Basílio Horta: “uma desgraça total”
“Seria uma desgraça total não haver consenso político no Orçamento do Estado para 20111”, declarou Basílio Horta, ao Público (ver aqui).
Esta campanha “pró-OGE-2011-a-todo-o-custo” que eclodiu mal o PSD anunciou as suas exigências para votar (ou abster-se) em relação ao próximo Orçamento e que tem tido, nos últimos dias, Cavaco como principal paladino (pré-campanha para as Presidenciais?) até nos pode levar a pensar que qualquer OGE servirá, desde que suscite o dito “consenso” partidário. Mais vale um mau OGE que mantenha a sacrossanta estabilidade política (leia-se, manutenção do status quo do poder actual), do que o risco de uma qualquer mudança! Ainda que haja também um consenso sobre o facto de as coisas terem que mudar!
A “desgraça total” é termos alegremente mais do mesmo (uma má “estabilidade” que até possa permitir coisas destas), até à bancarrota final!!!

Por duodécimos. Mal por mal não pode ser pior do que o deste ano…
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Eu por mim fiquei a saber que o Presidente é a favor de aumento de Impostos.
Todos os Orçamentos passados tiveram como objectivo aumentar Impostos, logo se o Presidente quer um Orçamento…
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Leio muita coisa mas nunca li um orçamento de estado.
Onde é que vendem isso?
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Desgraça é esse palhaço continuar à frente dessa agência governamental que não serve para nada!
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A desgraça total é continuarmos a ter esse troca-tintas do Basílio no lugar em que está, depois de ter vendido a alma ao diabo.
Da-se, que é demais tanta desvergonha!
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‘Orçamento por duodecimos’ é a designação dada a um dos modelos possiveis de orçamentos aprovados porque outro qualquer não desejaram aprovar. Qual é o problema ou a indignação de “Seria uma desgraça total não haver consenso político no Orçamento do Estado para 20111″ ?
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‘Orçamento por duodecimos’ tem uma vantagem. Mal por mal sempre se pouparia qualquer coisita, ficaria tudo como no ano anterior. Não se aumentaria nem impostos nem despesas. A falta de mais coragem por isto e por aquilo e aqueloutro, sempre seria melhor que nada.
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Mas eles dizem que querem mas parece que não querem ou não é bem assim e tal e tal …. Quem ? A Situação ? A Oposição ? Tá-se bem, tá certo, ‘não há crise’, expressões idiomáticas da rua e do Café. Pelo menos 1950 que fotografam a coisa que sabem de ‘cor-e-salteado’ …. O Povo são uns ‘manhosos, ladrões, madraços que alvitram que somos uns ‘pantomineiros, rascas, pantomineirices, tretas’. Eles lá sabem porquê.É é o que se ouve esmagadoramente na rua. Mas quem sabe que não é assim, sabe. Ao menos parece.
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Ainda me recordo de este senhor estar na Assembleia a criticar o governo de Guterres pelas suas políticas da «agricultura do cimento» ou da «agricultura do betão».
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Uma desgraça total:
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para Portugal por exemplo vencer isto:
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-Greece is an entirely different case from Spain and Portugal, which still have manageable public debts and can bring their public finances back into line with higher taxes.
EU austerity policies risk civil war in Greece, warns top German economist Dr Sinn
http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/7980291/EU-austerity-policies-risk-civil-war-in-Greece-warns-top-German-economist-Dr-Sinn.html
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qual o Partido ou Politico no activo (ou eleito incluindo para os lugares de topo) tem coragem, estadismo ou capaz de alta POLITICA para conseguir isto em Portugal ?
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-Los Presupuestos rebajarán el gasto de los ministerios a niveles de 2006
http://www.elpais.com/articulo/economia/Presupuestos/rebajaran/gasto/ministerios/niveles/2006/elpepueco/20100827elpepieco_2/Tes
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Aguardam-se esclarecimentos e contraditório sobre este essencial.
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Eu penso que o Inginheiro prefere os duodécimos… sempre dão mais margem que o orçamento, por causa do corte na despesa.
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Jã diz o nosso povo e com razão: “Mal por mal… Marquês de Pombal”.
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«…Orçamento do Estado para 20111…»
Alguém está MESMO preocupado com o que vai suceder no ano “vinte mil, cento e onze”, como se lê no ‘post’?!
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#11, Medina Ribeiro,
Em 20111, nem por isso: mesmo se o o Mundo acabasse em 2012, como dizem os Maias e Hollywood, Portugal vai à falência mesmo muito antes disso, a contar com o aumento da despesa pública.
Caramba, não há tomates no nosso presidente?
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