Alegre no Clube dos Pensadores.
27 Setembro, 2010
Hoje, às 21h e 30 m, no GaiaHotel. Será a “rentrée” do Clube e de Joaquim Jorge. (cartoon via Clube dos Pensadores)
A minha pergunta/comentário ao poeta-candidato das tiradas tonitruantes e vazias, terá a ver com isto, aqui.

Ah! antes que me esqueça… PMF, em quem é que a gente vai votar, no Manel ou no Aníbal.
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Alegre esta’ numa fase alegre: nao critica os seus amigos deputados, nao questiona o PS, aplaude este governo, esta’ embevecido com o ‘Menjno de Ourodo PS’…
Para Alegre e desde ha’ meses, todos os males tem um culpado: Cavaco Silva…
Alegre entregou-se a Socrates…Alegre traiu milhares de independentes…
(Mario Soares & seus encarrega-se dele nos media…)
E Socrtes esta’-se marimbando para a derrota !, tal como procedeu com Soares em 2006 ! Socrates aniquila mais uma faccao no PS…
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Vao ao site daColumbia University, e notem bem no curriculum de Socrates os cursos superiores da excelencia…E onde foram concluidos…
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Televisão, hoje?
Só na SonyTV depois das 23:00 o TopChef.
Sempre se aprende alguma coisa.
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Resposta à minha pergunta (Sorumbático):
(ou a posição de um dos bonzos do Regime)
«Precisa o regime de um PR vigilante e corrector do Governo?”
Pedro Passos Coelho…
Independentemente disso, qual o inconveniente de uma discussão pública e democrática da mesma? Mete medo a quem? Ou é uma vaca sagrada?»
P: “Deve a CRP ser revista?”
Manuel Alegre: A escolha do modelo semipresidencial da CRP em 1976 radicou no conhecimento da nossa história parlamentar. O sistema semipresidencial de tipo francês implica uma supremacia do Presidente em funções executivas que, sendo o mesmo eleito por sufrágio directo, poderia conduzir a tentações de abuso de poder, de tipo sidonista, que se queriam evitar. Por outro lado, o sistema parlamentar puro poderia conduzir a uma grande instabilidade política, com frequentes quedas de governo caso não houvesse maiorias estáveis, como sucedeu na I República. Por isso estes modelos foram afastados e se construiu um modelo próprio, em que o Presidente, eleito por sufrágio directo e portanto com uma legitimidade eleitoral própria, tem sobretudo poderes de garantia de funcionamento de todo o sistema constitucional e ainda poderes excepcionais para resolver crises, como a dissolução do Parlamento para devolver ao eleitorado a escolha do caminho a seguir.
Considero este modelo adequado e equilibrado, tendo-se revelado, aos longo dos últimos 34 anos, compatível com a formação de governos de direita e de esquerda, minoritários ou maioritários. Não é por causa da CRP que Portugal não tem feito maiores progressos.
Não há qualquer inconveniente na discussão pública e democrática seja de que tema for. Em democracia não há “vacas sagradas” e ninguém está acima da crítica. Mas pela minha parte defenderei a CRP pelo que ela representa de valores democráticos, direitos e liberdades essenciais, incluindo os direitos sociais, subordinação do poder económico ao poder político democrático, separação de poderes e salvaguarda da cidadania. São estes os pilares do Estado de Direito que o 25 de Abril anunciou e a CRP veio consagrar.
A bem do Regime?
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Clube de pensadores?
É preciso topete…
O que pensam eles?
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Obrigado , Pedro
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