Desculpe incomodar Vossa Excelência com tal bizarra questão
31 Julho, 2010
«”Porque é que me pergunta pelos visitantes?”, reage António Martinho Baptista [chefe da equipa de investigadores do parque de Foz Côa]. “Porque é que não me pergunta se isto foi bem conservado? Nós estamos no fim do mundo, não temos uma auto-estrada e o aeroporto mais próximo está a 100 quilómetros. Poucos visitantes? Eu acho que temos muitos.” Mas lembra que, se houve 20 mil a visitar as gravuras, “se calhar houve mais 20 mil que não puderam visitar, porque o parque não tinha guias suficientes»
21 comentários
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Vocês é que não percebem nada.
Poxa pá!!!! Em vez de Alcochete construa-se o aeroporto em Foz Côa.
Mais uma “estradita” de quatro vias sem portagens e vão ver como de 20 mil passam para aí…..hummmm….humm…30 mil visitantes.
Assim só se gastaram cerca de 20 milhões de euros no museu pá!!!
Mania essa de andarem a perguntarem coisas que não devem.
Os 300 mil visitantes eram como são os 9 milhões de passageiros do TGV e quando perguntarem por eles vão reagir indignados porque não apreciam a “nossa ligação à Europa” ops…a Barcelona.
Raios partam esta gente “perguuntadeira”. Não sabem olhar para o “futuro” para as coisas “belas”, estão sempre a pensar em “minudencias”.
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errata: andarem a perguntar
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È necessário questionar porque não foi construída a barragem de Foz Coa, que seria a maior reserva de água em Portugal. Que iria permitir que a enorme quantidade de água do Douro que durante o inverno é desperdiçada para o mar pudesse ser armazenada numa albufeira imensa onde nem sequer há população residente. Agora para remediar vão estragar o Tua e o Sabor e o efeito nem se pode comparar. A desculpa na altura foram as gravuras e uns patetas vagamente intelectuais e vagamente ecologistas. Foram os idiotas úteis! Mas a verdadeira razão porque não foi construída esta importantíssima barragem continua a ser um mistério que convinha investigar
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Realmente parece impossível não haver uma autoestrada para Foz Côa. Aliás, uma SCUT.
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Toda a gente sabe, que o PSD (Cavaco), teve 10 anos na governança e não espetou um prego na Barragem do Alqueva, mas hoje, sabem dizer, que não fossem eles, o Alqueva não se tinha feito.
São uma cabeças “abrilhantadas”.
A reforma administrativa idem idem aspas aspas.
Anos negros dos governos do PPD/PSD
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Ora bem,(tentando imitar Antonio Silva, contas nas costas),
(18 000 000 + Custos de manutenção) / 20 000=…..!
“A prova Real, e a dos nove, tira-se já.”
(se calhar, é melhor não fazer)
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Mais verdades inconvenientes sobre Foz-Côa:
http://ecotretas.blogspot.com/2010/07/obras-da-treta-em-foz-coa.html
Ecotretas
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Quanto é que esta brincadeira dos rabiscos manhosos contribui para o défice?
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A cultura e os objectos que são unicos na minha optica não têm preço. Poderiam de qualquer modo ter sido removidos, mas não o sendo, não temos o direito de os destruir ou afundar em milhões de litros de agua.
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NÃO FORAM REMOVIDOS POR VIA ECOLOGISTAS/P.S. . A RAZÃO FOI DE QUE *** FICARIAM DESENQUADRADOS ***
DO AMBIENTE EM QUE FORAM CRIADOS . . .
RESULTADO . NEM O MUSEU COBRE AS DESPEZAS DA SUA MANUTENÇÃO, NEM A BARRAGEM , QUE TÃO NECESSÁRIA ERA ,
SE CONSTRUIU . . .
DESENQUADRADOS DO AMBIENTE EM QUE FORAM CRIADOS ?
FORA COM OS QUADROS DE PICASSO DOS MUSEUS, TODOS NO SEU ATLIER RECONSTRUÍDO . . .
REALMENTE . . .
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#6 Adalberto/Abrantes. Va-se informar sobre o que se passou com a construção do Alqueva e não escreva asneiras. O que o Cravinho fez, foi parar o concurso que estava a correr, para 15 anos depois os socialistas poderem dizer que eles é que mandaram construir o Alqueva. Ah!, e esse adiamento custou mais 80 milhões de contos. Uma ninharia para a rataria.
Mas verdadeiramente criminoso, foi tambem ter mandado parar o concurso da nova ponte em Entre-os-Rios, com os resultados que se conhecem: 54 mortos. O Cravinho deixou belas heranças, entre as quais as Scuts que eram de borla, mas agora teem que se pagar.
Este Adalberto Gomes/Miguel Abrantes perdeu uma boa oportunidade de estar calado.
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Acho que a pergunta sobre o número de visitantes até é pouco específica.
Podia muito bem ser desdobrada em quantos visitantes do sexo masculino e do sexo feminino.
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Onde é que é Foz Cô?
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O lobby das “renováveis”, Sócrates incluido, agradece! Os portugueses que nunca foram esclarecidos, ou nunca se interessaram pelo assunto mantêm-se indiferentes. O país continua a pagar a factura da energia, quando dispunha de meios para ela não ser tão elevada. O défice continua a aumentar sem que ninguém se questione.
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#16
“O défice continua a aumentar sem que ninguém se questione.” Nos questionamos, só não questiona quem pode de facto mudar a situação, porque mais tarde ou mais cedo vão ocupar esses mesmos cargos e não interessa perder o suposto poder que detêm.
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Uma SCUT? Pelos menos DUAS: uma para ir e outra para vir…
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Bom exemplo dos tiques “novoriquistas” nacionais. Não bastava reconhecer a importância das gravuras e, consequentemente, preservá-las. Não. Foi preciso construir um museu de não sei quantos milhões!!! Isto,porque, no lado oposto, outra equipa “novoriquista” estava-se nas tintas para as gravuras e defendia uma barragem de não sei quantos milhões, lucros fáceis de explicar… e prejuízos menos acessíveis.Milhões contra milhões. Na verdade nunca ultrapassamos a fase do volfrâmio. Os analfabetos continuam a ostentar canetas de ouro.
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Não gosto de falar do que não sei nem entrar nas conversas das caixas de comentários dos blogues, mas não resisto, pois este é um assunto que conheço muitíssimo bem, pois sou de Foz Côa, mais precisamente da aldeia de Muxagata, onde havia um centro de acolhimento para os visitantes das gravuras, mas que fechou há muito. Fechou porquê? Ora, porque não tinha gente para acolher. A verdade é que o país anda a ser enganado há anos com o número de visitantes e os jornalistas não pedem provas dos números que lhes são apresentados. É simplesmente delirante dizer que o parque teve 20 mil visitantes por ano. Pelas minhas contas, feitas com bastante cuidado e com base na observação directa, não há sequer 5 mil visitantes por ano. Sim, não há 5 mil visitantes. E isto são contas feitas por cima.
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18, vamos fingir que não precisa de energia para viver…
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20. Precisamente porque preciso de energia, sei que há muito para fazer no domínio da racionalização do seu consumo, com resultados bem mais satisfatórios do que os das megalómanas barragens.É a estratégia da fuga para a frente: não se resolvem problemas-adaptamo-nos a eles.
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