Leituras:
11 Setembro, 2010
À terceira será de vez?
José Sócrates inaugura hoje uma coisa qualquer no Liceu Pedro Nunes (Lisboa). É notícia, sim senhor. Este ano José Sócrates ainda não tinha inaugurado nada no Pedro Nunes. Em 2009 sim. Em 2008 também. Mas este ano ainda não.
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já não há marcos do correio para inaugurar.
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O Sócrates anda a inaugurar escolas construidas durante o Estado Novo, pelo Salazar. E as tvs vão lá estar todas. Haja Deus!
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As “Estradas de Portugal”, precisam até ao final deste mes de setembro de 688 milhões de euros para pagar dividas bancarias. Mas o inenarravel sec de est Campos não diz que a situação financeira da instituição é invejavel? Só se for para quem deve 1500 milhões.
Tambem deve acompanhar o amigo Socrates ao Pedro Nunes.
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Declaração de interesses: discordo de muitas das políticas de Sócrates.
Embora não seja seu advogado de defesa nem pretenções a isso, devo confessar que há muito boa gente que só sabe dizer mal porque sim.
De facto, Sócrates esteve por três vezes em anos anteriores no Pedro Nunes mas por motivos diversos e só este ano para fazer a inauguração da obra.
Fez aquilo que certa vez um governante social democrata em véspera de eleições disse: vamos inaugurar o que fizemos. Não vamos deixar para que os outros inaugurarem-
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Reparem no pormenor na notícia de 2009
Na Escola Secundária Pedro Nunes, as obras vão ultrapassar os 13 milhões de euros, aos quais se somam mais um milhão para manutenção, tendo conclusão prevista para meados de Janeiro de 2010.
Das duas uma, ou a parque escolar é uma porcaria e em Maio dizia que faltavam 8 meses e faltavam 16, ou seja, o dobro, para o termos das obras, ou já estão terminadas há muito e foi mais uma indecente sessão de propaganda de inauguração do que funciona há meses.
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O que mais dá vontade para rir é ver os jornalistas, coitadinhos, de microfone e bloco de notas em riste atrás destas merdas que nunca deviam ser notícias.
E andaram estes «jornalistas» a estudar para fazerem estas tristes figuras?
Deixem o Sr. Sócrates «em paz» a fazer essas palhaçadas…
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Vamos Lá Pensar Nisto De Outra Maneira
Falo do encerramento das escolas, da abertura dos Caixotes Escolares e da criação dos mega-agrupamentos. Pensemos antes assim: será que encerrar escolas e mega-agrupar permite mesmo muitas poupanças?
Eu acho que permite algumas, mas de modo nenhum algo que seja relevante em termos de défice, em especial se tomarmos em linha de conta os custos acrescidos com os transportes escolares, eventualmente com a alimentação por via da Acção Social Escolar e diversos outros etc.
Porque não pensamos antes assim: estas medidas são necessárias para que, por via do investimento nas obras em Centros Escolares e Escolas Secundárias, se continuem a absorver fundos comunitários do QREN, empregar transitoria e precariamente uns milhares de trabalhadores, impedindo o descalabro nos índices de desemprego por um par de anos (até 2013, no máximo) e assim tornar a Educação como que uma espécie de pequena almofada que atenua o maior estrondo da crise em que vivemos.
No fundo, o que está em causa é a necessidade de, numa adulteração minimalista do keynesianismo do New Deal, manter o investimento público no sector das obras (que já sabemos por via das autoestradas cavaquistas e expos guterristas e estádios do bloco central ser um investimento de consumo quase imediato e sem dividendos para a economia futura) e assim satisfazer algumas clientelas no sector empresarial e dar emprego pouco qualificado a alguma gente. Resumindo: o modelo jardinesco de desenvolvimento.
Na verdade não são as pequenas escolas que necessitam de fechar por razões económicas directas: são os Centros Escolares que necessitam ser construídos para aplicar verbas comunitárias e gerar indirectamente emprego e receita fiscal.
Na verdade não são os mega-agrupamentos que permitem grandes poupanças na gestão: é a Parque Escolar que assim alarga a sua área de influência sobre mais umas dezenas de estabelecimentos de ensino, entrando no mercado das EB2/3.
Realmente a nossa ingenuidade tem sido enorme e o ME tem razão: fechar escolas não é uma medida economicista e talvez até seja uma medida que, na sua análise mais simples, esteja longe de ser economicamente muito vantajosa. Construir e abrir novas escolas de grandes dimensões é que é uma medida com interesse económico.
E de certa forma, as Novas Oportunidades também têm uma lógica semelhante, ao gastarem grande parte das suas verbas numa rede administrativa e burocrática de certificação que cria algum emprego de consumo rápido até 2013.
E neste caso a Educação é o motor da Economia não pela qualificação e formação da população, mas porque permite a continuação de uma estratégia de IBM (Introdução aos Baldes de Massa) para muitos dos ex-alunos.
Em 2013, esgotadas as verbas do QREN, logo se vê, o que interessa é manter isto com uma aparência de acção… porque as eleições, o mais tardar, são nessa altura… e o pior é o que virá a seguir…
http://www.educar.wordpress.com/2010/08/27/vamos-la-pensar-nisto-de-outra-maneira/
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«Na verdade os encerramentos de escolas e e os mega-agrupamentos só se levaram a cabo – contra todas as razões de racionalidade, de pedagogia e de bom-senso -porque havia que criar obra pública que permitisse retribuir os imensos favores que firmas amigas nos
fizeram durante uma campanha eleitoral extenuante e, na impossibilidade de se fazerem pontes, aeroportos e tgves, havia que ser imaginativo.
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PS: Não é anedota.
Chove dentro do pavilhão? A culpa é do clima, dizem ministra e técnicos da Parque Escolar
A ministra da Educação, Isabel Alçada, foi ontem surpreendida durante a visita à Escola D. Manuel I, em Beja, com uma situação inesperada: o pavilhão polivalente coberto, acabado de construir – ao abrigo do projecto de requalificação do edifício escolar -,
deixa entrar água a ponto de interditar o espaço às aulas de Educação Física.
A governante, que disse ter sido informada da situação ontem de manhã, não escondeu o incómodo quando os jornalistas a confrontaram com o problema. E argumentou com uma insólita explicação. “Foi-me dito que o miniclima de Beja está relativamente diferente, graças ao Alqueva, que refrescou a cidade, e que tornou um pouco mais húmida esta zona.”
Não é conhecida nenhuma interpretação científica que demonstre estar o clima alentejano a ficar mais temperado por causa de Alqueva, embora se especule sobre esta eventualidade.
O pavilhão em causa foi concebido, segundo os técnicos da empresa pública Parque Escolar (PE), em função das condições climatéricas características do Alentejo. Daí que tem apenas uma cobertura, por causa das temperaturas elevadas habituais na região, não tem
paredes para possibilitar uma melhor circulação do ar e consequentemente oferecer temperaturas mais amenas no Verão.
Chegado o Inverno, verificou-se que a precipitação particularmente abundante entra pelas laterais, inundando o espaço destinado às actividades desportivas. Quando o frio aperta é impensável tanto alunos como professores envergarem roupas mais ligeiras. “Aquilo parece uma arca congeladora”, comparou um aluno, opinião corroborada por vários colegas e algunsprofessores.
Reportando-se ao problema do pavilhão polivalente coberto, Pedro Nunes, presidente da Parque Escolar, lamentou a situação, frisando que as condições climatéricas que têm ocorrido desde o passado mês de Dezembro “não são próprias do Alentejo”, reconhecendo, porém, que a solução arquitectónica encontrada para a escola de Beja “não foi totalmente conseguida”. Isabel Alçada descansou a comunidade escolar, adiantando que já foi encontrada a solução: “O pavilhão vai receber uma cobertura lateral, por onde a chuva entra.”
Durante a deslocação a Beja, a ministra da Educação foi confrontada com as eventuais restrições orçamentais impostas pelo Programa de Estabilidade e Crescimento. Em resposta a esta questão, Isabel Alçada garantiu que “as obras vão prosseguir”, mas “temos que ajustar o ritmo de desenvolvimento deste trabalho de renovação e de requalificação da nossa rede de escolas à nossa disponibilidade financeira”, frisou, comprometendo-se a
prosseguir com as obras “já programadas”.
A ministra tentou vezes sem conta ouvir a opinião dos alunos sobre a “nova” escola. De um modo geral, não foram muito efusivos.
http://www.publico.pt/Educação/chove-dentro-do-pavilhao-a-culpa-e-do-clima-dizem-ministra-e-tecnicos-da-parque-escolar_1426428
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PARQUE OCULTA
“Três anos de acção do Parque Escolar [criado pela ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues] revelam como se pode transformar um programa de requalificação escolar num
obscuro processo de utilização de dinheiros públicos.
Tiago Mota Saraiva* – 28.02.10
Em 2007, Maria de Lurdes Rodrigues iniciou o processo de transferência da maioria das escolas que eram propriedade do Estado para uma empresa pública (Parque Escolar EPE.). À
empresa competiria requalificar o nosso parque escolar, ficando progressivamente proprietária dos edifícios e das suas formas de exploração comercial.
Se tivermos em consideração que normalmente os complexos escolares e espaços exteriores adjacentes estão implantados em centros urbanos consolidados e são objecto, na maioria
dos casos, de uma enorme pressão imobiliária, é fácil de concluir que teria sido mais prudente realizar uma discussão pública prévia e participada que pudesse envolver a comunidade escolar, técnicos e municípios. Por outro lado, as nomeações para a
administração da Parque Escolar EPE, entre ex-dirigentes da REFER e ex-directores de construtoras, não foram um sinal positivo no que diz respeito à gestão do património, ainda, público.
Os piores receios confirmaram-se. Três anos de acção do Parque Escolar revelam como se pode transformar um programa de requalificação escolar num obscuro processo de utilização
de dinheiros públicos.
Neste texto faltar-me-ão linhas para abordar as inúmeras queixas da comunidade escolar sobre as escolas “requalificadas”, avaliar o custos extraordinários que a precipitação eleitoralista infligiu ao processo, explicar o artifício processual que fez com que meia dúzia de empresas de construção dominassem praticamente todas as empreitadas ou conceber um exercício disciplinar sobre a oportunidade desperdiçada de se pensar os edifícios escolares para os próximos cinquenta anos – à imagem do que foi feito no programa análogo em Inglaterra, Building Schools for the Future.
Entretanto, um grupo de jovens arquitectos do qual faço parte decidiu lançar uma petição on-line para denunciar a forma como o programa que concentrou a maioria das obras públicas dos últimos dois anos está a ser gerido.
No que diz respeito à encomenda de prestações de serviços de projecto, socorrendo-se de uma série de malabarismos jurídicos e perante o silêncio complacente das ordens profissionais, o Governo deu mãos livres aos administradores da Parque Escolar para decidirem a quem adjudicar milhões de euros. O caso ainda resulta mais absurdo quando, apenas seis meses após a entrada em vigor do novo código de contratação pública (no qual está previsto, por exemplo, um procedimento de concurso de prestação de serviços realizável em 24 horas), o Governo anuncia um regime de excepção para o Parque Escolar que, sob o pretexto da urgência, permite que as decisões de contratação possam ser
decididas sem as mínimas condições de transparência. Aquilo que nas declarações do presidente do Parque Escolar é visto como a “parte mais injusta” do programa é, no fundo, a suspensão do Estado de direito e o abdicar de uma das suas premissas fundamentais na escolha do adjudicatário: o interesse público.
A desconfiança reina. Por que terão sido adjudicados 25 projectos de arquitectura a apenas três empresas de projectistas? Qual será a justificação para que 5 empresas de arquitectura concentrem mais de 20% da encomenda?
Na sequência da petição, a Parque Escolar veio anunciar que umas migalhas serão objecto de concurso público. As outras ficarão novamente ao abrigo de um procedimento limitado de prévia qualificação, que não será mais do que uma forma da actual administração continuar a nomear os seus escolhidos.
Bem sei que os nossos padrões de escândalo público têm sofrido sérias mutações nos últimos anos. Por toda a Europa, as escolas públicas são entendidas como equipamentos que devem ser submetidos a concurso, para que se escolha o melhor projecto. Só o clima de total impunidade que grassa no nosso país permite que o Conselho de Administração da Parque Escolar não seja imediatamente demitido, quando justifica as suas escolhas pelo
facto de entender que existem poucas empresas em Portugal habilitadas a projectar escolas.
* Arquitecto
http://www.odiario.info/articulo.php?p=1497&more=1&c=1
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Investimento da Parque Escolar segura sector da construção
por Nuno Aguiar, Publicado em 24 de Agosto de 2010
Só o investimento público continua a segurar a economia. Parque Escolar vale 32% dos concursos públicos este ano
http://www.ionline.pt/conteudo/75078-investimento-da-parque-escolar-segura-sector-da-construcao
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Parque Escolar
http://www.alertaconstante.blogspot.com/2010/02/parque-escolar.html
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A Sinistra Ministra Isabel Alçada
Publicação: 23 October 09 – Arrebenta
O KAOS falhou-me hoje com a imagem, de maneira que começo o texto a meio, … era uma e meia da tarde, já estava eu a telefonar para Londres, para o Filipe, sempre querido, sempre amigo do meu coração, eternamente infantil, que ainda estava no seu eterno encanto de alma ledo e cego, para lhe dizer, e passo a citar, “olha, a P*** da tua prima foi escolhida para nos foder… (sic)”, e como o outro não percebesse, tive de lhe dizer, “é Ministra, agora…”, e ele, “mas Ministra de quê?…”, e eu, ” Da Educação, a única Pasta, tirando a da Cultura, onde cada um pode ser Ministro…”
Isto é a fase dos “fait-divers”, porque, logo a seguir, fui caindo na Real: Lurdes Rodrigues era uma mulher obcecada, primária, que tinha sabido o que custava subir na vida, a partir do nada, e aqui fica feito o elogio possível, a quem não me merece nenhum respeito, porque nunca se soube fazer respeitar, mas, vá lá, sou cavalheiro. Isabel Alçada é pior, é secundária, cínica, ambiciosa, pretenciosa, “snob”, e com o pior estádio de quem tem “pedigrée”, que é achar que tem mesmo “pedigrée”, e quem não tiver não… existe. É secundária, e dá-te, por meia leca, e a sorrir, uma, duas, três, facadas nas costas. A coisa é substancialmente grave, no momento de derrapagem do Sistema de Ensino. Pode perguntar-se o que é que uma gaja, casada com o Rui Vilar, patrão da Gulbenkian, vem fazer num terreiro deste, onde tudo são trincheiras, minas e atiradores furtivos. A primeira resposta é evidente e é ditada pela vaidade dura e pura, como é típica destas gajas que vêm das bases do Ensino e não se habilitaram academicamente, senão, acima de umas duvidosas cuspidelas curriculares, e esta tem várias. A segunda é redundante: como não tem qualquer ideia para o Ensino, exceto nivelar o lixo por cima, mas está cheia de ideias para si, era o perfil ideal para o cargo, e foi.
Não “se achasse” e não passaria de uma mera espécie de vendedora ambulante do Círculo de Leitores de Lombadas, mas as “Mulheres de Vermelho”, o braço maçónico feminino deve ter achado que era a hora ideal de a sua acólita avançar, e avançou. Parece-me vê-la, de escola em escola, a vender as “Aventuras da Professora Tijuca de Perna Aberta nas Moitas de Oitavos, à Boca do Inferno”, onde passavam os camionistas, e vazavam os colhões, isto, “da capo”, repetido tantas vezes até as criancinhas, e os leitores para criancinhas, adormecerem.
Agora que é Ministra, substituirá Eça e Camões pelas suas/delas bostadas (Ana Maria Magalhães) e… e esta é a minha grande esperança, pôr livros dela no programa, em vez dos horrores do Saramago: sofrem menos os jovens e quem tem de os ensinar, embora a ignorância da Língua permaneça estacionária, e isso é bom, execelente, “moderno”. Com sorte, e louvando a Bíblia, talvez o Loby Maçónico, com o austero apoio gulbenkeniano a transforme no próximo Nobel da Literatura. A verdade é que se o Saramago tem, por detrás de si, uma fantástica máquina de propaganda, distribuição e venda de lixo, esta não a tem melhor, e noutro nível, não diria “tia”, mas mais “chic”, e nesse patamar eu gosto de discutir, ou seja, temos tudo para nos odiarmos de morte, à cabeça: ela, porque eu nunca a li, nem lerei; eu, porque talvez aconteça que um dos seus assessores lhe ponha, um dia, debaixo do nariz o que eu penso da figura, e a madame não é como a Lurdes, que estava sempre a jeito e ao nível de enxovalho; esta tem um Obama lá dentro, e não admite brincadeiras, é menina de processos disciplinares e perseguições, uma espécie de Margarida Moreira, mas de bairros finos, pelo menos na conceção dela de… “fino”.
Por mim, estou-me, como o Ferro Rodrigues, “cagando”: estou, literalmente, a entrar numa novelíssima fase da minha vida, e isabéis alçadas já eu como, e comi, muitas ao pequeno almoço, desde que me conheço, e assim continuarei.
Num parêntesis, e no esterco que é este “novo” governo de Sócrates, que está todo errado, já que o erro maior está na pessoa do escolhido para Primeiro Ministro, e tudo o resto são meros declives consequentes, uma palavra de elogio para a menina Canavilhas, bem simpática, uma mulher da Cultura, e pianista, o que faz dela, em hipótese, e, neste caso, em tese, uma alma sensível e um bom caráter. É. Faz parte das minhas curiosidades biográficas ter-lhe atribuído um prémio (!), mas hoje não estou para grandes histórias: recordo, com saudades, um regresso de Castelo Branco, onde concordávamos que o melhor “Requiem” de Mozart era o do Hogwood, com as suas vozes infantis, e sequência heteróclita.
Quanto à Alçada, não sei se irei escrever muito mais, já que não vai demorar muito, a ela, conseguir pôr na rua, não 100 000, mas 150 000 professores, e isso vai ser adorável. Porém, como é uma senhora, eu, que seleciono as palavras ao milímetro, quero despedir-me com uma flor, mas uma flor especial, que só se dá a narizes empinados como o dela: querida Isabel Alçada, a nova Sinistra Ministra, receba deste seu Arrebenta, com carinho, amor, devoção e respeito, uma flor, mas uma flor de uma das palavras que mais execro em Português: uma flor de… chulé. Melhor, um título que até podia ser dela: “Aventuras de uma Oportunista toda Perfumada numa Flor de Chulé”.
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______Arrebatador_______
A Lurdinhas era estúpida, mas não enganava ninguém : bastava olhar-lhe para a cara, de frente.
A nova Ministra, essa , com o sorriso ao canto do olho, disfarça mal o cinismo. Além de se ter em conta que é uma CELEBRIDADE.
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