A censura da guerra no Público
3 Outubro, 2010
É conhecida a relutância do jornal Público em publicar noticias desagradáveis para as forças da Nato/Eua no Afeganistão. Para o constatar, basta fazer uma pesquisa simples nas edições impressas desde Janeiro deste ano, o mais mortífero desde o início da invasão, e verificar que são residuais, sendo a omissão a regra.
Nesta sexta-feira a comunicação social em geral dava conta de notícia da Lusa: «Afeganistão: Seis soldados das forças internacionais mortos no Sul». O publico.pt e a edição em papel ignoraram a coisa, preferindo destacar (+ papel): «Extremistas paquistaneses incendiaram camiões com combustível para tropas da NATO»….
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4 comentários
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O alinhamento do Público com a política dos EUA não é novidade.
O mais ridículo ainda é a defesa das armas de destruição maciça no Iraque, pelo Fernandes.
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o blasfémias contra a propaganda dos EUA? Pasmo-me…
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Tens é pena que não se elogie o Vladimiro . . .
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“É conhecida a relutância do jornal Público em publicar noticias desagradáveis para as forças da Nato/Eua no Afeganistão”
É também conhecida a relutância em noticiar as coisas benéficas.
O Publico jornal de cultura narcisista não quer simplesmente noticiar a Guerra especialmente quando feita por um dos seus.
“O mais ridículo ainda é a defesa das armas de destruição maciça no Iraque, pelo Fernandes.”
Só um pateta como o Piscoiso diz uma coisa dessas.
http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/1189182.stm
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