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La vie en rose deu nisto!!!

21 Outubro, 2010

Eles querem ter uma vida igual à dos pais. Mas alguém lhes vai ter de explicar que não só não há dinheiro para isso  como ainda vão ter de pagar a conta da boa vida da geração dos paizinhos. O Maio de 68 saiu-nos caríssimo! E a conta vai para os meninos da fotografia. Se eles percebessen de contas e da vida vinham para a rua exigir não que a idade da reforma passe para os 62 como quer o governo francês mas para muito mais tarde. Pois quem gastou como a geração dos seus paizinhos tem de trabalhar muito mais para não deixar os filhos empenhados.

38 comentários leave one →
  1. Bartolomeu's avatar
    Bartolomeu permalink
    21 Outubro, 2010 10:53

    ;))))
    Óh Helena Matos, mas não foi garantido aos paizinhos dos meninos esse modelo social?
    Não foram os governos que criaram a ideia de abundância e deram aos empresários de grandes multinacionais a possibilidade de produzir excessivamente e de capitalizar?
    E… não foram os governos, conjuntamente com o grande capital que entusiasmaram os paizinhos dos meninos, que os motivaram, que os induziram a consumir e a contrair empréstimos bancários para poderem consumir mais ainda e a passarem férias em locais só acessíveis a classes de um elevado extracto social e económico, fazendo-os dessa forma sentirem-se seres superiores e indestructíveis?
    Pois é, cara Helena… quando a cabeça não tem juízo, paga o corpo, mas neste caso, como o corpo está velho e já não tem como pagar, pagarão outros corpos mais jovens, anão ser que estas manifestações possam ser o embrião de uma nova revolução social e que estes jovens consigam dizer aos governos e aos senhores do grande capital “olhem… temos pena… quem pagou, pagou, agora fiquem com os papeis das dívidas… pode ser que ainda lhes venham a der jeito… numa eventualidade…”

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  2. pedro k's avatar
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    21 Outubro, 2010 10:58

    Claro que sim helena matos. Isto é só o princípio. Um dia vão decretar que temos que ganhar metade a bem da sustentabilidade. Melhor seria suspender a democracia. Afinal o povo não entende nada de nada desta nova economia.

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  3. helenafmatos's avatar
    helenafmatos permalink
    21 Outubro, 2010 11:03

    Quando Estado Social foi criado a esperança média de vida era em Portugal em mais de dez anos. Os cuidados de saúde limitavam-se a umas consulta. As análises eram raras e os exames puco iam além das radiografias e electrocardiogramas.
    Hoje vivemos mais e queremos trabalhar menos. Não dá. A não ser que os chineses se tornem nossos escravos ou coisa assim.

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  4. António Lemos Soares's avatar
    António Lemos Soares permalink
    21 Outubro, 2010 11:10

    O «Maio de 68» foi uma das maiores idiotices que a Eurpa viveu, em 2000 anos, pelo menos.

    O próprio lema histórico do movimento, é a maior demonstração do que digo:
    – «É proibido, proibir…!»
    De que se falará?
    De homicídio…?
    De tráfico de droga…?
    De pedofília…?
    De roubo…?
    De furto…?
    De violação…?
    De guerra…?
    De morte…?

    Enfim, uma geração perdida, que não só se perdeu a ela, mas que liquidou as esperanças, das que a sucederam, como a minha!

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  5. SM's avatar
    21 Outubro, 2010 11:16

    Até parece que o mundo ou a França estão mais pobres?
    Dados do Banco Mundial:
    PIB mundial 1980 – 10,951 triliões de dólares
    PIB mundial 2008 – 60,557 triliões de dólares
    PIB França 1980 – 691,141 biliões de dólares
    PIB França 2008 – 2,857 triliões de dólares
    6 vezes mais riqueza no mundo, 4 vezes mais riqueza na França.
    Continuem a olhar para o lado e com um receituário de recessão sobre o cidadão comum que logo vão ver a volta que isto vai dar.

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  6. Confrade's avatar
    Confrade permalink
    21 Outubro, 2010 11:17

    Mania de chamar “meninos”, aliás essa mania estende-se: chama-se “jovem” a alguém de 25 ou até 30 anos. Estes meninos são mulheres e homens que têm direito de reclamar, de pedir, de se manifestarem. Não há dinheiro?? Há sim, ele não desaparece, está por aí. Ainda ontem lia um artigo sobre o “melhor restaurante do mundo” o Noma, com lista de 100.000 (cem mil!) pessoas em espera, por simpáticas refeições acima de 300€ por pessoa e sempre com possibilidade de pedir um vinho de 1000€. Os ricos que paguem a crise!

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  7. Por oura's avatar
    Por oura permalink
    21 Outubro, 2010 11:19

    Franceses são loucos, como o já foi Asterix e o Obelix dos javalis à molhada.
    Não vêem os jovens, nem essa menina e a estudantada. E porém, tem lógica, quanto mais avance a idade da reforma menos espaço fica ao primeiro emprego da gajada.
    Contudo, malta, lá deixar trabalhar a velhada!

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  8. A C da Silveira's avatar
    A C da Silveira permalink
    21 Outubro, 2010 11:39

    Talvez o Dany Conh-Bendidt um dia destes cheio de remorsos, escreva um artigo no Nouvel Obs. a explicar-lhes isso mesmo. Os papás em 68 foram atrás da canção do bandido, e os filhos agora estão a fazer o mesmo.
    Há quem nunca aprenda com a historia.

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  9. Lorpa's avatar
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    21 Outubro, 2010 11:41

    Mais uma vez a esperança vem de França. Já é tempo de dar a volta a estas teorias da treta sobre quem paga o quê, e porque vivemos mais anos, e o mais o maio de 68 e blablabla…
    Esta história de andarmos estes anos todos à boa vida não é de certeza para mim nem para muitos milhões de portugueses. Só se for para alguns boys dos partidos do poder, banqueiros, grandes empresários, enfim, os do costume.
    Há anos que andamos a pagar todas as crises criadas por esta gentalha, e sinceramente, acho que não o merecemos. Se temos mais saúde, se vivemos mais anos, se porventura tivermos mais qualidade de vida tudo isso é um DIREITO e não um favor que nos fazem aqueles que têm enchido os bolsos e os off-shores à custa do nosso trabalho.
    Quanto aos chineses serem nossos escravos, não vai ser preciso. Já o são do seu próprio governo e das multinacionais que por lá pululam em busca da mão de obra práticamente gratuita.

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  10. lima's avatar
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    21 Outubro, 2010 11:48

    Pois a nossa situação é tão ou mais dramática do que a francesa. Quase todos nós temos um ou mais familiares (pais, tios) que se reformaram da função pública com pouco mais de 50 anos. Estas mordomias vão ser pagas pelas gerações dos seus queridinhos filhinhos e netinhos, que eles tanto prezam. Chama-lhe a este roubo, o “nosso” camarada Almeida Santos, “solidariedade intergeracional.

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  11. insider's avatar
    insider permalink
    21 Outubro, 2010 11:57

    Ai, Helena, que memória tão curta.
    Muito pior do esses malandros de 68 foram os gajos da Bastilha…

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  12. insider's avatar
    insider permalink
    21 Outubro, 2010 12:05

    Ai, Helena, que memŕia tão curta.
    Muito pior do que esses malandros de 68, foram os gajos da Bastilha…

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  13. JJ Pereira's avatar
    JJ Pereira permalink
    21 Outubro, 2010 12:05

    A velha pecha do “coeur à gauche, portefeuille à droite”.
    Essa tropa fandanga de napoleõezinhos complexados e impotentes ( Sedan é o marco) devia dar uma olhadela a um mapa-mundi – ou, pelo menos, ao que se está a preparar além Reno…

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  14. ramiro marques's avatar
    21 Outubro, 2010 12:08

    Helena
    Não aprenderam nada. A realidade cair-lhes-á em cima quer aprendam quer não.
    O meu conselho ao pessoal da minha geração (55 anos de idade) é o seguinte: parem de pensar na reforma e pensem mais nos vossos filhos. Qual é o problema de trabalhar até aos 70 anos de idade se tivermos saúde? Tratem mas é de gastar menos e arranjar forma de investirem as poupanças em casas, terrenos ou aplicações seguras para que os vossos filhos não caiam na miséria quando os pais falecerem.

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  15. ramiro marques's avatar
    21 Outubro, 2010 12:10

    (Continuação) E peçam a Deus que o país não fique nas mãos do PCP e do BE porque se assim for até as vossas poupanças o Estado socialista vos roubará.

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  16. categorico's avatar
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    21 Outubro, 2010 12:16

    Agora ja sei porque uma menina tuga da-idade-dessa-adolescente franciu que a Hmatos quis simboliçar aquí neste post nunca vai permitirse o luxo de poder sair à rua para pedir e reivindicar os direitos que os pais da franciu tiveram em outros tempos alguma veç.

    Nao houve pais tugas que tentaram fazer algo similar a um maio francés no ano 68…!!!

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  17. Lopes's avatar
    Lopes permalink
    21 Outubro, 2010 12:18

    Coitadinhos não sabem o que dizem nem o que fazem, são pequeninos.

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  18. anonimo's avatar
    21 Outubro, 2010 12:28

    Felizmente há a França
    Quando milhões de franceses se movimentaram para protestar contra o aumento da idade da reforma dos 60 para os 62 anos, não faltou quem lhes viesse com as ameaças do costume: Olhem que aqui ao lado, na Alemanha, é aos 67… Vejam lá, não refilem muito, senão ainda vos pode acontecer o mesmo… Vá lá, sejam realistas… Não queiram viver acima das vossas possibilidades…

    Mas os franceses, honra lhes seja feita, são gente bem menos submissa que os alemães, e menos cegos à nudez do rei quando este calha de ir nu. E assim, quando um jornalista televisivo confrontou um manifestante anónimo com aquela argumentação, recebeu como resposta que a produtividade francesa era hoje o dobro do que há vinte anos, pelo que não havia nada de irrealista nas suas reivindicações.

    Ora acontece que nos nos vinte anos anteriores a produtividade cresceu ainda mais – como não podia deixar de crescer dados os enormes e espantosos avanços tecnológicos a que temos assistido. Ou seja: entre 1970 e 2010, a produtividade mais que quadruplicou. Ou seja, para quem não está a ver o alcance deste facto: cada hora de trabalho humano vale hoje por quatro horas em 1970.

    Este número poderá mudar se considerarmos factores de ponderação como o factor demográfico, num sentido, ou no sentido oposto a entrada para o grupo dos países desenvolvidos de outros que não faziam parte dele há 40 anos. Um facto subsiste: o Mundo está hoje muito mais rico do que estava há 40 anos. Se o ócio é um luxo e custa caro, somos suficientemente ricos para o pagar; e parece que em todo mundo ninguém entende isto a não ser os franceses.

    Se abstraíssemos do politicamente possível e considerássemos apenas o objectivamente possível, podíamos ter hoje horários de trabalho de dez horas semanais; ou salários quatro vezes mais altos; ou reformas aos 45 anos; ou um qualquer compromisso que combinasse estes bens segundo a vontade de cada um e a vontade democraticamente expressa dos povos. Uma jornalista portuguesa de direita ironizava, não há muitas semanas, com aqueles “atrasados” que ainda sonham com a Suécia dos anos 70. Cometeu aqui um erro de diagnóstico: não sonhamos, exigimos; e não queremos a Suécia dos anos 70: queremos muito mais e muito melhor.

    Se isto parece utópico, tal não se deve a qualquer impossibilidade objectiva, mas sim a uma impossibilidade política. Nem os mercados, nem nenhuma lei natural alguma vez determinaram a distribuição da riqueza ou do ócio. Hoje, como há dez mil anos, o melhor bocado cabe sempre ao mais forte. E se hoje a maioria dos seres humanos não recebe o dividendo que lhe cabe do progresso económico e tecnológico das últimas décadas, isto deve-se a um facto e a um facto só: há poder a mais nas mãos erradas e poder a menos nas certas.

    Utopia? Não há nada de utópico em “exigir o impossível” quando o impossível só o é politicamente. Se queremos falar de utopia, falemos do discurso da inevitabilidade inaugurado por Reagan e Thatcher e repetido hoje, até à saturação, pelos economistas mediáticos, pelos medinacarreiras, pelos tonibleres e pelos “socialistas” da Terceira Via – todo ele um jogo perverso de utopias que visa convencer-nos que o impossível é possível e o possível impossível.
    http://legoergosum.blogspot.com/2010/09/felizmente-ha-franca.html

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  19. anonimo's avatar
    21 Outubro, 2010 12:31

    “As nossas ideias andam em todas as cabeças…”
    Ocorreu-me este velho slogan da Internacional Situacionista quando li este artigo de José Reis no ‘Público’. Mas estas ideias não andam em todas as cabeças: só nas dos norte-americanos, dos sul-americanos, dos asiáticos, dos africanos, dos australianos, de parte da opinião pública europeia e dos economistas independentes europeus.

    Não chegaram ainda às cabeças dos nossos economistas mediáticos nem dos nossos responsáveis políticos e económicos.

    Nem vão chegar, porque vão contra o que aparenta ser o seu projecto de reconstruir a Europa segundo o modelo chinês. JLSarmento

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  20. Rogério's avatar
    21 Outubro, 2010 14:29

    Em 68 queimaram-me o carro, tinha o seguro em dia.

    Até hoje, nunca me foi devoldido o dinheiro. Um pedido de desculpas… nada.

    E, ainda o estou a pagar…. com juros cada vez mais caros….

    R.

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  21. fagulhas's avatar
    fagulhas permalink
    21 Outubro, 2010 14:31

    È bem bonita a “míuda” da f0to o mal é os trambulhos da nossa “praça”

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  22. fagulhas's avatar
    fagulhas permalink
    21 Outubro, 2010 14:34

    Rogerio meu bom amigo – quem te contou essa historia? desde 68 até2010 é obra

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  23. Luís Marvão's avatar
    21 Outubro, 2010 15:16

    Os meninos franceses não conhecem o mundo, nem sabem nada de economia. Precisam da Helena e da brigada de comentaristas cá do burgo, para se libertarem da caverna platónica rumo à luz.
    São as massas que precisam de ser educadas pela Helena e Cia, para lembrar tempos idos 😉

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  24. j. alves's avatar
    j. alves permalink
    21 Outubro, 2010 15:22

    Se os pais de 68 andam a comer o rendimento dos filhos de hoje, eles vingam-se vivendo à custa dos pais (que usufruem o que deveria ser o seu rendimento) até aos 40 ou mais …. Fica tudo em casa. Chama-se a isto especulação social. É a usura do capitalismo mas adoptada pelos governantes do social. Não tem mal nenhum, se as pessoas assim o querem. Os filhos de hoje, se se juntarem e quiserem ser independentes mais cedo, que se juntem e coloquem no governo quem lhes permita viver com o rendimento que seria dos tetra-netos !!!!

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  25. nimo's avatar
  26. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    21 Outubro, 2010 17:09

    É uma excelente demonstração da completa da ignorância “engenhada”
    pela educação esquerdista. Não sabem o que os espera. Quando fizeram os 30 talvez estejam a votar na Le Pen.
    .
    “Se os pais de 68 andam a comer o rendimento dos filhos de hoje, eles vingam-se vivendo à custa dos pais (que usufruem o que deveria ser o seu rendimento) até aos 40 ou mais …. Fica tudo em casa.”
    Verdade, mas produz resultados desastrosos ao nível da demografia e capacidade das pessoas.

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  27. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    21 Outubro, 2010 17:09

    fizeram=fizerem

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  28. Rogério's avatar
    21 Outubro, 2010 17:14

    Fagulhas; metáfora.

    Era uma metáfora.

    R.

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  29. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    21 Outubro, 2010 18:56

    O Maio de 68 foi organizado por esquerdistas que hoje estão no poder em toda a Europa.
    Hoje são liberais, centristas, trabalhistas,etc.
    Até o maoista Duraão Barroso está à frente da UE!

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  30. C. Medina Ribeiro's avatar
    21 Outubro, 2010 21:12

    A geração dos avós destes meninos (que é a dos meus pais) reformava-se aos 70 anos.
    A minha mãe, que era professora do ensino público, faleceu com 68 anos de idade, e ainda trabalhava. Aliás, o que angustiava muitas das pessoas dessa geração era serem obrigadas a reformar-se, e não o inverso.
    Julgo que a explicação para isso (que as actuais gerações de trabalhadores e de sindicalistas não compreendem) reside no facto de, à época, haver pouco desemprego, o que fazia com que as pessoas (nomeadamente as licenciadas) tivessem profissões de que gostassem e em que se sentiam realizadas.

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  31. A. R's avatar
    A. R permalink
    21 Outubro, 2010 21:19

    Até desfilam enrolados na camisa do Ché: estes iletrados estúpidos e paranóicos.

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  32. Lidador's avatar
    21 Outubro, 2010 21:25

    Ah, a Suécia da década de 70!
    A que esteve à beira da bancarrota, com pessoas a fazer troca directa de bens e serviços para fugir ao fisco, e teve de, 30 anos antes, reformar o “Estado Social”.
    As coisas chegam cá sempre com algum atraso…

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  33. Arnaldo Madureira's avatar
    Arnaldo Madureira permalink
    21 Outubro, 2010 22:00

    E o estado social reformado gasta 50% do PIB e a despesa social gasta mais de 30% do PIB e a educação gasta mais 7 ou 8% e a dívida pública desceu para cerca de 70 para 40% do PIB e continuam a pagar coisas inacreditáveis em Portugal, como apartamentos, a jovens estudantes de 18 anos, para que vivam independentemente dos pais.

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  34. Miguel's avatar
    Miguel permalink
    21 Outubro, 2010 22:50

    A minha máxima… Viver à custa dos pais enquanto não poder viver à custa dos filhos.

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  35. PMP's avatar
    PMP permalink
    21 Outubro, 2010 23:02

    Percebo a ideia da autora deste artigo, mas em termos macro-económicos é errada. O problema é que o sistema capitalista (o melhor de todos sem dúvida) tem dois paradoxos que tornam tudo muito complicado : o paradoxo da produtividade, que aumenta o desemprego pois cada vez é preciso menos gente para produzir a mesma quantidade de bens ou serviços, e o paradoxo da poupança nas recessões que aumenta o desemprego pois ao diminuir o consumo provoca mais desemprego, num ciclo vicioso, que te de ser quebrado pelo consumo público.
    Por sua vez o desemprego mais elevado provoca um abaixamento progressivo dos salários reais, o que tem consequências nas contribuições para as reformas, tornando impossivel pagar reformas altas, o que se resolve congelando ou até diminuindo todas as reformas acima de uma valor razoável.

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  36. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    22 Outubro, 2010 21:58

    “paradoxo da produtividade, que aumenta o desemprego pois cada vez é preciso menos gente para produzir a mesma quantidade de bens ou serviços”
    .
    Isso só é paradoxo porque o Estado Social não pode tolerar um abaixamento da actividade económica por razões virtuosas. O Estado Social cresce sempre, é infindável a sua lógica de crescimento.
    E mesmo o estímulos à economia com juros baixos e bancos com reservas de depósitos mínimos não bastaram, foi preciso ainda aumentar a bolha com dívida.
    .
    Se há menos trabalho o natural é as pessoas trabalharem 4 dias por semana(ou equivalente). Não faz sentido um tipo trabalhar 5 dias por semana para que 2 dias desses seja para pagar o subsídio de desemprego de alguém.

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  37. Arnaldo Madureira's avatar
    Arnaldo Madureira permalink
    22 Outubro, 2010 22:04

    De alguém que, se está desempregado, deve ficar sem rendimento?

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  38. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    23 Outubro, 2010 11:31

    Na perspectiva da Helena porque a longevidade está muito melhor deve-se trabalhar até mais tarde…logo se por acaso medicina expandir essa longevidade até aos 120 anos mesmo a bara-se em cadeira de rodas e com botija de oxigénio nos últimos 20 anos de vida as pessoas devem ir trabalhar…nunca pensou em mudar o paradigma de trabalho EM VEZ DE bater sempre na mesa tecla?
    A ser assim se a biotecnologia a robótica e a medicina genética conseguir pôr a trabalhar macacos alterados geneticamente e robots básicos podemos produzir em larga escala e a preços mais baixos…um senão isso gera mais desemprego logo menos dinheiro vão vender a quem? A cães e gatos?
    Mas para isto já há dinheiro..pois…se o privado agonia o estado deve salvá-lo…com as botas do meu pai sou um homem…

    PARA ESTE FILHOS DA PUT…NÃO FALTA O DINHEIRO? ….POBRE POVO QUE TEM GENTE COMO ESTA A GOVERNÁ-LO…A BEM DIZER MERECE-O….Estado promete reforçar capital do BPN em 400 milhões antes da venda…

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