Como Sócrates é sempre culpado, mesmo que não haja provas, claro que só pode ter sido a Cândida Almeida a impedir que houvesse acusação contra Sócrates.
Até porque os procuradores (e os investigadores da PJ) que estavam à frente da investigação não queriam nada entalar o Sócrates… Aliás, o que está mal é o Sócrates não ter sido dado culpado (ou o processo não ter demorado 10 anos)! Isso sim é que é um escândalo!
Porque a bem da verdade a justiça (e a comunicação social) esteve muito bem neste processo. Afinal, cumpriram, com uma eficácia ímpar, os objectivos definidos há 6 anos atrás:
instalar a dúvida e a suspeita sobre o 1º Ministro de forma a que a opinião pública fique com a clara convicção que (mesmo sem nenhuma prova ou facto) ele é corrupto e aldrabão.
Ora bem! Até me admiro como é que os procuradores responsáveis pela investigação ainda não fizeram queixa ao sindicato dos magistrados!?
Como Sócrates é sempre culpado, mesmo que não haja provas, claro que só pode ter sido a Cândida Almeida (nestes dois últimos anos) a impedir que houvesse acusação (factos e provas) contra Sócrates (aliás ela deve ter destruído todas as provas que a investigação havia conseguido nos 4 anos de anteriores à sua entrada no processo).
Até porque os procuradores (e os investigadores da PJ) que estavam à frente da investigação não queriam nada entalar o Sócrates… Aliás, o que está mal é o Sócrates não ter sido dado culpado (ou o processo não ter demorado 10 anos)! Isso sim é que é um escândalo!
Porque a bem da verdade a justiça (e a comunicação social) esteve muito bem neste processo. Afinal, cumpriram, com uma eficácia ímpar, os objectivos definidos há 6 anos atrás:
instalar a dúvida e a suspeita sobre o 1º Ministro de forma a que a opinião pública fique com a clara convicção que (mesmo sem nenhuma prova ou facto) ele é corrupto e aldrabão.
Sobre este assunto, nada melhor do que um artigo de Guy Sitbon, na revista francesa Marianne desta semana, sobre outro assunto, francês:
“A mulher do ministro dos impostos encarregou-se dos interesses privados da contribuinte mais afortunada. Talvez nada de ilegal.Ou então qualquer coisa de muito grave. Nada sabemos. Compete à justiça dizê-lo. E tudo indica que não o dirá.
Vários testemunhos dão a conhecer na imprensa que homens políticos, entre os quais o presidente da República, recebiam das mãos da família Bettencourt envelopes. Pura invenção, possivelmente. Mas poderia ser verdade. Não sabemos. Compete à justiça julgar. Podemos pressagiar que não julgará.
Várias personalidades públicas-pelo menos uma de esquerda-reconheceram ter ( aparentemente) contornado a lei sobre o financiamento partidário. Legalmente, pode dar-se até 7 500 € a cada partido. As formações políticas são bem conhecidas: UMP, PS, Les Verts, FN, MoDem,etc. M.Woerth, M. Sarkozy, M. Valls e outros aranjaram um esquema de associações para beneficiar de donativos idênticos aos dos grandes partidos, quando já eram membros de uma dessas grandes formações. Por conseguinte, os socialistas, por exemplo, podem receber de um simpatizante não apenas 7 500€ mas 1000 vezes mais. Bastaria que criassem 1000 monopartidos no seio da organização. Estas práticas serão conformes à letra e espírito da lei ou serão qualificáveis por um gribunal como “financiamento ilegal”? Compete ao juiz pronunciar-se. Não duvidemos, não se pronunciará.
Ministro do Orçamento nesse tempo, M. Woerth é suspeito de ter pedido ao representante de Mme Bettencourt o recrutamento da sua mulher. Se tal for verdade,estaríamos perante um caso de conflito de interesses ou pior, de tráfico de influência. Cada um admite que a natureza do assunto continua nebulosa. É de senso comum que estas incertezas carecem de ser determinadas por um juiz independente. Podemos augurar, sem riscos: o tribunal não se pronunciará.
De uma ponta à outra deste escândalo tentacular, o governo teve apenas uma preocupação: confiar a investigação a funcionários às suas ordens. Em qualquer democracia, o caso teria sido atribuido a um magistrado independente. Aqui, mesmo que a integridade dos grandes que nos governam esteja na berlinda, os inquéritos são conduzidos sob a intendência das personalidades suspeitas.
A visão do governo, que dirige a investigação com diligências contra o mesmo, não deixa lugar a questionamento. O secretário geral do Eliseu disse-o: Eric Woerth nada tem a explicar. Se não tomou todas as precauções foi porque nem lhe passou pela cabeça a ideia de um delito. Toda esta embrulhada é uma amalgama e uma caça ao homem e nenhum delito pode ser imputado a M. Woerth. Pela boca de Claude Guéant, o presidente dá as suas ordens. Resta arquivar o assunto. Talvez seja possível perseguir este ou aquele personagem secundário mas para o essencial o caso caminha em grandes passadas para um abafamento puro e simples. Algum vozeirão da oposição surgirá, um punhado de jornalistas fará perguntas, o poder fechará a concha. Passem uma esponja, o assunto está enterrado. Bem feito?
Nem tanto assim. Não se viu que vários membros do governo, como a ministra da Justiça Michèle Alliot-Marie, ou o ministro dos negócios estrangeiros, Bernard Kouchner, permaneceram silenciosos enquanto o colega Woerth subia o seu calvário? Os acontecimentos passam, o inconsciente colectivo permanece. Se o escândalo for escamoteado nas próximas semanas, como tudo augura, ficará nos espíritos a dúvida contra o presidente de que o seu reinado foi o da justiça serviçal.”
O que me espanta de alguma forma é o facto de José S. inocente como sempre, ter mostrado nervosismo e preocupação com a investigação ao ponto de fazer chegar aos investigadores o recado, mediado por Lopes da Mota de que ficariam sozinhos, no fim, se continuassem a farejar onde não deviam.
Onde faltou farejar mesmo a sério? Nas contas do PS, das campanhas eleitorais da época. Nas contas dos encarregados das finanças do partido nessa altura. Nas contas de alguns suspeitos, mas não as oficiais e declaradas ao TC. Era preciso descobrir se afinal havia outras e isso faz-se de um modo que possivelmente o código de processo penal não permite porque quem o fez sabia muito bem o que queria fazer.
Isto não são suspeitas lançadas ao ar, mas hipóteses de investigação que deveriam ter sido ponderadas seriamente por qualquer investigador digno desse nome. Para o bem e para o mal. Para uma charge ou para uma décharge.
Ficavam mais satisfeitos se no Relatório final do processo se arranjassem uns”indícios” contra Sócrates??
Justiça imparcial, mas para os outros, não é?
Estou convencido que os que apostam na inocência do suspeito apenas o fazem por mero efeito afectivo, político-partidário. O que coloca uma questão: suportarão a verdade quando a virem de frente? Mesmo a inocência?
1. Sinto, sem provas reais, mas sinto e acredito na culpabilidade de JS, indirectamente, informalmente não interessa. O PM já deu inúmeros exemplos do seu modo de pensar e executar política em Portugal.
2. Sinto, com provas reais, que não há justiça em Portugal, ou melhor há, mas é inoperante, abjecta, parcial, desadequada e no que respeita a matéria de prova em crimes de corrupção… 0 (Zero).
3. Sinto e sei da parcialidade do autor da postada, semelhante a tantas outras postadas sobre outros temas em que a prosa destilada, acompanhando a imagem/video nada tem de preocupação, atenção ou imparcialidade sobre a notícia em apreço.
Não reparei na sua inspiração de brancura aquando de Domingos Névoa, de Isaltino, etc.
Isto ? Sem conteúdo de qualquer brancura…Palha selectiva de pastos comuns.
Isto é mesmo um país adiado, em círculo vicioso entediante e acéfalo onde a populaça, o bom do mexilhão português definha e permite esta sociedade !!
Qual esquerda ? Qual direita ? Que interessa visualizar-se o problema eterno sobre essa perspectiva (já no séc. XVIII se escrevia sobre este nosso fado), dicotomática, sem substância ?
Isto é transversal, do PC ao PP (com paragens no PS, PSD e BE)…Não há dignidade, carácter. honra nem dever, não há vergonha e em última instância (exponenciada pelo perpectuar deste modo de estar)…não há medo das consequências pelos actos abjectos praticados.
AI PORTUGAL PORTUGAL, DO QUE É QUE TU ESTÁS À ESPERA.
Licas o poder judical não é de esquerda, mas sim no mínimo laranja/conservador.
Quando se tentou reformar a Administração Pública não gostaram; Apesar de continuarem nos “quadros especiais” (ao contrário da restante Adm Pública) com a maioria das regalias, não estão satisifeitos.
Mas, como sabe, há mais personagens ‘contratáveis’ na “justiça” tuga pra “lavar”-e-durar…
Sobre o “desfecho final” DESTE CASO, hoje anunciado:
“JUSTIÇA” TUGA 2005-2010. JSócrates primeiro-ministro.
Boa noite ‘aí’, com beijinhos e abraços para os decisores na Rua Braamcamp, na Escola Politécnica, para os aliviados no Rato e para os ‘espumantes’ em São Bento.
Mas é cada vez mais hilariante e simultaneamente trágico para a “justiça” e para o cidadão comum, constatar que nos meios jurídicos ou nas “conversas de táxi”, cada novo magistrado destacado para lugares-chave da “justiça” tuga, é logo, quase unanimemente acolhido como “competente”, “severo”, incorruptível”, etc, etc.
Depois…é o que se nota !
Exemplo, Pinto Monteiro: ouvi de muitos juristas, de uns dois magistrados, que “agora sim, é um homem das Beiras !”; “Com ele não fazem farinha !”; etc.
Outro: Cândida Almeida, “é dura de roer, leva tudo até ao fim !”
…”Depois”, ou seja, CONVENIENTEMENTE ANTES, há um personagem detentor de segredos e com canais de influência, bem-falante, pausado, ‘estranho’, supostamente supra na elaboração de leis, que tem surgido em lugares-chave ! Num clube ao lado-de NO MOMENTO CERTO; num governo-porque ‘ALMOFADA’…
Se clama por justiça, faça o favor de pugnar por ela-:
– O Juiz Maximiano Rodrigues não investigou nada… simplesmente, ele foi Juiz do colectivo que julgou o caso Mateus… Por sinal, o único que votou a favaor da condenaçao do G.Macau… NUNCA SE CONFORMOU!!!!
Não quer dizer que a viuva tenha o mesmo (pensamento)percebe?
Smith e Pedro foram acusados do crime de extorsão e não de corrupção.
Extorsão porque, segundo a acusação, inventaram a história dos pagamentos ilícitos para “sacar” o máximo de dinheiro possível aos ingleses… Daí o vídeo do Smith (e o testemunho de uma secretária) a falar no Sócrates e das outras referências que se conhecem a actos de corrupção envolvendo um conjunto de pessoas (note-se que não foram encontrados factos nem provas que consubstanciassem tais rumores) … era essa a mensagem que queriam passar para os ingleses…
A vida tem destas coisas, se tivessem construído o dito cemitério não havia Freeport de Alcochete em cima da reserva florestal [pneus com fartura] mas um facto é que não param de rolar cabeças!
A malta quer é sangue venha ele da direita ou da esquerda.
Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Fátima Felgueiras, José Sócrates.
Finalmente fez-se justiça.
Todos estes inocentes que durante tanto tempo foram vilipendiados pela opinião pública estão inocentes.
Mas será que a sua imagem foi afectada? Espero para bem da política portuguesa (e do futebol em geral) que nunca mais os apontem como ícones do xico-espertismo português.
Off-shores, golden shares, rebaites, off-sets, off sides, off sights, merry christmas, slow motion?
Licas, nem passou pela ideia o Partido Nacionalista. Estava apenas a falar dos que insistem no corporativismo/conservadorismo, defender o seu quinhão, e outros que se lixem.
Sobre o cumprimento que me fez, já não tenho idade para me preocupar com infantilidades.
Bem pode o sr. José Sócrates armar em vítima e desdobrar-se em declarações de inocência.
A verdade é que já ninguém acredita nele nem na “justiça” da D. Cândida e do sr. Pinto Monteiro.
O facto de as provas terem sido mandadas destruir por ordem judicial mostram bem o excelente trabalho de procura da verdade. Não bastou que as provas não fossem declaradas inválidas, foi preciso destruí-las…
#25 FAFE A historia contada assim é um fatinho bem feito à medida não é verdade? Mas não somos todos completamente parvos pois não? Ainda por cima fartaram-se de deixar pontas soltas que a D. Candida não quiz investigar.
Seja OMO ou SKIP, o que interessa é pôr as nódoas fora da vista, ou mlhor ainda, fazer como o outro – já que não saíam na lavagem, cortou-as com a tesoura. Foi uma limpeza! Este caso é do género. A rede rosa funciona – e muito bem. Entretanto vão escaqueirando o país, mas isso é para o lado que eless dormem melhor.
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Por outro lado, “A Polícia Judiciária (PJ) detectou o levantamento de meio milhão de euros em notas, durante a aprovação do projecto Freeport, mas não conseguiu descobrir a quem foi entregue esse dinheiro, noticia a revista Sábado”
“O Juiz Maximiano Rodrigues não investigou nada… simplesmente, ele foi Juiz do colectivo que julgou o caso Mateus… Por sinal, o único que votou a favaor da condenaçao do G.Macau… NUNCA SE CONFORMOU!!!!”
Não está a confundir com o juiz Ricardo? Aquele do laço e que presenteou o Bastonário Marinho e Pinto, num Prós& Contras com a história do moleiro de Potsdam?
É que o falecido Maximiano nunca foi juiz nessa altura. Era procurador-geral adjunto e julgo que nem participou no julgamento.
Para além disso tenho a certeza do que falo porque li na altura o que se passou e li até uma entrevista de Maximiano ( que guardo) e que em resposta ao livro de Rui Mateus disse que nada de novo acrescentava, quando as novidades eram de tal tomo que o então presidente da República não ficava nada bem na fotografia.
E sobre Maximiano já escrevi uma data de coisas. Como esta
Mas para se recordar melhor deixo aqui uma passagem de um artigo de Joaquim Vieira publicado no Público de há muito ( hoje não seria possível com a inenarrável directora que lá está)intitulado O Polvo:
“Ao investigar o caso de corrupção na base do “fax de Macau”, o Ministério Público entreviu a dimensão da rede dos negócios então dirigidos pelo Presidente Soares desde Belém.
A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, Procurador-geral adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o próprio Soares.
Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então Procurador-geral da República, Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a Caixa de Pandora, implicando uma investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD – há quase uma década repartindo os governos entre si. A previsão era catastrófica: operação “mãos limpas” à italiana, colapso do regime, república dos Juízes.
Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o Governador de Macau, Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros.
Entretanto, já Robert Maxwel abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares, explicando a decisão em carta ao próprio Presidente. Mas logo a seguir surge Stanley Ho a querer associar-se ao grupo soarista, intenção que segundo relata Rui Mateus em Contos Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica “após consulta ao Presidente da República, que ele sintomaticamente apelida de boss.
Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante uma “presidência aberta” que este efectua na Guarda. Acrescenta Mateus no livro que o grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam “previstos lucros de milhões de contos”.
Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o Presidente fortalecia uma nova instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil? Nada foi desmentido pelos envolvidos, nem nunca será.”
Percebe agora como se passam as coisas no MP de topo? O princípio da oportunidade, ali aplicado, com a intervenção de topo do então PGR, é uma ilegalidade, porque a Constituição manda tratar todos como iguais perante a lei.
Tal como agora se fez e continua a fazer.
Isto será de um país democrático? Ou é próprio das ditaduras? Haverá alguma diferença entre isto e o que se passava no tempo de Salazar com as garantias administrativas aos funcionários públicos? Há, uma: então a lei permitia isso. Agora, não.
A mulher de Maximiano, Cândida de Almeida, como se pode ver numa foto aí para cima que alguém colocou, tem afinidades que a tornam suspeita. Um magistrado não se deixa fotografar aos abraços e beijinhos com uma personagem de recorte duvidoso como Almeida Santos.
Cá para mim o meio milhão está abafadinho e quem sabe do assunto são certos advogados. E que nada têm a ver com o tal Passos. Mas têm a ver com outro Senhor que não é dos passos mas sabe-os dar muito bem. Aprendeu depressa…
Nos EUA a justiça pertence ao Povo.
Aqui a «justiça» é como uma «golden share» que está nas mãos dum grupo que raptou para si as funções do Estado…
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O prémio Tide, criador das séries soap, vai então para o Minto Ponteiro?
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Também digo, nada mais branco que de política e religião renascença remendar-se a justiça do País.
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Ora bem!
Como Sócrates é sempre culpado, mesmo que não haja provas, claro que só pode ter sido a Cândida Almeida a impedir que houvesse acusação contra Sócrates.
Até porque os procuradores (e os investigadores da PJ) que estavam à frente da investigação não queriam nada entalar o Sócrates… Aliás, o que está mal é o Sócrates não ter sido dado culpado (ou o processo não ter demorado 10 anos)! Isso sim é que é um escândalo!
Porque a bem da verdade a justiça (e a comunicação social) esteve muito bem neste processo. Afinal, cumpriram, com uma eficácia ímpar, os objectivos definidos há 6 anos atrás:
instalar a dúvida e a suspeita sobre o 1º Ministro de forma a que a opinião pública fique com a clara convicção que (mesmo sem nenhuma prova ou facto) ele é corrupto e aldrabão.
Parabéns (pelo seu excelente contributo)!
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que longo e sinuoso percurso.
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Ora bem! Até me admiro como é que os procuradores responsáveis pela investigação ainda não fizeram queixa ao sindicato dos magistrados!?
Como Sócrates é sempre culpado, mesmo que não haja provas, claro que só pode ter sido a Cândida Almeida (nestes dois últimos anos) a impedir que houvesse acusação (factos e provas) contra Sócrates (aliás ela deve ter destruído todas as provas que a investigação havia conseguido nos 4 anos de anteriores à sua entrada no processo).
Até porque os procuradores (e os investigadores da PJ) que estavam à frente da investigação não queriam nada entalar o Sócrates… Aliás, o que está mal é o Sócrates não ter sido dado culpado (ou o processo não ter demorado 10 anos)! Isso sim é que é um escândalo!
Porque a bem da verdade a justiça (e a comunicação social) esteve muito bem neste processo. Afinal, cumpriram, com uma eficácia ímpar, os objectivos definidos há 6 anos atrás:
instalar a dúvida e a suspeita sobre o 1º Ministro de forma a que a opinião pública fique com a clara convicção que (mesmo sem nenhuma prova ou facto) ele é corrupto e aldrabão.
Parabéns (pelo seu excelente contributo)!
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Sobre este assunto, nada melhor do que um artigo de Guy Sitbon, na revista francesa Marianne desta semana, sobre outro assunto, francês:
“A mulher do ministro dos impostos encarregou-se dos interesses privados da contribuinte mais afortunada. Talvez nada de ilegal.Ou então qualquer coisa de muito grave. Nada sabemos. Compete à justiça dizê-lo. E tudo indica que não o dirá.
Vários testemunhos dão a conhecer na imprensa que homens políticos, entre os quais o presidente da República, recebiam das mãos da família Bettencourt envelopes. Pura invenção, possivelmente. Mas poderia ser verdade. Não sabemos. Compete à justiça julgar. Podemos pressagiar que não julgará.
Várias personalidades públicas-pelo menos uma de esquerda-reconheceram ter ( aparentemente) contornado a lei sobre o financiamento partidário. Legalmente, pode dar-se até 7 500 € a cada partido. As formações políticas são bem conhecidas: UMP, PS, Les Verts, FN, MoDem,etc. M.Woerth, M. Sarkozy, M. Valls e outros aranjaram um esquema de associações para beneficiar de donativos idênticos aos dos grandes partidos, quando já eram membros de uma dessas grandes formações. Por conseguinte, os socialistas, por exemplo, podem receber de um simpatizante não apenas 7 500€ mas 1000 vezes mais. Bastaria que criassem 1000 monopartidos no seio da organização. Estas práticas serão conformes à letra e espírito da lei ou serão qualificáveis por um gribunal como “financiamento ilegal”? Compete ao juiz pronunciar-se. Não duvidemos, não se pronunciará.
Ministro do Orçamento nesse tempo, M. Woerth é suspeito de ter pedido ao representante de Mme Bettencourt o recrutamento da sua mulher. Se tal for verdade,estaríamos perante um caso de conflito de interesses ou pior, de tráfico de influência. Cada um admite que a natureza do assunto continua nebulosa. É de senso comum que estas incertezas carecem de ser determinadas por um juiz independente. Podemos augurar, sem riscos: o tribunal não se pronunciará.
De uma ponta à outra deste escândalo tentacular, o governo teve apenas uma preocupação: confiar a investigação a funcionários às suas ordens. Em qualquer democracia, o caso teria sido atribuido a um magistrado independente. Aqui, mesmo que a integridade dos grandes que nos governam esteja na berlinda, os inquéritos são conduzidos sob a intendência das personalidades suspeitas.
A visão do governo, que dirige a investigação com diligências contra o mesmo, não deixa lugar a questionamento. O secretário geral do Eliseu disse-o: Eric Woerth nada tem a explicar. Se não tomou todas as precauções foi porque nem lhe passou pela cabeça a ideia de um delito. Toda esta embrulhada é uma amalgama e uma caça ao homem e nenhum delito pode ser imputado a M. Woerth. Pela boca de Claude Guéant, o presidente dá as suas ordens. Resta arquivar o assunto. Talvez seja possível perseguir este ou aquele personagem secundário mas para o essencial o caso caminha em grandes passadas para um abafamento puro e simples. Algum vozeirão da oposição surgirá, um punhado de jornalistas fará perguntas, o poder fechará a concha. Passem uma esponja, o assunto está enterrado. Bem feito?
Nem tanto assim. Não se viu que vários membros do governo, como a ministra da Justiça Michèle Alliot-Marie, ou o ministro dos negócios estrangeiros, Bernard Kouchner, permaneceram silenciosos enquanto o colega Woerth subia o seu calvário? Os acontecimentos passam, o inconsciente colectivo permanece. Se o escândalo for escamoteado nas próximas semanas, como tudo augura, ficará nos espíritos a dúvida contra o presidente de que o seu reinado foi o da justiça serviçal.”
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Cândida Almeida Santos também está em toda a parte:
http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR4GD1E-sqcJdR7r4ociuUwGx1AXfTGXi3Y8V58vv1IhLTk9dU&t=1&usg=__IYHZ8W2MmceJZMwBcX5sG7kVuYs=
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O que me espanta de alguma forma é o facto de José S. inocente como sempre, ter mostrado nervosismo e preocupação com a investigação ao ponto de fazer chegar aos investigadores o recado, mediado por Lopes da Mota de que ficariam sozinhos, no fim, se continuassem a farejar onde não deviam.
Onde faltou farejar mesmo a sério? Nas contas do PS, das campanhas eleitorais da época. Nas contas dos encarregados das finanças do partido nessa altura. Nas contas de alguns suspeitos, mas não as oficiais e declaradas ao TC. Era preciso descobrir se afinal havia outras e isso faz-se de um modo que possivelmente o código de processo penal não permite porque quem o fez sabia muito bem o que queria fazer.
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Isto não são suspeitas lançadas ao ar, mas hipóteses de investigação que deveriam ter sido ponderadas seriamente por qualquer investigador digno desse nome. Para o bem e para o mal. Para uma charge ou para uma décharge.
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Ficavam mais satisfeitos se no Relatório final do processo se arranjassem uns”indícios” contra Sócrates??
Justiça imparcial, mas para os outros, não é?
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Coitadinho do Foge Fátinha Lopes da Mota, anho imoçado na cobertura ao Bicharel, perdão, Bacharel desenhador…
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Estou convencido que os que apostam na inocência do suspeito apenas o fazem por mero efeito afectivo, político-partidário. O que coloca uma questão: suportarão a verdade quando a virem de frente? Mesmo a inocência?
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“imolado”, claro.
Desculpas .
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Declaração de sentires:
1. Sinto, sem provas reais, mas sinto e acredito na culpabilidade de JS, indirectamente, informalmente não interessa. O PM já deu inúmeros exemplos do seu modo de pensar e executar política em Portugal.
2. Sinto, com provas reais, que não há justiça em Portugal, ou melhor há, mas é inoperante, abjecta, parcial, desadequada e no que respeita a matéria de prova em crimes de corrupção… 0 (Zero).
3. Sinto e sei da parcialidade do autor da postada, semelhante a tantas outras postadas sobre outros temas em que a prosa destilada, acompanhando a imagem/video nada tem de preocupação, atenção ou imparcialidade sobre a notícia em apreço.
Não reparei na sua inspiração de brancura aquando de Domingos Névoa, de Isaltino, etc.
Isto ? Sem conteúdo de qualquer brancura…Palha selectiva de pastos comuns.
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Isto é mesmo um país adiado, em círculo vicioso entediante e acéfalo onde a populaça, o bom do mexilhão português definha e permite esta sociedade !!
Qual esquerda ? Qual direita ? Que interessa visualizar-se o problema eterno sobre essa perspectiva (já no séc. XVIII se escrevia sobre este nosso fado), dicotomática, sem substância ?
Isto é transversal, do PC ao PP (com paragens no PS, PSD e BE)…Não há dignidade, carácter. honra nem dever, não há vergonha e em última instância (exponenciada pelo perpectuar deste modo de estar)…não há medo das consequências pelos actos abjectos praticados.
AI PORTUGAL PORTUGAL, DO QUE É QUE TU ESTÁS À ESPERA.
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Licas o poder judical não é de esquerda, mas sim no mínimo laranja/conservador.
Quando se tentou reformar a Administração Pública não gostaram; Apesar de continuarem nos “quadros especiais” (ao contrário da restante Adm Pública) com a maioria das regalias, não estão satisifeitos.
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Óptimo E MUITO CERTEIRO post, JMFernandes !
Mas, como sabe, há mais personagens ‘contratáveis’ na “justiça” tuga pra “lavar”-e-durar…
Sobre o “desfecho final” DESTE CASO, hoje anunciado:
“JUSTIÇA” TUGA 2005-2010. JSócrates primeiro-ministro.
Boa noite ‘aí’, com beijinhos e abraços para os decisores na Rua Braamcamp, na Escola Politécnica, para os aliviados no Rato e para os ‘espumantes’ em São Bento.
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Uma pergunta à “justiça” que vai julgar Smith e Pedro:
se houve corruptores, onde estão os corrompidos ?
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Errata:
meu # 23, na Rua da Escola Politécnica.
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“Uma pergunta à “justiça” que vai julgar Smith e Pedro:
se houve corruptores, onde estão os corrompidos ?”
Lembram-se do caso do fax de Macau e do livro de Rui Mateus?
Também nessa altura houve corruptores e não se descobriu ponta de corrompidos. Todos ao largo. Todos ratos.
Quem investigou o caso, nessa altura?
Rodrigues Maximiano, já falecido. Marido de Cândida de Almeida.
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José 26,
Pois. Não por acaso.
Mas é cada vez mais hilariante e simultaneamente trágico para a “justiça” e para o cidadão comum, constatar que nos meios jurídicos ou nas “conversas de táxi”, cada novo magistrado destacado para lugares-chave da “justiça” tuga, é logo, quase unanimemente acolhido como “competente”, “severo”, incorruptível”, etc, etc.
Depois…é o que se nota !
Exemplo, Pinto Monteiro: ouvi de muitos juristas, de uns dois magistrados, que “agora sim, é um homem das Beiras !”; “Com ele não fazem farinha !”; etc.
Outro: Cândida Almeida, “é dura de roer, leva tudo até ao fim !”
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José,
…”Depois”, ou seja, CONVENIENTEMENTE ANTES, há um personagem detentor de segredos e com canais de influência, bem-falante, pausado, ‘estranho’, supostamente supra na elaboração de leis, que tem surgido em lugares-chave ! Num clube ao lado-de NO MOMENTO CERTO; num governo-porque ‘ALMOFADA’…
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Caro José, 26
Se clama por justiça, faça o favor de pugnar por ela-:
– O Juiz Maximiano Rodrigues não investigou nada… simplesmente, ele foi Juiz do colectivo que julgou o caso Mateus… Por sinal, o único que votou a favaor da condenaçao do G.Macau… NUNCA SE CONFORMOU!!!!
Não quer dizer que a viuva tenha o mesmo (pensamento)percebe?
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#24, #26 e #27
Smith e Pedro foram acusados do crime de extorsão e não de corrupção.
Extorsão porque, segundo a acusação, inventaram a história dos pagamentos ilícitos para “sacar” o máximo de dinheiro possível aos ingleses… Daí o vídeo do Smith (e o testemunho de uma secretária) a falar no Sócrates e das outras referências que se conhecem a actos de corrupção envolvendo um conjunto de pessoas (note-se que não foram encontrados factos nem provas que consubstanciassem tais rumores) … era essa a mensagem que queriam passar para os ingleses…
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# 21
Não diria melhor, meu caro. Subscrevo por inteiro.
De que esperamos afinal, Portugal?!
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A vida tem destas coisas, se tivessem construído o dito cemitério não havia Freeport de Alcochete em cima da reserva florestal [pneus com fartura] mas um facto é que não param de rolar cabeças!
A malta quer é sangue venha ele da direita ou da esquerda.
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Deixa, destrói-se para já as provas e logo se fala em seguida.
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Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Fátima Felgueiras, José Sócrates.
Finalmente fez-se justiça.
Todos estes inocentes que durante tanto tempo foram vilipendiados pela opinião pública estão inocentes.
Mas será que a sua imagem foi afectada? Espero para bem da política portuguesa (e do futebol em geral) que nunca mais os apontem como ícones do xico-espertismo português.
Off-shores, golden shares, rebaites, off-sets, off sides, off sights, merry christmas, slow motion?
Nunca mais!
Queremos Portugal no seu melhor.
Viva o vieirismo-mendocismo!
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Licas, nem passou pela ideia o Partido Nacionalista. Estava apenas a falar dos que insistem no corporativismo/conservadorismo, defender o seu quinhão, e outros que se lixem.
Sobre o cumprimento que me fez, já não tenho idade para me preocupar com infantilidades.
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O circo no seu melhor!!!
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Bem pode o sr. José Sócrates armar em vítima e desdobrar-se em declarações de inocência.
A verdade é que já ninguém acredita nele nem na “justiça” da D. Cândida e do sr. Pinto Monteiro.
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Imaginem se o Tribunal concluir que Carlos Cruz é innocente o que é que os senhores jornalistas irão dizer.
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Se o Tribunal concluir que é “innocente”, comete um erro ortográfico…
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O facto de as provas terem sido mandadas destruir por ordem judicial mostram bem o excelente trabalho de procura da verdade. Não bastou que as provas não fossem declaradas inválidas, foi preciso destruí-las…
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#25 FAFE A historia contada assim é um fatinho bem feito à medida não é verdade? Mas não somos todos completamente parvos pois não? Ainda por cima fartaram-se de deixar pontas soltas que a D. Candida não quiz investigar.
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Seja OMO ou SKIP, o que interessa é pôr as nódoas fora da vista, ou mlhor ainda, fazer como o outro – já que não saíam na lavagem, cortou-as com a tesoura. Foi uma limpeza! Este caso é do género. A rede rosa funciona – e muito bem. Entretanto vão escaqueirando o país, mas isso é para o lado que eless dormem melhor.
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O MP tem o poder que o PS e o PSD lhe dão por lei.
Para isto melhorar, bastaria proibir no EMP a ocupação de cargos de chefia no MP por prazo superior a 9 anos!
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E se agora a investigação partisse para o estranho ‘Enriquecimento sem Causa’ da Sra. D. Pinto de Sousa?
Digo eu…
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Por outro lado, “A Polícia Judiciária (PJ) detectou o levantamento de meio milhão de euros em notas, durante a aprovação do projecto Freeport, mas não conseguiu descobrir a quem foi entregue esse dinheiro, noticia a revista Sábado”
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Hoje, sinto-me feliz devido à enorme azia de algumas pessoas.
Tenham um bom dia JM FERNANDES, JOSÉ DA LOJA, NUNO RAMOS DE ALMEIDA E PACHECO PEREIRA…
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Um povo que consente que uma “star” destas esteja a dirigir um dos Departamentos de combate criminal do país, merece o pior dos fins ou “destino” …
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No entretanto …
http://www.educar.wordpress.com/2010/07/28/direiro-a-indignacao/
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Artur Mendes, #24:
“O Juiz Maximiano Rodrigues não investigou nada… simplesmente, ele foi Juiz do colectivo que julgou o caso Mateus… Por sinal, o único que votou a favaor da condenaçao do G.Macau… NUNCA SE CONFORMOU!!!!”
Não está a confundir com o juiz Ricardo? Aquele do laço e que presenteou o Bastonário Marinho e Pinto, num Prós& Contras com a história do moleiro de Potsdam?
É que o falecido Maximiano nunca foi juiz nessa altura. Era procurador-geral adjunto e julgo que nem participou no julgamento.
Para além disso tenho a certeza do que falo porque li na altura o que se passou e li até uma entrevista de Maximiano ( que guardo) e que em resposta ao livro de Rui Mateus disse que nada de novo acrescentava, quando as novidades eram de tal tomo que o então presidente da República não ficava nada bem na fotografia.
E sobre Maximiano já escrevi uma data de coisas. Como esta
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Mas para se recordar melhor deixo aqui uma passagem de um artigo de Joaquim Vieira publicado no Público de há muito ( hoje não seria possível com a inenarrável directora que lá está)intitulado O Polvo:
“Ao investigar o caso de corrupção na base do “fax de Macau”, o Ministério Público entreviu a dimensão da rede dos negócios então dirigidos pelo Presidente Soares desde Belém.
A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, Procurador-geral adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o próprio Soares.
Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então Procurador-geral da República, Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a Caixa de Pandora, implicando uma investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD – há quase uma década repartindo os governos entre si. A previsão era catastrófica: operação “mãos limpas” à italiana, colapso do regime, república dos Juízes.
Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o Governador de Macau, Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros.
Entretanto, já Robert Maxwel abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares, explicando a decisão em carta ao próprio Presidente. Mas logo a seguir surge Stanley Ho a querer associar-se ao grupo soarista, intenção que segundo relata Rui Mateus em Contos Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica “após consulta ao Presidente da República, que ele sintomaticamente apelida de boss.
Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante uma “presidência aberta” que este efectua na Guarda. Acrescenta Mateus no livro que o grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam “previstos lucros de milhões de contos”.
Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o Presidente fortalecia uma nova instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil? Nada foi desmentido pelos envolvidos, nem nunca será.”
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Percebe agora como se passam as coisas no MP de topo? O princípio da oportunidade, ali aplicado, com a intervenção de topo do então PGR, é uma ilegalidade, porque a Constituição manda tratar todos como iguais perante a lei.
Tal como agora se fez e continua a fazer.
Isto será de um país democrático? Ou é próprio das ditaduras? Haverá alguma diferença entre isto e o que se passava no tempo de Salazar com as garantias administrativas aos funcionários públicos? Há, uma: então a lei permitia isso. Agora, não.
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A mulher de Maximiano, Cândida de Almeida, como se pode ver numa foto aí para cima que alguém colocou, tem afinidades que a tornam suspeita. Um magistrado não se deixa fotografar aos abraços e beijinhos com uma personagem de recorte duvidoso como Almeida Santos.
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Há um decoro e uma decência que deveriam impedir uma coisa dessas e logo que acontecesse a pessoa em causa, saía do lugar. Por um módico de decência.
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Uma correcção: os artigos de Joaquim Vieira foram publicados numa revista chamada GRande Reportagem. Que acabou…logo a seguir.
Mas não se ouviu então a raposa-mor do regime, Mário S. himself, a clamar justiça pela difamação…
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A Grande Reportagem sob a alçada de MST foi a melhor publicação nacional de informação/reportagem nacional e internacional até à data. (ponto)
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Cá para mim o meio milhão de euros está guardado para a campanha do Passos Coelho.
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lopes:
Cá para mim o meio milhão está abafadinho e quem sabe do assunto são certos advogados. E que nada têm a ver com o tal Passos. Mas têm a ver com outro Senhor que não é dos passos mas sabe-os dar muito bem. Aprendeu depressa…
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