Apenas por solidariedade
7 Agosto, 2010
Nestes últimos dias tenho-me empanturrado de bolas de berlim. Não é que as aprecie muito, mas de cada vez que oiço a anunciá-las na praia, não resisto a manifestar a minha solidariedade para com os vendedores ambulantes, desgraçadas vítimas por estes tempos do fascismo higiénico da ASAE.
44 comentários
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Depois vou eu trabalhar para pagar o seu infarto do miocárdio. 🙂
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Porra, já nem os enfartes são graciosos.
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ATÉ, NÃO TÊM GRAÇA NEMHUMA . . .
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Apoiado, vamos abrir a época da caça à bola de berlim…
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Caro LR,
Cuidado com a solidária quantidade, mas sobretudo, se estiver no AlLgarve, atente na origem, nos óleos, nos cremes e nas temperaturas das caixas…
Depois, não diga mal da ASAE…
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A ASAE abusou nalguns casos.
Noutros, foi, tem sido, necessária e preciosa para a salvaguarda do bem-estar e saúde dos consumidores !!
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Já agora procure restaurantes onde servem peixe podre, em solidariedade para com as vítimas do fascismo higiénico da ASAE.
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Há 5 anos em Fortaleza, Ceará, se vocês soubessem a saudade que tenho de uma bola de berlim, de um pastel de nata, de uma carcaça, de um pão alentejano, de uma sopa de caldo verde, de… ah, é melhor parar por aqui!!!
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Peixe podre,
bolos (cuidado, LR !),
carnes,
higiene nos talheres, nos guardanapos e nas mesas,
baratas da madeira em cima(!!) e no interior dos balcões,
baratas nas cozinhas,
pó dos sacos de serapilheira na cozinha e junto à comida,
higiene do chão das cozinhas e do espaço público,
higiene de quem confecciona comida,
ratos nas arrecadações,
óleos saturados e perigosos (cuidado, LR !),
etc,
etc,
etc…
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Fascista higienico era a tua tia pá!
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Ah! Higiene nos copos (exemplo: A Ginginha esteve, e bem, encerrada durante meses)…
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Pronto(s): vou ver o jogo da Supertaça tuga. Jantarada em restaurante (a ASAE nunca precisou ir ao mesmo) com 3 Benfiquistas, 1 portista e 1 belém.
Previsão: o caneco (limpinho, não precisa ASAE) vem para Lisboa.
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Nunca precisei de Asae para me defender dos maus restaurantes.
Sei o que é higiene e não preciso de estado papá me dizendo onde devo comer e muito menos, como já começa a se tornar habitual, para me dizer o que comer. Higiene? Olhem para o tártaro nos dentes do tipo da Asae e naquele cromo com cara de caniche que andava há uns tempos promovendo a fraude das vacinas, que mataram muito mais que todo o bacalhau mal estocado durante os últimos 500 anos!
Se por acaso for enganado num restaurante e tiver a minha saúde prejudicada por isso, bastaria haver tribunais que funcionam para resolver o caso.
Ainda não conheci um sujeito que tenha morrido de intoxicação alimentar, mas já soube de casos de pessoas com vidas destruídas por terem o seu negócio destruído pela Asae. Outros tiveram que começar a separar um dinheirinho ao fim do mês para pagar os “impostos escondidos”. Com tanto regulamento, é fácil achar motivos para multar alguém que não queria colaborar…
Por fim, para os ingénuos que acreditam que a Asae foi feita para cuidar da nossa saúde, é bom lembrar que ela nada mais é do um um organismo que serve para destruir os pequenos negócios e regular toda a nossa alimentação. Os Mc Donalds e Pizzas Huts cumprem todos os critérios, ou melhor, servem de critério.
Dentro de pouco a Asae aplicará por cá o Codex Alimentarius, mais uma ideia socialista para controlar as nossas vidas e tornar a população mais mansa. Talvez uma investigação do que é isso ajudasse o pessoal a compreender o porquê de vários agentes da Asae, que é inconstitucional, terem tido treino paramilitar.
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Ai que saudades da tasca com serradura no chão, com os jaquinzinhos a secar num pratito dentro de uma vitrine, ovos cozidos equilibrados num prato de sal e um copo 3 acabadinho de sair da pipa.
Que saudades da bifana cozinhada em molho que está ao lume há 3 dias, temperada com mustarda (misturada com cerveja para render mais)…
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Este post e de uma cretinice que nem tem palavras…so mesmo pessoal como este Carlos Velascos que nunca saiu do seu quintalzinho para debitar estas barbaridades…
Querem viver no terceiro mundo? Pois facam bom proveito…qualquer dia ate a India se ri de vos e das vossas bolas de berlim na praia.
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Afinal a ASAE não interferiu na Taça, que foi limpinha para o Porto.
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Foi, sim senhor: limpinha para o FCPorto. Parabéns !
A minha previsão no # 11 foi, só, uma (raríssima) provocaçãosinha. A sério. Só a brincar “prevejo” resultados.
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Então, imagine o que seria se em vez do péssimo creme amarelo, elas fossem recheadas com doce de morango, o “jam”, como dizíamos em Lourenço Marques. Sinceramente, eram bem melhores e menos indigestas.
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Nuno, mas essa desculpa para as comer é bem apanhada.E não haver gajos que se queixem de intoxicações só pode ser por estarem mortos…
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MJRB disse
7 Agosto, 2010 às 8:01 pm
Peixe podre,
bolos (cuidado, LR !),
carnes,
higiene nos talheres, nos guardanapos e nas mesas,
baratas da madeira em cima(!!) e no interior dos balcões,
baratas nas cozinhas,
pó dos sacos de serapilheira na cozinha e junto à comida,
higiene do chão das cozinhas e do espaço público,
higiene de quem confecciona comida,
ratos nas arrecadações,
óleos saturados e perigosos (cuidado, LR !),
etc,
etc,
etc…
Só uma pergunta: – Por acaso é proprietário(a) dum restaurante?
É que me parece perceber bastante da «poda»!
Pode inserir a respectiva publicidade, para eu não por lá os pés.
Acima as bolas de berlim.
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18,
V. está nitidamente baralhado.
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MJRB disse
8 Agosto, 2010 às 12:59 am
18,
V. está nitidamente baralhado.
É mais que natural… com tanta porcaria!
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Caro Carlos Velasco,
Compreendo, sinceramente, que considere que a ASAE interfere na SUA liberdade em intoxicar-se tranquilamente. Afinal de contas estas ‘liberalidades’ são um excelente exemplo acerca da impossibilidade dos actuais liberais poderem ser levados a sério pela sociedade e serem algum dia voz na gestão do país.
Não é compreensivel que alguém possa defender que tem o direito a comer algo potencialmente improprio para consumo.
O sistema que defende é exactamente o sistema que vigora em AFRICA e dentro desta, apenas nos paises mais subdsenvolvidos, sem qualquer controlo sanitário.
Portanto caro Carlos, venha até aqui a este continente (africa) e tenha a liberdade de se matar à vontade. Por aqui não existe qualquer inspeção às bolas de berlim. É um paraiso para V.exa., acredite.
Pense lá… bolas de berlim… cremes com ovos… praia… altas temperaturas, o que é que faz?
Hummm. Espero que nunca apanhe uma salmonela, mas se a apanhar não recorra ao SNS que é pago por todos nós. Pague do seu bolso o tratamento; afinal de contas o pessoal avisou-o.
Ahh já agora, se tiver filhos não os deixe comer cremes desses que circulam na praia. A sério, não deixe. Sabe que hoje em dia, os cremes e bolos,já não são feitos como dantes em que havia um pasteleiro local com honra e dignidade… não hoje, essas porras andam nas mãos de chineses e indianos e marroquinos e brasileiros que deitam para lá umas merdas que vieram em baldes de merda depois de uma viagem de merda.
RB
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20,
“Porcaria” essa, para a qual eu em nada contribuo.
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Vocês devem conhecer montes de pessoas que morreram ou foram intoxicadas por bolas de berlim na praia. Eu nunca conheci nenhuma, nem ouvi falar. E já comi muitas. mAs claro que agradeço muito ao fdp do estado que protege os corruptos que me proteja a mim das bolas de berlim. Só não percebo porque não basta fazer inspecções como em qualquer lado e em que é que cobrar licenças caríssimas a quem quer trabalhar me protege. Mas devo ser eu… ‘bora perguntar à cândida?
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tranquilo , agora é a vez da asae…mas acho que não vai durar muito mais tempo a onda para eles surfarem.nem percebo como ainda a surfam , suponho que não sabem nada de contas públicas. não tarda , vai haver gente que vai achar uma bola de berlim com 2 meses um figo.
( e que democracia é um mito ,como todos os outros ,ficou provado no Blas e noutros blogs mãos largas. abriram as caixas de comentários a todos , nada era preciso a não ser vontade de comentar , e acabaram por ter de exigir algumas coisas. e a “culpa” das exigências não foi certamente dos blogs.)
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Caro MJRB,
“Cuidado com a solidária quantidade, mas sobretudo, se estiver no AlLgarve, atente na origem, nos óleos, nos cremes e nas temperaturas das caixas…
Depois, não diga mal da ASAE…”
Como consumidor racional, tentei sempre analisar cuidadosamente aquilo que comprei. E assumi sempre a responsabilidade pelas más escolhas. Em caso de burlas, os tribunais devem funcionar, não precisamos da ASAE para nada, que é mais uma fonte de corrupção.
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Pois, o problema é esse, a corrupção de certas instituições que começam com os melhores propósitos e depois é aquilo que se sabe…
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Pagando as licenças as bolas de berlim já são boas até sanitáriamente
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#27
Pois! e falta dizer que os preços das licenças fazem delas extorsão estatal, logo legalizada.
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O que eu duvido é que quem cobra as licenças faça alguma inspecção sanitária com um mínimo de credibilidade. É antes assim: “passa para cá o cacau e o resto é treta…”
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Depois dos Nazis do Estado tornarem tudo asséptico seremos obrigados a tomar a um suplemento de bicharocos para conseguirmos ter algumas autodefesas…sob pena de sermos como os sul americanos antes de terem chegados os europeus.
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«tentei sempre analisar cuidadosamente aquilo que comprei» LR
Quando apanhar uma daquelas… de caixão à cova, vá queixar-se ao juiz; de um tipo que v.exa. não sabe quem é e de produtos que não sabe o que contém.
É uma disparate defender a não inspeção de produtos alimentares. Um perfeito disparete que não encontra eco em nenhum país desenvolvido.
E depois, diz-se um consumidor racional, mas na realidade não é. Ninguem é, ninguém tem conhecimentos acerca de tudo o que compra. Muito menos a esmagadora maioria da população.
Mas o disparate vai mais longe. O que v.exa. defende relativamente ao este assunto deve tambem faze-lo nas inspeções de embarque de produtos alimentares importados. Como sabe existem organizações que certificam à entrada a conformidade dos produtos. O que v.exa. defende é que os estados europeus deixam de inspecionar as mercadorias.
Mas o seu problema é ideologico. Se a ASAE fosse privada, como são as empresas de inspeção alimentar aduaneira, já concordaria. Como a ASAE é publica, valha-me deus, que os tipos comem crinaças ao pequeno almoço.
Cada vez rstou mais convencido que esta vaga de liberais estão nos antipodas da racionalidade e muito parecido com as extremas esquerdas, mas em sentidos opostos. Extremistas.
RB
RB
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Bom, o que chateia de sobremaneira é que com este tipo de discurso, nunca mais conseguiremos tirar os socialistas do poder. Ninguém pode confiar em quem tem ideias destas…
RB
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O que chateia é Ricciardi querer obrigar outros a seguir as suas regras. Compre comida de produtores certificados se quiser não obrigue os outros a abandonar o pão caseiro.
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Ricciardi,
“Quando apanhar uma daquelas… de caixão à cova, vá queixar-se ao juiz;”
Por acaso já apanhei. Não com uma bola de berlim comprada na praia, mas com uma tíbia de Braga, adquirida na prestigiada Confeitaria Lusitana, uma entidade supostamente sujeita a todas as inspecções sanitárias.
Mas o que verdadeiramente espanta é essa vossa fé cega na infalibilidade de uns burocratas e essa aceitação bovina dessa nova polícia fascista que é a ASAE. Eu prefiro ter os meus direitos defendidos por uma justiça que funcione e que sancione rapidamente quem me causou danos.
Você infelizmente tem razão numa coisa: o discurso socialista, a prometer aquele paternalismo super-protector, isentando a vida de qualquer risco é de muito mas fácil adesão pela populaça. No longo prazo, cria mentecaptos sem qualquer capacidade de acção ou de escolha. No fundo, a servidão colectiva que os socialistas ambicionam.
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«mas com uma tíbia de Braga»LR
Como o mundo é pequeno.
Anyway, os seus direitos na verdade NÃO protegidos pela Justiça. Não são. Esqueça, não tente sequer colocar um vendedor de bolas de berlin em tribunal; vai gastar dinheiro.
Mas mesmo que fossem protegidos pela Justiça (se funcionasse), esta não evita, não previne; aplica uma multa qualquer e muito eventualmente uma indeminização que nãochega sequer para comprar meia duzia de bolas de berlim na Lusitana.
Ora a ideia da ASAE é prevenir que os atropelos à higiene se façam despuradamente. Certificar que restaurantes cumprem regras minimas de higiene e conservação. Não vejo que isso possa ser mau… sinceramente. Se acha que são burocraticos, deve então denunciar, isso sim, esse facto.
A mesma coisa passasse com a qualidade da água. Temos de ter garantias que o que bebemos não é nocivo para a saúde. Há dias varias garrafas foram retiradas do mercado precismaente porque continham elemnetos fecais.
Oiça, actualmente trabalho em Luanda. Vivendo neste tipo de paises, aonde não há qualquer controle sanitário, ficamos com a certeza que a ASAE é essencial e que é fruto da evolução.
Quanto ao Luckylucky; bom, ninguém obriga ninguém a deixar de comer o que quer que seja, desde que o que quer que seja seja feito em condições higienicas e de conservação. Cabe aos organismos proibir a produção de lixo para consumo.
E esses organismos é que podem ser ou não privados. Não me choca nada, pelo contrario, que a ASAE pudesse ser uma empresa privada, como são as empresas de inspeção aduaneira do tipo BIVAC ou SGS.
Ao estado cabe apenas garantir a TODA a população que o que se comerciliza cumpre critérios CIVILIZACIONAIS… ambientais, higiene, etc e tal.
O espirito tribal, a partidarite, a ideologia tem estas coisas… é o espirito de MANADA. Vão todos juntos a correr no estouro da manada e não veem para onde vão… seguem o lider que ruma ao precipicio.
RB
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Mas note bem, a ASAE não é perfeita.
Tem muito a evoluir, nomeadamente nos produtos tradicionais de fabrico artesanal (enchidos e chouriços e alheiras). E há soluções para isso; basta copiar o que se faz na suiça, na alemanha a esse respeito.
RB
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Mas epá, há umas coisas que não resisto, confesso; os chouriços e alheiras caseiras ali das aldeias perdidas do gerês e montalegre… e note bem, nem quero ver como são feitas para nao perder a vontade.
Agora quando a coisa se transforma em comercialização para massas… a estória é outra tem que seguir padrões de higiene.
RB
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LR tem toda a razão do mundo. MJRB, com quem quase sempre estou de acordo, desta vez errou.
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“Ricciardi disse
8 Agosto, 2010 às 1:11 am”
Caro Ricciardi,
Em primeiro lugar, a Asae não interfere na minha liberdade de me intoxicar. Quando o quiser fazer, a última coisa que farei é ir a um restaurante. Seria mais adequado ir a uma bomba de gasolina…
Aliás, um dos problemas que me leva a fazer oposição à Asae é que ela terá o poder de intoxicar a toda a gente com o seu poder de regulamentar. Como já aconselhei, leia acerca do que é o “Codex Alimentarius” para saber o que está por detrás da “Nazae”. Entre germes e químicos cancerígenos, prefiro os germes, que por vezes até sabem bem.
Em segundo lugar, não sou liberal. É muito mal discutir fazendo afirmações categóricas sem conhecimento de causa. Assim não é possível nenhum diálogo e vence a gritaria.
Em terceiro, o problema da África não é a falta de Asae. Ou seriam a Alemanha, e França e Portugal “áfricas” antes dos nazis com a mania do controlo começarem a determinar o quê e como devemos comer? Esse tipo de argumentação por rotulagem não leva a nada.
Em quarto, não preciso ir à África. Nasci no Brasil, comi de tudo e aprendi a ver se um alimento é bom ou não para mim. Sou saudável e não conheço uma só pessoa que alguma vez tenha morrido ou tenha tido problemas graves de intoxicação alimentar por lá, e muito menos em Portugal. Só me lembro de um caso, e nele houve histeria somente por parte da comunicação e nenhum problema com as supostas vítimas. Só umas menininhas é que foram para o hospital por medo, e um amigo meu, que até repetiu o prato, não sentiu nada. Isso foi numa cantina da Universidade de Coimbra, as famosas amarelas. Mas conheço vários casos de bebés mortos pelas vacinas dadas pelos mesmos senhores que promovem a Asae, alguns casos de suicídio de gente que foi perseguida por fiscais do governo em Portugal – e vários no Brasil – e até um caso de sangue contaminado alegremente distribuído pelo estado ao qual desejas delegar mais poderes. Isso para não falar em vacas loucas e outras aberrações criadas pela própria acção do estado.
De resto, não creio que o problema de Angola não seja a falta de Asae. Deve ter mais a ver com o controlo extremo que os agentes do governo possuem nas actividades económicas. Imagino o que deve ser a dificuldade para abrir e manter um restaurante por aí, com tanta gente a viver da “autoridade”. Os próprios preços de Luanda são um indicador de que há uns poucos bem conectados fazendo bons negócios por aí e que há uma multidão de fiscais a viver às custas disso. Isso me lembra aquele filme americano onde o polícia acha dezenas de problemas no carro de um sujeito que deseja prejudicar.
Por fim, dois relatos. Uma vez em Paris fui a um restaurante indiano. Estava acompanhado de uma mulher. Ao chegar o prato, a surpresa: havia uma barata bebé ligeiramente coberta pelo molho. Como não queria estragar a noite, retirei a mesma discretamente e comi tudo sem problemas. Também já comi uma vez carne podre quando adolescente, numa viagem louca pelo Brasil com pouco dinheiro e uns amigos. Basta cozer muito bem e encher de tempero, tal e qual fazem com o faisão. Só não se pode é requentar. Portanto, não fique com tanto medo dos germes. Em comparação com os duzentos milhões de civis desarmados que os socialistas mataram no século XX, os germes não passam de insignificâncias.
P.S: Alguém conhece os números de pessoas mortas por intoxicação alimentar? Desconfio que sejam menos que as mortas durante o acto sexual. Deveremos por isso introduzir fiscais de foda para proteger a nossa saúde?
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Carlos Velasco,
“Alguém conhece os números de pessoas mortas por intoxicação alimentar? Desconfio que sejam menos que as mortas durante o acto sexual. Deveremos por isso introduzir fiscais de foda para proteger a nossa saúde?”
Nada que não tenha já sido diligentemente proposto por estas bandas.
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LR,
Por vezes é melhor ficar calado. Algum maluco socialista pode levar certos exageros retóricos a sério e tornar a realidade mais insuportável. Ainda bem que os psicopatas no poder não lêem Swift…
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mto bem
A ASAE fede , a ASAE cheira mal da boca , pim ,pam, pum
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