Quero estes fabulosos tempos de volta (com sol incluído!)
Como é que se faz para voltar a estes fabulosos tempos em que ‘el reto más importante de la humanidad’ era “el cambio climatico”? Nessa fabulosa era não só a chuva não era um estado contínuo como se diziam coisas destas sem que as audiências desatassem a rir. A crise em que agora estamos atolados passou por termos andado de anúncio de apocalipse em anúncio de apocalipse a tentar criar novas ordens mundiais, mais organizações disto e daquilo, tudo devidamente propagandeado e patrocinado por empresas cheias de boys. Entretanto a crise instalava-se e os problemas reais, nomeadamente os causados pelas alterações ou não alterações do clima, ia-se instalando. Agora Zapatero, Sócrates e tutti quanti dizem que o mundo mudou. O mundo não mudou. Eles é que não o quiseram ver.

há dois anos eras amiga das subprimas, agora renegas a família.
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A mudança no Mundo foi provocada por Sócrates, Zapatero e outros. É só comparar quanto era a dívida Publica na Europa/EUA no ano 2000 e agora.
Em Portugal nem é preciso ir tão longe, podemos ir a 2004. Cada Português devia >7000 Euros, hoje deve >13000 Euros, no final do ano serão mais de 14000 por via da Dívida Publica, ou seja, nem sequer conta a dívida escondida. Isto é que mudou o Mundo.
Por que é que isto aconteceu. Porque as verdadeiras agências de rating ocidentais, ou seja os jornais e TV’s acharam que a sustentabilidade económica não interessava para nada, estavam mais preocupados com a sustentabilidade dos ursos polares.
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Bom dia Helena M.,
Partilho consigo, se não fôr já do seu conhecimento, notícias da Busholândia, com particula interesse por o assunto em apreço ser : Reescrever a história.
“Conselho Educativo do Texas decide reescrever a história do país
Washington, 22 mai (Lusa) – O imperialismo norte-americano nunca existiu, a recusa árabe do estado de Israel é responsável pelo conflito no Médio Oriente e a ONU ameaça a soberania dos Estados Unidos passam a ser respostas corretas nos exames dos alunos do Texas.
Segundo a agência espanhola EFE, o novo programa escolar do Texas, de mais de 100 páginas, foi adotado sexta feira pelo conselho educativo do estado por nove votos a favor e cinco contra.
Os nove votos favoráveis são de conservadores e conseguiram fazer passar um documento que será a base da elaboração dos livros para as provas de quase cinco milhões de alunos, do segundo maior estado norte-americano na próxima década.”
No site da RTP.
Cumprimentos.
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O modelo centralizador, depurado durante o regime autoritário, trazia consigo uma lógica de pensamento único que ia da política a vários outros domínios. A democracia trouxe pluralidade de opiniões políticas e liberdade para as expressar, mas pouco alterou tudo o resto. O resultado é um país politicamente plural, profundamente desigual em termos socioeconómicos e muito homogéneo em quase todas as outras dimensões. Frustrada com essa não evolução, a Esquerda radical cai, recorrentemente, na armadilha autoritária, tentando impor administrativamente o que de outro modo não ocorreria. Mesmo com essas tentativas, há um enorme denominador comum na nossa maneira de ser e pensar, o que tem sido amplamente explorado pelos anti-regionalistas. Pensamos igual, logo somos iguais, logo podemos ser regidos por um centro único. Na verdade, Portugal é um verdadeiro deserto, com um ou outro oásis, apenas tolerados até ao ponto em que ainda possam ser controlados centralmente. E assim vamos penando.
A fé clubista é um domínio em que aquela homogeneidade de pensamento, típica de um país centralista, tem uma expressão marcante. Em nenhum país da Europa há um clube que congregue uma adesão tão grande como acontece com o Benfica em Portugal. Admitir-se-ia que, com a hegemonia que o Porto tem demonstrado nos últimos 30 anos, a vontade de estar com os vencedores tivesse alterado essa adesão. Tendo, inicialmente, baseado a sua afirmação na construção de um poder alternativo a Lisboa, os dirigentes portistas não terão sabido evoluir para uma lógica mais autónoma e menos defensiva.
No fundo, esta dicotomia acabou por servir, perfeitamente, aos centralistas que tiveram de se concentrar apenas no desacreditar de um adversário. A inércia de um povo habituado a viver das glórias do passado fez o resto: nada apaga a fé benfiquista. Que se mantém como norma. Só isso justifica que canais abertos e por cabo transmitam, todos, a festa benfiquista. É suposto todos sermos benfiquistas. Quem não é, não é bom chefe de família.
O aparecimento de outsiders nesse duelo Porto-Lisboa assume, por isso, particular importância. Foi assim, há muitos anos, com o Vitória de Setúbal e tem sido, de uma forma mais consistente, com o Guimarães que, desse modo, sedimentou o sentido de identidade numa massa associativa dedicada e fiel. Tem sido assim, desde a chegada de António Salvador à presidência, com o Braga, culminando na extraordinária campanha que este ano quase o levava ao título. Uma cidade tradicionalmente benfiquista despontou para uma outra forma de estar e sentir.
Com uma situação económica que nos faz recuar ao passado, quase apetece dizer que é adequado o Benfica ser campeão. O emergir de um novo pólo em Braga é um sinal importante. Se a coisa não vai lá pela via política, talvez o futebol possa dar uma ajuda na construção da consciência da necessidade de rompermos com o centralismo e o pensamento único. Que mil Bragas floresçam por esse país fora!
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Algumas questões essenciais indiferentes aos interesses partidários e à governança rotineira:
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A Banca Comercial ficou sem dinheiro mas ele aparece massivamente nos Hedge Funds e Bancos de Investimentos que podem atacar qualquer País, Banco ou Empresa.
A combinação de CDS’s com capital massivo disponivel do ‘Wolfpack’ deita abaixo o que quer que seja que ataque. Alguém andou a especular pondo-se a jeito ‘Wolfpack’ passarem a especuladores.
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Comprometeram-se biliões (mil milhões) para salvar a Banca Comercial mas não conseguem sequer cortar sequer 1 bilião nas Despesas Publicas que resolvia já praticamente em definitivo a grave situação em que meteram os Cidadãos, Familias e Empresas Portuguesas.
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Previa-se que depois da Islandia, Irlanda e Grecia o proximo a ser atacado seria a Espanha. Portugal pelo atabalhoamento e inabilidade pôs-se a jeito para passar a ser o proximo ‘cordeiro pascal’ a imolar. Se mais.
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Ninguém pergunta ao Al Gore porque no te callas?!
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Excelente post!
Que papel tem tido a Helena no detonar de “apocalipses”???
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Excelente, Helena Matos. Excelente.
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Eheh, que belo post!
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Parabéns Helena e 2. Lucklucky.
Que nunca a visão vos falte nem o pensamento vos traia.
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