peculiares…e pagam mal ainda por cima…sim senhor..Assim entendo muito bem a Bruna real..para trabalho pago assim antes a prostituição ou mostrar o corpinho…Lá virá o dia em que vender os filhos não será nada de indigno tendo em conta a conjuntura económica…
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atá concordo que os centros de emprego funcionam mal… mas é só à imagem do que se passa em muitos serviços da função pública: falta de organização e orientação…
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o atá deve ser estou…
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http://cortex-frontal.blogspot.com/2010/05/dispor-dos-sacrificios-dos-outros.html
“Ontem, na entrevista ao primeiro-ministro, Judite de Sousa e José Alberto de Carvalho chegaram fatalmente aos cortes nos ordenados dos políticos.Eles que devem ganhar mais do que qualquer governante.Há aliás muita gente em Portugal a opinar e a dispor do sacrifício dos outros como quem tem bula para o que der e vier.E não me refiro só aos jornalistas.”
JMF
Cada caso é um caso…convêm saber/conhecer bem do que se escreve/opina.
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24,
também esse aspecto é a ter em conta.
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Cara Helena, não se admire nada. Neste preciso momento, acabou de falhar uma golpada dos inefáveis aliados comuno-plutocratas que ia arrastando a Tailândia para a “normalização” que se vê noutras países limítrofes. Falhou e bato palmas de contente. Gostava que o governo legal tivesse mão pesadíssima sobre o lixo que a UE fez desembarcar e que conspirou para a transformação da Tailândia em mais um tugúrio dos mesmos de sempre.
Quanto aos tailandeses em Portugal, tomáramos nós sermos diligentes e industriosos como eles são e sobretudo, bem educados. Pudera…, num país com uma taxa de alfabetização de 97%, a civilidade é natural.
Não querem enviar o Cavaco para o extremo-oriente e pedir emprestado Bhumibol Adulydej durante uns anos?
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A duquesa Sarah Fergusson
é que “a sabe toda”: mandou às malvas a peculiar honestidade, o inatacável carácter, a inimputabilidade dos monarcas e do regime monárquico, e vendeu uma “aproximação” ao ex-marido…
Para quê trabalhar se tem “sangue azul” ?
É só multiplicar ‘casos’ por essas “exemplares” monarquias…e o resultado é…
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Nem de propósito… há umas semanas atrás comentava um post no FB sobre o tema da colheita de morangos e este artigo absurdo de Clara Ferreira Alves.
http://aeiou.expresso.pt/strawberry-fields-forever=f196865
A primeira pergunta que se me colocou foi… porque motivo os produtores espanhóis não encontram trabalhadores europeus mesmo a pagar 700€ por mês + comida e cama.
Depois, todo o artigo dela é risível. Particularmente interessante a parte em que manda às urtigas o woman empowerment. A tentativa de colagem ao trafico de carne branca é no entanto infame…
Enfim. Crise sim, mas o estado paga tudo.
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Primeiro, faz-se a experiência com o Duarte, Don, essa sumidade cuja última, foi uma conclusão de que a educação sexual só pode conduzir “a mais fornicanço”…
Exporte-se então, para a Tailândia, sem subsídiodependência, essa inteligência, esse inatacável cidadão muito trabalhador e empreendedor.
Se souber escrever uns relatórios, serâo analisados “por quem de direito”. Depois, “logo se vê”.
Obviamente, importa-se tailandeses em doses, muito mais cultos e muito mais inteligentes, e muito mais portugueses/patriotas do que os tugas republicanos…
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Caro MJRB:
Ótimo, também a leu e agora parece entreter-se a fazer recortes e a cozinhar o que mais lhe convém. Queira ou não queira, a recente entrevista de D. Duarte aborreceu muita gent e por isso mesmo há quem adopte a fábula da raposa. Típico.
A Ferguson é uma arrivista de mau porte – não sei o que André viu naquele coirão – ao “estilo putedo de Petronilha” de outros tempos. Pagará a ex-família? Não me parece justo.
Quanto ao patriotismo dos tailandeses, quem já viveu naquele país sabe bem que é muito mais sólido do que outros, especialmente daqueles que só acordam na hora das “transferências”, “chegadas ao aeroporto” e “golos quase-quase”. É a isto que se resume o patriotismo nacional. República à parte, claro e sem investimentos em acções fora da Bolsa a 125% de juro ao ano, amigos quase presidiários e senatoriais da república, etc. Fora os outros ex que ainda são bem pagos. Habilidades…
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Helenamatos, não acha que faz parte dos princípios básicos da profissão de jornalista fornecer aos seus leitores dados essenciais para estes poderem ajuizar do sentido do artigo que escreve?
É que a helenamatos “esqueceu-se” de referir o salário que o Sr. Rodrigues paga!
“Esqueceu-se” também de referir as despesas que os desempregados vão ter de arcar para poderem trabalhar, mormente despesas de deslocação, entre outras.
Estes “esquecimentos” fazem toda a diferença entre um artigo de opinião e um panfleto de propaganda.
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não estou a ver qual era o mal de ser médico ou engenheiro desempregado e fazer uma vaquinha a apanhar morangos. creio que ele há muito médico e engenheiro do leste a picar pedra , não há? o português pertence à nobreza , é ? vão-se as mãos , ficam os anéis.
já percebi há muito que “direito ao emprego” nada tem a ver com “direito ao trabalho”…
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Caro Nuno Castelo-Branco,
Não li (contaram-me), nem me “entretenho” a recortar inocuidades. Portanto, a entrevista do Duarte, D.,se lida, só me divertiria.
Eu, que pensava que a monarquia inglesa tinha extremo cuidado ao permitir e ao desaconselhar casamentos; afinal, André casou com um “coirão” e não houve quaisquer avisos da ribalta monárquica sobre o seu passado “estilo putedo de Petronilha”… Pelo que “putedo” e “coirões” terão sido “mais do que as mães” e noutras circunstâncias a pisarem passadeiras reais não só nessa monarquia…
E ainda não retiraram, à “arrivista de mau porte”, o título de duquesa ? — carago!, se estivessemos sob uma monarquia e uma professora (boazona !) tivesse posado nua para uma revista, o que não diriam os monárquicos !??
O patriotismo dos tailandeses não é superior nem melhor do que o patriotismo dos portugueses.
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Adenda:
Provavelmente Nuno Castello-Branco confunde patriotismo com pontual e exacerbada bovinidade tailandesa e…de quando em vez também tuga.
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Provavelmente, cá temos a quedazinha para o racismo da praxe. Há ingredientes que nunca podem faltar, paciência…
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Cara Helena Matos, a experiência da minha família em relação a este assunto:
– na pequena indústria que temos, paga-se um salário de 650 euros, com cerca de 6 horas de trabalho seis dias por semana, mais direito a todas as regalias sociais que cabe ao patrão pagar e que elevam o salário para perto de 1000 euros por mês; os trabalhadores portugueses recusam, porque o trabalho é das 22horas às 04horas, assim como recusam fazer a distribuição, porque têm de acordar às 5 horas. Resultado: neste momento os empregados são maioritariamente imigrantes de Leste. Aliás, os imigrantes que temos são mais pontuais e de longe mais produtivos que os portugueses.
– na agricultura, paga-se 35 euros por oito horas de trabalho, para apanhar fruta; antigamente este trabalho era feito por portugueses, hoje em dia é todo feito por imigrantes de Leste.
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Em 1996 estive no leste da Alemanha na construção de uma refinaria sob temperaturas negativas colocavam-me na minha conta no banco em Portugal 200 contos e davam-me 60 marcos para despesas lá, estas quantias eram liquidas e eram equivalentes ao ordenado mínimo alemão, (cá o ordenado mínimo devia rondar os 60 contos ou menos). Mais, todas as despesas eram pagas pela entidade patronal, até as viagens aéreas.
Aqui ao lado em Espanha o mesmo trabalho que este “senhor Rodrigues” paga a 550 euros é pago a mais do dobro.
Será que vocês tem noção do que é apanhar e transportar centenas de caixas cheias de frutas durante o dia inteiro ás costas ?
Porque carga de trabalhos é que uns tem que ser escravos de outros?
Qual será o ordenado dos estrangeiros lá no pais deles?
Se os produtores espanhois lucram pagando mais aos empregados porque será que “o senhor Rodrigues” não o pode fazer?
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Pasmo com o País e com alguns dos comentários!É então ofensivo o trabalho manual?É preferível a esmola do subsídio?É mais digno?Mesmo que tenha um curso e esteja desempregado?Mesmo que tenha família a cargo?E quem vai pagar todos esses subsídios?A União Europeia e a Senhora Merkl?Vamos continuar a endividar-nos à maluca para pagar subsídios a quem acha aviltante trabalhar manualmente?E quem vai pagar toda essa dívida?Nós?Os poucos que ainda trabalhamos?Será que esta loucura só vai mesmo parar quando entrarmos em bancarrota como em 1926 e vier um “salvador” para pôr toda a gente a trabalhar, e sem direitos adquiridos?
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39,
“Racismo” ? — “coisa”/queda muito mais própria do “distanciamento azul e social” de monárquicos do que de republicanos em relação à populaça/”piolheira”…
(Não sou racista).
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#41
Convida-o a fazer uma plantação de morango e a pagar um salário de 1000 euros por mês. Relate depois como correu.
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«Para que servem os centros de emprego?»
Para muitíssimo pouco atendendo ao que custam. Aí está mais uma actividade para-estatal que podia, com vantagens, ser privatizada. Idem para os centros de formação.
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Todo o trabalho tem a sua dignidade. Eu até preferia apanhar morangos do que estar sentado num call center a receber o salário mínimo nacional. Ao menos no campo sempre era menos depressivo do que numa sala fechada.
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Não seria mais fácil acabar de uma vez como o fundo de desemprego?
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Nuno Castelo-Branco é por aquilo ser tão porreiro que eles vêm para cá apanhar morangos. E ter “vivido lá” não costuma chegar para se poder inventar. Eu nunca vivi lá e chego à conclusão que conheço melhor aquilo que o Nuno, atendendo as baboseiras que escreve
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A verdadeira pergunta é: onde é que este senhor arranjou 99 tailandeses?
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Helena, lamento informa-la que está desactualizada. Que eu saiba há pelo menos quinze anos que grande parte dos empregados agrícolas temporários deste pais são originais do Marrocos, Roménia, Tailândia e até Polónia. Ganham menos que os locais e não param cada dez minutos. Se em Espanha e noutros países pagassem o dobro do que aqui em Portugal, como afirmam vários comentadores, então porque vem esses imigrantes trabalhar para cá? Por espírito de sacrifício? O salário mínimo é o maior desincentivo ao emprego que conheço, e só afecta os jovens e os mais desqualificados. Mas é isso mesmo que os sindicalistas querem: proteger os seus e perpetuarem-se no poder.
Na empresa nacional onde trabalho, e que é do sector de serviços, há mais de dez anos que temos pedidos permanentes de emprego em todos os centros de emprego do país. Nunca recebemos uma oferta de emprego. Digo bem nunca.
Os centros de emprego não servem para nada, excepto para alimentar os parasitas que por lá se arrastam. Digo-o pelo exemplo acima, e por ter estado desempregado. A par do Ministério da Economia são duas instituições que bem poderiam fechar definitivamente que não se notaria a diferença.
Se ao menos obrigassem os desempregados a apresentar-se todos os dias entre as 9 e as 5 no centro de emprego, queria ver a taxa de desemprego baixar em flecha. Mas também lá se iam os votos dos que sustentam este governo (e os anteriores).
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Caro MJRB, se não é, descai-se um pouco, a começar pelo preconceito do sangue azul, coisa que só existe em meia dúzia de cabeças (e barrigas) bem instaladas. Mas se quer continuar nesta satrapia a reverenciar gente inqualificável, está no seu direito, quem sou eu para aborrecer seja quem for?
Caro João, antes de dizer uma coisa dessas, tente lá passar uns tempos. Verá que não estou enganado. Já agora, saiba que saem agora de Portugal, 75.000 nacionais por ano. Vão apanhar o quê?
Cordialmente,
Nuno
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Hipocrisias dos merdosos hipócritas!!
Um jovem rapaz de 18 anos, português, mede cerca 1,80m pesa 80Kg, está em termos ergonómicos, muito menos preparado para a apanha do morango que um filipino com 1,60m e 60Kg habituado ao calor e ao trabalho árduo desde os dez anos de idade.
No horário de trabalho normal o filipino consegue pelo mesmo preço apanhar o dobro dos morangos.
Fora do horário de trabalho o filipino ainda consegue trabalhar mais 45horas ( com as 45 semanais dá mais de 90 por semana) que serão provavelmente pagas a 2 ou 3 euros. Também podem trabalhar ao kg de morango apanhado e aí teremos ritmos de trabalho de estontear que podem até matar.
Os nossos jovens só aceitarão esses ritmos de trabalho quando estiverem a passar fome, isto é quando emagrecerem cerca de 10kg devido á penúria de comida. Mas não conseguirão acompanhar o ritmo dos filipinos nunca!!!
Mas que raio de psicopata colocaria um jovem a trabalhar nessas condições, um rapaz, que contrariado foi obrigado a permanecer sentado numa cadeira de escola 8horas por dia.
Foi obrigado a transformar-se num ser sedentário ficando com os músculos atrofiados e obeso.
Os professores, do pouco que se lembra, só lhe diziam que se estudasse arranjava um emprego, mas nada lhe ensinaram de útil, a única coisa que conseguiram foi fazer com que ele ficasse 8horas por dia distribuídas por sessões de 90 minutos sentado.
Ainda não regredimos à era da grande emigração (migração agora que somos europeus) dos anos 60 nessa altura ficou célebre a historia de um desgraçado que entusiasmado com a possibilidade de amealhar uns francos, trabalhava todo o dia não parando para comer, fazendo apenas refeições rápidas constituídas por bananas. Como o trabalho era pesado, o desgraçado trabalhava com um martelo pneumático, morreu de cansaço e grande parte do dinheiro arrecadado serviu para o transporte do seu cadáver para Portugal.
Mas é isto que os blogueiros querem? Portugueses a ser explorados, ao menos os portugueses de quinhentos preferiam matar os pretos em vez de o fazer aos seus patrícios os pretogueses.
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Nos comentários aqui expressos, salvo algumas excepções, está bem expresso o desnorte da sociedade portuguesa. A demagógica retórica progressista conduzirá irremediavelmente o País à ruína. Nessa altura, talvez mudem de ideias os que agora rejeitam ostensivamente o trabalho honrado.
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Finalmente (52) um comentário sensato!É que já começava a desesperar de ser português!
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#51
não gosto de ser ofensivo, mas é um imbecil. Se não sabe, fica a saber. A minha família tem quintas agrícolas e trabalha com uma empresa andaluza que trata das podas e da apanha da fruta. Os trabalhadores começam a trabalhar às sete e terminam por volta das onze, e depois só voltam a trabalhar a partir das quatro da tarde. Em Sevilha, o trabalho pode começar às cinco, terminar às dez, e voltar ao final da tarde. Ninguém aqui quer escravos a torrar ao sol. Até parece que apanhar morangos é um trabalho muito custoso. Custosa sim era a vida das gentes das nossas serras há cinquenta anos atrás, a trabalhar de sol a sol, a escalar montanhas para apanhar azeitonas ou amêndoas, a caminhar uma hora por colinas e vales pela manhã, ao´frio, para irem para a escola, a arar terrenos com animais… oh gente burra! Então apanhar fruta é trabalho de escravo? Palermas.
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A verdade é que hoje em dia os nossos jovens são muito sofisticados, preferem estar seis meses numa grande superfície a receber o salário mínimo do que sujar as mãos na indústria ou na agricultura. Palavra de empregador.
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Resultados do décadas de Europeísmo e Educação Publica Esquerdista dá nisto. Ou seja Novo-Riquismo.
Entrámos na Europa, e temos Educação Publica até ao 12ºAno logo óbviamente não apanhamos morangos, isso é uma indignidade, aliás, têm de nos chegar à mesa já tratados. Faz algum sentido estudar até ao 12ºAno e depois ir apanhar Morangos? Não para quem nasceu na redoma artificial do Estado Social e pensa que os outros lhes devem proporcionar emprego tal como lhes proporcionaram estudos e para quem a simples economia é algo abaixo da grande Civilização Europeia.
Resultados de décadas de venda de sonhos Políticos.
Vão é muito justamente acabar a trabalhar para tailandeses.
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retórica progressista….
estou desempregado a 2 anos, tenho formação superior e experiência na gestão, liderança e formação de equipas de vendas. sólidos conhecimentos de informática.
já dei a ganhar algumas centenas de milhares de euros as empresas por onde passei.
recebo 350€ de SD.
podem enviar-me propostas para este mail: mudar@sapo.pt
abraço,
ps, se neste país existissem os tais que fazem mudar o mundo, de certeza não estava-mos na situação em que nos encontramos.
é fácil dizer que a culpa é do outro….;-)
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#56
nos outros países europeus vejo jovens universitários ou no início da vida profissional a servir à mesa. Enquanto fazem os estudos, trabalham, no Verão, trabalham em part-time, mas perto dos 30, começam então a ascender socialmente. Queria ver os nossos estudantes de liceu ou do ensino superior a trabalhar em part-time ou a apanhar fruta nas férias do Verão. Somos mais pobres que os ricos, mas trabalhamos menos. Em Portugal há sempre alguém que sustente alguém. Os pais, os avós, a titi ou o Estado. O problema é cultural, e foi causado pelo socialismo.
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mais imbecil do que o texto introdutório (estes trabalhadores “tugas” são uns vadios” é a treta habitual) só o bobó que a dona judite de sousa está a fazer à segurança social e à corja…
toca a libertar os lares de idosos desses estorvos que são os … idosos..
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A ultima noticia que ouvi de trabalhadores tailandeses era para os lados de Odemira, uma floricultura.
A conversa foi a mesma, ordenado minimo trabalhadores produtivos e rejeiçao por parte dos tugas.
Duas semanas depois devido ao destaque que a noticia teve alguem foi investigar.
Pois a empresa trabalhava fora de horas ate ás 23 sabados e domingos.
Foram ver o quadro de pessoal e horas..não havia horas extras. Depois foram ver e os tailandeses recebiam sim o ordenado minimo mas descontado de alojamento previamente contratado para eles.
Um mês mais tarde inspecçâo de trabalho e segurança social acabaram por fechar por falta de descontos.
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#60
não sei em que mundo vive. Não deve ter noção da quantidade de construtores, restaurantes, padarias ou até lojas de centros comerciais que não pagam os descontos e as horas extra a trabalhadores portugueses.
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A questão é que 500 euros para os imigrantes representa muito dinheiro quando eles enviam para os familiares que ficaram na sua terra. Por isso, neste caso não estamos bem a comparar…morangos com morangos.
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60 e 61,
e depois ainda temos um post como este:
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#58
Meu amigo eu estou no ensino universitario e ja fiz muitos trabalho em part-time, e conheco muita gente em varios curos que tambem os faz, por isso não denigra quem estuda e trabalha, os estrangeiras não são melhores que os portugueses. E mais, talvez tenha a curiosidade suficiente e vá analisar os planos curiculares das universidades lá fora, onde um teste com 40% ja é positiva, os testes sao mais faceis e o ensino nem sempre é tao intenso como aqui, nós nas licenciaturas apronfundamos muito, lá fora eles fazem-no nos mestrados. Isto é relevante porquê, precisamente porque nem sempre existe tempo para consiliar, sim porque nem toda a gente passa a universidade na boa vida e na boracheira.
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VC que não deve ter noção.
Em que é o facto que aponta diminui ou altera o que eu disse?
Preciso explicar , trocar por miúdos ou traduzir?
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Quanto ao subsidio de emprego, e na linha do que foi dito, não é bem um previlegio de quem não quer trabalhar, as pessoas descontam, e não é pouco, precisamente para essa eventualidade, logo têm o direito de procurar por outro trabalho enquanto recusam as ofertas do Centro de emprego. Além disso o Subsidio não é prepectuo, quando ele acaba as pessoas têm inadvertidamente de procurar emprego, ou trabalho, que não sao sinonimos.
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#64
no meu curso, tirando um ou outro licenciado que está a fazer uma segunda licenciatura, nem um estudante trabalha em part-time.
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a helena aceitaria apanhar morangos caso estivesse no desemprego?
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quando ele acaba as pessoas têm inadvertidamente de procurar emprego, ou trabalho, que não sao sinonimos.
Mais nada, o(a) senhor(a)se tiver o azar de perder o emprego tem sempre uma hipótese, professor de português.
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Sou contra o fundo de desemprego. Neste momento os descontos são pagos pelos patrões. Anexava-se ao salário mínimo nacional os descontos para a segurança social e cada um poupava e descontava o que queria do seu salário. Quando estivesse no desemprego, vivia do que tinha poupado. Era um sistema mais adequado à sociedade portuguesa.
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57 e 60:
Em geral os nossos ensinos universitário e politécnico são uma fraude; o 1º porque se deixou contaminar pelo utilitarismo do saber, descurando o objectivo universitário da procura do saber pelo saber; o 2º porque tenta macaquear o ensino universitário e ministra um ensino híbrido, sem rumo definido, feito por docentes de 5ª categoria a discentes de 2ª ou mesmo 3ª categorias, desprovidos de formação de base ( como se pode ver imediatamente pela má expressão escrita e os erros de palmatória real! no meu tempo); por isso quando um universitário se vem chorar, porque não arranja emprego “à sua altura”, sugiro-lhe que ele meta a mão na consciência e perceba que só está a colher os frutos da árvore que plantou e que não regou com o cuidado exigível.
Quanto aos tomates ou morangos do Sr. Rodrigues é deixá-los apodrecer ou doá-los às crianças com fome, enquanto ele não for capaz de pagar justamente a quem os apanha; parece ser um facto que, em geral, os nossos famosos empresários ( a quem o PR implorou por socorro – olha o ridículo !) mais se assemelham a uns negociantes aciganados do que a empreendedores com visão; contribuem mais para o problema do que para a sua solução. Passamos bem sem eles.
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com a liberdade de escolha que temos, helenafmatos cada vez mais perto do cds/pp !
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È isso mesmo Helena, mas tornemos a linguagem escrita ainda mais simples para essa iliteracia de bajuladores socialista:
Quem é novo, não está doente nem tem pessoas a seu cargo, se não trabalha não deve ganhar.
O trabalho dignifica o Homem.
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digo socialistas
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#67
Mais uma vez eu conheço varios em varios cursos, alguns trabalham á semana outros aos fins de semana, outros fazem trabalhos esporadicos.
#71
“Em geral os nossos ensinos universitário e politécnico são uma fraude; o 1º porque se deixou contaminar pelo utilitarismo do saber, descurando o objectivo universitário da procura do saber pelo saber”
Bem se estou numa Universidade a procura do saber esta auto-implicaitamnete assegurada, estou lá para aprender, não estou la para andar á procura de conhecimento noutras areas ou e livros, para isso fico em casa.
quanto ao politecnico não me pronuncio, desconheco a sua realidade, problemas todos têm, ate as melhores universidades do apis, mas pelo que vejo vossa excelencia põem tudo no mesmo sacao
“por isso quando um universitário se vem chorar, porque não arranja emprego “à sua altura”, sugiro-lhe que ele meta a mão na consciência e perceba que só está a colher os frutos da árvore que plantou e que não regou com o cuidado exigível.”
Os universitarios choram-se, utilizando a sua expressão, muito menos do que qualquer area sector da sociedade. Antes de acusar inadvertidamente os univercitarios, talvez fosse melhor olhar para as condições a que sõ sujeitos. Por exemplo, os professores omipotente intocaveis que estao num pedestal, muitas vezes sem fazer o minimo pelos alunos, e relegando o ensino para um part time/ ou pelo menos não lhe atribuindo a prioridade devida, seja porque esão a investigar ou porque comulam outras profissoes. Mais um exemplo será de ordem economicista, por exemplo a biblioteca da minha Uni fecha as 7:30, sou da opinião que se nas UNIs sao lugares de estudo por excelencia, estas deviam estar abertas durante mais tempo, nem que sejam em alturas criticas do ano.
Nao julge alguns pelo todo. Em todos os pomares existem maças podres, não quer dizer que não valha a pena colhe-las.
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eu cá vou tirar meu dinheirinho do banco …trai larai larai ..
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Dona Helena vá trabalhar, vá apanhar morangos.
Assim sempre dá alguma produtividade, e deixa de nos incomodar com parvoíces.
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—> Para os IDIOTAS SUICIDAS (PNR’s e afins) os culpados disto – Mão-de-obra tailandesa salva morangos do litoral – serão sempre as elites e a Igreja Católica!
—> Se a situação não fosse trágica (a Identidade Étnica Europeia corre sérios riscos de ser erradicada do planeta) os idiotas suicidas – PNR’s e afins – seriam hilariantes.
—> Pelo legítimo Direito ao separatismo BLOG SEPARATISMO 50-50
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Estava a precisar de exercício físico e em vez de frequentar um ginásio fui para a apanha de morangos. Vantagens: em vez de pagar ainda recebi algum, respirei ar puro, fiz uma cura de desentoxicação comendo imensos morangos, pus os músculos a ponto, convivi com outras culturas, enfim, só vantagens. Ah! e contribuí para a economia do País. Moral da hisória: até os supostos maus momentos, bem vistas as coisas, podem revelar oportunidades.
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“Meu amigo eu estou no ensino universitario e ja fiz muitos trabalho em part-time, e conheco muita gente em varios curos que tambem os faz, por isso não denigra quem estuda e trabalha, os estrangeiras não são melhores que os portugueses. E mais, talvez tenha a curiosidade suficiente e vá analisar os planos curiculares das universidades lá fora, onde um teste com 40% ja é positiva, os testes sao mais faceis e o ensino nem sempre é tao intenso como aqui, nós nas licenciaturas apronfundamos muito, lá fora eles fazem-no nos mestrados. Isto é relevante porquê, precisamente porque nem sempre existe tempo para consiliar, sim porque nem toda a gente passa a universidade na boa vida e na boracheira.”
O caso não é esse. É alguém mexer em papéis ser considerado tão superior a apanhar morangos. O mercado reage a isso, e um escriturário vai ganhar o mesmo que um apanhador de Morangos…
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Morangos?
Nem para os trincar na estufa apetecem, ao preço que estão nos mercados, bem embalados, como prontos a receber um chantily regalado.
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E fosse ainda na Suíça, a apanha de morangos ou a vindima, enfim, vá lá, enquanto não se arranja lugar de lava-pratos ou mulher-a-dias… agora, cá na portuga, para que alguém diga, olha aquele coitado, a sonsa, num serviço de criados!
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Acho tudo muito estranho !Mas estou certo que a inspecção geral do trabalho já visitou a “exploração” …
Se porvenrura ainda não visitou deve ser uma “exploração”em grande…
E o que acham se os vossos familiares fossem experimentar apanhar uns moranguitos e se inscrevessem nesse “circuito internacional”de trabalho percario?
É tudo tão estranho e os comentários e o artigo tão “primários”deve ser da cor dos moranguitos
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Os socialistas criaram a ilusão de que todos os portugueses podiam ser «doutores» e trabalhar num consultório ou num escritório. Enfim…
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Na Suíça pagam por mês 1200 euros e ainda oferecem habitação dentro da quinta para dormir.
O Sr Rodrigues paga quanto?
Ahh pois é!
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#85
Em Portugal, a vender a fruta a 10 e a 15 cêntimos o quilo, quem é que pode pagar salários altos?
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#85
ponham então o salário mínimo nacional a 1200 euros. Veremos onde isto chega.
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Pelo que vejo, há aqui quem considere o Sr. Rodrigues um criminoso por pagar 550 euros. Convido então essas pessoas a explorar uma herdade e a pagarem 1000 euros de salário aos empregados, mais descontos. Falar é fácil… Infelizmente, mentalidade à PREC ainda existe, e muito…
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3.Nuno Santos Silva disse
24 Maio, 2010 às 2:32 pm
«Helena,
…O problema é que as pessoas que, como eu, entraram no ensino no início da década de 80, apanharam programas em que o trabalho agrícola era qualificado de menor…»
Tenho um familiar que, depois de se licenciar em engenharia, resolveu ir passar umas temporadas à Suiça para fazer diversos trabalhos agrícolas. Quanto Ganha? Não sei. Sei o resultado: (estupidamente, no meu entender), mandou fazer uma excelente casa com algum terreno bem tratado numa aldeia onde tem família e comprou um belo Audi e uma Honda.
Lá, está bem instalado e trabalha no campo sol a sol.
Ou seja, trabalha no duro!
J.
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31.MJRB disse
24 Maio, 2010 às 4:59 pm
«A duquesa Sarah Fergusson
é que “a sabe toda”: mandou às malvas a peculiar honestidade, o inatacável carácter, a inimputabilidade dos monarcas e do regime monárquico, e vendeu uma “aproximação” ao ex-marido…»
Este MJRB mais parece o miserável Buiça…
J.
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57.desempregado disse
24 Maio, 2010 às 9:19 pm
«…retórica progressista….»
Com esses conhecimentos todos, escreva um Curriculum Vitae capaz, quer dizer, bem escrito e sem erros, e vá à procura de trabalho em pequenas e médias empresas. Há muitas que precisam de gente competente…
J.
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57.desempregado disse
24 Maio, 2010 às 9:19 pm
«retórica progressista….»
Meu caro, seria de toda a conveniência que você voltasse para os bancos da escolinha para aprender a escreve direitinho e sem erros.
J.
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64.MDN disse
24 Maio, 2010 às 10:31 pm
O recedo para o #57 também se aplica, e talvex melhoe, a si:
Meu caro, seria de toda a conveniência que você voltasse para os bancos da escolinha para aprender a escreve direitinho e sem erros.
J.
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69.Fado Alexandrino disse
24 Maio, 2010 às 10:48 pm
Se souber…
Ora leia o que você mesmo escreveu!…
J.
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Se o anúncio,em vez de pedir mão de obra para agricultura,pedisse gente para formar empresas e pagar esses salários altos que os nossos pugressistas pedem,tenho a certeza que em dez mil não ficava nenhum.
Confirma-se que as pessoas aderiram à fábula comunista.
Ainda há dias,o Anacleto,do bloco de esterco,pedia aos trabalhadores que não aceitassem as restrições.Como o mesmo indivíduo sempre apoiou as obras ruinosas do falso engº,onde é que o Anacleto vai buscar o dinheiro para toda esta abundância ficcional?
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JLeme,
mande-me um email com o seu endereço electrónico para o endereço que lá coloquei que na resposta junto-lhe o link onde se encontra o meu CV, online e com publicidade paga na Google.
abraço,
somos tão bons, tão bons e estamos tão bem, tão bem que ninguém mexe uma palha para mudar o que quer que seja.
já agora, apanhar morangos, não é nenhum desprimor. no último sacana para quem trabalhei, ganhava 600€ e não regatei esforços até que a empresa factura-se ao nível que eu entendi para poder ter um salário adequado.
mas, voçês (peço desculpa por vos colocar todos no mesmo saco) são todos muito bons e o país recomenda-se.
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Penso que está na altura de relerem o comentário 52, de António Barreto, que pelos vistos ou não leram, ou não compreenderam ou nem sequer quiseram fazer um esforço de entender. Começo a ficar sinceramente assustado com o futuro deste País! Estão a ficar todos muito finos, muito reivindicativos, muito arrogantes…
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Repito o que escrevi: não está em causa o direito das pessoas recusarem um emprego. O que está, para mim em causa, é o nosso dever de lhes pagarmos subsídio de desemprego ou RSI após essa recusa.
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e já agora o mais importante, que é o direito a desempregar os parasitas que nada fazem e contribuem para que a taxa competitividade seja baixa.
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vira-se um portugues para um espanhol e diz ..
em portugal ninguém trabalha desde há 50 anos ..
e o espanhol :
em espanha ninguém trabalha há seculos….
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Os portugueses só trabalham fora de Portugal.
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Os portugueses não são exemplos de trabalho em Portugal. Até os aflitivos números das contas públicas e privadas deste país à beira da falência comprovam tal facto. Por aqui os nativos ostentam, esbanjam, armam ao cagarelho. Nos planos de um portugues, mesmo sem eira nem beira, há sempre um TGV escondido com o rabo de fora. Lá fora, contudo, provam o contrário. Manguelas e moinas no seu chão, mouros de trabalho na emigração.
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Quando esta merda estourar toda e o tal Estado Social for parar ao cano de esgoto de onde nunca deveria ter saído, os que agora recusam trabalhar em condições “indignas” de cidadão Europeu vão ter que pedinchar trabalho a troco de malga de sopa e migalhas de pão para matar a fome como no tempo dos nossos avós. Como a memória é curta !! Pelo andar da carruagem, este cenário não está assim tão longe. Os Europeus caminham de vitória social em vitória social até ao abismo final 8-(.
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