Incompetentes!
Todos os anos é a mesma coisa.
Mas não me consigo habituar a tanta incompetência: 45 dias depois do fim das aulas, neste final de Julho, os alunos e as famílias não conhecem os horários do próximo ano lectivo, impedindo de atempadamente planearem transportes, tempos livres, actividades extra-curriculares, enfim, planearem a sua vida.
Como se tal não bastasse, a 5 dias do fim do mês, recebo carta a informar-me que o meu filho que vai iniciar o 7º ano afinal já não fica na escola onde se inscreveu. Criaram à pressa um novo agrupamento, juntaram as turmas todas desse ano noutra escola. Dizem que tenho 5 dias para me opor mas nem sequer informam o que acontece se o fizer: fica na rua? vai para outra escola ainda mais longe? Tá tudo maluco. É inaceitável tanta incompetência, tanta discricionaridade, tanto experimentalismo à custa da vida dos outros. Extinga-se o ministério da educação.

Chamar-lhe “ministério da educação” é a ironia suprema. Não conseguem ser ministério do ensino, quanto mais da educação.
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Incompetentes não: autoritários!
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Até quando é que iremos aturar esta bandalheira?
Acho vergonhoso o que todos os anos se passa no ministério da educação. É os horários, é os manuais, é os professores, é as escolas. Nunca, nunca vejo os interesses dos alunos assegurados pela 5 de Outubro. É sempre os interesses de terceiros: sejam os professores, sejam as editoras, seja de quem for. Mas pelos vistos, no meio de tanta gente “pensante”, ninguém pensa nos alunos, nem nas famílias. É realmente uma situação miserável.
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Em matéria de educação é só incompetência:
i) Congelamento da progressão na carreira.
ii) Turmas com número excessivo de alunos e, por vezes, essas mesmas turmas incorporam alunos de necessidades especiais, o que está previsto na lei como sendo ilegal.
iii) Exames nacionais que, pela sua exigência tão rudimentar, premeiam quem menos estuda.
(And so on…)
Vá lá que na semana passada foram propostas algumas medidas acertadas com (muita) ajuda do CDS-PP, como sejam o reforço da autoridade dos professores, a (re)divisão das faltas em justificadas e não justificadas e a abolição das provas de recuperação.
Outro caso que devia ser revisto pelo Ministério da Educação é dos alunos do Ensino Secundário que se inscrevem em determinadas disciplinas optativas, congruentes com a área por onde querem enveredar, e umas semanas depois a escola avisa que não tem alunos suficientes para criar uma turma para essa disciplina e que por isso têm que escolher outra disciplina de opção que não diz qualquer respeito à carreira que querem seguir.
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Incompetência não, desorganização. Essa desorganização é generalizada, em tudo, na nossa sociedade. Se estão envolvidos funcionários públicos e professores ainda por cima, então é certinho.
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É o socialismo em toda a sua magnificência.
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Exige-se: Liberdade de escolha na educação para todos, pobres incluidos!
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Telefónica firma el acuerdo con Portugal Telecom para comprar Vivo por 7.500 millones
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Compreendo muito bem o seu ponto de vista mas acrescento ainda mais 3 pontos:
1. Estou há mais de um mês que a escola onde lecciono me diga a minha avaliação.
2. O Ministério ainda não colocou online a aplicação que permite aos contratados a manifestação das preferências para o próximo ano lectivo, sendo que o mais provável é que o faça durante o mês de Agosto e nos impeça de ter férias.
3. As colocações saem dia 30 de Agosto e, em 2 dias, tenho que procurar casa noutra cidade, fazer as mudanças, afastar-me da família e preparar o novo ano lectivo.
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E era tão fácil. Era só procurar um país em que as escolas, no fim de Julho, já tenham as turmas e os horários feitos e copiar o sistema. Ou optar por uma escola privada.
#3
Ai sim? Os pais têm quem os defenda. Vejo todos os dias o chefe dos pais Albino Almeida a intervir em toda a imprensa e parece que tem muita influência. Consegue tudo o que os pais querem.
#4
E se a escola garantir a 4 alunos a inscrição na disciplina? Depois não vão acusar o sistema de ser muito caro?
#5
Sou funcionário público e professor. Sei que o que diz não é verdade. Mas tem o direito de dar a sua opinião.
#6 e #7
Sou professor do ensino público e defendo o ensino público nos termos da Constituição e da proposta de revisão constitucional do PSD. Não sou “liberal” (isto é, do tipo cada um por si). Também defendo a liberdade de escolha. As minhas filhas frequentaram o Colégio Luso-Francês. Em compensação, nunca pude fazer férias no Brasil como alguns “liberais”, nem comprar automóveis novos.
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Tu é que és maluco, extinguir o esse ministério é um exagero exarcebado, só pensa em privatizaçõoes mas elas nem dão sempre certo, ouviu?!
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Caro Arnaldo Madureira,
Em resposta à sua opinião sobre o meu comentário, a escola deve sim oferecer todas as oportunidades a que se propõe no início do ano lectivo. Não vejo validade no seu argumento no sentido de, por exemplo, ter turmas do agrupamento de Humanidades e não oferecer aos seus alunos a disciplina opcional de Economia, só porque não tem alunos suficientes para criar uma turma. A meu ver, turmas pequenas nunca constituem problema, até são mais favoráveis ao desenvolvimento de competências por parte dos alunos, o que já não se verifica em turmas demasiado grandes.
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#11
A disciplina de economia tem um horário semanal de 4 horas (suposição). O professor poderá custar 350 euros por mês para dar essas aulas (suposição). Se a disciplina tiver 20 alunos, o custo por aluno é 17,5 euros. Se a disciplina tiver 4 alunos, o custo por aluno é 87,5 euros.
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Eh, 45 dias depois do fim das aulas, outro tanto que até ao seu reinício, mais ou menos, vejam lá, compreendo agora por que não se apressam, precipitam, a definir horários e essas coisas, quando ainda agora se procede a inevitáveis reagrupamentos, sabido que a planificaçãode de tarefas, transportes, horários, etc., tem ao início do ano lectivo seu tempo de sobra.
E entendo isto ainda não sendo professor nem fazendo ideia do que seja isso, mais preocupado com o meu pimpolho, que é o centro do mundo e, pra mim, enfim, é tudo, confesso.
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#12
Independentemente do custo que acarrete, considero que a Educação é uma área onde o único factor que realmente importa é a melhor formação possível dos alunos e, como tal, dificuldades desse cariz devem ser tendencialmente extinguidas.
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Extinga-se o ME, as ESES todos os cursos de ciências ocultas, perdão, ciências da educação, e coloque-se no olho da rua todos os formados nessa aldrabice.
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EXTINGA-SE!!!!
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Caro Gabriel Silva,
Bem-vindo ao Clube dos Defensores da Extinção do Ministério da Educação (CDEME). A bem da qualidade da educação, da promoção da diversidade, da liberdade de escolha e, sim! sim!, da promoção da ascensão social! Contra a amálgama indeferenciadora, o experimentalismo inane, o autoritarismo acéfalo e o terrorismo fiscal!
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«45 dias depois do fim das aulas, neste final de Julho», como de resto é natural, ainda não está finalizado o processo relativo aos exames, logo ainda não se sabe os contigentes efectivos de alunos para o ano lectivo seguinte (pelo menos no Secundário, o que mexe com toda a organização de uma escola). Apesar disso, nas escolas «competentes», desde o início de Julho que se fizeram as grelhas de distribuição de serviço lectivo que serão trabalhadas pelas equipas que fazem os horários dos alunos. Acontece que quem faz este trabalho são professores, alguns dos quais ainda estão neste momento a classificar exames nacionais e só na próxima semana poderão pegar noutro trabalho; mas esses professores têm direito a férias – a gozar exclusivamente entre 19 de Julho e 31 de Agosto, e não, não podem gozá-las em qualquer outra altura do ano como a senhora seguramente saberá e poderá – e, pasme-se!, normalmente acabam por oferecer de bandeja as férias ao erário público para gastarem o mês de Agosto a preparar o lançamento do ano lectivo seguinte, fazendo horários… Enfim, minha senhora, costuma ser bem mais razoável e inteligente nos seus argumentos que esta estúpida diatribe em género «mãe cega» com que aqui brinda os seus leitores.
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Quem quer escola pública e gratuita, sujeita-se…
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“…mas esses professores têm direito a férias – a gozar exclusivamente entre 19 de Julho e 31 de Agosto, e não, não podem gozá-las em qualquer outra altura do ano …”
Não podem?! Porquê? É impossivel, ou acomodaram-se?
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Am (19)
1) «como de resto é natural, ainda não está finalizado o processo relativo aos exames» é o que eu digo, incompetência: que exames para alunos até ao 9º ano?
2) «as grelhas de distribuição de serviço lectivo que serão trabalhadas pelas equipas que fazem os horários dos alunos.», é o que eu digo incompetência: horários podem ser basicamente os mesmos de ano anterior, basta preencher nomes de alunos nas turmas.
3) «normalmente acabam por oferecer de bandeja as férias ao erário público para gastarem o mês de Agosto a preparar o lançamento do ano lectivo seguinte, fazendo horários», é o que eu digo, incompetência. Desde 18 de junho a 31 de Agosto para fazer horários? Sim senhor, espero que nunca deixem de ser professores. Ah, e então quer dizer que vamos ter horários no dia 1 de Setembro? Muito me espantaria, mas espero que tenha razão….
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Extinga-se o ME, os SES, a mesma escola e professores, com toda a cambada de empatas, e fique-se pelos alunos, as nossas crianças, que quem cuida delas durante estesmeses, a começar nos avós e nos campos de férias, não vai morrer já estes anos.
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Caro Gabriel,
Há 30000 professores a meio de um concurso que não respeita qualquer prazo. Muitos trabalharam um ano inteiro e não podem, agora, sequer, planear uma semana de férias, sem andar de portátil debaixo do braço. É que a qualquer momento imprevisto, o ME pode disponibilizar a aplicação para dar continuidade ao concurso.
Os 30000 contratados, que ganham metade dos professores de carreira mas trabalham o dobro, já nem férias podem ter. E, no entanto, ensinam os filhos de quem os ignora e sistematicamente critica, com total dedicação e empenho. É comparar resultados com os profs de carreira|
Como eu sempre disse aqui, as políticas educativas socretinas têm como meta o caos. Ninguém está a salvo, nem alunos, nem professores, sobretudo contratados.
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#19
Relativamente a esta parte: “Acontece que quem faz este trabalho são professores, alguns dos quais ainda estão neste momento a classificar exames nacionais e só na próxima semana poderão pegar noutro trabalho(…)”, porque é que este trabalho tem de ser feito por professores? Não pode ser feito por outro tipo de funcionários? Cada horário é um “caso” e tem que ter a ponderação aturada (e exclusiva) de um professor?
Não estou a tentar ser irónico, só não percebo porque é que trabalho que me parece relativamente “rotineiro” deve ser feito por professores, cujas funções, calculo eu, serão outras. Um pouco como pôr técnicos altamente qualificados e especializados a “tirar fotocópias” (sem qualquer desmerecimento para as tarefas que os professores têm a cargo, note-se).
A correcção dos exames é outra: tem que ser, sempre, em 100% dos casos, um professor a corrigir um exame? Serão todas as questões assim tão “abertas” que exigam a verificação caso a caso por um especialista na matéria? Não há tabelas com as “soluções”? Não é possível passar esse tipo de tarefas para outras pessoas?
Confesso que sei muito pouco sobre a forma como se organiza o Ministério, e sobre as funções de um professor, mas faço uma analogia para as realidades que conheço: os técnicos preocupam-se com as funções técnicas, os administrativos com a parte logistico-administrativa da questão, os gestores com a organização e gestão, e por aí fora. Parece-me a mim, daqui da minha ignorância, que demasiadas tarefas recaiem sobre os professores (que, calculo, deveriam preocupar-se com coisas mais pedagógicas como preparar aulas, materiais, etc). Naturalmente, esta situação acarreta “penalizações” em termos de tempo e qualidade de trabalho.
Just my 2 cents…
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# 21 – Não se acomodaram mas o patrão só lhes permite férias nesse período e, ainda assim, se e só se não fizerem falta ao serviço;
# 22 – 1) terminaram há pouco os exames do 9º ano, os do 11º e 12º ainda não; depois disso é necessário voltar a lançar as classificações com a média dos exames (sim, são os professores),
2) não, não podem; porque formar turmas não é embalar batatas e os planos curriculares de cada ano lectivo têm cargas horárias diferentes disciplina a disciplina, há continuidade pedagógica e é necessário ajustar horários de alunos e espaços de aulas,
3) permita que o corrija: o que atrás escrevi foi «19 de Julho» e não 18 de Junho; e só podem começar a fazer horários a partir do fim dos exames do Básico e/ou do Secundário, quando se estabilizam os contingentes das turmas; no que depende das escolas – e apenas das escolas – sempre houve horários a tempo e horas.
# 25 – «Confesso que sei muito pouco sobre a forma como se organiza o Ministério, e sobre as funções de um professor» é a afirmação que me permite responder-lhe assim: vai ao padeiro para fazer uma tomografia? usa o sapateiro para os depósitos bancários? Todos os professores que conheço adorariam que: a) houvesse uma mulher de limpeza ucraniana para fazer horários (tecnicamente do mais complexo que possa imaginar com as 15 variáveis-prisão envolvidas, mais as outras); b) o porteiro que toma conta dos cães-guarda das escolas fizesse a correcção dos exames nacionais – ao que sei aquilo dá imenso trabalho (cerca de 1 hora / especialista por exame fora as reunões com os supervisores, etc).
E falo apenas do que sei por testemunhá-lo, por apanhar por tabela com estes constrangimentos familiares (férias em época baixa? deixem-me rir…) não me pronuncio sobre o que não sei nem posso saber perguntando a quem sabe.
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Por motivos que não interessa nada estar agora a explicar e nem sequer têm interesse absolutamente nenhum para os pais não pode haver horários das turmas no dia 28 de Julho. Mas o Gabriel Silva tem razão. A organização das famílias é muito séria e não devia estar pendente, todos os anos, até ao dia 15 de Setembro. A solução é óbvia. Todas as turmas têm aulas todos os dias desde as 8h30 até às 13h30. Depois do almoço os estudantes vão para casa e para as suas actividades privadas ou estudam nas escolas e têm actividades nas escolas.
Para isto basta que cada escola tenha tantas salas de aula quantas as turmas.
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Agora, quanto aos exames. Devia haver exames corrigidos por auxiliares e exames corrigidos por professores. Os pais escolhiam os exames que os filhos faziam. Uns parece que iam escolher os exames corrigidos (e feitos?) por auxiliares, enquanto eu teria escolhido os exames corrigidos por professores. E o mesmo quanto às aulas. Enfim, cada um lá sabe o que é melhor para os seus filhos.
Horários. É um puzzle complicado de resolver. Não há horários- caso, porque tudo está interligado: professores, turmas, disciplinas, tempos, salas. A organização de uma escola é específica como todas as organizações o são. Também não tenho a esperança nem o desejo de saber como se organiza uma agência bancária ou a divisão de elevadores da Efacec
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Pela situação descrita, parece-me tratar-se do Mega-Agrupamemto da Senhora da Hora (Secundária + Barranha).
É apenas o ínício da balbúrdia que os megas vão trazer.
Curioso, que o Gabriel até ao momento ignorou este assunto, mesmo sendo um dos afectados.
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Quanto aos horários, nas escolas com estabilidade docente já poderiam estar feitos, tal como as aulas se poderiam iniciar logo no primeiro dia previsto no calendário escolar.
Sobre a extinção do ME, em vez de escolas o que melhor poderiam fazer à educação seria precisamente isso. Acabar com aqueles burocratas que só degradam o funcionamento das escolas.
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Caro #26,
ePercebo perfeitamente a sua resposta, mas, peço perdão por insistir novamente, porque é que são sempre os professores a fazer tudo? Obviamente que não vou pedir à mulher da limpeza ucraniana para fazer horários, mas não é possível ter as qualificações e competências necessárias para fazer horários, sem se ser “professor” no sentido clássico? Não haverá aqui um certo… bom… “elitismo”? No sentido de “ah e tal isto é muito complexo, só pode ser feito por carradas e carradas e carradas de professores”, mas depois vai-se a esmiuçar bem a coisa e… afinal o problema não é assim tão complexo?
E quanto a exames corrigidos por professores / auxiliares / mulheres a dias. Sinceramente, estou-me borrifando se é um auxiliar ou um professor a corrigir exames, desde que tal seja feito com QUALIDADE E PROFISSIONALISMO. Acho que não se pode assumir assim “à cabeça” que só porque alguém é “professor” e não “auxiliar”, é logo um ser superior e infalível. Por esse raciocínio, todos iriamos querer professores catedráticos a dar aulas à criançada deste o infantário, todos iriamos querer ser atendidos por médicos com mais do que 40 anos de experiência, todos iriamos querer canalizadores com um mínimo de 30 anos de experiência.
Concordo que, teoricamente, alguém que está à mais tempo numa profissão terá à partida melhores condições para desempenhar determinado tipo de tarefas, mas, mais uma vez, desde que as coisas sejam feitas de forma CORRECTA E PROFISSIONAL, não me parece que a “idade” seja um posto…
Dou um exemplo da área que conheço, a informática. Nem todas as tarefas dentro da informática têm de ser desempenhadas por engenheiros informáticos com 40 anos de curriculum em cima. Há muitas, muitas coisas que podem ser feitas por pessoas bem mais “juniores”. Não, não quero por a “mulher a dias ucraniana” a tratar de um servidor crítico, nem a programar um pedaço importante de uma aplicação bancária. Mas tal não significa que tenha que ter uma equipa de 100 engenheiros informáticos de topo para desempenhar *TODAS* as tarefas necessárias, de A a Z.
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#31
Os horários são feitos por 2 ou 3 professores que aprenderam a fazer o puzzle com uma eficácia aceitável. Há muitas variáveis a ter em conta, que quem não está por dentro não sabe, nem tem interesse nenhum em saber. Não são os mais velhos, nem os mais novos, porque a idade não é relevante. Nem são às carradas. Não sei de onde lhe veio essa ideia.
Dizer que não importa quem corrige os exames, desde que fiquem bem corrigidos, é o mesmo que eu ir ao hospital e dizerem-me que não é um médico que vai interpretar os resultados das minhas análises, mas que o trabalho vai ser bem feito – eu não confiaria. Mas admito que outras pessoas confiassem. Por isso, escrevi acima
“Agora, quanto aos exames. Devia haver exames corrigidos por auxiliares e exames corrigidos por professores. Os pais escolhiam os exames que os filhos faziam. Uns parece que iam escolher os exames corrigidos (e feitos?) por auxiliares, enquanto eu teria escolhido os exames corrigidos por professores. E o mesmo quanto às aulas. Enfim, cada um lá sabe o que é melhor para os seus filhos.”
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O DA (30)
«Quanto aos horários, nas escolas com estabilidade docente já poderiam estar feitos»
desculpe, nada contra a «estabilidade docente»… mas o que tem esta a ver com horários?
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Os factores críticos são o número de turmas, as disciplinas de cada turma e o número de salas. As escolas ainda andam a aceitar inscrições dos alunos, seja qual for o ano, e a empurrar alunos de umas para as outras; no secundário os alunos ainda estão a optar pelas disciplinas que podem escolher; os alunos que fazem exames ainda não têm a situação para o próximo ano definida. Neste momento os horários não fazem falta nenhuma, se os pais souberem que os filhos têm aulas todos os dias das 8h30 às 13h30.
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Eu explico a razão. Há centenas de miúdos a saírem do privado e irem para o público. As escolas públicas estão a rebentar pelas costuras. Sei perfeitamente o que é isso, há 3 dias aconteceu-me o mesmo, o meu filho ficou sem escola no 5º ano e a primeira resposta que ouvi foi “fica em lista de espera, lá para Setembro dizemos-lhe, não se preocupe, que ele escola terá!” E eu a pensar, isto é um país de doidos varridos, só pode, como se tanto me fizesse uma escola ou outra qualquer. (tem aí o meu email se quiser saber a aventura toda, mas já resolvi).
Hoje soube que as crianças a fazerem 6 depois de 15 de Setembro estão a ficar retidas um ano (é previsto legalmente, mas nunca tinha ouvido que tivesse acontecido), que não há primárias que cheguem.
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Uma das idiotices que temos de aturar:
Cada professor tem um certo número de aulas de 90 minutos que tem de dar. No meu caso são 9. Os mais novos têm 10 ou 11. Os mais velhos têm 7 ou 8. Já pedi para continuar a dar 10 ou 11 e disseram-me que era impossível, porque seriam extraordinárias, teriam de pagá-las e isso não é do agrado do ministério. Retorqui que prescindia do pagamento de trabalho extraordinário. Não, nem assim, não é possível. Para compor 9 aulas de 90 minutos não é nada fácil. É preciso andar a fazer um puzzle com todas as turmas, mais uns quantos “chouriços” e todos os professores até dar tudo certo. Assim, não é indiferente saber quem serão os professores (ou melhor, quantas aulas têm de ter).
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Acho que cada um pode ter opinião naquilo que é discutível. Não é o caso dos horários dos alunos. Concordo que parece fácil, mas não é.
Para quê explicar a quem prefere ter uma opinião desconhecendo o assunto?
Se pensasse que há flutuações no número de turmas e de disciplinas de opção talvez tirasse uma conclusãozita… É mais fácil achar que os professores são tão burros que estão neste momento a brincar aos horários.
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GABRIEL SILVA
“basta preencher nomes de alunos nas turmas”
Ah ah ah, o Gabriel julga que fazer turmas é meter os nomes dos alunos nas listas. Eu também julgava isso até há 5 anos atrás, antes de ter começado a fazer esse trabalho.
Se a turma for de continuidade dentro do mesmo ciclo, à partida pouco mais é do que isso, copiar os nomes e actualizar as idades, a Ed Moral, e o SASE.
Agora se for uma turma de início de ciclo (5º e 7º), a coisa é muito mais complicada. De 5º ano então, é de fugir. Para além da matrícula, cada aluno trás um processo, tipo dossier, onde estão registadas n informações.
Essas informações têm de ser todas compiladas antes de se proceder à elaboração da turma propriamente dita:
– Aproveitamento (muito bom, bom, satisfaz, não satisfaz, fraco);
– Comportamento (muito bom, bom, satisfaz, não satisfaz, fraco);
– Se quer ou não quer moral (católica ou outra);
– Idades e sexos;
– Se tem Necessidades Educativas Especiais ou não;
– Se é repetente ou não;
– Escola de onde veio e professora que teve;
Depois desta informação estar toda compilada, então começam a ser elaboradas as turmas, tendo em conta vários critérios:
– equilíbrio entre sexos e idades;
– Distribuição dos alunos com moral apenas por algumas das turmas, para ser mais fácil ajustar os horários;
– Colocar no máximo 2 alunos NEE em cada turma, sendo que as turmas com estes alunos não podem ter mais de 20;
– Equilíbrio no comportamento e aproveitamento (dito de outra maneira, os alunos de desempenhos iguais devem ficar espalhados, embora haja muitos “pedidos”);
– Distribuição dos repetentes (não podem ficar todos na mesma turma);
– Formação de vários grupos de alunos, dentro de cada turma, que tenham vindo da mesma professora do 1º ciclo (para não ficarem isolados dos colegas do ano anterior).
Depois de feito o primeiro esboço das turmas, então ai sim, os nomes são colocados numa lista. Mas nessa altura ainda há alunos a entrar e a sair da escola, pelo processo de transferência. Se num dia um aluno não tem vaga, no outro já pode ter, porque entretanto saiu alguém. Isto dificulta muito o trabalho, porque muitas vezes esta-se constantemente a mexer no que já está feito, porque há alunos a entrar e a sair.
Depois das turmas feitas, há várias tarefas ainda para fazer:
– organizar os dossiers da direcção de turma;
– fazer a separação da papelada de cada aluno (fotografias, seguros, atestados médicos, dados pessoais, docs de identificação, etc) uma parte fica com os directores de turma, outra com a secretaria;
– Fazer o levantamentos dos alunos que irão ter salas de estudo e apoios;
– listagem geral dos alunos aceites para afixação pública;
– etc etc etc
Parece uma coisa simples, mas não é, principalmente numa escola como a minha, onde a lista de pedidos de entrada ultrapassa em muito as vagas existentes. Apesar disso, turmas e horários ficam prontos em Julho.
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Ah e só mais uma coisa:
já o trabalho ia a meio, quando nos disseram que vamos ser acoplados à escola secundária. Misturados, não se percebe bem. A barafunda completa. O ministério da educação todos os anos inventa uma alteração de fundo nova. Sempre para pior.
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AH! Os alunos hiperactivos têm de ser dispersos pelas várias turmas
Estudo conclui que há um ou dois hiperactivos em cada sala de aula, com problemas cognitivos
27.07.2010
Em cada sala de aula há uma ou duas crianças com hiperactividade, um problema que não é apenas comportamental, mas também cognitivo, a exigir uma intervenção precoce para evitar “efeitos devastadores” no seu percurso pessoal.
Numa investigação desenvolvida na Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação da Universidade de Coimbra Cláudia Alfaiate concluiu que as crianças que padecem desse problema têm associados défices cognitivos de natureza diversa.
A minimização do problema passa pela identificação o mais cedo possível, com a adopção conjugada de terapias comportamental e medicamentosa e de estratégias específicas na sala de aula, bem como pela intervenção concertada dos “agentes escolar e familiar”.
A psicóloga referiu à agência Lusa que este tipo de problemas, que se estima afecte entre 3 a 7 por cento das crianças (média de 1 a 2 em cada sala de aula) em idade escolar, segundo dados internacionais, não tem apenas implicações na carreira académica, mas também no seu relacionamento no dia-a-dia.
“As crianças que apresentam sintomas de desatenção bem como sintomas de hiperactividade e impulsividade têm associados a essa condição défices significativos neuropsicológicos específicos, nomeadamente no que se refere a várias funções cognitivas como memória, funções executivas, atenção e linguagem”, acrescenta.
Os maiores défices de memória detectados foram “ao nível viso-espacial, comparativamente à memória verbal”, mas também ao nível da planificação das funções executivas, nas “dificuldades em antecipar uma solução para um determinado problema”.
Na linguagem, as maiores dificuldades foram “ao nível da linguagem expressiva”. Na atenção, na “incapacidade de atenção numa tarefa mais prolongada, ao nível da atenção sustentada e da atenção dividida (dar atenção a dois estímulos de forma simultânea), explicou.
Além de diagnosticar o problema, no seu estudo Cláudia Alfaiate propõe estratégias de intervenção. Por exemplo, um aluno na sala de aula deve ser colocado próximo do professor e num sítio com um mínimo de elementos de distracção.
Para as dificuldades de planeamento, deve haver um ensino mais claro e explícito de estratégias de resolução de problemas. Igualmente uma aprendizagem com o erro, explicitando-lhe claramente qual foi o erro e como resolvê-lo, acentua.
“É uma perturbação crónica, que tem tendência a permanecer ao longo de toda a vida do indivíduo. O que é preciso é haver intervenção quanto antes e que se minimize o impacto que pode ser devastador, do comportamento e das suas dificuldades cognitivas”, sustenta.
Cláudia Alfaiate considera que a utilização dos testes aplicados no seu estudo a crianças hiperactivas e com défice de atenção pode constituir uma “ajuda essencial para perceber os pontos fracos e fortes ao nível das funções cognitivas” e, a partir da informação assim recolhida, definir estratégias de intervenção mais ajustadas ao perfil de desempenho de cada um.
http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/estudo-conclui-que-ha-um-ou-dois-hiperactivos-em-cada-sala-de-aula-com-problemas-cognitivos_1448953
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É de bradar aos céus como nesta altura os professores contratados ainda não puderam lançar as suas preferências de colocação na aplicação informática respectiva. A pouco mais de um mês da abertura do ano lectivo, estes profissionais nem a umas férias descansadas têm direito!
http://www.educar.wordpress.com/2010/07/28/faltam-35-dias-para-o-arranque-do-novo-ano-lectivo/
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O gabriel é pai …
O que defendem os Pais (eheheh)
“1 -O Fim dos Exames: “A Confap defende o fim dos exames nacionais como trampolim decisivo para entrada na universidade”, afirma Albino Almeida,
2 – Não há provas com carácter eliminatório.”O presidente da maior confederação representativa dos pais admite que no final do Secundário sejam feitas “provas globais a todas as disciplinas, mas sem a carga eliminatória do exame”.
3 – Os alunos ficam nervosos: “há alunos de 18 valores que ficam de fora porque naquele dia estavam nervosos ou porque o enunciado não era claro”
4 – O Método Champanhês, digo Finlandês: “As notas do Secundário servem de referência. As notas são transformadas em créditos e, consoante os créditos que têm, os alunos ficam a saber a que cursos e universidades se podem candidatar. Mas depois têm de provar à universidade que possuem as competências necessárias
5 – O Portafólio : o exame pode ser substituído por uma oral, uma prova ou um trabalho: “as universidades “elaboram provas de aptidão, que podem passar pela apresentação de um portfólio, um trabalho de investigação ou uma comunicação”.”
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#33
Gabriel Silva,
“desculpe, nada contra a «estabilidade docente»… mas o que tem esta a ver com horários?”
Se por horário entender o horário de início e fim das aulas, de 2.ª a 6.ª, a mobilidade dos professores é indiferente. Mas se já quiser saber a distribuição das disciplinas aquela interfere. Vejamos: uma escola que neste momento tem apenas 60% dos professores necessários, já os conhece: se têm 14, 16, 18, 20 ou 22 horas lectivas, se tem ou não experiência em determinados anos de escolaridade, disciplinas, direcção de turma, etc.. Em Setembro chegarão os restantes 40%, que a escola não conhece, um horário que de 22 horas poderá ser ocupado por um professor que só lecciona 16, será necessário refazê-lo, tirar X turma/disciplina e acrescentar outra até perfazer as 16, e por arrasto mexer no horário de outro professor. Tudo isto implica reformulação dos horários das turmas.
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E que tal contribuir indo à escola com projectos construtivos? Ou até ao ministério!
Será isto assim tão estapafúrdio
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A memória é muito curta: longe de uma situação ideal, nunca como nos últimos anos as aulas começaram tão cedo (o que implica que as coisas estão prontas mais cedo), os professores foram colocados mais cedo (
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Levy (38)
«Apesar disso, turmas e horários ficam prontos em Julho.«
Porreiro. E os pais e alunos tem conhecimento dos mesmos?
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Anonimo (42)
1) «O Fim dos Exames»: sou contra. Exames são importante para averiguar conhecimentos dos alunos e avaliar professores e a escolas.
2 – «Não há provas com carácter eliminatório».
tá mal, pelas mesmas razões.
3 – «Os alunos ficam nervosos»: é a vida. faz parte de aprendizagem. Nem sequer devia haver essa cosia espatafurdia de «segunda chamada».
4 – O Método Champanhês, digo Finlandês:
5 – O Portafólio:
para ambas: método de acesso e entrada na universidade deverá ser deixado ao critério da mesmas.
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Isabel Prata (45)
«nunca como nos últimos anos as aulas começaram tão cedo»
óptimo, mas apenas vem realçar o problema do desconhecimento dos horários que referi, pois entre dia que se conhece horários e inicio das aulas, pais, alunos e famílias tem de se organizar à pressa.
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Então e que dizer do facto dos alunos portugueses saberem as colocações no Ensino Superior a meio de Setembro, uma semana antes do início das aulas, quando aqui ao lado os resultados são logo conhecidos a meio de Julho? Para um aluno e respectivos pais, que seja natural de Beja ou Castelo Branco e que ingresse em Lisboa ou Coimbra não é nada fácil arranjar casa ou residência em cima da hora.
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No que diz respeito à distribuição de alunos e elaboração de horários os serviços administrativos não poderiam fazer isso “sozinhos” utilizando as informações dos processos de cada aluno e professor? Digo isto porque parece ser isso um trabalho administrativo e de gestão das escolas. Assim os professores estariam livres para fazer o que é suposto fazerem.
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Já foi explicado.
E o que é que julga que os serviços administrativos de uma escola são?
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Os horários são feitos num programa informático. No início é necessário carregar dados de turmas, disciplinas, cargas horárias das disciplinas, salas (muitas das quais têm de ser específicas), professores. Também é preciso carregar outras condições, como o número máximo de aulas por dia e o intervalo mínimo para o almoço. Outras condições são de difícil operacionalização no programa, como a distribuição das aulas da mesma disciplina em dias não consecutivos, o intervalo entre o almoço e o início das aulas de educação física, a sobreposição de disciplinas alternativas da mesma turma e muito mais. A complexidade é tal que o programa não encontra uma solução para a equação. Aí, entra em jogo a experiência e a aptidão das pessoas para os jogos. Frequentemente é necessário encontrar uma definição diferente das regras para desbloquear o programa. Frequentemente, a partir dos horários propostos pelo programa (ainda não satisfatórios) faz-se alterações “à mão”. Frequentemente, a meio, dá jeito mudar um professor de uma turma para outra e é necessário reformular todos os horários relacionados. Uma escola que tenha 200 professores, tem 15 administrativos.
Finalmente, não percebo a vossa preocupação relativamente aos 4 professores que fazem os horários, nem porque queriam que fossem administrativos a fazê-lo. Nem seque partindo do princípio que era altament provável que 4 dos administrativos fossem capazes de fazer o que 190 professores não conseguiriam.
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46 # GABRIEL SILVA
“Porreiro. E os pais e alunos tem conhecimento dos mesmos?”
Não, porque até Setembro há sempre acertos nos horários e nas turmas. As vezes há alterações nos horários já a meio do 1º período. Sempre que um professor morre ou adoece, é substituído por outro e isso implica alterações nos horários.
Mas tem razão nas queixas, apenas me limitei a explicar o que acontece.
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Levy (53)
«porque até Setembro há sempre acertos nos horários e nas turmas.»,
porque razão?
«As vezes há alterações nos horários já a meio do 1º período.»,
porque razão?
«Sempre que um professor morre ou adoece, é substituído por outro e isso implica alterações nos horários.»
porque razão? (a prática diz-me que não é assim)
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Tudo o que não quis explicar (variáveis do processo) porque me daria mais trabalho do que merece quem não quer saber mas apenas chavasquear, fizeram-no, e muito bem, os comentadores Arnaldo Madureira e Levy. E ainda haveria mais a explicar, claro. A escola cujo exemplo conheço melhor tem cerca de 3000 alunos (já teve quase 5000), mais de uma centena de professores, menos de uma dezena de administrativos (ocupam-se de bem mais do dobro das tarefas que são dadas aos colegas das «repartições públicas»), cerca de duas dezenas de auxiliares de educação (nem cobrem as mais básicas necessidades das salas, corredores, higiene, segurança). E não está agrupada com nenhuma outra, pelo menos até ao momento.
Só acrescento isto: no ensino privado os horários saem na semana em que se iniciam as aulas, tal como no público. Porque será? (sei do que falo, os meus filhos andaram, até ao fim do 12º ano, numa escola privada dita «de referência»)
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54 # Gabriel Silva
Em Setembro são colocados pelo ME os professores que as escolas pediram. Acontece que muitas vezes a escola pede um horário de 22 horas, e o professor que lá é colocado só dá 16, logo sobram 6 que terão de ser reorganizados. É só um exemplo.
Se em Setembro saírem alunos da escola, por transferência, as turmas são modificadas, e terá de se ir à lista de alunos que ainda não têm escola, e serão colocados numa das turmas. Outro exemplo.
Já sei que não gosta deste sistema, já eu não estou a dizer que gosto ou não, apenas o descrevo.
Mas já que está ai tão lançado a chamar incompetentes a tudo e a todos, não nos quererá dizer como se passa no ensino privado?
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O problema do ME é ser gerido pelo MF.
A título de exemplo, veja-se o nome dos elementos da equipa que foi constituída para acompanhar a criação dos mega agrupamentos, a reorganização da rede escolar e apresentar sugestões, tendo em conta o PEC e o próximo orçamento. O ministério é o da educação, mas a maioria das pessoas é proveniente do ministério das finanças, que não terá nenhuma preocupação pedagógica.
Ainda não se percebeu que, em educação, o dinheiro gasto é investimento.
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Para o Sr 12:
– Economia é uma disciplina obrigatória para os alunos que se inscrevem nos Cursos Científico-Económicos;
– Nos Cursos de Humanidades, as opções são Francês, Literatura Portuguesa, Geografia, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Latim. Os alunos têm que escolher DUAS destas.
– Nestes cursos a exitência da opção ECONOMIA seria disparatada
– O Ministério não permite a existência de grupos com menos de 10 alunos
Como vê não sabe do que fala
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Tem a certeza? http://sitio.dgidc.min-edu.pt/secundario/Documents/decretolei2722007.pdf
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OK! Estava a pensar no 10º e 11º!
Mas continuo a dizer que Economia neste Curso é disparate.
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