Fact checking
14 Junho, 2010
Não haverá ninguém nas redacções capaz de aceder ao site do Diário da República antes de escrever uma alarvidade destas:
As portagens nas Scut irão custar entre 10 cêntimos e 1,20 euros, de acordo com o consagrado na portaria e no decreto-lei hoje publicados.(JN)
Aqui e aqui mais cautelosos, conjugam (de forma clara) o verbo publicar futuro, lembrando-se, talvez, da prática recente do Governo em matéria de legislação sobre SCUT: publicá-la em suplementos do DR, lá mais para o final do dia.
5 comentários
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A noção de “viagem” por 4,05 € que está a passar é a de ida, o que na maioria dos casos se traduz em 8,10€. Na região mais afectada pela crise este preço é um crime.
O que ainda ninguém disse é que na antiga estrada Porto-Póvoa (alternativa) são passadas multas a veículos que circulam em excesso de velocidade a 56Km/h.
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28 de Outubro de 2006, JAL, Sol:
“Sócrates que, ainda há um ano, no debate do OE para 2006, assegurava que «todas as SCUT se
pagam a si próprias, em termos orçamentais. As receitas a que dão lugar são superiores aos custos. E, portanto, o argumento de que se trata de um encargo pesadíssimo é só para gente leve». No seu caso, acrescente-se, leve e imprevidente.”
José Sócrates é de uma “leveza” nunca vista por estas bandas.
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Não há ninguém.
A malta toda, hoje, deve estar zonza a reler recortes do “CM”, com o Penedos a dizer “essa m… da TVI”, que o Z Bava vai fazer tudo para “não aparecer lá a mão do Sócrates”, e Oliveira, “a MMG vai deixar a TVI, mais o marido”, ao Vara, que logo o transmite ao sócio, num regalo, entretanto apagado, pior que zumbido de vuvuzelas, é toda a cambada, preto no branco, em urdiduras de autêntica máfia, quais donos disto, sem-vergonha, que ou se renova o País de alto a baixo, nos princípios da verdade, da honra e da honestidade, contra a famelga de favores, corrupção, vigarice e mentira, no dizer de Hernâni Lopes, no “Plano Inclinado”, ou estamos feitos e não tarda os v/nossos filhos e netos ainda vão dar com a quinta mais que empenhada.
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já foi publicado em DR http://dre.pt/pdfdia1s/11301.pdf
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“Dividir para reinar”.
Usando esta máxima, dos impérios ingleses, este governo implementa portagem a Norte e não no Sul. Dá isenção ali e não acolá.
Dividir para reinar. Assim divididos os utentes perdem a massa crítica capaz de assustar … Ou não ?
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