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Boas ideias

3 Novembro, 2010

Retribuir a concessão de Macau
Deveríamos abrir uma concessão territorial à China, por 100 anos[…]

15 comentários leave one →
  1. José Castro Amaral's avatar
    José Castro Amaral permalink
    3 Novembro, 2010 22:14

    João Miranda: temos de ser sérios. Os senhores da DGCI hoje fizeram greve e no entanto são dos trabalhadores mais privilegiados da Administração Pública e também dos mais incompetentes. Tem de se pôr fim ao FET e ao FEA, dois subsídios em que os senhores da DGCI, da DGAIEC e da DGITA andam a mamar, sem que nada façam para o merecer. Só o FET representam entre 3 a 4 ordenados adicionais por ano. Porque é que este tema não merece a sua atenção?

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  2. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    3 Novembro, 2010 22:26

    Finalmente uma boa ideia, para fazer sair Portugal da crise.
    Conceder à República Popular da China uma feitoria por cem anos e com pagamento da renda à cabeça.
    Talvez tivéssemos uma mini Hong-Kong, uma mini Xangai ou mesmo um novo Macau perto das nossas fronteiras.
    Pelo menos os portugueses iam cheirar o perfurme do dinheiro e iam ver as luzes fluorescentes do capitalismo!

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  3. ramiro marques's avatar
    3 Novembro, 2010 22:27

    Por exemplo, Sines com o seu Porto. É uma excelente ideia.

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  4. Carlos Velasco's avatar
    3 Novembro, 2010 22:38

    Bom, este post só pode ser uma ironia. É que nem de um ponto de vista economicista faz sentido. Há uns dias falei com um amigo, radicado na China há mais de uma década, acerca da possibilidade disso acontecer. Ele relatou o que se passaria logo a seguir. Resumindo, se pode dizer que Portugal se tornará uma espécie de feitoria chinesa e perderá toda a indústria que ainda resta.
    Tirando uns empreguinhos subalternos mal pagos e uns subornos a políticos que precisarão da boa vontade chinesa para financiar um Estado inviável, que um dia não poderá dizer não à China, todo o resto do País ficará a perder. E nem vou falar dos perigos que a aliança russo-chinesa já oferecem.
    Espero que ninguém caia nessa ideia mentecapta.
    Mas algo diz que os mesmos que falam mal dos investimentos do Chavez, um menininho de coro, por alguma estranha razão verão com bons olhos um inocente investimento bilionário feito por um regime comunista que matou 76 milhões dos seus e se prepara para uma guerra em grande escala.

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  5. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    3 Novembro, 2010 22:45

    A ironia desta sugestão é que seria através dum país «comunista» que Portugal ia conhecer o verdadeiro capitalismo.
    Já estou a ver Sines, com arranha-céus, todo iluminado à noite, uma praça financeira na West Coast of Europe à imagem de Singapura ou Hong-Kong.
    Não tenho dúvidas que em dez anos os chineses construiriam essa nova praça, enquanto no Portugal totó ainda estávamos a discutir o troço do Poceirão…

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  6. Licas's avatar
    Licas permalink
    4 Novembro, 2010 00:17

    . . . e a E. U. deixava?

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  7. lucklucky's avatar
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    4 Novembro, 2010 00:26

    haha para começar mais um que acredita que Portugal tem uma grande localização.
    É o que dá olhar para o mapa planificado com Portugal e o Atlântico no centro.
    Olhem para o Globo. Portugal não tem localização nenhuma especial. Está distante milhares de kilometros das centenas de milhares de consumidores do centro da Europa.
    É muito mais barato um navio ir directamente a Antuérpia, Roterdão França ou aos Portos Italianos.

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  8. Ana C's avatar
    Ana C permalink
    4 Novembro, 2010 00:51

    Então, mas afinal eles não compraram a nossa dívida? Mais um anito de Teixeira dos Santos e ainda nos ficam com a Grande Lisboa!

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  9. Luis Dias's avatar
    Luis Dias permalink
    4 Novembro, 2010 00:55

    Cá está, a grande solução blasfémica: vender Portugal ao país mais totalitário e barateco do mundo.

    Eu tenho outra solução: lobotomizar as iluminárias de portugal que têm ideias imbecis. A produtividade iria aumentar como um foguete.

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  10. Conde Venceslau's avatar
    Conde Venceslau permalink
    4 Novembro, 2010 01:23

    Já que os Alemães acham que os Portugueses só servem para trolhas e para lavar casas de banho mais vale negociar e abrir as portas a quem ainda nos dá valor. A China precisa de controlar portos de águas profundas que lhes sirvam de porta de entrada na Europa. Nós temos os meios de lhes proporcionar isso e ao mesmo tempo fazer um manguito aos nossos amigos Franceses e Alemães. Em vez do TGV, que desconfio não passa de um imposição Francesa e Alemã para lhe devolvermos os dinheiro que eles tão generosamente emprestam aos nossos bancos, gastemos esse dinheiro a construir um ou dois portos a sério (um em Portimão e outro na zona de Setúbal) e receber de braços abertos os chineses. Venham lá eles, inundem este cantinho à beira mar plantado produtos que chateiem os Alemães.

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  11. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    4 Novembro, 2010 01:26

    “vender Portugal ao país mais totalitário e barateco do mundo.”
    .
    Você tem um problema de imbecilidade conceptual.Não sabe o que é totalitarismo e não sabe que o “barateco” é benéfico.

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  12. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    4 Novembro, 2010 01:35

    E o Conde explica-nos como em poucas linhas se é capaz de morder a mão daqueles que estão a pagar as contas, e ser mais um Português a ter sonhos delirantes de “porta de entrada na Europa”. A Europa que está a 2 mil quilómetros, somos uma “porta” muito distante.

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  13. Piscoiso's avatar
    4 Novembro, 2010 02:04

    Podem começar por vender as vossas terras aos chineses, ou o vosso corpo.
    Depois logo se vê.

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  14. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    4 Novembro, 2010 02:30


    Se calhar, a tal “porta da Europa” está não a 2.000km mas ao dobro e mais um bocadinho.
    Por isso é que a malta prefere ir de avião…

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  15. Carlos Velasco's avatar
    4 Novembro, 2010 10:41

    Caros,

    O problema é que a China não está interessada em comércio. A acção dela no campo económico faz parte de um todo cujo princípio não é parte de um pensamento administrativo-técnico, como predomina por cá no Ocidente idiotizado, mas militar. Leiam o post abaixo para entender algumas coisas:

    http://ogladio.blogspot.com/2010/10/ate-o-new-york-times-comeca-perceber.html

    Por outro lado, a nossa crise é orçamental. Não é vendendo tudo ao desbarato e arranjando um novo financiador que vamos sair da crise. Muito pelo contrário, assim vamos é nos enterrar mais ainda em dividas e dar mais pretexto para que o governo continue a crescer e a nos esmagar com impostos.
    Quanto às oportunidades que o comércio e uma aliança extra-europeia poderia nos oferecer, há uma outra solução que de facto faria de Portugal a pérola da Europa, e não um gigantesco armazém chinês:

    http://ogladio.blogspot.com/2010/10/aceitando-injuria-quando-oportunidade.html

    Por favor, não caiam no engodo chinês. Nossos descendentes e antepassados também devem ser considerados. Já basta ter cometido o erro de entrar na UE. Cumprimentos a todos.

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