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Um método de trabalho

31 Julho, 2010

Declarações de Cândida Almeida sobre as perguntas a Sócrates:

Por outro lado, embora reconhecendo o “interesse na inquirição” do primeiro ministro, José Sócrates, e do ministro de Estado e da Presidência, Pedro Silva Pereira, a diretora do DCIAP [Cândida Almeida] considera que as respostas não alterariam o sentido do despacho dos procuradores titulares do processo, Vítor Magalhães e Paes Faria.

Nem percebo porque é que os processos demoram tanto tempo. Os resultados já são conhecidos à partida.

13 comentários leave one →
  1. santos's avatar
    santos permalink
    31 Julho, 2010 01:12

    candida almeida ? Não inocentou Socrates no caso Independente ?
    Portugal necessita de ser repovoado com um novo Ministerio da justiça …
    Mas antes encomendem umas toneladas de
    OMO …

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  2. santos's avatar
    santos permalink
    31 Julho, 2010 01:17

    ou as perguntas estavam mal formuladas ou está fazendo o papel de “fala-barato”…

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  3. lorenzo's avatar
    lorenzo permalink
    31 Julho, 2010 01:28

    Os resultados já são conhecidos da Sra Dra Cândida Almeida, não dos senhores procuradores, que, por falta de tempo, não fizeram as perguntas, elaboradamente elevadas a 3×9=27, de resposta sim, não, facilíssima, assim os deixando a zero graus da verdade por dizer de quem, além de CA, a sabe.
    E, falta de tempo, impensável, dizem uns, mero receio, respeito e dedicação, insinuam outros, ainda há quem os acuse de madraços, calaceiros, como também de atiradores de baldes de malandrice política e dolo.

    Finalmente, acontece que acerca do assunto menos entendem juízes e também advogados que qualquer de nós, todos nós e o mais resto do mundo.

    Excesso de leis, parece, que só atrapalham quem as conhehececece.

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  4. anonimo's avatar
    31 Julho, 2010 02:13

    Esta fulana é maluca.

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  5. o sátiro's avatar
  6. Licas's avatar
    Licas permalink
    31 Julho, 2010 09:47

    O RESULTADO DA RESPOSTA À LISTA DE PERGUNTAS A SÓCRATES NÃO MUDARIA A IDEIA PRECONCEBIDA DA PROCURADORA
    ADJUNTA QUANTO À CULPABILIDADE DO 1º MINISTRO
    ****** NADA MAIS EVIDENTE . PÁ !

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  7. MJRB's avatar
    31 Julho, 2010 11:18

    A sensação que se tem de todas as recentes reacções dos protagonistas (procurador-geral, dos magistrados e dessa juíz), é que o ‘trabalhinho’ desculpabilizante não foi devidamente combinado e executado.
    Depois de concluído e anunciado, aperceberam-se de algumas falhas gravosas e imediatamente desatinaram com declarações e comunicado para tentarem salvar-se individualmente e as instituições.
    Indigência ? Incompetência ? Conecção com o prevaricador ? Sedução pelo poder ? Vaidade por serem figuras públicas ?
    Parecem debutantes recém chegados à magistratura…

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  8. Tiradentes's avatar
    Tiradentes permalink
    31 Julho, 2010 12:15

    As respostas não alterariam o sentido do despacho?
    ELA ENGANOU-SE
    O que ela queria dizer é que nem a denúncia a subsequente investigação com todas as buscas e escutas, todas as perícias mais as cartas rogatórias NUNCA alterariam o sentido do despacho.

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  9. lop's avatar
    lop permalink
    31 Julho, 2010 12:19

    mjrb

    a sra não é juiz. é procuradora-geral-adjunta da rep., no m.p.

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  10. carlos's avatar
    carlos permalink
    31 Julho, 2010 14:55

    se o sócrates fosse constituído arguido nem sequer era obrigado a responder às perguntas, e mesmo que respondesse nada disso teria qualquer valor em julgamento, ou seja, em julgamento poderia alterar tudo o que havia dito, sem que isso o pudesse prejudicar. Esta é a lei que temos!

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  11. carlos's avatar
    carlos permalink
    31 Julho, 2010 15:04

    A justiça anglo-saxónica também admite que as pessoas não sejam obrigadas a responder às perguntas mas adverte as mesmas que em fase de investigação tudo o disser poderá ser usado contra ela em julgamento. Em Portugal alguém se esqueceu de acrescentar isso na lei e nunca ninguém reclamou.

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  12. José's avatar
    José permalink
    31 Julho, 2010 18:05

    A lista de perguntas é meramente retórica. O que deveria ter sido feito antes, era a investigação devida para que as perguntas fossem apresentadas com factos comprovados para a respectiva explicação.

    O que aconteceu, no meu entender, foi apenas que não quiseram investigar o PM. E parece que tal decisão partiu de Cândida de Almeida ( com o apoio expresso do PGR, claro).

    Mas é isso que importa agora verificar, porque não é certo e é preciso saber o que sucedeu.

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  13. José's avatar
    José permalink
    31 Julho, 2010 18:07

    “Em Portugal alguém se esqueceu de acrescentar isso na lei e nunca ninguém reclamou.”

    Em Portugal o que aconteceu foi outra coisa: por causa das garantias ficou no CPP que toda a prova tem de ser produzida em audiência de julgamento. Por isso os arguidos podem mentir à vontade em qualquer altura. No inquérito nada vale. E no julgamento, vale em termos de defesa porque o ónus da prova é de quem acusa.

    Resultado? Absolvições em barda.

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