Os conselhos do FMI
30 Setembro, 2010
«Countries with relatively low tax rates, fewer laws and regulations, and a well-established rule of law tend to have smaller shadow economies.
Macroeconomic and microeconomic modeling studies based on data for several countries suggest that the major driving forces behind the size and growth of the shadow economy are an increasing burden of tax and social security payments, combined with rising restrictions in the official labor market. Wage rates in the official economy also play a role.» (Friedrich Schneider with Dominik Enste, Hiding in the Shadows – The Growth of the Underground Economy, in Economic Issues, n.º 30, FMI, 2002) [versão em castelhano].
3 comentários
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E lá está, exemplo é concerto U2 esgotado, com bilhetes entre 32 e 125€ que no mercado negro (é só procurar pela net) já se encontram a 600++ euros. O dinheiro está por aí, quanto mais apertados formos, mais vontade temos de sermos “livres”.
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O problema é que a economia paralela que seria uma das únicas formas do país ainda funcionar qualquer coisa daqui para a frente, está também ela muito limitada pela máquina implacável das finanças que hoje em dia sacam tudo a todos com os múltiplos cruzamentos de dados.
O melhor mesmo é ser cigano, estar a viver do rendimento mínimo, passar o dia no café e andar em grandes Mercedes e BMWs como é o caso de malta aqui perto!
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Carlos,
veja o relatório do mesmo autor “SIZE AND MEASUREMENT OF THE INFORMAL ECONOMY IN 110 COUNTRIES AROUND THE WORLD*.”
Está em: amnet.co.il/attachments/informal_economy110.pdf
Salte directamente para a página 30, o gráfico é esclarecedor.
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