Reformar o estado despesistas para manter o estado social. Muito bem.
Agora PPC deve votar contra o orçamento e obrigar o governo a cortar no desperdicio do sector publico, fundir entidades, cortar nas chefias e nas mordomias.
um político para ficar na história tem de ter a capacidade de dizer basta a este conluio belem/sao bento e ter a coragem de deixar este eixo resolver a questão. todos sabem aquilo que é necessário fazer para fazer deste pais ideal (territorio versos população + caldo cultural),um país exemplo para a humanidade. meus senhores isto nem é o 5ºimpério é somente restruturar a administração, organização política e territorial do país e colocar todos iguais perante a lei e as oportunidades.politicos, juízes, militares, administração pública não devem sequer ter a ideia que são especiais e tão pouco serem ladrõescamuflados dos restantes portugueses, dêem-se ao respeito e sejam honestos, correctos e com uma prática de responsabilidade social e de solidariedade real.
Reformar o estado despesistas para manter o estado social. Muito bem.
Agora PPC deve votar contra o orçamento e obrigar o governo a cortar no desperdicio do sector publico, fundir entidades, cortar nas chefias e nas mordomias.
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Vem daí uma apostinha?
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Ganha juízo é o que eu desejo ao Presd. da JSD
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um político para ficar na história tem de ter a capacidade de dizer basta a este conluio belem/sao bento e ter a coragem de deixar este eixo resolver a questão. todos sabem aquilo que é necessário fazer para fazer deste pais ideal (territorio versos população + caldo cultural),um país exemplo para a humanidade. meus senhores isto nem é o 5ºimpério é somente restruturar a administração, organização política e territorial do país e colocar todos iguais perante a lei e as oportunidades.politicos, juízes, militares, administração pública não devem sequer ter a ideia que são especiais e tão pouco serem ladrõescamuflados dos restantes portugueses, dêem-se ao respeito e sejam honestos, correctos e com uma prática de responsabilidade social e de solidariedade real.
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Quod erat demonstrandum.
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O que interessa a letra da lei “tendencialmente gratuito” quando a realidade é tendencialmente pagante.
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