Mais é melhor escolha
O surgimento de mais candidaturas à presidência da República na área política dita «à direita» seria excelente.
Em primeiro lugar, é algo absolutamente normal e corriqueiro em sociedades abertas, a existência de disputa dentro do mesmo grupo de eleitorado;
Em segundo, permitiria um melhor escrutínio do actual inquilino, no caso de se recandidatar;
Em terceiro, dentro dessa mesma área política, há bastante eleitorado que não votou no actual presidente, e não se revê no seu socialismo democrata/social democracia, no seu keinesianismo primário e demodé nem em «cooperações estratégicas»;
Em quarto, parece existir significativo eleitorado que votou no actual inquilino e que o avalia negativamente, havendo portanto espaço para novas candidaturas na mesma área política, por actualmente não existir qualquer alternativa;
Em quinto, o candidato da área política ainda mais socializante e adversária não está em condições de obter uma vitória à primeira volta, pelo que umas «primárias» à dita «direita» reforçariam uma melhor escolha, sem «risco» de o rebanho perder a figura de um pastor referencial….
Claro está que quaisquer projectos políticos devem ser assentes em ideias e projectos políticos e não em quaisquer tribalismos ou etnicidades sociais que apenas suscitariam a ridicularização daquilo que alguns pretendem defender.
Mas venham mais candidatos….

acho que sim … candidaturas é o que este País precisa … aumenta o movimento do imobiliário para sedes de campanha, e a actividade das graficas , e serigrafias de bonés de pala … ainda aumentamos o PIB aí uns 0,0001 % …
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Gabriel à presidência!
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Coitada da direita portuguesa… obrigada a votar em Cavaco Silva…
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Mais 2 razões:
– Cavaco e o seu calculismo merece ser castigado, e uma 2ª volta pode obrigá-lo a alguma humildade.
– Alegre ou Cavaco presidente é quase a mesma treta. O discurso em campanha poderá ser diferente, mas na prática, estando no poleiro, serão quase iguais.
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«Alegre ou Cavaco presidente é quase a mesma treta.»
De facto está é a questão: quem está de acordo com esta afirmação e quem, de todo, não a subscreve. É o meu caso.
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Alegre e Cavaco não são social-democratas? Diferenças entre ambos são poucas. No essencial, concordam. Além disso, não tenha medo, Alegre já provou (como se fosse preciso…) que se vende bem ao “sistema”. Na presidência, não imagine que seria um perigoso esquerdista. Deixava Sócrates governar, tal como Cavaco tem feito.
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#2
Concordo. Alguém do Blasfémias já se candidatava, qualquer um.
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Tenho pena que o Manuel João Vieira tenha desistido do sonho de ser presidente e de dar um Ferrari e uma gaja boa (importada) a cada português.
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#5.
Caro Eduardo,
Obrigado pelas suas palavras de ontem.
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Parece-me que de Alegre a Cavaco vai uma grande diferença:
* Alegre provavelmente já teria demitido este governo;
* Cavaco nunca o fará – pelo menos antes de ser re-eleito…
Ah, grande cooperação estratégica! Todos diferentes e todos iguais.
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“Alegre ou Cavaco presidente é quase a mesma treta”.
Não é não senhor. O primeiro faria o primeiro mandato e o segundo, o segundo mandato, que são coisas completamente distintas.
O primeiro seria só chocolate e o segundo, bem ou mal, agiria.
Por que é que estes senhores não hão-de fazer um só mandato de, diria eu, sete anos? Acabaria, pelo menos, o faz de conta do primeiro mandato.
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“socialismo democrata/social democracia, no seu keinesianismo primário e demodé nem em «cooperações estratégicas”
existe algum político nesse país que nao tenha estas características?
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Na presidência, não imagine que seria um perigoso esquerdista. Deixava Sócrates governar, tal como Cavaco tem feito.
E deixará um governo de direita dum país falido, em greve e amotinado nas ruas tomar medidas difíceis que mais ano menos anos alguém não terá hipótese de deixar de tomar ? Não, não deixava, tenha lá cuidado com esses pensamentos simplistas pois rapidamente podemos cair para uma deriva da extrema-esquerda em Portugal, eles assim tudo tem feito para isso (apoio do BE e PCP aos projectos ruinosos do TGV).
E já agora, você profissionalmente é trader ? Não pude deixar de reparar que você (e o Gabriel) também andou a espalhar os boatos da falência dos bancos espanhóis num dia em que havia imensa gente a shortar neles.
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Presidente de esquerda ou direita é igual ao litro.
É um cargo supra-partidário com funções bem balizadas.
Quem quer um presidente para meter golos, engana-se.
É mais para jogar à defesa… da Constituição.
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“existe algum político nesse país que nao tenha estas características?”
Não, são todos mais ou menos socialistas.
A parte das siglas que definem os Partidos em Portugal são:
E-Esquerda
C-Comunista
S-Socialista
S-Social
S-Social
Só dois deles têm D de democracia, mas olhando para o Tratado de Lisboa e modo como as listas de deputados são feitas podem limpar as maõs á parede.
Qualquer deles a democracia é mais narcisimo. Se a corda partir o Social é muito mais importante que a Democracia.
Qualquer deles quer e ou fez quando esteve no Poder:
-Endividar o País, por outras palavras roubo geracional
-Aumentou o Poder do Estado tirando cada vez mais rendimento aos Portugueses.
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FERNANDO NOBRE À PRESIDÊNCIA
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#9
Caro Romão,
Nada tem de agradecer não tendo eu dúvidas que faria o mesmo por mim ou por outra pessoa qualquer em circunstâncias semelhantes. A diversidade de opiniões, mesmo que vincadamente expostas, observadas que sejam as regras básicas da cortesia e boa educação, constitui um valor essencial a preservar e a desenvolver.
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Caro Lucklucky,
Permito chamar-lhe a atenção para este comentário.
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Uma coisa me parece inegável: o actual naipe de candidatos é paupérrimo! Custa a crer que não apareça alguém que não esteja de rabo trilhado com interesses instalados, e, sobretudo, sem ideias, sem um perfil que mobilize o eleitorado. Vão ser os 60% de abstenção da praxe. Vejo tudo cada vez mais cinzentão… 😦
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Falsa questão, até porque, ha as estradas nacionais, sempre houve, agora, querem AE ou via rapida, isso é pago.
Como é que íam, antigamente, – do Porto a Viana do Castelo? – pela Estrada Nacional, digo eu
Senão houvesse outras estradas,as nacionais, isso esta bem – as vias rapidas eram gratis
Eu vou para Alenquer – tenho as vias rapidas, que são pagas – ao contrario, tenho as estadas nacionais que não são pagas, por isso eu escolho – em levar 1 hora ou levar 1h30 – o serviço é pago.
A rapidez- a comodidade – a segurança – e tudo mais
Não estamos a falar dos pobrezinhos
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Caro Gabriel, como sempre os seus posts tem lógica, mas nenhuma realidade.
E que tal enunciar as vantagens de um rei?
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«E que tal enunciar as vantagens de um rei?»
não consigo encontrar uma.
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“«E que tal enunciar as vantagens de um rei?»
não consigo encontrar uma.”
Prontos, e um imperador?
Ou mesmo um comissário político?
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E que tal um gajo porreiro que seja mesmo aquilo que nós (portugueses) precisamos.
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“E que tal um gajo porreiro que seja mesmo aquilo que nós (portugueses) precisamos.”
Pronto, estou aqui, pá
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Concordo plenamente com o post.
Devemos pôr o «mercado eleitoral» a funcionar.
Se a esquerda, a proto-esquerda, a semi-esquerda e a extrema-esquerda, têm no conjunto cerca de 30 candidatos, porque é que a Direita deve estar reduzida a um candidato, e que ainda por cima tenho dúvidas que ele seja da direita ou de outra coisa qualquer?
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Devemos pôr o «mercado eleitoral» a funcionar.
Se não funcionar, a gente temos de o levar à oficina.
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> E que tal enunciar as vantagens de um rei?
Sai mais barato – não está com pressa de encher o saco.
Pode ter alguma noção de “noblesse oblige”.
Terá algum interesse em não legar aos descendentes terra queimada, e algum respeito pelos antepassados que lha legaram.
Etc. Não que eu seja particularmente monárquico, mas as parvoíces jacobinas que normalmente aparecem do lado “republicano” são duma ignorância tão atroz que chateiam um bocado. Por exemplo, a república romana era pertença dumas poucas dúzias de famílias – os direitos cívicos dos cidadãos eram um louvável sub-produto do equilíbrio de poder entre elas. A dignidade era a pedra-base que os fez repelir a monarquia, custou a vida a César (suspeito de intentos monárquicos), e fez Augusto instituir o Império de mansinho – era só um cidadão a fazer a República funcionar de maneira “perfeitamente normal”.
É claro que hoje em dia, dignidade … bom, deixem lá, a coisa é demasiado triste.
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> E que tal enunciar as vantagens de um rei?
Nós merecemos o melhor! Vantajoso é ter o ÁS, não me contento com Reis nem Damas.
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A Dona Isilda está fazer o que pode…
http://lishbuna.blogspot.com/2010/06/dona-isilda-dos-boizinhos-e-das.html
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…
A Constituição, nunca referendada, não permite a existência da Direita.
hehehehehe
Nuno
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Se aparecer outra candidatura à direita, esterá a abrir a porta à eleição de Manuel Alegre, e isso seria desastroso para Portugal, tendo em conta quer o pensamento politico de Alegre, quer o apoio do BE, e do PCP, que juntos pesam entre 15 e 20% dos eleitorado, o que é inedito na Europa.
Penso portanto que essas pessoas que aproveitaram um desabafo infeliz do Cardeal Patriarca, para levantar a questão de uma segunda candidatura à direita, são de uma enorme leviandade, e Santana Lopes, que começava a ter a sua imagem reabilitada, tambem está a querer aproveitar a situação para se vingar do tal artigo da boa e da má moeda, nem que para isso contribua para eleger um irresponsavel politico como Manuel Alegre.
Se eu fosse Cavaco Silva, depois do verão chamava os media, e dizia que se ia embora para casa cuidar dos netos, o deixava-os a falar sozinhos, para ver se gostavam.
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(33)
vejo que partilha da sensação de que Cavaco é tão fraquinho, tão fraquinho, que a simples existência de outro candidato na sua área levaria Alegre a ganhar na primeira volta. Ou a ganhar na segunda no caso de o outro candidato que não Cavaco ser o mais votado «à direita».
Isso é que é fé em Alegre!! e confissão de que Cavaco não ganha se tiver concorrência!!
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#$ Não é uma questão de pouca fé em Cavaco; é ter a noção de que Cavaco só terá hipoteses de ser eleito à 1ª volta. Basta analisar os resultos eleitorais. Estou convencido que Cavaco não tem hipotese no um para um na 2ª volta. É tão simples quanto isto.
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