Era suposto descer….
21 Setembro, 2010
«A despesa total do Estado está a reduzir o seu ritmo de crescimento de forma gradual e consistente»(dn)
Leitura complementar: «Os Aldrabões», por Jorge Costa
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«A despesa total do Estado está a reduzir o seu ritmo de crescimento de forma gradual e consistente»(dn)
Leitura complementar: «Os Aldrabões», por Jorge Costa
d²D/dt² < 0. Descobriram que mexer na segunda derivada da despesa por décimas pode ser confundido pelo português médio (o que opina sobre a selecção nacional como se fosse um assunto do qual fosse catedrático) como uma diminuição real de despesa.
Talvez haja um plano self prevention envolvendo os burros do governo para que as mulas que pagam impostos fiquem a olhar para as cabras que os gafanhotos dos gestores bem remunerados nos impigem como formigas, para nos fazer passar por patos.
Conclusão triste: estamos à mercê da bicharada.
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Estas notícias saõ o pão nosso de cada dia na nossa “imprensa”.
Para o desemprego utilizam a mesma táctica, ainda no outro dia ouvi na rádio “o desemprego diminuiu o seu ritmo de crescimento…”
Dizer que a despesa ou o ou o desemprego continuam a crescer, utilizar uma linguagem clara, está quieto!
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Bem, não há mais nada a fazer.
Que cada um dê de frosques o mais depressa possível, levando tudo o que puder.
O Sócrates e camarilha que se f****! Pode ser que, dentro de dois ou três anos, os portugueses possam voltar ao seu país.
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“Pode ser que, dentro de dois ou três anos, os portugueses possam voltar ao seu país.”
Isto é que é ser otimista!
Como a seguir vem o passos ou outra qualquer alimária made in psd o melhor mesmo é ficar por lá, seja lá onde for.
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É que vou fazer, Berto.
Ciao!
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ao menos nas ditaduras havia um responsável a quem lhe cortavam o pescoço , a ele e aos ajudantes , quando deposto. nesta treta de partidocracia nem responsabilidades se pode exigir. espectáculo de sistema sem efectividade e com legitimidade a fingir.
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Como se pode descer a despesa do Estado se o mesmo Estado resolve comprar 989 carros a fim de renovar a sua frota para além de todos os gastos derivados a pagamentos de contas de telemóveis, cartões VISA, viagens desnecessárias, comitivas gigantescas com todas as implicações?
Como podemos viver num país em que os governantes dizem uma coisa ao povo e fazem outra totalmente diferente?
E não é só o PS, se olharmos bem para trás o mesmo se passou com o PSD e o PP, já para não falar no PCP que em 1975 arrebentou com Portugal e o deixou de rastos.
Temos que mudar? Sim temos e devemos mudar, mas é necessário uma nova geração de políticos que não tenham medo de chegar à frente e de dizer BASTA. Todos os outros devem sair pelos seus próprios meios ou corridos pelo povo a pontapé da assembleia da república.
E deve-se também terminar com os padrinhos e compadrios dos gestores públicos, acabar com os lobbys, aprovar leis que não permitem que antigos ministros e deputados ocupem altos cargos nas empresas públicas.
Sim é preciso mudar mas será que temos todos a capacidade de realmente mudar?
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Segundo, o João Cantiga Esteves, são “SÓ” 14 mil instituições ,a receberem dinheiro do estado!
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Francisco Colaço,sendo a dívida o integral do deficit, e tendo esta a segunda derivada negativa,isso seriam boas notícias, porque nesse caso a receita e a despesa do estado estariam a convergir para o mesmo valor. Temo é que isso só venha a ser verdade porque já não há quem nos empreste.
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Há dias, a Helena Matos gozava com o uso indevido da palavra “derivado”.
Aqui, é a notícia que goza connosco, jogando (como diz Francisco Colaço) com a “segunda derivada” da despesa em ordem ao tempo, para um público que, em geral, nem a tabuada sabe.
Mas, recentemente, uma notícia de jornal era ainda mais confusa: dava-nos conta do “aumento da subida do crescimento da inflação”…
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É evidente que o jornalista procura novos locais de notícias, para além das portas dos hospitais, das esquadras e dos tribunais.
Bem mais confortável é estar em frente ao portátil a ver estatísticas.
Então saem notícias do sobe isto e desce aquilo.
É como dar informação das marés.
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Algum dos comentadores deste blog pode fazer o favor de me informar, face à impossibilidade de o Presidente da Republica dissolver o Parlamento, o que aconteceria se o mesmo não aprovasse o Orçamento para 2011, e simultaneamente aprovasse uma moção de censura que derrubasse o governo? Não estou a ironizar, é um cenario que se pode tornar realidade. Mas o que eu não sei, e gostaria de saber, é o que a Constitução da Republica prevê num caso destes.
Desde já agradeço a quem fizer o obséquio de me informar.
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Alexandre C. Silveira,
Como é óbvio, o Governo cairia. A Constituição não diz que o Governo é inamovível neste período, mas apenas que o PR não pode dissolver o Parlamento.
No caso que põe, o PR teria de convidar o PS (sim, o PS!) a formar novo Governo, tendo em conta o resultado das últimas eleições legislativas (Setembro de 2009).
E ainda há quem diga que a Constituição não precisa de ser revista… Mais: há quem apresente projectos de revisão que não tocam nestes absurdos…
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A Pinto de Sá,
Agradecido pela informação; esta situação ajuda-nos a perceber porque somos um país atrasado. Um governo que prejudica o país desta maneira ignobil, não pode ser removido.
Esta seria uma oportunidade para alterar este e outros, como muito bem diz, absurdos.
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Julgo que o senhor é responsável pela parte gráfica do blog.
Na minha opinião piorou e muito mais ainda para quem é miope e astigmático como eu estas manchas em branco são um horror.
No Arrastão pode responder-se directamente a uma opinião o que se traduz num animado diálogo.
Vejam lá se podem dar uma nova mudança, o próprio espacejamento está horrível (vidé o post de Joao Miranda).
Obrigado.
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Vídeo: Cavaco Silva critica importância dada ao TGV e aeroporto em detrimento do futuro dos portos nacionais
21 Setembro 2010 | 10:58
Ana Laranjeiro – alaranjeiro@negocios.pt
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O Presidente da República alertou hoje para a importância estratégica dos portos nacionais, criticando a preferência pela discussão “prolongada” de obras como o TGV e novo aeroporto em detrimento do futuro dos mesmos.
“Espanta a muitos, dada a importância estratégica dos nossos portos, que possamos discutir meses e anos a fios o TGV ou o novo aeroporto de Lisboa sem que paremos um pouco para pensar nos portos do futuro”, afirmou hoje Cavaco Silva na sessão de abertura do Congresso “Portos e Transportes Marítimos”.
O Presidente da República remeteu para estudos efectuados pela Comissão Europeia que revelam que “nos sectores marítimos tradicionais, isto é nos transportes, portos e construção naval, Portugal gera um valor que é mais de três vezes inferior ao valor gerado pela Bélgica, um pais que tem apenas 98 quilómetros de costa e gera, igualmente três vezes menos emprego do que a Grécia”.
“ A Espanha gera, com o seu “cluster” de mar sete vezes mais valor do que Portugal. E a Dinamarca, um país com bastante menos população do que o nosso, produz seis vezes mais valor e três vezes mais emprego nos sectores marítimos do que Portugal”, alertou o responsável.
Cavaco Silva mostrou-se ainda preocupado com a necessidade “seriamente de encontrar novas vias de desenvolvimento económico” perante a situação que o pais vive e a “persistência de problemas estruturais”.
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Na 1ª república assistimos até que ponto a maçonaria conduziu economicamente o país, período que estamos comemorar alegremente sem espírito crítico.
Hoje, é assumido o protagonismo que os ditos maçons têm nas decisões políticas e nas actividades económicas de compadrio. A situação repete-se e sabemos que eles “andem” por aí.
O problema é que já dominam o poder nos dois partidos maioritários.
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