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Concordo

31 Julho, 2010

Concordo com a ideia de acabar com os chumbos no ensino obrigatório. Primeiro, porque na prática já acabaram, logo oficializar um dado adquirido é sempre meritório. Segundo, porque quem chumba passa mais anos a atrapalhar a minoria que quer aprender. Terceiro, porque vejo com bons olhos a descredibilização do ensino público.

50 comentários leave one →
  1. filipe81's avatar
    filipeabrantes permalink
    31 Julho, 2010 16:23

    Turmas separadas, onde numas se pusessem os alunos que nada sabem e noutras os alunos que sabem e que seguem a progressão normal.

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  2. Levy's avatar
    31 Julho, 2010 16:56

    @ Filipe abrantes

    Mas olhe que isso vai contra a ideologia abrantina.

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  3. DOUTORADO PELAS NOVAS OPORTUNIDADES's avatar
    DOUTORADO PELAS NOVAS OPORTUNIDADES permalink
    31 Julho, 2010 17:05

    VIVA A “FUNDAÇÃO INDEPENDENTE DAS NOVAS OPORTUNIDADES”.TODOS TEMOS O DIREITO DE SER DOUTORADOS EM INJINHARIA CIVIL.

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  4. ramiro marques's avatar
    31 Julho, 2010 17:21

    Publiquei no ProfBlog o post Escola Sem Chumbo É Instrumento para Produção de Alfas e Gamas. O objectivo é extinguir os portugueses betas.

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  5. Salvador's avatar
    Salvador permalink
    31 Julho, 2010 17:24

    como professor também concordo e digo-lhe porquê. Muitas notas são alteradas para passar determinados alunos porque as justificações legais para reter alguns alunos se esgotam. Prefiro não ter de alterar as notas aos alunos e passar a decisão da retenção dos alunos para os pais. Desde que as notas verdadeiras dos alunos apareçam no diploma final. Assim cada um avalia as competências da pessoa pela qualidade do seu trabalho e não pelo facto de ter ou não ter terminado esse ciclo de estudos.

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  6. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    31 Julho, 2010 17:29

    Está certo.
    É obrigado a ir à escola,
    mas não é obrigado a aprender.

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  7. Levy's avatar
    31 Julho, 2010 17:49

    4 # Salvador

    Desculpe, mas parece-me que há ai uma ligeira ingenuidade. Então julga que irão aparecer na pauta notas verdadeiras? Nem pense nisso, as notas começarão no 3 e irão até ao 5. E não demorará muito até aparecerem pedidos de relatórios e de justificações aos professores que atribuam 3 e não 4 ou 5. Nunca se esqueça que esta gente mente sempre.

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  8. Levy's avatar
    31 Julho, 2010 17:51

    3 # Ramiro

    E é precisamente isso: fazer de Portugal um país socialista. Alias, já conseguiram parte do objectivo: passamos de uma escola fascista, para uma escola socialista.

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  9. fado alexandrino's avatar
    31 Julho, 2010 17:52

    4.Salvador disse
    31 Julho, 2010 às 5:24 pm

    Reter, reter, reter.
    A única retenção que conheço é a prisão de ventre que passa com o Microlax.
    Estes professores, peço desculpa, são todos uma merda ao vergarem-se ao ministério.

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  10. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    31 Julho, 2010 17:56

    Eu tenho uma ideia melhor: por que não se acaba com as aulas? O que se pouparia em salários de professores, infraestruturas, burocracia, etc…

    E os custos não seriam muitos: para produzir analfabetos funcionais, basta a televisão.

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  11. o mais portugues's avatar
    o mais portugues permalink
    31 Julho, 2010 18:31

    O ideal seria o nosso “injinheiro relativo” como diz certo comentador do CM dar o 12º ano, uma casa e subsidio a todos os imigrantes que entrem em Portugal assim a corja xuxialista mantinha os votos necessários para perpetuar o poder.
    Esta mer–da precisa é de uma intervenção militar, está nos limites.

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  12. MDN's avatar
    MDN permalink
    31 Julho, 2010 18:40

    “porque vejo com bons olhos a descredibilização do ensino público”

    Isto quer dizer exactamente o quê?

    “Turmas separadas, onde numas se pusessem os alunos que nada sabem e noutras os alunos que sabem e que seguem a progressão normal.”

    Corremos o risco de ostracizar alunos, se por qualquer motivo um aluno tem más nota num ano, digamos que lhe morreu um pai, duvido muito que consiga depois voltar a turma dos ditos bons alunos.

    E depois nunca esquecendo que o contexto de ensino não é igual em todos os lados, sendo que por exemplo escolas em zonas complicadas (bairros sociais e afins) têm diferentes objectivos que nem sempre passam por lecionar a materia. Esta medida parece me ser um pouco desesperada, e se de facto queremos reduzir as reprovações, ou melhor dizendo melhorar a qualidade do ensino, anular os alunos que só vão para as aulas destabilizar, criem turmas com menos alunos, dêm mais poder as escolas e aos professores, acabem com os infantarios ou ATLs que se tornaram as escolas, e principalmente foquem a atenção nos equipamentos e a propria formação/ fiscalização dos professores, que tambem deixa muito a desejar em certos casos.

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  13. Dr Jekyll's avatar
    Dr Jekyll permalink
    31 Julho, 2010 18:40

    desta vez estou com o fado: “Estes professores, peço desculpa, são todos uma merda ao vergarem-se ao ministério.”

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  14. Miguel F.'s avatar
    Miguel F. permalink
    31 Julho, 2010 18:52

    Para alguns isto é a expressão da escola «socialista». A verdade é que, como diz, com satisfação, o neoliberal João Miranda, isto representa a descredibilização da escola pública: a escola que deveria garantir o direito ao ensino e à cultura e que deveria promover a diminuição das desigualdades sociais e cuturais, passa a ser a garantia de que se pode ter diplomas sem ensino e cultura e passa a contribuir para aumentar ainda mais aquelas desigualdades.
    Assim, isto nunca pode ser, por definição, uma escola «socialista». Pelo contrário: é a implementação de uma escola feita à medida do mercado e que funciona pela integração de práticas empresariais e da linguagem do economês neoliberal. È feita à medida do mercado, pois o importante não é a educação e a cultura em si, mas a «formação» e a «preparação» dos alunos naquelas «competências» que interessam ao mercado (e isso não é de certeza, e por exemplo, a leitura e estudo dos Maias). Se ao «mercado» pouco interessa a cultura em geral, então a escola deve ir ao encontro dessas suas exigências. Por outro lado, ao dito «estado mínimo» neoliberal interessa que a despesa com a educação diminua e que acabe mesmo: com o fim dos chumbos começa-se a caminhar nesse sentido. E funciona pela integração de práticas empresariais e do economês neoliberal, pois a escola passa a ser organizada em função de objectivos e resultados meramente estatisticos, que se vão apresentando de semestre em semestre no sentido de demonstrar o aumento da «produtividade» escolar e de subir a sua cotação na bolsa (perdão, a sua cotação nos rankings escolares). Tal como uma fábrica, as escolas passam a estar organizadas para a «produção»: para a produção de diplomas.
    Não, isto não é uma escola «socialista». È uma escola adaptada aos tempos de dominância capitalista e neoliberal e da sua respectiva linguagem. E, aliás, como é que poderia ser de outra maneira?

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  15. Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
    Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    31 Julho, 2010 19:00

    Todos sabemos como o 1º ministro se licenciou. Com merito 0. Portanto está tudo conforme: estamos a preparar gerações de analfabetos, e quem tem dinheiro manda os filhos para boas escolas privadas em portugal ou no estrangeiro. Nem o Salazar se atreveu a tanto.
    A degradação que se está a verificar no ensino publico desde 2005, é porventura o maior crime que os socialistas cometeram contra os portugueses.
    Lemos e ouvimos nos media que os melhores cerebros portugueses, estão a abandonar o país. E fazem muito bem. Quem é que quer viver num pais de mediocres, onde o facilitismo nivela tudo e todos por baixo?
    E quanto menos culto é um povo, menos exigente se torna. Isso explica como um individuo como o Socrates e os que o rodeiam tomaram conta de um país.

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  16. Dazulpintado's avatar
    Dazulpintado permalink
    31 Julho, 2010 19:04

    Desta vez não posso concordar com o Fado. O professor tem que ensinar,se os alunos que não querem aprender que vão chamar pai a outro.

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  17. Miguel F.'s avatar
    Miguel F. permalink
    31 Julho, 2010 19:17

    12.Miguel F. disse
    O seu comentário aguarda moderação
    31 Julho, 2010 às 6:52 pm

    Depois do meu comentário já apareceram mais dois. O «moderador» está com alguma dificuldade na leitura?

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  18. Palnira's avatar
    Palnira permalink
    31 Julho, 2010 19:19

    Mas isto é o que já acontece no Ensino Privado. Os pais pagam, os filhos passam. Vejam as notas internas que levam para os exames e depois as que apanham no exame. Uma vergonha. E já sem falar naquelas escolas privadas cujos alunos estão dispensados do exame nacional, e têm vagas na Universidade privada. A Universidade Católica está cheio deles!

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  19. alece's avatar
    alece permalink
    31 Julho, 2010 19:20

    Eu não concordo nada com “história de acabar com os chumbos” assim como não concordo com a ideia de “turmas separadas, onde numas se pusessem os alunos que nada sabem e noutras os alunos que sabem e que seguem a progressão normal”, até porque em algumas escolas isso existe. Se em vez de “andarmos” todos: pais, professores e alunos, a brincar com uma coisa tão importante como é a educação, talvez as coisas melhorassem um pouco. Somos um País onde a má-língua se generalizou e a “galhofa” é parte importante do discurso do dia-a-dia. Os pais demitiram-se do seu papel de educadores e entendem que compete à escola ensinar a viver, crescer e sobreviver na sociedade em que muitos, também eles, não conseguem integrar-se. Os professores, com aquela posição de “não podemos fazer nada, isto é tudo uma desgraça, não sabem nada, são uns ignorantes, no nosso tempo é que era…” Responsabilizem-se os pais! Responsabilizem-se os professores! Responsabilizem-se os alunos! E já agora, responsabilizem-se os dirigentes… Neste País está tudo demitido! E, muito francamente, estou cansada de não haver um consenso de modo a que as coisas funcionem. Mas não, não acho que estejamos na eminência da “bancarrota”, somos, também, um País de “desenrascados”, vivemos do imprevisto e do improviso e já agora, não sabemos o que é um relógio porque horários também não é connosco.
    Sejamos felizes! Mas com moderação… 🙂
    Nota importante: Dr Jekyll, atenção à linguagem que isto aqui é acessível a pais, professores e alunos!E eles podem levar a sua afirmação à letra… :))

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  20. Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
    Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    31 Julho, 2010 19:28

    #15 Palnira E o que é que quer justificar com essa afirmação que ainda por cima no que diz respeito à Catolica não é verdadeira? Se fazemos mal não importa, porque os outros tambem fazem?

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  21. MAT's avatar
    MAT permalink
    31 Julho, 2010 19:46

    A maneira como a ministra colocou este assunto não foi sábia e revela uma enorme falta de “jeito” para a comunicação política.

    Quando se fala em “acabar com os chumbos” é invariável a confusão que se gera. Obviamente que o que está em cima da mesa não é o fim das retenções por via legislativa (pelo menos no sentido em que todos “passam” independentemente do que souberem). Confundir isso com o que se pretende é distorcer tudo.

    Por isso, escrevo alguns pontos, para que se saiba do que estamos a falar e para que se recentre o debate naquilo que interessa:

    1. A defesa da não repetência não é equivalente à defesa do facilitismo e do “passar sem saber”.

    2. A repetência por si só não resolve, na maior parte das vezes, os problemas que estão por detrás das aprendizagens não concretizadas.

    3. A existência da repetência, muitas vezes, acaba por desresponsabilizar os professores na procura e concretização das estratégias mais adequadas a cada aluno com dificuldades.

    4. A alternativa a não reter um aluno passa, caso assim se queira, por um trabalho árduo, de maior exigência para todos (escola, professores e aluno).

    5. A escola não deve ser, como era no tempo dos meus pais, apenas para os alunos com facilidade de aprendizagem e com “jeito” para os estudos. A escola pública não deve apenas garantir o acesso a todos mas também garantir a qualidade das aprendizagens a todos.

    Ou seja,

    a retenção de um aluno acontece porque um aluno não consegue adquirir as aprendizagens necessárias, mas deriva de um conjunto diverso de razões. Ora se há alguma lógica em reter um aluno por falta de assiduidade ou indisciplina, já não há muita lógica em reter um aluno, assíduo e “bem comportado” por dificuldades de aprendizagem. Não quer isto dizer que se deva “passar” este aluno sem ele saber o que deveria saber. Não, não é isso que se pretende. O que se defende é que, para estes alunos, a repetência não é solução e que o mais lógico seria aplicar todas as medidas e estratégias possíveis de forma a que estes alunos possam ultrapassar as dificuldades e que aprendam o que têm de aprender.

    Será isto assim tão obtuso e tão anti-crato assim?

    Por exemplo, há muito que os professores já perceberam que as medidas de recuperação que utilizamos nas nossas escolas não funcionam. Ora bem, aqui está um bom exemplo, do que devia estar em discussão. Por que, a bem da verdade, há muito que toda a gente percebeu que tais medidas só existem nos papéis (resultado de copy-paste de ano para ano) e que são poucos a aplicá-las com sucesso. São ineficientes, burocráticas e contraproducentes, no sentido em que depois de, supostamente, aplicadas são poucos os professores que reconhecem a seu reduzido efeito, “vendendo” assim a não retenção pelo seu bom nome.

    É ou não tempo de alterar isto? Ou o que está serve?

    Tenho passado por muitas escolas e constato que, na maior parte dos casos, as medidas colocadas nos PEI, PCT e não sei que mais, são um “pro forma” feito por cruzes ou em resultado de copy-past de outros anos ou turmas. Poucos são os que levam a sério tais medidas e que as concretizam em verdadeiro benefício dos alunos. E porquê?

    A resposta não é assim tão simples, e envolve vários factores (burocracia, falta de meios, medidas “chapa 5”, falta de rigor, displicência,…). O pior é que já há uma cultura de “descrença” dos professores em quaisquer destas medidas e são poucos os que acreditam na sua eficácia.

    Pela minha parte, não estou satisfeito com o que temos. Acho que estes planos não funcionam e que se exige uma mudança radical destas práticas (especialmente na minha disciplina de matemática). Porém estou certo que não chega que se mudem as metodologias. É necessário também mudar as mentalidades, a cultura de escola, e fazer ver a todos que é possível levar um aluno com dificuldades ao sucesso e à aprendizagem efectiva do que lhe é exigido. Haverá melhor coisa do essa?

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  22. Pizarro's avatar
    Pizarro permalink
    31 Julho, 2010 20:26

    Palmira,

    É por isso que os colégios privados aparecem sempre nos primeiros lugares nos resultados dos exames nacionais.
    Quanto à Católica, fala do que não sabe. Veja qual é o TOP 3 das Universidades Nacionais.

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  23. Dr Jekyll's avatar
    Dr Jekyll permalink
    31 Julho, 2010 20:28

    chegaram os comissários políticos peritos em novilíngua e em justificar o injustificável. este mat é mais elaborado que o dito coiso mas é mais do mesmo. umas azémolas… quando é que acabamos com esta praga?

    Nota importante: Alece, a expressão é do Fado. eu só a copiei. de qq forma tomei nota;)

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  24. ramiro marques's avatar
    31 Julho, 2010 20:29

    O MAT é o Abrantes de serviço para as questões educativas.

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  25. Dr Jekyll's avatar
    Dr Jekyll permalink
    31 Julho, 2010 20:31

    já criaram EA para os blogs?

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  26. MDN's avatar
    MDN permalink
    31 Julho, 2010 20:38

    #22

    Existem colegios privados de excelencia que providenciam uma educação exemplar, no entanto não são a maioria…é a mesma coisa que um fumador justificar o facto de fumar dizendo que aquele tipo das noticias viveu ate aos 100 e fumava 3 maços por dia…Bem, e os outros milhares que morreram de cancro nos pulmoes, esofago, etc? Muitos colegios privados têm como objectivo ultimo subir medias, e podemos ver isso, conheço varias pessoas que estando no ensino publico mudaram para o privado unicamente para subir medias para entrar para a faculdade, subindo 3 4 valores em relação á media do sector publico…Quanto aos exames nacionais, eles sao pateticos, e qualquer pessoa com um bocado de estudo, calma e uma formação media tira excelentes notas ( isso se estes não tiverem erros).

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  27. Eduardo F.'s avatar
    31 Julho, 2010 21:01

    «Junta-te a eles para os derrotar».

    Boa ideia. Associo-me.

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  28. Levy's avatar
    31 Julho, 2010 21:21

    24 # Ramiro

    Ia mesmo escrever isso. Alias se reparar, o texto é o mesmo que ele pespegou no blogue do Paulo Guinote.

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  29. Levy's avatar
    31 Julho, 2010 21:34

    21 # MAT

    Eu nem costumo perder tempo a responder a cassetes formatadas no eduques socialista, mas desta vez abro uma excepção:

    Diz você que:

    2. A repetência por si só não resolve, na maior parte das vezes, os problemas que estão por detrás das aprendizagens não concretizadas.

    3. A existência da repetência, muitas vezes, acaba por desresponsabilizar os professores na procura e concretização das estratégias mais adequadas a cada aluno com dificuldades.

    4. A alternativa a não reter um aluno passa, caso assim se queira, por um trabalho árduo, de maior exigência para todos (escola, professores e aluno).

    Eu digo que:

    2 – Em muitos casos resolve. Há muitos alunos que depois de chumbarem, resolvem ter mais cuidado com os estudos e no ano seguinte aplicam-se mais. Nos casos em que não resolve, também não é a passagem automática por Lei que vai resolver. Por isso o chumbo é necessário, nem que seja para mostrar aos outros alunos o que pode acontecer se não se aplicarem. Promove pois o mérito. E por isso é natural que os socialistas queiram acabar com os chumbos: têm horror ao mérito e ao destaque pela positiva. Todos hão-de ser iguais na mediocridade.

    3 – A repetência é o fim da linha e é sinal de que todo o trabalho desenvolvido não deu resultados. Muito do trabalho feito é realizado precisamente com o objectivo que o aluno aprenda e evitar que ele chumbe. Acabados os chumbos acaba um dos incentivos ao trabalho.

    4 – Este ponto é conversa para boi dormir. Porque pressupõe que aluno chumba porque ninguém quis trabalhar e tem o mesmo pressuposto de sempre: os alunos chumbam porque os professores não trabalham. Lurdes Rodrigues teria dito o mesmo.

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  30. Forquilhão's avatar
    Forquilhão permalink
    31 Julho, 2010 22:21

    Se não vai haver “chumbos” que é que está o professor lá a fazer na sala de aulas, sabendo os alunos que quer ele queira ou não vão todos passar ?! O Armando Vara nunca pegou num livro e agora é doutor! Estes que aí vêm também podem ser doutores, se algum iluminado criar uma Universidade tipo universidade independente. Eu penso que alguém estará a pensar nisso, porque se quer encher de dinheiro. O Povo o que quer é ser doutor, e este (DES)governo está-lhe a proporcionar isso mesmo.

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  31. Me's avatar
    31 Julho, 2010 22:33

    pois , lá que concordo , concordo.
    mas gaita , vamos continuar a pagar para esta treta de escola a fingir , que faz mais mal que bem ?

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  32. o mais portugues's avatar
    o mais portugues permalink
    31 Julho, 2010 22:41

    Já vi que o tema é polémico, leio coisas de quem não conhece certas realidades.
    1 – O objectivo desta corja é formar doutores em 3 anos que pagam mestrados e doutoramentos.
    Um negócio fantástico para as faculdades que na sua maioria são controladas pelos da cor.
    2 – Que não investe na formação vai com o canudo trabalhar para um call-center a 500 euros mês – os Belmiros e outros agradecem
    mas são doutores os títulos ninguém lhes tira.
    3 – Uma população com horizontes limitados é bemmais fácil de controlar, basta a Julia Pinheiro, as tardes não sei de quê os Moragos
    da deseducação e outros – o telelixo consegue manter esta malta entretida e feliz.
    4 – Por fim quero esclarecer que quem pode põe os filhos em colégios privados de excelência e posso garantir que felizmente há colégios onde os professores e alunos são respeitados. Colégios onde não se cultiva a inversão de valores e a formação de uma geração verdadeiramente rasca e sem futuro. Desde 2005 o objectivo é nivelar pelo mais baixo possivél e assim não há país que sobreviva.

    Por ultimo sem ser exaustivo quero deixar claro que não se podia esperar de um governo formado por gente sem a mínima capacidade técnica, habituada a viver da agenda telefónica e do compadrio qualidade de ensino…..nunca souberam o que é estudar.

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  33. JP Ribeiro's avatar
    JP Ribeiro permalink
    31 Julho, 2010 22:54

    A minha sugestão para a resolução dete problema é antiga e não posso deixar de a referir aqui:

    1. O Ministério da “Educação” deve perguntar a cada aluno do primeiro ano que licenciatura pretende obter.

    2. Deve imediatamente passar o Atestado correspondente.

    -Os licenciados ficam felizes, e saem a saber tanto como com o actual sistema.

    – O Estado poupa centenas de milhões por anos de estudos inuteis.

    – Toda a gente sai a ganhar, e ninguem perde anos a estudar.

    Só não entendo porque é necessária toda esta encenação actual para chegar ao mesmo fim.

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  34. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    31 Julho, 2010 23:43


    Posted by JoaoMiranda em 31 Julho, 2010

    Inteiramente de acordo.
    Quero apenas acrescentar que o ensino público, salvo honrosíssimas excepções, já está descredibilizado.

    tácito

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  35. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    1 Agosto, 2010 00:04

    “Desde 2005 o objectivo é nivelar pelo mais baixo possivél e assim não há país que sobreviva.”

    Falso. Desde os anos 80. A primeira medida que conheço para parar a discriminação que me lembro foi o fim das notas de 0-20 e o aparecimento das notas socialiistas de 0-5. De repente um aluno de 14 passou a valer o mesmo que um de 9,5 ou seja 3.
    Ora uma Escola existe para discriminar, é uma das suas razões principais. Só discriminando é que se aprende, se conhece o caminho, se dá valor.

    Outra das coisas bizarras do ensino é a mania de que quem sabe metade deve passar de ano. É uma coisa extraordinária. Há muita matéria que exige saber 70,80% ou mais para o saber servir para alguma coisa.

    Claro que quando se vai tirar cursos certificados em muitas empresas a exigência passa para 80 e mesmo 90%. As coisas aí têm de funcionar.

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  36. João Lisboa's avatar
    1 Agosto, 2010 00:26

    A foca, o importante é a foca!

    http://lishbuna.blogspot.com/2010/07/oh-felicidade.html

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  37. PauloQ's avatar
    PauloQ permalink
    1 Agosto, 2010 02:08

    ” Terceiro, porque vejo com bons olhos a descredibilização do ensino público. ”

    Se vê, não devia ver, porque no ensino público anda muita e boa gente.
    Segundo, a sua frase não está certa formalmente, porque a medida aplica-se a todo o ensino – público e privado.
    Pena que tão pouca gente saiba isto, sequer.
    Sorry´

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  38. Tiradentes's avatar
    Tiradentes permalink
    1 Agosto, 2010 07:00

    Não precisa ver descredibilização nenhuma.
    Já ninguém acredita nele. já todos sabem o grande monte de esterco que estão a produzir salvo raríssimas excepções.
    Já todos percebemos que não importa saber, o saber melhor dizendo.
    Já sabemos que aos professores apenas importa a sua carreira.´Aos analfabetos funcionais dos pais importa que o filho tenha supostamente um canudo.
    Para quê preocuparem-se com chumbos? Quase já nem se preocupam com a presença dos alunos nas aulas (ou pelo menos já houve tentativa de isso acontecer)e muito menos com a única e primordial função da escola…ensinar.
    Estão a criar pequenos monstros que um dia se vingarão (espero que sim) sobre uma geração de pais e professores que não querem lhes dar as minimas ferramentas para que eles possam sobreviver no futuro.
    Muito me recorda da “geração Ceausescu”.Este sempre achou que nada havia a fazer com as gerações do seu tempo mas que podia criar o “homem novo” a partir das crianças sendo elas “educadas” à sua maneira socialista, chegando mesmo a proibir o aborto para aumentar a taxa de natalidade e mais rapidamente poder substituir as gerações.O fim trágico deste iluminado deu-se ás mãos ensanguentadas dessa geração criada por ele.
    Assim acontecerá em Portugal.

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  39. alece's avatar
    alece permalink
    1 Agosto, 2010 11:10

    O ensino público está descredibilizado? Não me parece nada! O que acontece é que no ensino público coexistem todos os extractos sociais e também bons alunos, maus alunos, médios alunos, maus professores, bons professores, excelentes professores! Tirando algumas excepções o ensino privado não é melhor que o ensino público, os extractos sociais que os frequentam é que são diferentes, ora isso faz com que as estatísticas sejam “ligeiramente” diferentes. Sou a favor do ensino público! É que isto de comparar o incomparável em termos estatísticos não é nada bom!! Se há muito mais alunos e professores no ensino público, obviamente, que os resultados são diferentes. Há boas escolas públicas!!

    Nota: Dr Jekyll, deve ser por isso que eu não gosto de fado :))

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  40. anonimo's avatar
    1 Agosto, 2010 11:34

    A DEVIDA COMÉDIA

    por Miguel Carvalho

    in “Visão” on-line

    Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um

    pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo Criancinhas…

    A criancinha quer Playstation. A gente dá.

    A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.

    A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.

    A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.

    A criancinha quer camisola “adidas” e ténis “nike”. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.

    A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.

    A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.

    Entretanto, a criancinha cresce.

    Faz-se projecto de homem ou mulher.

    Desperta.

    É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária.

    E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.

    A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso.

    Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.

    A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás.

    Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.

    A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência

    meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em

    sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são

    «uma seca».

    Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo.

    A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal.

    Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e, na dúvida, entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».

    A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na

    casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles.

    Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».

    Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha?

    Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me.

    Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo.

    E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos…

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  41. anonimo's avatar
  42. Conde Venceslau Joaquim Fernandes's avatar
    Conde Venceslau Joaquim Fernandes permalink
    1 Agosto, 2010 12:27

    Isto não passa de mais uma das panasquisses do costume. Chumbar ou não chumbar alunos é perfeitamente irrelevante. Os alunos que se interessam, com famílias que sabem o real valor da educação não estão preocupados se passam ou não de ano. Essa questão nem lhes passa pela cabeça. A única coisa que realmente importa aos alunos e famílias que interessam é ter bons professores, bom ambiente escolar e TIRAR BOAS NOTAS. Os outros não passam de lastro social que se calhar nem deviam andar com os costados na escola, a gastar o dinheiro dos contribuintes. Mais valia tornarem-se úteis e irem trabalhar !!! Eu, como docente do ensino superior, até acho que esta medida devia ser estendida ao ensino Universitário, como acontece aliás noutros países bem mais pragmáticos do que o nosso. Chateia-me estar constantemente a ter quer perder tempo com os pseudo-iluminados de férias, que passam anos e anos a gastar os recursos dos contribuintes e a conspurcar o ar que vai circulando pelas Universidade. Felizmente que agora temos prescrições e a esses artistas é agora dada a “liberdade” de irem passar férias para outro lado. Estendam essa medida ao ensino secundário e vão ver como a qualidade do ensino melhora.

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  43. anonimo's avatar
    1 Agosto, 2010 17:38

    Informações pouco divulgados por cá! Incómodas q.b.

    Insucesso escolar: dados a ter em conta

    Um estudo vem agora revelar que os Portugueses não gostam do estudo.

    Trata-se de uma entrada no blog do Venerando Matos (“Vedrografias”) que comenta números muito interessantes (divulgados hoje no Público) no que respeita ao “interesse” escolar dos alunos portugueses .
    … parece que, afinal, não são propriamente os professores os culpados do insucesso deles (.)

    Mas claro, a divulgação que é dada a estes contributos para a explicação do insucesso escolar em Portugal, é escassa porque não convêm…

    “São marcas que continuam a acompanhar os portugueses. Cá dentro, Portugal tem a segunda taxa mais elevada de abandono escolar precoce da União Europeia.

    Lá fora, os filhos dos emigrantes portugueses continuam a desistir. No Luxemburgo, um em cada quatro alunos que abandona a escola secundária é português, dá conta um estudo do Ministério da Educação luxemburguês, ontem divulgado pela agência Lusa.

    “Entre os estudantes estrangeiros que frequentam o ensino secundário naquele país, os portugueses são os que apresentam a maior taxa de abandono escolar.
    No último ano lectivo, estavam inscritos nas escolas públicas 7046
    portugueses. Desistiram 454, o que representou um aumento de cinco por cento em relação ao ano anterior. Os alunos portugueses representam 19,1 por cento da população estudantil do Luxemburgo. São o maior grupo entre os estrangeiros que estudam naquele país.

    “A outra face da mesma moeda: dados recentes mostram que, nos EUA, Canadá, Grã-Bretanha e Suíça, os filhos dos emigrantes portugueses estão também entre os que obtêm resultados escolares mais baixos entre as comunidades estrangeiras (!)

    Para Hermano Sanches Ruivo, responsável pela primeira associação de luso-descendentes criada na Europa, a Cap Magellan, a reprodução desta situação deve-se em grande parte ao facto de muitas famílias continuarem a não valorizar o papel da educação.

    “Para muitos, educação é os filhos fazerem o que eles fizeram”, comenta ao PÚBLICO.

    “Não têm tempo para acompanhar os filhos, não gastam dinheiros em aulas suplementares para compensar atrasos. Os jovens, por seu lado, têm como preocupação começar a trabalhar o mais rapidamente possível.”

    “Também o organismo que coordena os serviços escolares na Suíça (CDIP) apontou, em 2007, o dedo às famílias. Os fracos resultados escolares das crianças portuguesas devem-se “ao desinteresse total dos pais em acompanhar” a educação dos filhos e à “origem sócio-cultural modesta” destes, afirmava-se num documento que suscitou a indignação dos representantes portugueses naquele país.

    “Sanches Ruivo, que foi o primeiro luso-descendente a ser eleito para a Câmara de Paris, considera que a responsabilidade desta performance negativa recai também sobre os sucessivos governos portugueses. Tem sido feito muito pouco para promover a língua portuguesa, constata. Um resultado: em França, apenas 30 mil pessoas estão a aprender português, os estudantes de italiano
    são quase 300 mil, os de espanhol três milhões.

    SÃO COINCIDÊNCIAS A MAIS.

    Os sistemas educativos do Luxemburgo, Canadá, Reino Unido, Suíça, França e Portugal, sendo muito diferentes – e alguns deles muito prestigiados internacionalmente – apresentam os mesmos dois
    problemas com os alunos portugueses: Abandono escolar e insucesso…

    *Não seria de explorar a possibilidade de estarmos perante um problema cultural de fundo, dos portugueses em relação à escola e à necessidade do estudo?

    Andou o Ministério da Educação, nos últimos anos, sob a liderança de Mariade Lurdes Rodrigues, com o beneplácito de um agradecido José Sócrates, com o apoio propagandístico dealguns “opinadores”, como Emídio Rangel ou Miguel Sousa Tavares, a despejar sobre a opinião pública a ideia de que os professores portugueses eram uma espécie de crápulas, responsáveis pelo abandono escolar
    e pelos maus resultados dos alunos, para vir agora um estudo do Ministério da Educação do Luxemburgo revelar que são os estudantes portugueses naquele país os que registam mais abandono escolar e piores resultados.

    Afinal, como prova esse estudo, reforçado por situação idêntica noutros países, como os Estados Unidos, o Canadá, a Grã-Bretanha e a Suiça, o facto das famílias portuguesas emigrantes não valorizarem o estudo e o ensino, está na origem do abandono escolar e dos maus resultados.

    Ou seja, em sistemas de ensino diferentes, com condições de trabalho e formação dos professores diversos, o resultado é sempre o mesmo em relação aos estudantes portugueses: alto índice de abandono e fracos resultados escolares.

    Apontam ainda aqueles estudos como principais responsáveis pela situação as famílias que não valorizam os estudos. Obviamente que em Portugal a razão é a mesma.

    Depois da divulgação desta notícia, só por má-fé, ignorância e/ou inveja social é que o “bando” de Maria de Lurdes ,os “opinadores” do costume e o “paizinho” Albino Almeida, podem continuar a despejar sobre a opinião pública a ideia da “culpa dos docentes” pelo estado do ensino indígena.

    De facto existe na sociedade portuguesa uma tendência generalizada para desvalorizar o estudo, o esforço intelectual e a responsabilidade das famílias na educação dos filhos.

    O ataque desferido nos últimos anos à classe docente tem contribuído para agravar ainda mais essa situação.

    Num país onde “opinadores”, economistas e políticos transmitem como imagem de valorização pessoal e económica, actividades como a especulação financeira e imobiliária, o futebol e os concursos de fama efémera, não é de admirar que se desvalorize socialmente o conhecimento e a aprendizagem.

    Basta olhar para os escaparates dos quiosques para percebermos isso: existe uma imensidão de publicações dedicadas ao futebol, à vida cor-de-rosa de famosos por serem famosos, ou à divulgação de truques financeiros para enriquecer rapidamente.

    Por exemplo, se alguém quiser encontrar uma revista de Cultura, de Arte ou de História, de edição regular, só recorrendo à imensidão de publicações espanholas ou francesas de boa qualidade.

    *O Jornal de Letras é a excepção, mesmo assim sobrevivendo com dificuldades e quinzenalmente*. O Blitz, para sobreviver, teve de passar a revista mensal.

    Perante esta realidade até poderíamos ter o melhor sistema de ensino do mundo, que os resultados pouco mudariam.

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  44. Kowalski's avatar
    Kowalski permalink
    1 Agosto, 2010 17:55

    Concordo com o José Barros (#10). Seria o princípio para a extinção do ministério da “educação”.

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  45. Licas's avatar
    Licas permalink
    1 Agosto, 2010 20:09

    SEM CHUMBO . . . É MUITO MAIS SAUDÁVEL : VEJA-SE A GASOLINA !

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  46. anonimo's avatar
    1 Agosto, 2010 20:21

    Da Ausência De Insucesso Escolar No Norte Da Europa – A Suécia E A Noruega …

    http://www.educar.wordpress.com/2010/08/01/da-ausencia-de-insucesso-escolar-no-norte-da-europa-%e2%80%93-a-noruega/
    “44% dos alunos Noruegueses não completam o equivalente ao nosso Ensino Secundário (nas diversas variantes) no tempo mínimo esperado”

    http://www.educar.wordpress.com/2010/08/01/da-ausencia-de-insucesso-escolar-no-norte-da-europa-a-suecia/
    “muito do que por cá se “atira” como fundamentação do sucesso no norte da Europa não passa de conversa fiada”

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  47. anonimo's avatar
    1 Agosto, 2010 21:08

    “Já sabemos que aos professores apenas importa a sua carreira.”- 39

    A sério?

    Vídeo da Intervenção Do Professor Manuel Cardoso, no programa da RTP 1 Prós e Contras

    http://www.youtube.com/watch?v=panGj5ABzOo

    Após o “programa”, veja o que lhe aconteceu …

    AQUI (Documentos anexos (3 pág.s)- clicando pode ler o documento)
    http://www.queixasdeprofessores.blogspot.com/search/label/Queixa%201

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  48. carlos fonseca's avatar
    1 Agosto, 2010 23:15

    Eu até iria mais longe e diria: “Terceiro, porque veria com bons olhos a describilização do ensino público e privado”

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  49. anonimo's avatar
    3 Agosto, 2010 15:58

    A primeira monstruosa Mentira, como forma de Manipular a População Portuguesa,

    “Avaliação do Desempenho Docente: Má-Fé, Brejeirice e Mentira Pública!
    Fernando Cortes Leal (kosmografias)
    14 de Abril de 2008

    O ME e o Governo que o tutela insistem em veicular para a opinião pública a falsa ideia de que em Portugal, antes da “geração Sócrates”, os professores não estavam sujeitos legalmente à avaliação do seu desempenho profissional.

    Com efeito, muitas têm sido as inoportunas ocasiões em que, publicamente, a ministra da educação e até mesmo o primeiro ministro, têm ardilosa e falsamente invocado, em seu benefício, aquele argumento.

    Perguntemo-nos: É ou não verdade que os docentes portugueses não eram (não são) avaliados?

    Resposta possível número 1: SIM, os professores em Portugal são avaliados!

    Na óptica oficial da União Europeia e dos governos que em Portugal antecederam o do amnésico Governo do Engº Sócrates, no sistema educativo nacional vigorava um sistema de avaliação do desempenho docente, fazendo-se Portugal integrar no restrito grupo de países europeus em cujo sistema educativo se reconhecia oficialmente a existência e funcionamento de um efectivo sistema de avaliação dos seus professores.

    Perguntar-se-á como é que isto se prova(?). É fácil, basta consultar a base de dados oficial da UE (Eurydice) e verificar-se-á que nela se reconhece o óbvio: em Portugal, ao contrário de muitos outros países europeus, os professores eram efectivamente avaliados!
    (crf:
    http://www.eurydice.org/portal/page/portal/Eurydice/EuryPage?country=PT〈=PT&fragment=248
    ).
    Eu sei que a Ministra MLR sabe disto e também sei que ela simula não o saber. Logo, das duas uma, ou ela assume publicamente a sua indecorosa mentira ou…

    …ou então a ministra não é nem portuguesa nem europeia mas, quiçá, chilena.

    É claro que este facto não a desculpabiliza de tanta insensatez e malfeitoria, mas num País “democrático e moderno” como o nosso(?) esta reiterada brejeirice e mentira políticas deveria conduzir natural e necessariamente à sua demissão. (Obs.: A este
    propósito recordo-me do episódio triste do ex-ministro do ambiente António Borrego, o qual, por publicamente, algures no interior do norte de Portugal, ter contado uma anedota
    de mau gosto, foi de imediato demitido por Cavaco Silva… Imaginem o que não teria já acontecido a Maria de Lurdes Rodrigues se o decoro democrático e a decência política fossem outros no Governo do Engº Sócrates);

    Resposta Possível nº2: Para a União Europeia, o governo nacional diz que “sim, está instituído em Portugal um sistema de avaliação do desempenho dos docentes”; para os portugueses, o mesmo governo, diz que “não”. Conclusão: “NIM!””

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