«We need to come up with some way to bring dow the national debt»
Há uma receita típica, usada desde tempos imemoriais pelos governantes: promover a inflacção e, dessa forma, penalizando os aforradores (os que emprestaram) em favor dos devedores (a começar, claro está, pelos próprios governos).
Estado perdeu 4160 milhões de impostos prescritos em cinco anos
02.07.2010
De 2005 a 2009, o Estado perdeu a possibilidade de cobrar 4160 milhões de euros, o que corresponde a mais de quatro “pacotes” de aumentos de impostos como o lançado em 2010 no âmbito das medidas adicionais ao Programa de Estabilidade e Crescimento. Em 2009, foram 573 milhões de euros, segundo a Conta-Geral do Estado divulgada pelo Ministério das Finanças. http://www.economia.publico.pt/Noticia/estado-perdeu-4160-milhoes-de-impostos-prescritos-em-cinco-anos_1444855
#5
Mas é bom que se saiba que a grande maioria destes “impostos” prescritos tem várias componentes.
A primeira delas é que são impostos inventados á descrição de qualquer chefe de repartição de finanças (não empreguei o termo inventados levianamente nem com outro sentido que o literal).
Muitos destes chegam á barra do tribunal (para quem pode) e o Estado perde por improcedente. Em 2008 litigados, o Estado perdeu em tribunal valores perto dos 16 mil milhões de euros o que numa leitura simples quer dizer que queriam cobrar á tripa forra o que não deviam.
A segunda grande fatia destes “prescritos” diz respeito a empresas e pessoas que já não existem, Faliram e morreram pura e simplesmente e não há bens onde poder vir a cobra-los.
Estas notícias servem apenas para o pagode “achar” que é o vizinho do lado que não paga impostos e que por isso eles são prejudicados.
Conheço casos ( e não são poucos) de duplicaçao, triplicaçao de impostos. Conheço casos de isenções que apesar de terem sido concedidas legalmente, os próprios serviços “esquecem” que as concederam e emitem notas de cobrança ao longo de anos e anos.
Um caso:
Um conhecido meu recém-casado comprou um apartamento nos arredores do Porto, pediu a isenção da contribuição autarquica, na altura dez anos. Cuidadoso e como não lhe respondiam providenciou uma certidão da repartição de finanças com selo branco que declarasse preto no branco a isenção.
Cerca de cinco anos depois razões profissionais levaram-no para fora do país.Vendeu o apartamento pagou mais valias fez todas as declarações devidas.
Seis anos depois regressa e pretende comprar casa e qual não é o seu espanto em saber que fazia parte da lista de devedores do Estado. “Apenas e tão só” 492 euros vezes dez anos mais juros de mora.
Reclamação para baixo e para cima todas elas devidamente documentadas e fundamentadas o processo continuou a arrastar-se.
Já em desespero de causa em audiencia com o chefe da repartição declara formalmente que contratou um advogado para o defender e até os processar.
Resposta do chefe da repartição:
Não valia a pena gastar dinheiro com advogado porque o processo estava à beira de prescrever. Que não se preocupasse muito com aquilo.
«We need to come up with some way to bring dow the national debt»
Há uma receita típica, usada desde tempos imemoriais pelos governantes: promover a inflacção e, dessa forma, penalizando os aforradores (os que emprestaram) em favor dos devedores (a começar, claro está, pelos próprios governos).
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gasolina 95 em 2002 = 0.94
gasolina 95 em 2010 = 1.43
Aumento: ~ 53%
salário mínimo em 2002 = 356,6 euros
salário mínimo em 2010 = 475 euros
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Grande, podemos juntar a paris Hilton e o boby.
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…
2.Gol(pada) disse
3 Julho, 2010 às 1:56 am
Esses números, verdadeiros mas escassíssimos em relação ao todo, comprovam que a geração dos €500 está a ficar cada vez com mais fome.
Nuno
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Conta-Geral do Estado
Estado perdeu 4160 milhões de impostos prescritos em cinco anos
02.07.2010
De 2005 a 2009, o Estado perdeu a possibilidade de cobrar 4160 milhões de euros, o que corresponde a mais de quatro “pacotes” de aumentos de impostos como o lançado em 2010 no âmbito das medidas adicionais ao Programa de Estabilidade e Crescimento. Em 2009, foram 573 milhões de euros, segundo a Conta-Geral do Estado divulgada pelo Ministério das Finanças.
http://www.economia.publico.pt/Noticia/estado-perdeu-4160-milhoes-de-impostos-prescritos-em-cinco-anos_1444855
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#5
Mas é bom que se saiba que a grande maioria destes “impostos” prescritos tem várias componentes.
A primeira delas é que são impostos inventados á descrição de qualquer chefe de repartição de finanças (não empreguei o termo inventados levianamente nem com outro sentido que o literal).
Muitos destes chegam á barra do tribunal (para quem pode) e o Estado perde por improcedente. Em 2008 litigados, o Estado perdeu em tribunal valores perto dos 16 mil milhões de euros o que numa leitura simples quer dizer que queriam cobrar á tripa forra o que não deviam.
A segunda grande fatia destes “prescritos” diz respeito a empresas e pessoas que já não existem, Faliram e morreram pura e simplesmente e não há bens onde poder vir a cobra-los.
Estas notícias servem apenas para o pagode “achar” que é o vizinho do lado que não paga impostos e que por isso eles são prejudicados.
Conheço casos ( e não são poucos) de duplicaçao, triplicaçao de impostos. Conheço casos de isenções que apesar de terem sido concedidas legalmente, os próprios serviços “esquecem” que as concederam e emitem notas de cobrança ao longo de anos e anos.
Um caso:
Um conhecido meu recém-casado comprou um apartamento nos arredores do Porto, pediu a isenção da contribuição autarquica, na altura dez anos. Cuidadoso e como não lhe respondiam providenciou uma certidão da repartição de finanças com selo branco que declarasse preto no branco a isenção.
Cerca de cinco anos depois razões profissionais levaram-no para fora do país.Vendeu o apartamento pagou mais valias fez todas as declarações devidas.
Seis anos depois regressa e pretende comprar casa e qual não é o seu espanto em saber que fazia parte da lista de devedores do Estado. “Apenas e tão só” 492 euros vezes dez anos mais juros de mora.
Reclamação para baixo e para cima todas elas devidamente documentadas e fundamentadas o processo continuou a arrastar-se.
Já em desespero de causa em audiencia com o chefe da repartição declara formalmente que contratou um advogado para o defender e até os processar.
Resposta do chefe da repartição:
Não valia a pena gastar dinheiro com advogado porque o processo estava à beira de prescrever. Que não se preocupasse muito com aquilo.
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À primeira vista julguei que a imagem era uma reunião dos blasfemos, com dona Matos a falar da vida privada de Tiger Woods.
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muito folgo em verificar que o CAA tem uma cx de coms aberta…
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e aproveito para informar que me estão a censurar todos os coms feitos nos outros posts… viva a liberdade de expressão!…
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Queria responder não ao #10 mas ao #9.
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#11
A mim também me apagaram um comentário num post do JM.
Será aqui este senhor, por engano, ou para enganar, para passar por democrata.
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Lá escorreguei no cagalhão Isto está cheio de merda.
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“Lá escorreguei no cagalhão Isto está cheio de merda.”
Dizem coisas como estas e depois surpreendem-se muito por serem apagados.
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