Um desperdício
30 Setembro, 2010
FMI sem FMI e sem a verificação externa que uma intervenção do FMI proporcionaria. Ou seja, um desperdício.
7 comentários
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FMI sem FMI e sem a verificação externa que uma intervenção do FMI proporcionaria. Ou seja, um desperdício.
ainda para mais, quando já se sabe o que acontece, quando se deixa o Passos Coelho a controlar a execução de acordos…
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“Sem verificação externa” e sem credibilidade. O FMI, por mais nefasto que possa ser para certos sectores da sociedade política, proporciona sempre, além da redução da despesa, medidas que visem o crescimento económico.
João, vislumbras crescimento económico? Eu não.
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Pelo menos parece que o problema podera ser resolvido internamente, sem intervenção do vaticano do norte.
Já parecemos um país que sabe tomar conta de si. As contas Portuguesas são relativamente rigorosas. O tribunal de contas e o INE fazem por isso.
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estamos entregues às ratazanas vorazes
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Depois de milhares e milhares de posts e comentários premonitórios aqui no Blasfémias… aconteceu.
Cegos, surdos, mas não mudos, os macacos que governam Portugal vai para sete anos foram obrigados a fazer o que não queriam.
Com o anuncio das bases orçamentais para 2011, o PS perdeu as eleições.
Falta julgar o engenheiro da treta e o idiota do tesoureiro que lhe aparou os golpes todos.
Mas não se iludam: é forte o golpe mas não chega para pagar a conta!
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curtíssima reflexão:
Disse Sócrates ontem: “Chegou o momento de agir” e também isto, “pensamos muito” antes de avançar com estas medidas”.
Não para de mentir, o homem. Senão vejamos: Ainda há menos de uma semana o ministro Mendonça fazia finca pé no avanço dos tgv´s e quejandos, onde foi o que se viu.
Mas, pasme-se, nestes escassos dias, Sócrates nem meteu os pés no país, e, entre a convicção do ministro Mendonça e o despacho de Teixeira dos Santos que mata a convicção de Mendonça, quando é que Sócrates teve tempo para cagar, quanto mais pensar??
Não teve. E essa é a prova provadinha que isto anda totalmente destrambelhado pelos lados do governo. E, se, ao contrário do que diz Campos e Cunha, os tais, essa entidade tão maligna quanto holográfica, mercados internacionais se puserem a pensar mais de dois minutos sobre Portugal, vai ser uma barraca, porque, deste quadro sobressai a evidência de que não há estratégia, apenas reacção. E a reacção impede uma visão de futuro alargada, consolidade, coerente… topam??
Bom, perante isto, se não começarem a salta vidros das montras e os carros calcinados não começarem a fazer parte do cenário citadino em Portugal, estes portugueses não merecem a História que transportam nos seus corpos marrecos.
Rita
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Abaixo a reacção: viva os motores a hélice!
(esta foi escrita nas paredes da Rua Almirante Reis, quando da 25-A)
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