Subsídio ao crédito para pagar o IVA*
9 Junho, 2010
Mesmo depois de o mundo mudar, o Estado continua a subsidiar linhas de crédito para as PME. Estas linhas de crédito servem para financiar os problemas de tesouraria das empresas. Por sua vez, os problemas de tesouraria devem-se, em parte, às obrigações fiscais e aos prazos de pagamentos do Estado. Ou seja, o Estado subsidia-se a si próprio. Compensa a sua incompetência enquanto cliente e cobrador de impostos com subsídios ao crédito. Seria mais simples, mais lean, que o Estado se dedicasse a fazer bem as funções de cliente e cobrador de impostos em vez de se dedicar a fazer mal as funções de cliente, cobrador de impostos e banco.
*O IVA, por sua vez, serve para pagar o subsídio
23 comentários
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Não parece ser um subsídio dado que as PME’s tem de reembolsar o capital e pagar juros. É o que se faz perceber pouco de economia.
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Alguém sabe onde podemos encontrar aquela criança que disse:
“O REI VAI NU”
É que isto parecem mesmo as roupas novas do imperador: toda a gente vê que tem algo de errado, mas ninguém faz nada.
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António Parente,
O juro é bonificado.
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Entender, até entendo … chama-se Lei de Lavoisier
O Estado tem uma linha de crédito de apoio às PMEs (que foi renovado agora com juros mais altos).
O Estado empresta o dinheiro a uma PME.
A PME tem que pagar IRC ao Estado.
O IRC aumentou.
O Estado recebe IRC da empresa por um lado e empresta-lhe dinheiro por outro.
Bem sei que as coisas nunca são tão simples como parecem (há que pagar imposto de selo, e o funcionário que faz o empréstimo e o funcionário que recebe o IRC, e o ca*****)
Mas … e se baixassem o IRC?
De certeza que há uma equação que permite descobrir o valor a ajustar…
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A foto é excelente!
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Mas do post faz parecer que o subsidio é unico e exclusivamente para pagar o IRC…o que não é verdade.
Qual seria a contraproposta?
Não dar subsidios/ linhas de credito ás empresas e dar isençoes de impostos?
Claro que se as empresas quisessem investir não conseguiam, isto sem falar das empresas emergentes que ainda lutam por cotas de mercado, porque essas, precisam de emprestimos para materia prima, novas maquinas e investimentos para crescer num computo geral. Já as que cá estão sem acesso ao credito não conseguiriam responder a grandes encomendas que existissem um grande investimento inicial.
Não se pode esquecer que neste momento os bancos não estão muito predispostos a emprestar dinheiro…ou pelos menos pedem garantias que se as empresas as podessem satisfazer provavelmente não precisariam de emprestimos.
Mas tendo sempre assente que não é com aumentos de impostos que a nossa economia se vai tornar competitiva ou ate que seja esta a solução para reduzir o defice.
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É o euroboros. Mas, pelos vistos, apenas evolui para estatismo, estático, que não alimenta coisa nenhuma. Infelizmente podemos esperar sentados que coma a própria cabeça.
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#6
«Mas tendo sempre assente que não é com aumentos de impostos que a nossa economia se vai tornar competitiva»
Totalmente de acordo. Mas não se esqueça que cada novo subsídio ou reforço de um outro já existente não é mais que um aumento de impostos (ainda que possa ser diferido no tempo).
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#8 Isso é verdade…e como em muita coisa em Portugal, eu não sou contra os subsidios, sou contra o modo como eles sao atribuidos.
Porque verdade seja dita, um subsidio pode não ser sinonimo de impostos no futuro, mas só não o é, se a empresa de facto conseguir dar lucro e crescer, pagar os emprestimos e os impostos e ainda ter lucro para continuar a evoluir…o que no presente momento não me parece que aconteça, pelo menos em numero suficiente.
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O Estado, melhor, os governos são de compreensão lenta… propositadamente lenta, porque, nos entretantos, há muita (demasiada) gente a mamar… devagar, muito devagarinho mas sempre numa grande mama.
Todos sabemos que, esta coisa da confusão, dá muito jeito e é muito divertida – quanto mais confusão, melhor. Sempre o ouvi dizer!
O que deveras me aflige, é a teta ser cá o “mísero” e mais uma data de morcões/utilizadores/pagadores que eles jamais deixarão de sugar até à medula.
Mesmo mirrada e já de pouco e fraco leitoso suco… eles continuam, mamando e babando-se nela.
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E se assim se constrói a dependência e corrupção legal, pior criam-se empregos burocratas inúteis que temos de pagar quando forçando-nos a trabalhar 5 dias por semana quando já poderíamos estar a trabalhar 4 dias por semana…
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João Miranda
Os juros bonificados são pagos com recursos comunitários.
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Os gajos não querem fazer uma Amnistia. Preferem ser os esotéricos do caos. Manias.
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O estado está falido, já não consegue cobrar impostos suficientes nem obter crédito.
Então como se resolve?
O Estado dá garantias aos bancos, que pedem emprestado ao estrangeiro, emprestam às empresas, para pagar ao Estado,
para o Estado poder continuar a subsidiar as empresas e os desempregados, que devem dinheiro ao estado, etc…
Será que só eu é que vejo algo de demente neste esquema?
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Não pode ser utilizada se a PME tiver dividas ao Estado, pode apenas ser utilizada para pagar creditos formulados antes da linha, com vista ao pagamento ao de dividas ao Estado.
E portanto quem está a utilizar são novamente, as PME que nao tem dificuldade,s e colocam o credito obtido em investimento, que alias é uma das sugestões dadas pela banca – invista que lucra!
Entretanto o IVA continua sem possibilidade de permitir encontro de saldos. E as empresas deste país, estão simplesmente arruinadas. Não há hipotese.
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A empresa que nao tiver dividas ao Estado, pode benefeciar a uma taxa de 1.46 +/- e investir no mesmo banco obtendo 2%. Contas feitas, ainda que convertendo para trimestral, compensa benefeciar desta linha. Mas lá está, só benefecia que tem tudo em ordem, se tem salarios em atraso tera segurança social em atraso, portanto já não beneficia, ainda que seja credor de mais do dobro da quantia, por IVA retido pelo alegre e contente Estado socialista. Que alias a encaixar IVA desde que chegou, só me admira, como a taxa de desemprego ainda está neste ponto.
Este Governo se não fosse Socialista era comediante.
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Operações Elegíveis:
Investimento novo em activos fixos corpóreos ou incorpóreos (realizados no prazo máximo de 6 meses após a data da contratação);
Reforço do fundo de maneio ou dos capitais permanentes;
Até 30% do empréstimo para liquidar dívidas contraídas junto do sistema financeiro nos 3 meses anteriores à contratação da operação e destinadas, exclusivamente, à regularização de dívidas à Administração Fiscal e Segurança Social.
http://corp.millenniumbcp.pt/pt/public/solucoesfinanceiras/Financiamentos/Pages/LinhaPMEInvesteV.aspx
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Chama-se a isto consolidar a liquidez (e a robustez) das PME’s.
Quando falamos de PME’s será sempre lembrado de que o nosso Governo (e o anterior de Sócrates) já ajudou perto de 100 MIL PME’S!!!
Sabem quantas ajudou a Coligação da Tanga quando esteve no poleiro??
1.200…
Por aqui se vê quem realmente quer levar o país para a frente não é!
Depois, claro, temos resultados económicos espectaculares como o MELHOR CRESCIMENTO ECONÓMICO DA UNIÃO EUROPEIA E AS EXPORTAÇÕES A ATINGIR A TAXA DE 20% DE CRESCIMENTO!!!
SÓCRATES JÁ VENCEU UMA CRISE E VAMOS VENCER OUTRA, PARA DESAGRADO DOS DETRACTORES-MILITANTES, ESSA É QUE É ESSA!
FORÇA SÓCRATES, CONTINUA A LEVAR O BARQUINHO LUSITANO PARA A FRENTE…ESTAMOS NO BOM CAMINHO…OS DADOS NÃO ENGANAM…SÃO EUROPEUS E MUNDIAIS!!!!!!
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TIREM-ME DAQUI!!!!!!!!
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# 19: Este Salgueiro está senil, bêbado, precisa de ser internado no Júlio????
É que não parece ironia…
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Eu só não quero que me tirem o meu Magalhães.
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O João Miranda, é empresário de que ramo, qual é a sua experiência como tal, quantas vezes já pagou IVA,como se chama a sua empresa, já obteve o crédito como PME…
Quem nada percebe limita-se a mandar bocas.
Mais uma vez lhe digo, para a próxima apresente provas concretas daquilo que diz ser verdade.
Tente perceber primeiro o que é o IVA, como funciona a cobrança deste tributo, depois explique como funciona o crédito PME, a seguir facilmente percebe que as conclusões expostas neste post são resultado da sua desonestidade intelectual com resultados demagógicos.
Não faça dos outros parvos…
VIVA PORTUGAL
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