O acórdão e a esperteza saloia
8 Julho, 2010
Ao ler o acórdão do Tribunal de Justiça Europeu sobre a golden share do Estado na PT percebe-se como era enganador o título desta notícia do Público, assim como o seu conteúdo, totalmente colado a uma fonte anónima governamental (em relação à substância da notícia, vejam-se, em especial, os pontos 41, onde se invoca o argumento português, e os pontos 55 a 62, onde o Tribunal o rejeita liminarmente). De resto o jornal reincide hoje. Isto quando os pontos 55 e 56 do acórdão claramente desvalorizam manobras rocambolescas e espertalhonas como a alegada “venda” das acções de categoria A à Caixa Geral de Depósitos.
29 comentários
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o zé manel virou jurista, talvez te safes melhor nessa área que no jornalismo.
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Após a saída de JMF, o Público ficou mais “amigo” de Sócreates e do PS. Só não percebo porque razão o Belmiro não vende o jornal. O DN faz o mesmo mas melhor.
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Se os neos-de-Bruxelles andam a pagar o correspondente copyright como direitos de autor aos de mais-além-do-mar justo é que o Sr. Sócrates passe pela mesma correspondete taxa e dívida com uma senhora que tempos há diziase que era de purito “ferro”.
http://www.cincodias.com/articulo/empresas/CLAVES-accion-oro-instrumento-control-estatal-companias-privatizadas/20060206cdscdsemp_2/cdsemp/
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“Cartas à Directora”
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É óbvio que o Público perdeu muito com a saída de JMF. E digo-o sem suspeição porque fui crítico da direcção de JMF em alguns assuntos, mormente em tolerar o Mesquita a tratar o assunto Casa Pia logo que o PS se viu envolvido e um certo dirigente que agora anda outra vez de crista levantada, disse que se estava a cagar para o segredo de justiça.
Foi o pior momento do Público.
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O problema número um do jornalismo português é…ideológico.
Não há no universo jornalístico português, um único jornalista que tenha vindo do antigamente e não seja de esquerda ideológica. Uma esquerda forjada na oposição a Salazar e Caetano.
Uma boa parte passou pelo PCP, outra ( como é o caso de JMF) pela extrema-esquerda. Este último caso é o mais interessante porque alguns mudaram de ideologia e desacreditaram no que antes julgavam imutável. E por causa disso, dessa mutação neófita, passaram a entender o mundo e a sociedade de modo confuso e contraditório.
Há muitos exemplos no jornalismo caseiro.
Ando outra vez a recolher números antigos de jornais e revistas e deparo frequentemente com nomes de jornalistas que colaboravam em revistas do antigamente, onde já era possível uma certa forma de ser do contra, ou seja, de esquerda ideológica.
Os jornalistas que ideologicamente se posicionavam em lugares conservadores de tradição e senso comum ligado ao povo rural e urbano mais comedido e que aceitava o “mercado” como modo de resolver a Economia, são poucos. E não conheço casos particulares de algum desses que tenha dirigido ou influenciado os media.
Em Portugal, os Media são património da Esquerda ideológica. Sempre foram. O Observador não deixou descendentes.
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Em Portugal há um movimento que quase foi partido que representa uma corrente ideológica fortíssima de Esquerda não dominada pelo PCP mas que com ela contemporiza sempre e sempre: o MES, extinto pouco depois de começar a reunir tropas, mas com uma influência tão grande na sociedade portuguesa que se confunde com a chamada “esquerda democrática”, algo indefinível e que o PS reivindica a paternidade.
O MES é o fenómeno mais interessante da sociedade portuguesa dos últimos 40 anos. Quem entender o MES percebe o atoleiro em que estamos.
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Foram do MES uma boa parte dos governantes da “esquerda democrática” e foram do MES alguns que actualmente foram parar ao PS por orfandade ideológio-partidária.
Vejam os nomes de Mário S ( deixarei de escrever assim logo que ficar esclarecido o seu papel com Carlucci), de Guterres e deste inenarrável que está: uma boa parte passou pelo MES. Não são comunistas mas sim compagnons de route que se habituaram a ganhar eleições por causa da retórica de “Esquerda”. O caso Manuel Alegre é o mais flagrante desta mentalidade ideológica.
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Finalmente: esta gente, se os deixarem, levam qualquer país à bancarrota em dois tempos.
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# 5,6,7,8,9 José Totalmente de acordo, José. Jorge Sampaio e João Cravinho, entre outros, são expoentes máximos dessa corrente. O resultado da actividade politica de ambos, está bem à vista de todos: Cravinho inventou demagogicamente o sarilho das Scuts, e Sampaio deixou-nos como herança os piores governos desde D. Maria I : os de Guterres, e os de Sócrates.
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Foi um disparate ter-se interrompido a Primavera marcelista de Marcelo Catano.
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diria mesmo, se salazar fosse vivo ainda não tinha morrido e o américo thomaz talvez tivesse recebido prémio bessa luis.
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O ferreira, a 11 e 13, escreve por mim. Lamentavelmente, este ferreira continua a abusar deste sítio.
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Por isso mesmo, todo o comentário assinado José, a partir de agora não é da minha responsabilidade, neste postal.
Uma vez tem graça. Duas é demais. E este ferreira abusa vezes demais. Mesmo sendo inimputável, deveria ter o tratamento respectivo:internamento.
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o caga amarra o burro, debita sentensa e faz chatagem com a gerência do basófias. o que lhe vale é ter um ferreira expiatório.
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“Os jornalistas que ideologicamente se posicionavam em lugares conservadores de tradição e senso comum ligado ao povo rural e urbano mais comedido e que aceitava o “mercado” como modo de resolver a Economia, são poucos.”
Não é de admirar, a Direita Portuguesa nunca aceitou o Mercado Livre excepto para couves e batatas, a taberna e o café da esquina – Qualquer coisa “superior”-o que já denota uma hierarquia reveladora- era para ser arbitrado pelo Estado onde eles podiam limitar a entrada. Sempre foi uma direita corporativa, oligárquica, conservadora o que lhe dava um certo controlo sobre os abusos próprios de uma estrutura corporativa uma vez que o status squo era para ser preservado. O controlo da informação no Estado Novo também ajudou a preservar esse mundo parado no tempo.
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Novo ? Quer dizer : no Estado Lamentável em que Estamos com o Sócrates?
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Só para dizer que o meu nome é José e não tenho nada a ver com esse José aí em cima. E digo mais, vou continuar a usar o meu nome.
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O que mais me aborrece é na última página dizer que vamos ter que pagar as custas do processo.
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Fico esparando que o publico e a imprensa dita democratica se
pronuncie sobre a devassa que o BCE, vai fazer aos bancos portugueses! Os gajos do Mes, fco a verde que cor è o verde deles!
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São dois ferreiras. O minúsculo cagado e outro que se pendura neste.
Os blasfemos sabem bloquear IPs quando lhes interessa. Bloqueiam agora a estes 2 imbecis que se fazem passar pelo José.
Um dia destes caço o que tem a mania que é um senhor e que assina sempre com o nome todo e prego-lhe um susto.
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Mas desta vez ia jurar que nem foi o fóssil. Foi o outro velhaco que já vem dos tempos da Grande Loja.
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pois, tamém acho que é conspiração e tem dedinho da mossad. ferreiras, anónimos e pretos é do piorio.
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e cabrão do antimónio tamém
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Olha, o ferreira ranhoso e o seu “tamém”
Mais ninguém dá este erro, imbecil.
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E insiste, o retardado mental.
Julgas que enganas quem, mentecapto?
Vai fazer cópias ou catar os piolhos.
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E já foste bloqueado que hoje nem andas aí com o IP da novis da Brandoa.
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pois, lá tive que ir alugar um ao gajos da hertz
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