Entrevista de Teixeira dos Santos foi de rir à gargalhada
21 Outubro, 2010
Teixeira diz que parceria Caia/Poceirão tem impacto limitado no OE (serão milhões de euros todos os anos durante 30 anos, mas não serei ministro tanto tempo)
Novos aumentos de impostos? “Não faço exercícios de futurologia” (Quando os faço nunca acerto)
Se o OE não for aprovado “está em causa a independência do país” (lembrei-me disso agora)
“Não podemos ter um pacote de medidas para português ver. É para os mercados verem” (fizemos o PEC II para português ver e não resultou)
Recorrer ao fundo de pensões da PT “não é sinal de descontrolo orçamental” (só falhamos o objectivos em 2,7 mil milhões de euros)
“Situação do BPN impôs um custo para evitar uma catástrofe financeira no país” (Era um banco pequenino mas com um grande risco sistémico)

Apesar da agressiva oposição interna dos cavaquistas (mais papistas que o papa), de comentadores afectos ao PSD e de alguns ex-aliados, PPC lá conseguiu uma saída minimamente airosa, obrigando o Sócrates a negociar.
Imaginem se o PPC tivesse tido apoio interno e mantido a sua proposta de chumbo do OE com aumento de impostos. Neste momento seria dono do jogo e o governo obrigado a recuar em toda a linha.
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Já não tenho paciência
para ouvir os governantes
andam errados na ciência
tanto agora com antes
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PMP
Está a confundir desejos com realidades.
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O “tecnico competente” é uma personagem só possível de existir porque vale tudo e tudo é possível quando desde os jornalistas, primeira bitola para os políticos, até à elite “responsável” tudo tolera e aceita.
Quanto a “tolerância” é total tudo é possível até o inacreditável.
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Só há duas maneiras para classificar alguns tipos de governantes: Ou são idiotas, ou são “bandidos” descarados.
“cada povo tem o governo que merece”
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Governo vai meter mais 400 milhões de euros no BPN
21.10.2010 – 09:50 Por PÚBLICO
O Estado comprometeu-se a meter mais 400 milhões de euros no BPN, através de um aumento de capital a realizar antes de terminar a reprivatização do banco, segundo a documentação entregue aos potenciais interessados na sua compra.
Este aumento de capital só deverá acontecer no próximo ano, atendendo à data expectável da reprivatização, segundo o Jornal de Negócios, que avançou hoje a notícia do aumento de capital.
O preço que o Governo tinha estipulado para a reprivatização do banco (onde vendia apenas a sua rede de balcões) era de 180 milhões de euros, mas não houve interessados.
Este aumento de capital aumentará o dinheiro que o Estado pôs no banco, directa e indirectamente, para cinco mil milhões de euros, um valor da ordem de grandeza do pacote de austeridade que o Governo ver aprovado na sua proposta de Orçamento do Estado para 2011.
http://economia.publico.pt/Noticia/estado-quer-meter-mais-400-milhoes-de-euros-no-bpn_1462110
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Estes são os governantes responsáveis pela elaboração do Orçamento deste ano, para o ano que vem. O Orçamento que “esmaga”, e é um “massacre fiscal” ( Nicolau Santos do Expresso, de onde foi retirada a imagem).
Fui ver quem são os indivíduos, começando pelo mais velho, Emanuel dos Santos. É um velho especialista em “previsões e estudos”. Nem é preciso dizer mais nada, porque esse currículo explica tudo.
Depois, Sérgio Vasques. É um especialista teórico e docente de assuntos jurídico-fiscais. Presumivelmente saberá resolver problemas do RGIT ( Regime geral das infracções fiscais), da LGT( lei geral tributária) e do CPPT ( código de procedimento e processo tributário). Mas para isso temos juizes do STA…
Carlos Pina. Mestre em Direito e outro téorico da área fiscal, com incidência nos valores mobiliários e que exerceu advocacia durante quatro anos, há mais de dez. É docente e assessor por vocação.
Gonçalo Castilho. Outro mestre em direito e mais um teórico com vocação para assessor e assistente.
O Ministro, Teixeira dos Santos, já o sabemos, é professor universitário e político a tempo parcial. Já foi considerado o pior ministro das Finanças da Europa.
Com este postal apenas gostaria de chamar a atenção para uma coisa: os responsáveis pelo esmagamento fiscal que sofremos, são teóricos do direito fiscal. Um ou outro praticou algo relacionado, mas a essência do que fazem aprenderam na faculdade. Com os mestres que muitas vezes parecem cegos que guiam outros cegos.
É este o problema e não se vê saída para o mesmo, exactamente por isso: a cegueira, para além do tempo imediato que se liga à contabilidade corrente, é permanente e estes teóricos não estão obviamente preparados, pelo saber e experiência, para dar uma luz ao fundo do túnel.
Serão medíocres? Nem tanto, porque deverão ter notas de curso que atestam que são uns sabichões. E no entanto, há anos e anos que nos enterram na miséria e desgraça, sem saberem fazer melhor que isto que nos apresentam.
São estes paradoxos que se torna mister resolver e denunciar. Não precisamos de teóricos deste calibre que nos afundam na miséria geral em relação a outros países. E que ainda por cima se defendem miseravelmente com desculpas de mau pagador: atirando as culpas para a crise internacional. Estes são os governantes responsáveis pela elaboração do Orçamento deste ano, para o ano que vem. O Orçamento que “esmaga”, e é um “massacre fiscal” ( Nicolau Santos do Expresso, de onde foi retirada a imagem).Fui ver quem são os indivíduos, começando pelo mais velho, Emanuel dos Santos. É um velho especialista em “previsões e estudos”. Nem é preciso dizer mais nada, porque esse currículo explica tudo.Depois, Sérgio Vasques. É um especialista teórico e docente de assuntos jurídico-fiscais. Presumivelmente saberá resolver problemas do RGIT ( Regime geral das infracções fiscais), da LGT( lei geral tributária) e do CPPT ( código de procedimento e processo tributário). Mas para isso temos juizes do STA…Carlos Pina. Mestre em Direito e outro téorico da área fiscal, com incidência nos valores mobiliários e que exerceu advocacia durante quatro anos, há mais de dez. É docente e assessor por vocação.Gonçalo Castilho. Outro mestre em direito e mais um teórico com vocação para assessor e assistente. O Ministro, Teixeira dos Santos, já o sabemos, é professor universitário e político a tempo parcial. Já foi considerado o pior ministro das Finanças da Europa.Com este postal apenas gostaria de chamar a atenção para uma coisa: os responsáveis pelo esmagamento fiscal que sofremos, são teóricos do direito fiscal. Um ou outro praticou algo relacionado, mas a essência do que fazem aprenderam na faculdade. Com os mestres que muitas vezes parecem cegos que guiam outros cegos.É este o problema e não se vê saída para o mesmo, exactamente por isso: a cegueira, para além do tempo imediato que se liga à contabilidade corrente, é permanente e estes teóricos não estão obviamente preparados, pelo saber e experiência, para dar uma luz ao fundo do túnel.Serão medíocres? Nem tanto, porque deverão ter notas de curso que atestam que são uns sabichões. E no entanto, há anos e anos que nos enterram na miséria e desgraça, sem saberem fazer melhor que isto que nos apresentam.São estes paradoxos que se torna mister resolver e denunciar. Não precisamos de teóricos deste calibre que nos afundam na miséria geral em relação a outros países. E que ainda por cima se defendem miseravelmente com desculpas de mau pagador: atirando as culpas para a crise internacional.
http://portadaloja.blogspot.com/2010/10/os-responsaveis-pelo-orcamento-2010.html
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Em 2011, o estado socialista propõe-se engordar a despesa intermédia em 600 milhões de euros, ou seja, 0.4% do Produto Interno
O Jornal de Negócios de hoje informa que, afinal, nos termos do Orçamento socialista para 2011, a despesa intermédia do Estado socialista sobe 8%, ou seja, o bastante para absorver o que o Estado socialista ganha por nos retirar deduções fiscais.
Como é que Teixera Santos e o seu chefe Sócrates («um artista, um grande artista», chamava-lhe anteontem Ângelo Correia, que tem uma certa admiração pela coisa) fizeram? O Jornal de Negócios explica. A despesa intermédia inclui todos os bens e serviços utilizados pelo Estado para desempenhar as suas tarefas, coisas tão diversas como serviços de consultoria, material escolar, equipamentos de saúde e (atenção à chave) submarinos. Então, TS e JS incluiram o pagamento dos submarinos em 2010, o que fez subir a despesa e lhes deu pretexto, embora deslavado, para justificar porque gastaram mais quando tinham prometido gastar menos. E, como as compras de 2010 ficaram assim empoladas, o relatório do Orçamento socialista para 2011 é apresentado como tendo um corte de 4,4% na despesa intermédia. Mas é trapalhice o que acontece é que, se se retirar o pagamento dos 2 submarinos das contas de 2010, verifica-ser que em 2011, o estado socialista propõe-se engordar a despesa intermédia em 600 milhões de euros, ou seja, 0.4% do Produto Interno.
Como ia dizendo: tudo gente séria, tudo bons rapazes.
http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/3964096.html
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demência
O mesmo governo que quer diminuir salários, aumentar outra vez os impostos, reduzir deduções fiscais; que fechou maternidades, hospitais, escolas, que aumentou taxas moderadoras, que cavou o maior défice, a maior dívida pública e a maior taxa de desemprego da história da democracia; esse governo que nos acena com o apocalipse caso não passe o orçamento, que exige – atrevimento dos atrevimentos – o sacrifício de todos, é o mesmo que, no Orçamento de Estado pra 2011, prevê gastar mais 32,94% em publicidade aos seus feitos, 20,08% em vestuário e artigos pessoais para a administração, 10,59% em artigos honoríficos e de decoração (sic), 20,41% em combustíveis e lubrificantes, etc, etc, etc.
Em tempos, pensei que fosse um caso de incompetência pura e simples. Depois, achei que era um caso de polícia. Hoje, é óbvio que é um caso clínico.
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4528443.html
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…
Então o meu caro João Miranda censurou o meu comentário para depois vir escrever exactamente a mesma coisa, com excepção das gargalhadas a que eu chamei de tristeza? hehehehe
Assim não vale, meu caro.
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Orçamento do Estado alimenta 14 mil entidades públicas
Entre elas estão 340 fundações de mão-pública, 379 institutos públicos, 537 empresas municipais e mil sociedades empresariais do Estado
Portugal concentra actualmente 14 mil entidades públicas e parcerias público-privadas que se alimentam directamente do Orçamento Geral do Estado. Entre estas, contam-se 340 fundações de mão-pública, 379 institutos públicos, 537 empresas municipais e mil sociedades empresariais do Estado que não geram receita para pagamento da despesa. Esta é uma das conclusões de um estudo encomendado pela Comissão Europeia no âmbito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e exclusão Social e que foi realizado pelo Centro de Estatística da Associação Nacional de Pequenas e Médias Empresas (ANPME) e pela Universidade Fernando Pessoa. Mas para além dos problemas, o estudo também aponta soluções. Desde logo a eliminação urgente de cinco mil organismos públicos (fundações, institutos, empresas municipais, sociedades empresariais do Estado e as parcerias público-privadas). Depois, a redução do número de ministérios e secretários de Estado e cortes orçamentais na despesa corrente, seja nas viaturas, nas viagens, nas refeições ou nas festas públicas.
Augusto Morais, presidente da ANPME, adiantou ao i que “muitas destas organizações de mão-pública vivem e sobrevivem à custa de subsídios públicos. Não dão lucro nenhum, mas servem para a impermeabilidade política”, disse, sustentando ainda tratar-se de organizações que, a maior parte das vezes, acabam “dirigidas por políticos que muitas vezes saem do Governo com o salário de secretário de Estado ou de ministro e que depois são direccionados para gerir estas instituições públicas”. Quem vai acabar com isso, parece ser a pergunta imediata. Augusto Morais diz ao i que já ouviu muitas soluções, mas ninguém diz ao certo quais as instituições que devem ser extintas. “Talvez porque são dirigidas por políticos de um partido e por políticos de outro e ainda têm charneiras de todos”, conclui. Portugal concentra actualmente 14 mil entidades públicas e parcerias público-privadas que se alimentam directamente do Orçamento Geral do Estado. Entre estas, contam-se 340 fundações de mão-pública, 379 institutos públicos, 537 empresas municipais e mil sociedades empresariais do Estado que não geram receita para pagamento da despesa. Esta é uma das conclusões de um estudo encomendado pela Comissão Europeia no âmbito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e exclusão Social e que foi realizado pelo Centro de Estatística da Associação Nacional de Pequenas e Médias Empresas (ANPME) e pela Universidade Fernando Pessoa. Mas para além dos problemas, o estudo também aponta soluções. Desde logo a eliminação urgente de cinco mil organismos públicos (fundações, institutos, empresas municipais, sociedades empresariais do Estado e as parcerias público-privadas). Depois, a redução do número de ministérios e secretários de Estado e cortes orçamentais na despesa corrente, seja nas viaturas, nas viagens, nas refeições ou nas festas públicas.Augusto Morais, presidente da ANPME, adiantou ao i que “muitas destas organizações de mão-pública vivem e sobrevivem à custa de subsídios públicos. Não dão lucro nenhum, mas servem para a impermeabilidade política”, disse, sustentando ainda tratar-se de organizações que, a maior parte das vezes, acabam “dirigidas por políticos que muitas vezes saem do Governo com o salário de secretário de Estado ou de ministro e que depois são direccionados para gerir estas instituições públicas”. Quem vai acabar com isso, parece ser a pergunta imediata. Augusto Morais diz ao i que já ouviu muitas soluções, mas ninguém diz ao certo quais as instituições que devem ser extintas. “Talvez porque são dirigidas por políticos de um partido e por políticos de outro e ainda têm charneiras de todos”, conclui.
http://www.ionline.pt/conteudo/83817-orcamento-do-estado-alimenta-14-mil-entidades-publicas
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João Miranda
Atenção ao “2700 mil milhões de euros”. É mil vezes menos que isso (2700 milhões ou 2,7 mil milhões).
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2,7 mil milhões por ano para o TGV, mais de metade do Programa-Massacre que o Governo quere para Portugal em 2011. Igual a quantos submarinos (que o melhor era serem vendidos mesmo a perder dinheiro) ? Ouvi por aí na Televisão a um lider politico que não me recordo que o Programa-Massacre que além dos 4 mil milhões para descer o deficit haveria mais 3 mil milhões que não se saberia para quê. Para o TGV ?
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A Dra. Ferreira Leite disse – e creio que muito bem – que “quem fez este Orçamento é um vigarista e devia estar na prisão”.
Não está, mas talvez venha a estar, digo eu, porque a quantidade de trambiqueirices que ele e o seu grupo fizeram não se consegue disfarçar; já houve gente a cumprir pena por muito menos.
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Negligência grosseira exige que eles sejam levados à justiça.
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devia ser proibido referirem-se a esta nódoa com se fosse alguem competente
só mesmo uma maquina de propaganda com recursos ilimitados pode vender dementes como lacões,silvas pereiras , teixeira santos ou sócrates como tipos competentes
portugal nunca na sua história foi servido por tantos burros e aldrabões ao mesmo tempo
só com mandatos de prisão conseguiremos voltar a ter alguma credibilidade no estrangeiro
gente desta não interessa a ninguem
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Sorte teve o Ali Bába, só teve que aturar 40 ladrões! Além disso não reza a fábula, que algum, fosse mentiroso, burro ou incompetente.
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