Minha Senhora – o mundo deu uma cambalhota – não sei se por culpa do Bush ou do Sarkozi, eu sei que nada sei, deste mundo cada vez que pula eu acabo por recuar – esse é o seu problema?
“a quem servem as uniões de facto?” Porque não traje “casual”?
Um dia destes, cara senhora, esta pergunta, com a necessária correcção ortográfica, faz-se nas revistas de modas e casamentos.
Er… tenho vários casais amigos que provavelmente nunca se casarão e que estão a viver em união de facto. Ainda que seja irrelevante para o caso, se a memória não me falha nenhum desses casais é gay.
Sei também de casos de casais que optaram por não se casar para não serem penalizados fiscalmetne preferindo assim declarar união de facto.
Casa quem quer, como bem disse.
Ás mesmas pessoas que serviam antes de serem estendidas aos casais de mesmo sexo a 15 de Março de 2001.
Além de um largo número de questões jurídicas, sobre declarações de impostos, obrigação de apoio, responsabilidade pelas dívidas contraídas, obrigação de fidelidade, entre outras; que explicam bem a diferença entre União de Facto e Casamento, mas estes de certeza leu.
Ó Minha Senhora – reconhece-se, hoje, mas sempre existiu, que há homens e mulheres que tem necessidade de viverem sexualmente, com o seu parceiro/homem ou parceira/mulher, mas, a sociedade é patriacal, logo, faz-lhe confusão, que 2 pessoas do mesmo sexo, queiram perante a lei, consagrar o termo da “união de facto.
O Mesmo, se passava com o IVG, também não gostaram. Os patriarcas tiverem que engolir.
Há em Portugal, e no resto da Europa, (França), casos em que jovens senhoras,são lançetadas vaginalmente.
A mim preocupa-me, os governos da Europa, não proibirem este acto selvagem, no seculo XXI
Quem quer casa quem não quer não casa, quem quer vive em união de facto quem não quer não vive, vive só ou então assina uma catrefada de papeis, é assim… simples, tão simples e de fácil compreensão, não sei porque não compreende, deve ser, bem, cala-te boca…
A final a união de facto não serviu de nada à amante do milionário, que foi assassinada! O advogado dela é que a convenceu que servia para enriquecer! lol!
Ora, ora, servem a quem, pretendendo viver em comum, de facto, é avesso e não que sujeitar-se à espada, mesmo não irreversível, como antigamente, e ainda assim pior que a de Dâmocles, que persiste à boda e lua de mel do casamento.
18.Me disse
17 Agosto, 2010 às 1:09 am
aos polígamos/poliandricas ? esses ainda não podem casar.
***************************
PORTUGAL AINDA VAI CUMPRR SEU DESTINO: TORNAR-SE UM IMENSO BACANAL . . .
As uniões de facto servem para quem quer estar unido, sem estar casado.
A Helena acha que só os casais do mesmo sexo é que viviam em união de facto? Se calhar também acha que agora todos os casais do mesmo sexo estão casados!!!
Não percebo como é que supostos liberais têm uma visão tão rotulante, tão limitada e tão pouco imaginativa do uso que as pessoas fazem da sua liberdade.
A maioria nem percebeu sequer o alcance da questão. Fica tudo cheio de paneleiragem na mente e nem notam o ponto essencial: se a união de facto ficar igual ao casamento, deixa de o ser certo?
23 – Não percebo como é que supostos liberais têm uma visão tão rotulante, tão limitada e tão pouco imaginativa do uso que as pessoas fazem da sua liberdade.
Sim. É um facto. nos blogs liberais há afirmações muito caretas que de vez em quando saem cá para fora – e num repente somos vizinhas à janela a falar da vida dos outros (e isto é uma constante em assuntos que tenham a haver com convicções pessoais).
Como se fosse uma compulsão de entrar pela cabeça, boca e pés dos outros… liberal sim, mas demasiado humano ainda assim
««Não percebo como é que supostos liberais têm uma visão tão rotulante, tão limitada e tão pouco imaginativa do uso que as pessoas fazem da sua liberdade.»»
É de facto extraordinário que esses liberais não consigam imaginar que todas as pessoas que não querem casar afinal querem uma coisa igual ao casamento, com os mesmos direitos e obrigações, mas que em vez de se chamar casamento chama-se “união de facto”.
Não percebo corno destas coisas mas, logicamente, dá para perceber que a tal de “união de facto” é uma salvaguarda a posteriori para um dos membros da união que não se quis casar.
Partir do princípio que ambos querem sempre a mesma coisa- casar ou não, é de uma ingenuidade absoluta.
Sempre foi para isso que serviu. Para depois do amante morrer ou dar o fora, a gaja ainda sacar uns direitos quaisquer, pelo facto de o ter aturado sem ser a legítima.
“É de facto extraordinário que esses liberais não consigam imaginar que todas as pessoas que não querem casar afinal querem uma coisa igual ao casamento, com os mesmos direitos e obrigações, mas que em vez de se chamar casamento chama-se “união de facto”.”
Não foi nada disto que a Helena disse… Leia lá o post da Helena e a sua intervenção. Não existe qualquer semelhança entre as duas. Para a Helena, o mal não está nas uniões de facto. Está no facto de hoje em dia toda a gente poder casar.
Quer discutir batatas ou quer discutir cenouras? Decida-se.
Lista de todos os funcionarios da Casa Branca, incluindo os seus salarios.
2010 Annual Report to Congress on White House Staff
Since 1995, the White House has been required to deliver a report to Congress listing the title and salary of every White House Office employee. Consistent with President Obama’s commitment to transparency, this report is being publicly disclosed on our website as it is transmitted to Congress. In addition, this report also contains the title and salary details of administration officials who work at the Office of Policy Development, including the Domestic Policy Council and the National Economic Council — along with White House Office employees.
Mas porque raio quem vive em união de facto terá de fazer uma cerimónia para oficializar o acto?
Gastar uma fortuna no copo de água e ter de conviver com família que nem lhe apetecia convidar?
” a quem servem as uniões de facto?” Porque não traje “casual”?
Um dia destes, cara senhora, esta pergunta, com a necessária correcção ortográfica, faz-se nas revistas de modas e casamentos.” Por J.S. ”
Estas tiradas, de facto, levam a que haja uniões contra uma certa ignorância vestida de fato, mesmo que seja Armani.
E esta ignorância congénita não há como exterminá-la de facto?!
É unido de facto quem não quer casar, sendo que a orientação sexual é irrelevante para o caso. Felizmente hoje toda a gente pode casar com quem quer sem preocupações dessa natureza.
A questão seria mais deste tipo: Porquê aproximar a união de facto do casamento?
Quem quer casar, casa, com tudo o que isso implica. O mesmo para a união de facto.
Ou seja, não faz sentido uma União de Facto ser um quase-casamento-sem-papéis, tal como não faria sentido uma “União civil registada”, que era um quase-casamento-com-papéis.
…
helenafmatos,
Mas, afinal, ninguém se pronuncia: se num casal de maricas ou de lésbicas um deles engravidar quem é que é o pai – ou a mãe (sem parir e tudo…)?
o casamento é uma união de facto oficializada de 1ª, para quem tem dinheiro para gastar em cerimónias e em advogados e justiça em caso de separação oficializada ou se quiserem com mais precisão divórcio.
portanto, a união de facto é um casamento mais baratinho, para pelintras ou avarentos!…
#5 – Coisas Modernas
“Além de um largo número de questões jurídicas, sobre declarações de impostos, obrigação de apoio, responsabilidade pelas dívidas contraídas, obrigação de fidelidade, entre outras; que explicam bem a diferença entre União de Facto e Casamento, mas estes de certeza leu.”
Parece-me que o Sr. é que ainda não leu a nova lei do divórcio.
Hoje em dia não existe qualquer obrigação de apoio ou fidelidade no casamento. Para as declarações de impostos tanto faz um ou outro, e nas dívidas idem aspas, dependendo do regime de bens – na verdade, o casamento até é mais flexível neste aspecto (excepto em caso de divórcio, situação na qual o Estado presume que as pessoas não queriam casar no regime no qual expressamente declararam que se queriam casar).
A questão da Helena Matos tem toda a pertinência, e a resposta é simples: a esquerda associa o casamento (heterossexual) a uma instituição burguesa e católica. Portanto, tudo faz para que haja um regime que seja o casamento mas sem esse nome. Irónicamente, aquilo que considerava intolerável para os homossexuais.
Tendo em conta a proposta anterior do PS, em que se criava o divórcio nas uniões de facto, quem não quer estar casado que se cuide, que o Estado não tem pejo em meter-se na cama das pessoas (já não bastava meter-se no bolso…).
Minha Senhora – o mundo deu uma cambalhota – não sei se por culpa do Bush ou do Sarkozi, eu sei que nada sei, deste mundo cada vez que pula eu acabo por recuar – esse é o seu problema?
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Diga o que quiser mas diga-me também se sabe responder-me à qeustão que coloquei.
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“a quem servem as uniões de facto?” Porque não traje “casual”?
Um dia destes, cara senhora, esta pergunta, com a necessária correcção ortográfica, faz-se nas revistas de modas e casamentos.
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Er… tenho vários casais amigos que provavelmente nunca se casarão e que estão a viver em união de facto. Ainda que seja irrelevante para o caso, se a memória não me falha nenhum desses casais é gay.
Sei também de casos de casais que optaram por não se casar para não serem penalizados fiscalmetne preferindo assim declarar união de facto.
Casa quem quer, como bem disse.
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Ás mesmas pessoas que serviam antes de serem estendidas aos casais de mesmo sexo a 15 de Março de 2001.
Além de um largo número de questões jurídicas, sobre declarações de impostos, obrigação de apoio, responsabilidade pelas dívidas contraídas, obrigação de fidelidade, entre outras; que explicam bem a diferença entre União de Facto e Casamento, mas estes de certeza leu.
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Melhor, se alguém não casa é porque não quer viver como casado. Para quê uma lei que faz com que tenha de viver como tal?
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Ao Engels (Ver em “a origem da Família, da Propriedade e do Estado”).
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Para que servem as uniões de facto?
Para quem de facto se une!
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Ó Minha Senhora – reconhece-se, hoje, mas sempre existiu, que há homens e mulheres que tem necessidade de viverem sexualmente, com o seu parceiro/homem ou parceira/mulher, mas, a sociedade é patriacal, logo, faz-lhe confusão, que 2 pessoas do mesmo sexo, queiram perante a lei, consagrar o termo da “união de facto.
O Mesmo, se passava com o IVG, também não gostaram. Os patriarcas tiverem que engolir.
Há em Portugal, e no resto da Europa, (França), casos em que jovens senhoras,são lançetadas vaginalmente.
A mim preocupa-me, os governos da Europa, não proibirem este acto selvagem, no seculo XXI
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Hó Lenita
Quem quer casa quem não quer não casa, quem quer vive em união de facto quem não quer não vive, vive só ou então assina uma catrefada de papeis, é assim… simples, tão simples e de fácil compreensão, não sei porque não compreende, deve ser, bem, cala-te boca…
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Afinal houve promulgação de lei nova! Percebo melhor a provocação, mas desconheço o conteúdo. Oh well.
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A final a união de facto não serviu de nada à amante do milionário, que foi assassinada! O advogado dela é que a convenceu que servia para enriquecer! lol!
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Ora, ora, servem a quem, pretendendo viver em comum, de facto, é avesso e não que sujeitar-se à espada, mesmo não irreversível, como antigamente, e ainda assim pior que a de Dâmocles, que persiste à boda e lua de mel do casamento.
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Aliás, não só não se casa quem quer como também se descasa quem quer.
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a paneleirada continua a dizer
«desculpa estar de costas»
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Não percebo a dúvida, Helena, servem para quem não quer casar mas quer viver em união de facto.
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Ana Matos Pires,
Será que quem não quer casar quer uniões de facto que têm praticamente os mesmos direitos e obrigações que o casamento?
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aos polígamos/poliandricas ? esses ainda não podem casar.
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…
helenafmatos disse
«Diga o que quiser mas diga-me também se sabe responder-me à qeustão que coloquei.»
É uma questão irrelevante para gente séria e educada.
Nuno
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9.Adalberto Gomes disse
16 Agosto, 2010 às 9:24 pm
Não se percebe bem qual é o seu problema: você está com medo que lencetem – com o bisturi – o cu aos maricas?
tácito
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João Miranda,
Eventualmente sim, como o João aponta não são a mesma coisa, “praticamente” não é “totalmente”
Declaração de interesse: Nunca me casei e, podendo ter optado por isso, nunca usei o estatuto de unida de facto.
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18.Me disse
17 Agosto, 2010 às 1:09 am
aos polígamos/poliandricas ? esses ainda não podem casar.
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PORTUGAL AINDA VAI CUMPRR SEU DESTINO: TORNAR-SE UM IMENSO BACANAL . . .
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Para uma pergunta óbvia, uma resposta óbvia :
As uniões de facto servem para quem quer estar unido, sem estar casado.
A Helena acha que só os casais do mesmo sexo é que viviam em união de facto? Se calhar também acha que agora todos os casais do mesmo sexo estão casados!!!
Não percebo como é que supostos liberais têm uma visão tão rotulante, tão limitada e tão pouco imaginativa do uso que as pessoas fazem da sua liberdade.
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Nem mais!
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2. Eu confesso que também não sei responder à pergunta. Respondo com outra: para que serve a pergunta?
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A maioria nem percebeu sequer o alcance da questão. Fica tudo cheio de paneleiragem na mente e nem notam o ponto essencial: se a união de facto ficar igual ao casamento, deixa de o ser certo?
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23 – Não percebo como é que supostos liberais têm uma visão tão rotulante, tão limitada e tão pouco imaginativa do uso que as pessoas fazem da sua liberdade.
Sim. É um facto. nos blogs liberais há afirmações muito caretas que de vez em quando saem cá para fora – e num repente somos vizinhas à janela a falar da vida dos outros (e isto é uma constante em assuntos que tenham a haver com convicções pessoais).
Como se fosse uma compulsão de entrar pela cabeça, boca e pés dos outros… liberal sim, mas demasiado humano ainda assim
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««Não percebo como é que supostos liberais têm uma visão tão rotulante, tão limitada e tão pouco imaginativa do uso que as pessoas fazem da sua liberdade.»»
É de facto extraordinário que esses liberais não consigam imaginar que todas as pessoas que não querem casar afinal querem uma coisa igual ao casamento, com os mesmos direitos e obrigações, mas que em vez de se chamar casamento chama-se “união de facto”.
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#23
Talvez haja quem queira ter a liberdade de casar ou não. Se não querem direitos e deveres de casados não casam, se querem casam. Isso é liberdade.
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Não percebo corno destas coisas mas, logicamente, dá para perceber que a tal de “união de facto” é uma salvaguarda a posteriori para um dos membros da união que não se quis casar.
Partir do princípio que ambos querem sempre a mesma coisa- casar ou não, é de uma ingenuidade absoluta.
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Sempre foi para isso que serviu. Para depois do amante morrer ou dar o fora, a gaja ainda sacar uns direitos quaisquer, pelo facto de o ter aturado sem ser a legítima.
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A união de facto obriga a monogamia?
Eu ia jurar que não. Ora, se não obriga, há-de fazer jeito para muita gente.
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Aliás, nem sei se se pode considerar união de facto entre pessoas em que uma delas (ou as duas) são casadas com terceiro.
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João Miranda,
“É de facto extraordinário que esses liberais não consigam imaginar que todas as pessoas que não querem casar afinal querem uma coisa igual ao casamento, com os mesmos direitos e obrigações, mas que em vez de se chamar casamento chama-se “união de facto”.”
Não foi nada disto que a Helena disse… Leia lá o post da Helena e a sua intervenção. Não existe qualquer semelhança entre as duas. Para a Helena, o mal não está nas uniões de facto. Está no facto de hoje em dia toda a gente poder casar.
Quer discutir batatas ou quer discutir cenouras? Decida-se.
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Eu explico.
É melhor ir de facto do que de T-shirt.
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Ora, caríssima Helena Matos, para casar quem não quer!!
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É o direito à diferença, não casar e viver com alguem do mesmo sexo.
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Lista de todos os funcionarios da Casa Branca, incluindo os seus salarios.
2010 Annual Report to Congress on White House Staff
Since 1995, the White House has been required to deliver a report to Congress listing the title and salary of every White House Office employee. Consistent with President Obama’s commitment to transparency, this report is being publicly disclosed on our website as it is transmitted to Congress. In addition, this report also contains the title and salary details of administration officials who work at the Office of Policy Development, including the Domestic Policy Council and the National Economic Council — along with White House Office employees.
View the searchable table below:
http://www.whitehouse.gov/briefing-room/disclosures/annual-records/2010
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Mas porque raio quem vive em união de facto terá de fazer uma cerimónia para oficializar o acto?
Gastar uma fortuna no copo de água e ter de conviver com família que nem lhe apetecia convidar?
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” a quem servem as uniões de facto?” Porque não traje “casual”?
Um dia destes, cara senhora, esta pergunta, com a necessária correcção ortográfica, faz-se nas revistas de modas e casamentos.” Por J.S. ”
Estas tiradas, de facto, levam a que haja uniões contra uma certa ignorância vestida de fato, mesmo que seja Armani.
E esta ignorância congénita não há como exterminá-la de facto?!
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É unido de facto quem não quer casar, sendo que a orientação sexual é irrelevante para o caso. Felizmente hoje toda a gente pode casar com quem quer sem preocupações dessa natureza.
A questão seria mais deste tipo: Porquê aproximar a união de facto do casamento?
Quem quer casar, casa, com tudo o que isso implica. O mesmo para a união de facto.
Ou seja, não faz sentido uma União de Facto ser um quase-casamento-sem-papéis, tal como não faria sentido uma “União civil registada”, que era um quase-casamento-com-papéis.
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…
helenafmatos,
Mas, afinal, ninguém se pronuncia: se num casal de maricas ou de lésbicas um deles engravidar quem é que é o pai – ou a mãe (sem parir e tudo…)?
Nuno
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bom… ainda se põem questões destas?
o casamento é uma união de facto oficializada de 1ª, para quem tem dinheiro para gastar em cerimónias e em advogados e justiça em caso de separação oficializada ou se quiserem com mais precisão divórcio.
portanto, a união de facto é um casamento mais baratinho, para pelintras ou avarentos!…
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#5 – Coisas Modernas
“Além de um largo número de questões jurídicas, sobre declarações de impostos, obrigação de apoio, responsabilidade pelas dívidas contraídas, obrigação de fidelidade, entre outras; que explicam bem a diferença entre União de Facto e Casamento, mas estes de certeza leu.”
Parece-me que o Sr. é que ainda não leu a nova lei do divórcio.
Hoje em dia não existe qualquer obrigação de apoio ou fidelidade no casamento. Para as declarações de impostos tanto faz um ou outro, e nas dívidas idem aspas, dependendo do regime de bens – na verdade, o casamento até é mais flexível neste aspecto (excepto em caso de divórcio, situação na qual o Estado presume que as pessoas não queriam casar no regime no qual expressamente declararam que se queriam casar).
A questão da Helena Matos tem toda a pertinência, e a resposta é simples: a esquerda associa o casamento (heterossexual) a uma instituição burguesa e católica. Portanto, tudo faz para que haja um regime que seja o casamento mas sem esse nome. Irónicamente, aquilo que considerava intolerável para os homossexuais.
Tendo em conta a proposta anterior do PS, em que se criava o divórcio nas uniões de facto, quem não quer estar casado que se cuide, que o Estado não tem pejo em meter-se na cama das pessoas (já não bastava meter-se no bolso…).
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