A vida são dois dias, o Carnaval são três e este ano deve chegar aos 365
2 Setembro, 2010
O Estado não cumpre as suas obrigações Ministra da Saúde anunciou que vai entrar em negociações com as farmácias para evitar a cobrança de juros pelos atrasos no reembolso das faturas dos medicamentos.
Mas todos os dias aprova legislação que não aplica a si mesmo Atrasos no pagamento a fornecedores de produtos alimentares vão dar multa até 45 mil euros
A Bem da Nação!
6 comentários
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Ah! E não esquecer: cabe aos credores do estado, requerer que as dívidas em atraso sejam publicitadas na internet. A Bem da Nação, pois claro.
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A manchete do Público de hoje também é entusiasmante para quem paga impostos…Para quem quer cumprir…
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Reduzir a dívida às farmácias é extremamente fácil
Abram-se farmácias em todos as ruas, avenidas, becos, travessas,largos, praças, pracetas…garanto que cada uma ficará com uma dívida irrisória
Entregue-se aos privados o SNS, mas só as valências lucrativas, claro. Os preços praticados deixarão o Zé sem cheta para ir à farmácia
Outras formas, simples, haverá para diminuir essa dívida, mas essas deixo-as à imaginação da Helena.
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É a continuação de um velho princípio da sociedade portuguesa: o Estado como território de excepção.
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#3, DesconfiandoSempre,
Pagar as dívidas do Estado é um caso de contas de mercearia. E as contas são simples: tem de sair menos dinheiro do que aquele que entra.
O mal do Estado Sucialista (erro intencional) é que se habitou a esfolar o contribuinte para que entre mais dinheiro. Mas depois arranja mais amizades para chupar o dinheiro a mais, pelo que a situação fica tão má ou pior.
Caro amigo, adulador do Sócrates, pelo que o dito goovernante nos chupou a nós de impostos, taxas, multas, estipêndios e outros saques, nãpo seria tempo de termos superavit e pagar em dois ou três anos a dívida externa?
Vá lá a São Bento, vá, e leve o cartãozinho vermelho esmaecido. Pode ser que ao esmolar uma tença ou uma prebenda seja chamado para erguer uma estátua ao Melhor Primeiro Ministro dos que Nasceu (R), o Nosso Senhor (R), a troco de dinhero de todos nós.
Agora bem a sério: sabe qual é o mal do Estado? Não tem concorrência, a menos que se vote com os pés.
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