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A maravilhosa vitalidade da democracia americana

6 Novembro, 2010
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Foi apenas a 4 de Agosto deste ano que Barack Obama convidou o líder da minoria republicana no Senado para um encontro a sós na Casa Branca. Dezoito meses depois de tomar posse, como notava em artigo de primeira página, na semana passada, o New York Times. Foi um encontro “notável”, escrevia um dos jornais que mais fervorosamente têm apoiado Obama, “não pelo que nele se disse, mas por ter levado tanto tempo a ser marcado”. O diário contava depois que, mesmo assim, esse encontro só aconteceu depois de líderes republicanos terem lembrado a colegas democratas que convinha falar com eles. Pelo menos um deles recordava como era diferente no tempo de Bill Clinton, um Presidente que não teria sido reeleito “se não tivesse trabalhado com os dois lados”.

Calculo que não foi por acaso que o New York Times resolveu contar este episódio a poucos dias da eleição em que os republicanos conseguiram a maior reviravolta na composição da Câmara dos Representantes dos últimos 60 anos – foi porque parte dos problemas de Obama (e parte dos defeitos que terá de corrigir) reside na forma sectária como viveu os primeiros dois anos de mandato. Um sectarismo que, como ontem escrevia a imprensa americana, não conseguiu ultrapassar na sua primeira conferência de imprensa pós-maremoto eleitoral. Pressionado pelos jornalistas que queriam saber se estava disposto a aceitar o veredicto dos eleitores sobre algumas das suas políticas, Obama respondeu que não tencionava corrigir um milímetro que fosse a orientação que tem seguido. Disse mesmo ao repórter do New York Times que iria “continuar” a tentar compromissos com os republicanos, “como já tinha feito no passado” – e sabemos que não o fez.

Esta faceta de Obama poderá surpreender alguns dos seus incondicionais adoradores europeus – é até provável que os entusiasme. Eles identificam-se mais depressa com o Presidente que descreve os republicanos como “inimigos” do que com o senador que ganhou notoriedade ao proclamar que “não há uma América democrata e uma América republicana, mas os Estados Unidos da América”. Esses apoiantes, como se pode ler nas caixas de comentários da imprensa internacional, acham que a onda republicana que varreu os Estados Unidos é fruto da ignorância e primitivismo dos americanos brancos da classe média, algo que Obama não diz preto no branco mas sugere por aproximação: os democratas perderam as eleições porque o povo não percebeu “os factos, a ciência e os argumentos” da Casa Branca, pois o “medo” (?) ter-lhe-ia toldado os espíritos (discurso a um grupo de doadores no Massachusetts).

Na verdade, o que aconteceu foi algo bem diferente: Barack Obama e os democratas encabeçados pela speaker Nancy Pelosi procuraram tirar partido da supermaioria de que dispunham no Congresso para prosseguir uma agenda partidária sem compromissos e muito à esquerda dos sentimentos da “middle America“. Como notava esta semana o Wall Street Journal, sempre que isso sucedeu os eleitores revoltaram-se e derrotaram os democratas nas eleições seguintes. Foi o que sucedeu a Lyndon Johnson em 1966 e a Bill Clinton em 1992, que também sofreram pesadas derrotas em eleições semelhantes.

A explicação mais comum para o desaire eleitoral dos democratas – um desaire que começou no Congresso mas se estendeu também às eleições para governadores e para as câmaras legislativas de vários Estados – começa sempre por referir a situação económica e o elevado desemprego. É uma explicação correcta que as sondagens à boca das urnas sobre as motivações do voto confirmam. Mas é uma explicação incompleta, como as mesmas sondagens comprovam. Os democratas perderam porque se desfez a coligação que há apenas dois anos lhes tinha proporcionado uma grande vitória e levado muitos a antever um longo domínio do partido nas instituições de Washington. As mulheres e os mais velhos viraram-se para os republicanos. Os eleitores independentes migraram em massa para o partido da oposição ao Presidente. Os jovens ficaram em casa. Até nos subúrbios da classe média alta e instruída os democratas perderam. Sobraram, como indefectíveis, os negros e, sobretudo, os latinos, suficientes para evitar desastres maiores em estados como a Califórnia e o Nevada.

Esta coligação não se desfez apenas porque os cidadãos estão com medo da situação económica ou, como se gosta de escrever por aí, estão “zangados”. Esta coligação desfez-se porque a onda de Obama também tinha sido cavalgada por muitos dos que desconfiam do poder de Washington e aquilo que o Presidente e o 111.º Congresso lhes deram foi sempre mais e mais Washington sob a forma de mais intervencionismo, mais regulação, mais taxas e mais défice. Ora, na América, como provavelmente em nenhum outro país do mundo, cultiva-se o princípio do “Governo limitado” e desconfia-se por regra de todos os avanços da Administração. Mesmo quando são feitos em tempos de crise ou em nome da protecção dos desprotegidos.

O que nos leva ao Tea Party.

Não há nada mais popular entre os bem-pensantes de todo o mundo (incluindo os dos Estados Unidos) do que desqualificar o movimento Tea Party como algo radical, extremista, porventura medieval. Recentemente, o The Guardian descrevia-o mesmo como “um movimento cujas estrelas emergentes estariam melhor numa prisão ou num asilo de lunáticos”. Talvez seja altura de quem escreveu tal enormidade engolir a caneta. Não por alguns dos candidatos apoiados pelo Tea Party terem obtido notáveis sucessos eleitorais, até porque a inaptidão de outros roubou aos republicanos algumas vitórias possíveis – mas porque candidatos como Rand Paul (Kentucky) e Marco Rubio (Florida) entraram pela porta grande no Senado realizando brilhantes discursos de vitória. Vale a pena ouvi-los.

Para perceber como é grande a distância entre a caricatura que é feita do Tea Party e aquilo que o Tea Party representa. Antes do mais, o movimento Tea Party, mesmo sendo muito heterogéneo e integrando excentricidades como a lunática candidata ao Senado pelo Delaware, Christine O”Donnell, reflecte antes de mais a revolta contra os poderes tidos por excessivos de Washington e do Governo central, assim como contra impostos elevados. Não é um movimento conservador que coloque temas como o aborto ou o casamento gay na agenda (não os vimos nesta campanha), antes um movimento que, ao reivindicar-se da revolta dos comerciantes de Boston contra os impostos britânicos no século XVIII, tem uma base de apoio larga e que inclui muitos democratas.

Em muitos aspectos – como disse Rubio no seu discurso -, é um movimento também contra a forma como os republicanos geriram Washington e fizeram aumentar os défices. Miguel Monjardino, num lúcido artigo no Expresso sobre este movimento, sublinhou que o Tea Party também se alimenta da consciência que muitos americanos têm “de que as instituições e o sistema político deixaram de funcionar em benefício do bem comum” – um mal que está longe de ser uma exclusividade dos Estados Unidos.

E aqui chegamos a um ponto inescapável: a forma como o Tea Party canalizou a revolta anti-sistema de muitos americanos, a forma como promoveu a sua agenda dentro do sistema e não fora dele, a forma como o sistema acabou por enquadrar muitos novos activistas e o que a disputa das eleições, com as suas vitórias e derrotas, já lhe permitiu aprender e ensinar, tudo isso junto mostra a vitalidade da democracia americana.

Se nos Estados Unidos não existissem eleições primárias e os eleitos não respondessem directamente perante os eleitores, se nos Estados Unidos prevalecesse o sistema de listas partidárias fechadas, o movimento Tea Party não teria conseguido integrar a revolta no sistema, antes promoveria movimentos anti-sistema. O que significa que a democracia americana continua a ser mais aberta e mais vibrante, capaz de mais facilmente eleger figuras não-ortodoxas e realmente independentes.

O povo, em última instância, tem sempre uma palavra a dizer e consegue dizê-la. Jornalista (twitter.com/jmf1957)

P.S.: No passado mês de Janeiro, quando o Massachusetts elegeu, de forma surpreendente, um republicano para o lugar deixado vago por Ted Kennedy, escrevi nesta coluna, citando Lenny Davis, um antigo conselheiro político de Bill Clinton, que se Obama quisesse cumprir o sonho de uma “nova política” teria de perceber a mensagem dos eleitores, e por isso teria de fazer compromissos, de negociar e de procurar plataformas bipartidárias. Agora, que sofreu nova e mais pesada derrota, pode ser que escute este conselho, até porque ele está por fim nas páginas de todos os jornais. Não é porém claro, face ao seu comportamento recente, que seja capaz de dar esse passo e tornar-se mais pragmático. O que pode colocá-lo em dificuldades, pois é bem possível que a saída da actual crise económica não seja tão rápida como foi em 1982 e em 1994, alturas em que Reagan e esse tal Clinton também sofreram derrotas pesadas e, depois, partiram para a fácil reeleição em 1984 e 1996.

49 comentários leave one →
  1. ramiro marques's avatar
    6 Novembro, 2010 12:07

    Análise brilhante. Faço exactamente a mesma leitura. Quem dera que em Portugal fosse possível criar um movimento tea party porque Restaurar Portugal impõe-se antes que os socialistas dêem cabo dele.

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  2. Bulimunda's avatar
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    6 Novembro, 2010 13:20

    QUER DIZER SOMOS CONTRA EXTREMISMO E FUNDAMENTALISMO MAS O TEA PARTY NÃO…SÃO BRILHANTES…POR ELES TODO O SISTEMA FINANCEIRO TINHA SIDO DEIXADO IR À BANCARROTA…CRITICAM O ESTADO MAS ABENÇOAM O DITO POR TER AJUDADO O PRIVADO…o tea party são na sua grande maioria uma camada de fanáticos imbuídos de um ultraliberalismo..deixem-nos tomar conta do poder nos states e vão ver os caminhos da sua politica externa…

    A SOCIEDADE SEGUNDO PESSOA…..

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  3. Bulimunda's avatar
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    6 Novembro, 2010 13:21

    Os muros separam-nos sempre..e os piores são os invisíveis..

    AS IMAGENS FALAM POR SI……OS MUROS QUE NOS SEPARAM….

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  4. Bulimunda's avatar
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    6 Novembro, 2010 13:23

    No fundo é chegada a era do vazio e do homo consumus…consumir até á exaustão para preencher o eterno vazio que nos preenche…bom fim de semana…se puderem…

    Esta Velha Angústia..que nos tolde o discernimento…..

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  5. Bulimunda's avatar
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    6 Novembro, 2010 13:25

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  6. JS's avatar
    6 Novembro, 2010 14:35

    D. Bulimunda: Porque não se tira das suas tamanquinhas e vai passar um anito nos EUA? Mesmo num meio de esquerda (liberal, lá)?. Ficamos à espera dos seus comentários, então com mais um bocadinho de conhecimento de causa. Olhe que iria gostar.

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  7. Bulimunda's avatar
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    6 Novembro, 2010 14:55

    Ao contrario do que pensa não abomino os americanos agora não me venham com tretas…o ultraliberalismo do Tea party é o que é…não preciso de comer merda para saber ao que sabe não é?
    O self made man é giro sim senhor mas veja os filmes do Woddy Allen, … O SISTEMA DE VIDA AMERICANO É POR SI SÓ UMA ELEGIA AO INDIVIDUALISMO…GASTAM RIOS DE DINHEIRO EM SHRINKS..AS SÉRIES QUE POR CÁ PASSAM ABORDAM TÃO SÓ VIOLÊNCIA E ASSASSINATOS..AS PERSONAGENS OU VIVEM SÓS OU DIVORCIADAS…as mulheres passam o tempo em casa a cuidar dos filhos..e existe a América do interior…O MELTING POT AMERICANO NÃO É MAIS DO QUE UMA BOMBA RATARDADAD…RESTA SABER QUANDO VAI EXPLODIR…LOGO SEI DO QUE FALO PORQUE LEIO..NÃO SOU UM CONNAISSEUR MAS
    também não sou um simples campónio…nunca fui à América mas estive no Japão…e vi o tipo de sociedade alienada e a vazia que por lá se pratica..muito influenciada pelo seu obi wen kanobi..os E:U:A…passe bem…

    E

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  8. Essa agora's avatar
    6 Novembro, 2010 14:59

    Brilhante artigo! São escritos destes que me fazem voltar sempre ao Blasfémias, ignorando embora a bacoquice patente em textos de quem não tem vergonha de contemporizar televisivamente com emídios rangéis e outros répteis, pondo-se definitivamente ao nível destes.

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  9. ramiro marques's avatar
    6 Novembro, 2010 15:06

    A Bulimunda limita-se a repetir os lugares comuns que o esquerdalho dá da vida nos EUA e da agenda política do movimento tea party. É ignorância e preconceito em estado puro. Vivi nos EUA e visitei o país mais de dez vezes nos últimos 20 anos. Voltei lá em Abril de 2010 e mantenho correspondência com pessoas que vivem lá.
    O movimento tea party é um grito contra o abuso do Estado, o esbulho fiscal e a defesa de uma sociedade que respeite o mérito e a responsabilidade individual.
    Tenho 55 anos e há mais de 40 que leio e ouço o esquerdalho vaticinar a derrota e decadência dos EUA. Uma pessoa olha para os prémios Nobel das Ciências, as Universidade de Investigação dos EUA, os avanços científicos e tecnológicos e repara que é lá que tudo acontece. O anúncio do funeral dos EUA é prematuro. Não passa do desejo doentio de ressentidos contra a Cultura Ocidental e de tontos tremendistas e catastrosfistas que se dedicam a despejar ódio aos EUA e a Israel.

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  10. Bulimunda's avatar
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    6 Novembro, 2010 15:53

    Por acaso ramiro eu não sou esquerdalho…nem hoje nem ontem nem nunca..agora não sou estúpido..por acso não conheço nem tenho interesse em conhecer uma sociedade que se baseou no extermínio puro e simples de outros apenas para ocupar territórios..sim os europeus também o fizeram ok ..agora também lhe digo o tipo de vida que por lá se vive não é algo que inveje…nem agora nem ontem…Nóbeis’?Sim…mas por outro lado a inteligência média de um americano é quase a de um idiota…sou social democrata mas identifico-me mais com os nórdicos do que com os americanos…defeitos talvez..mas não acredito numa sociedade baseada simplesmente no hedonismo e individualismo…isto pesar dos beneméritos e altruístas que por lá existem…tem virtudes sim mas o defeitos são por demais evidentes..e o seu peso é maior…

    E você pode ter estado muitas vezes nos states saber a vivência e o pulsar daqueles que conhece e extrapolar para o geral…agora não tente vender cultura americana e o seu america way of life…pode dizer maravilhas do mesmo agora nunca poderá é dizer que é uma sociedade feliz…quando muito satisfeita com o nível de consumo…

    …sociedade que respeite o mérito e a responsabilidade individual…claro aliás foi por isso que a crise não nasceu lá..curioso que tenha mudado tanto na sua forma de pensar em relaçao a muita coisa…ventos de mudança que se anuncia não é?

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  11. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    6 Novembro, 2010 15:54

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  12. Licas's avatar
    Licas permalink
    6 Novembro, 2010 15:58

    Por cá seria . . . o Tinto Party.
    Bulimunda (que não é campónio, afirmou) : é como digo. Sem uma forte
    educação/formação marxista-leninista as pessoas acabam por ser
    vítimas do capitalismo alienante/castrador. . .

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  13. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    6 Novembro, 2010 16:03

    Curiosa forma de pensar..se não +és por mim és contra mim..Salazar ou Pol Pot não fariam melhor..deixo-vos masturbem.se intelectualmente com barras de ouro e amanhãs que cantam..

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  14. Bulimunda's avatar
  15. Licas's avatar
    Licas permalink
    6 Novembro, 2010 16:54

    E tonia tem destes dissabores: se se dão pérolas a porcos
    além da despesa eles não nas apreciam.

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  16. Eleutério Viegas's avatar
    Eleutério Viegas permalink
    6 Novembro, 2010 16:55

    Precisamos mesmo de um Tea Party, pode ser um partido ou uma festa.É preciso é fazer uma purga desta pouca vergonha que, com a só-cretinada chegou a um buraco de onde já não se vê luz.

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  17. Essa agora's avatar
    6 Novembro, 2010 18:12

    O “Bulimunda” diz que não é “esquerdalho”, mas prevalece-se do Chomsky.
    Ele há coisas…

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  18. Frederico's avatar
    Frederico permalink
    6 Novembro, 2010 18:19

    Engracado um portugues criticando uma suposta politica estadonidense de “exterminio de povos para ocupar territorios”.
    Ora, meu senhor !!!!!!!
    sou brasileiro, da linda Sao Sebastiao do Rio de Janeiro e bem sei o que fizeram vossos antepassados por mais de 350 anos nessa terra brasilis !!!! (isso sem falar em vossos condominos de peninsula iberica que, igualmente, cometeram – esse sim! – o maior genocidio da historia da humanidade na america austral !!).
    O velho mundo tem, sim, recalques para com os Estados Unidos da America, terra tao jovem e tao punjante.
    Oxala meu Brasil ciclopico e maravilhoso esteja de fato trilhando o mesmo caminho de nossos irmaos do norte.
    Avante America !!

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  19. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    6 Novembro, 2010 18:22

    Stiglitz, Krugman…more? Não formatem os pensamentos…NO FUNDO NÃO DIFEREM MUITO DOS Chavez, , POL POTS, ESTALINES..só que no outro lado da moeda..nada mais…catalogam consoante os interesses e não a racionalidade…ok..já entendi…os países nórdicos devem ser ferozes comunas onde o estado -com excepção da Dinamarca-têm um peso desmesurado…ok…

    ENTRE A MANIA DA POUPANÇA E A MANIA DAS GRANDEZAS …Boa análise….

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  20. ramiro marques's avatar
    6 Novembro, 2010 18:28

    O tonto do Chomsky? O gá-gá anti-semita?

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  21. Bulimunda's avatar
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    6 Novembro, 2010 18:43

    A MEMÓRIA DE MUITOS É FRACA…MUITO FRACA…

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  22. razia's avatar
    razia permalink
    6 Novembro, 2010 19:05

    ««POR ELES TODO O SISTEMA FINANCEIRO TINHA SIDO DEIXADO IR À BANCARROTA…CRITICAM O ESTADO MAS ABENÇOAM O DITO POR TER AJUDADO O PRIVADO»»

    Bulimunda está um bocado transtornada, acha que a frase supra faz sentido?
    Respire fundo e get your shit together.

    Os esquerdalhos vão aos arames com o tea party. É o que se quer.

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  23. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    6 Novembro, 2010 19:16

    Faz todo o sentido..por vezes o que parece não é..se por um lado eles queriam que o sistema financeiro se auto regenerasse, no fundo isso era um bluff por isso agradeceram a ajuda do estado…até porque muitos dos tais tea party deviam ter ado atrás da Emrom do city bank da lemon brothers…aliás o Irlanda idem…quanto a esquerdalho olhe só lhe poso dizer que o não sou porra..aliás acho que andam por aqui muitos judeus nazis disfarçados de liberais bem comportados..o eugenismo dava um jeitão agora não dava? Não se esqueça que muito antes do Adolfo testar essas ideias elas foram faladas e até experimentadas primeiro nos states..sempre frente na inovação..`mas já vi que não vale a pena tentar discutir algo aqui..ou somos da direita ultraliberal que até a alma vende desde que seja rentável ou caso não seja concordante é comuna ou pior social democrata nórdico..ui isso então ainda é pior…sejam felizes ….

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  24. Diogo's avatar
    6 Novembro, 2010 19:28

    «Ora, na América, como provavelmente em nenhum outro país do mundo, cultiva-se o princípio do “Governo limitado”»

    O “Governo limitado” americano tem, sozinho, um orçamento militar superior ao conjunto de todos os outros países do planeta juntos.

    Isto diz tudo sobre a independência e o “limitado” Governo da América. N’est-ce pas, Nuno Gouveia? Ou temos de pôr esses neurónios a fazer horas extraordinárias?

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  25. razia's avatar
    razia permalink
    6 Novembro, 2010 20:29

    «««…se por um lado eles queriam que o sistema financeiro se auto regenerasse, no fundo isso era um bluff por isso agradeceram a ajuda do estado»»»

    Mmmm, estou a ver, a Bulimunda é que topou o tea party. Afinal os malandros querem mais estado e mais bailouts. Brilhante conclusão. Chegou a essa conclusão sozinha ou foi com a ajuda dos judeus nazis eugenistas mais o adolfo e o coelhinho da páscoa ultra-liberal?
    Hilariante!

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  26. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    6 Novembro, 2010 20:50

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  27. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    6 Novembro, 2010 21:16

    Pobre Buliminda não diz coisa com coisa depois ainda chama o Pol Pottista , talibanista
    Naom Chomsky o amigo daqueles que chacinam o próprio povo para sua defesa.

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  28. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    6 Novembro, 2010 21:38

    Só para dizer que aqueles que se dizem tão democratas e sabedores da verdade não acham que mais parecem os nazis a queimarem os livros ? É que para estas pessoas só existe uma verdade..a ser assim o que as distingue dos comunistas? Eu digo: apenas a forma de chegar a um fim nada mais explorar…os comunistas chegam com planos quinquenais e colectivismo asfixiante ..vocês pela individualidade extrema o individuo acima de tudo O NIILISMO O HEDONISMO.. COMPETIR ATÉ CAIR……o curioso é que não rebateram o eugenismo…e o facto de existir algo mais do que o liberalismo exacerbado…mas eu entendo a negação faz parte dos alcoólicos e drogados..negam até ao fim..os alemães também o fizeram…Felizmente vêm aí os chineses não se preocupem daqui a uns 19 anos vamos ter 20 horas de trabalho por dia com 200 euros de salários por mês…estejam descansados…e uma revolução cultural..a história será reescrita acreditem…

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  29. amador's avatar
    amador permalink
    6 Novembro, 2010 21:52

    Rand Paul a recently elect darling of the Tea Party mouvement, drew thunderous applause when he said that if Republicans win, “we get to go to Washington and take back our government. And who was and is in possession of the American Government, if not the American people? The non-American people? The un-American people? And who stole the government? What makes people more disenfranchised now than they were, say, during the presidency of George W. Bush? After all, it was Bush who inherited a budget surplus and left behind a suffocating deficit. It was Bush who launched two wars without making enough provisions in the budget to pay for them. It was Bush who proposed and won an expensive prescription-drug entitlement without paying for it. It was Bush who began the bailout of Wall Street and initiated the irresponsible $700 billion TARP program. Bush was vilified by critics but noone ever questioned his religion or his race. I have to wonder what is about Obama that provokes and sustains all this Tea Party ire. Just government spending and government intrusion into people’s lives? Why didn’t, say, government surveillance of domestic phone calls and e-mails get the constitutional fundamentalists all worked up? Bush was an elitist and his upbringing was never questioned, Obama’s mother was on food stamps for a time and paid for his fancy-pants education with student loans. What’s so different about Obama? HE’S BLACK! by Eugene Robinson, New York Times

    Food for thought!

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  30. JJ Pereira's avatar
    JJ Pereira permalink
    6 Novembro, 2010 22:12

    “Too lttle” e “too late”, meu caro. Para ambos os partidos – para os U.S.A, enfim.
    O Inverno do seu (deles…) descontentamento teve início, justamente, há dois anos – e a Forbes acabou por dar por isso…

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  31. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    6 Novembro, 2010 22:33

    Allen West recente eleito pelo Tea Party “racista.”

    Marc Rubio eleitos pelo Tea Party “racista”
    Susanna Martinez eleitos pelo Tea Party “racista”
    Nikki Haley eleita pelo Tea Party “racista”
    Tim Scott Eleito pelo Tea Party “racista.”

    Mas a grande vitória dos Tea Party não está no Congresso sequer.
    está aqui:
    “Republicans picked up 680 seats in state legislatures, according to the National Conference of State Legislatures — the most in the modern era. To put that number in perspective: In the 1994 GOP wave, Republicans picked up 472 seats. The previous record was in the post-Watergate election of 1974, when Democrats picked up 628 seats.”

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  32. ramiro marques's avatar
    6 Novembro, 2010 23:02

    Por que será que a esquerda tem medo do Tea Party?

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  33. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    6 Novembro, 2010 23:05

    “Por que será que a esquerda tem medo do Tea Party?”
    .
    É Popular e o Povo deve ser coutada da Esquerda.

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  34. PMP's avatar
    PMP permalink
    6 Novembro, 2010 23:09

    Os Tea Party e os seus seguidores em Portugal não percebem como funciona a economia e por isso passam o tempo a afirmar lugares comuns. Não têm nenhuma ideia concreta sobre o mundo execepto a exaltação do egoismo e do capitalismo selvagem, mas alguns destes sabem mas não admitem que essa ideologia é inviável, pois o egoismo leva à destruição da própria sociedade. Até GW Bush já chegou a essa conclusão (muitos anos depois do pai G Bush).

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  35. o sátiro's avatar
    7 Novembro, 2010 04:56

    Exacto! É a força da democracia USA que faz com que os USA sejam a maior potência do Planeta…Por isso, têm a possibilidade de derrotar o inepto e incompetente Obama daqui a dois anos. E é por isso que continuarão a ser a maior potência…para raiva dos frustradinhos do fim dos campos de concentração soviéticos e admiradores da selvajaria islâmica.

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  36. o sátiro's avatar
    7 Novembro, 2010 05:09

    Sobre o Tea Party.
    a esquizofrenia é tanta que o mentecapto Ribas correspondente da SIC sentenciava em dia de eleições:
    o Tea Party é de extrema-direita!!!
    E pq?
    Vejam só a inteligência do rapaz: PQ QUERIA ACABAR COM O GOVERNO FEDERAL!
    Então a extrema-direita não significa Ditadura…Governos autoritários…?
    Então como é q alguém que nem sequer admite governo federal (nas palavras do ribas…), qto mais autoritário, pode ser de extrema-direita???
    São estas parvoíces de esquerda caviar-analfabeta-intoxicante com acesso privilegiado aos media que fabrica heróis de cabeça oca tipo Obama.
    Foram as 4 das 5 maiores TVs USA que apoiaram Obama há dois anos, mais os jornais influentes (o sacrossanto NYT, moço de recados dos democratas…à cabeça) que criaram a ilusão e o mito Obama
    E afinal, ele só ganhou com SEIS % de vantagem nos votos populares sobre McCain…..

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  37. Simão's avatar
    Simão permalink
    7 Novembro, 2010 11:23

    Com o que leio nestas caixas de comentários, e sobre “Partidos do Chá” e “democracias” começo, sériamente, a pensar que quem tinha razão sobre a Democracia era Oliveira Salazar.
    Quanto a “movimentos-tipo-Partidos-do-Chá” na UE penso que seria mais fácil cair um nevão no Inferno ou ver o Sr.Pinto da Costa a presidir ao SLB.

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  38. ramiro marques's avatar
    7 Novembro, 2010 11:43

    É certo e sabido que os cortes entre 3 e 10% nos salários dos professores vão direitinhos para pagar os projectos associados ao TGV e outras parcerias público-privadas. Não houvesse esses encargos e bastaria o congelamento de salários para sossegar os credores internacionais.

    Agora, acompanhe o meu raciocínio.

    Quando o PSD levou ao Parlamento uma proposta para suspender o TGV e outras parcerias público-privadas quem veio em socorro do Governo socialista votando contra a proposta de suspensão do TGV?

    Acertou: foi Louçã, Ana Drago e demais deputados do BE e do PCP.

    Continue, por favor, a acompanhar o meu raciocínio.

    Quem é que disse que entre manter José Sócrates no Governo e abrir caminho a eleições antecipadas que levem Pedro Passos Coelho ao poder escolheria o primeiro?

    Acertou. Foi Francisco Louçã.

    Peço-lhe só mais um pequeno esforço: quem é que se manifestou contra a proposta de Pedro Passos Coelho de responsabilizar civil e criminalmente os governantes que não cumpram os Orçamentos, acusando-o de estar a fantasiar?

    Acertou. Foi Francisco Louçã.

    Agora, liberte-se dos preconceitos de esquerda, e diga-me lá quem é a bengala preferida de José Sócrates?

    Acertou: é Franciso Louçã, o “amigo” dos professores.

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  39. Licas's avatar
    Licas permalink
    7 Novembro, 2010 13:31

    Foram eles: o BE e o PCP. Mas compreende-se: TGV é sinónimo
    da velocidade de se compenetrarem de que são EXCRESCÊNCIAS
    Stalinistas-Maoistas . . .

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  40. e-ko's avatar
  41. Enric V. Pons's avatar
    7 Novembro, 2010 14:39

    O pessimismo português típico, que se lança furiosamente pelas caixas de comentários fora, é ignorante, preguiçoso, não sabe pensar com calma, analisar as suas ideias. Tem ideias vagas, que transforma em certezas, sobre vários temas.
    Normalmente, aquele que tem ideias muito parvas que acha que são óbvias usa maiúsculas para compensar a falta de fundamentos do que diz. Um exemplo: vejam a argumentação de Bulimunda neste post. Olhem bem para o argumento com que “refuta” a existência de muitos laureados com o Prémio Nobel nos E.U.A.: o americano médio é estúpido. Pronto, está tudo dito.
    Sabem donde isto vem? Daqueles programas (americanos…) em que o humorista vai fazer perguntas para a rua e recebe respostas estúpidas. Claro que estes truques televisivos usam-se em todos os países.
    O mito da estupidez americana é um dos grandes sintomas do pessimismo cretino do português típico. Os EUA têm muito por onde se pegar. Pela estupidez é que não.

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  42. ovigia's avatar
    8 Novembro, 2010 02:00

    “vitalidade da democracia americana”?
    só se for no continuado engano dos seus cidadãos!
    mas para que não me chamem de anti-americano primário, o CFR Carrol Quigley, mentor de Clinton tem a seguinte opinião sobre essa ‘fantástica’ democracia.

    “…the two parties should be almost identical, so that the American people can throw the rascals out at any election without leading to any profound or extensive shifts in policy.” “…it should be possible to replace it, every four years if necessary, by the other party, which…will still pursue, with new vigor, approximately the same basic policies.” — Carrol Quigley

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  43. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    8 Novembro, 2010 10:46

    Ramiro Marques,
    .
    Não diga, por favor, «Quem dera que em Portugal fosse possível criar um movimento Tea Party». É possível. A constituição não o proíbe. Se acha que esse é o caminho a seguir para tirar Portugal da crise de valores, que gera as outras, em que se encontra, faça-o. Se e quando tiver a mesma opinião, ou o faço ou me junto a ele.
    .
    Bulimunda,
    .
    O americano médio não é menos inteligente que o português médio. Pergunte a 90% dos portugueses se já leram um livro estruturante do pensamento nacional como Os Maias, mesmo pesando este ser ou ter sido, já nem sei por onde param as modas, de leitura obrigatória no ensino secundário. Empinaram um resumos de itens e pontinhos, e passaram a disciplina papagueando, não pensando, assumindo que chegaram realmente a terminar o secundário sem ser pelos Novos Oportunismos.
    .
    O Tea Party (TP) é um movimento radical (no sentido benévolo de que vai à raiz dos problemas buscar soluções). Podemos não concordar com elas, mas não vale a pena fingir menorizar os seus líderes. Nem todos os apoiantes do TP são broncos acéfalos, e certamente há mais broncos acéfalos com ares de peroradores e comentadores e petulantes opinadores a apoiar o Francisco Louçã por cá.

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  44. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    8 Novembro, 2010 11:35

    Talvez Francisco..admito a vitalidade da sociedade americana..agora o que eu não credito é que uma sociedade baseada nas aramas no individualismo no hedonismo venha algum dia a ser a bandeira e não somente uma das bandeiras..Já repararam que mais de metade das séries vindas dos states são de assassinatos investigação criminal serial killers etc..Porque será’?
    porque será que maior parte das personagens reflecte um sucesso no trabalho mas uma grande infelicidade na vida pessoal? Porque será que os psiquiatras são os seus melhores amigos?
    Não eu não odeio os americanos mas não os idolatro…são na minha opinião uma sociedade esquizofrénica..e como sabem os esquizofrénicos dependem de muita medicamntação..se a deixam de tomar tornam-se perigosos….agressivos..é a minha opinião..

    Conformity ..talvez explique porque razão somos assim..nós, os portugueses e outros….

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  45. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    8 Novembro, 2010 14:48

    Bulimunda,

    Mais uma vez toma a parte pelo todo, distorcendo a realidade. Mais de 70% dos americanos não vivem nas grandes cidades, onde os psicólogos (não psiquiatras) e os gurus e os treinadores de comportamento (coaches) são indispensáveis— e mesmo assim para uma parte insignificante e endinheirada da população.

    Em Lisboa a situação é perfeitamente semelhante nas titis da alta. E em Paris, e em Londres e em Moscovo. Se as séries que se importam dos Estados Unidos são de assassinos (há o My Name is Earl para desfazer a regra) é porque alguém em Portugal as vê. Há cocaína em Portugal porque alguém em Portugal a consome. Temos especulação nos mercados sobre a nossa dívida porque o governo português criou uma situação tal que necessita da dívida como de pão para a boca. Há meninos na rua a trinta e um de Outubro a gritar trick or treat, há proms e dia da Mãe em Maio porque os portugueses de hoje não têm tomates— só o Belmiro os tem nas suas lojecas, e esse vende-os a preço de caviar.

    Continuo a dizer: se e quando eu me convencer que um movimento parecido com o partido do chá for necessário em Portugal, eu proporei a sua formação. Quero saber se então os que dizem «tomara» e «quem dera» o irão subscrever.

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  46. Bulimunda's avatar
    Bulimunda permalink
    8 Novembro, 2010 18:04

    Francisco rebateu a generalização mas não o que eu disse estar por detrás da sociedade americana…porque haverá por lá tantos serial killers? Pessoal que se passa e mata a família inteira os colegas de trabalho? E não são casos isolados….
    O Bullying nas escola americanas é o que sabe..numa conferencia sobre Bullying na Universidade do Minho feita por uma americano cujo filho tinha morrido em virtude do dito perguntei-lhe a razão de ser nos States onde existia mais Bullying..ao que ele me disse stress pressão sociedade muita mais voltada para a competição…embora depois dissesse que não era só nos E.U.A que o mesma existia …Pois…
    Não serão esquizofrénicos como eu o disse? Metaforicamente falando claro…

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  47. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    8 Novembro, 2010 19:42

    Cara Bulimunda,
    .
    Aqui também se morre por touradas, como aconteceu com o rapaz que se atirou ao rio. As coisas sempre foram assim. Terá de certeza muitas más recordações de tipos da sua escola, alguns olhos negros de andar à bulha se for rapaz fazia parte do crescimento. Infelizmente sabemo-lo, um pouco de violência e de crescimento apura a personalidade e a capacidade de resistir ao desânimo. Por contraponto, o agressor deve ser punido depressa e cabalmente.
    .
    Mais uma vez, generaliza. A violência súbita nasce da frustração, na maioria dos casos. Os frustrados podem guardar e acumular anos e anos de injúrias até que tudo explode. São chamados implosivos.
    .
    Ora, há pior que o bullying nas escolas (a violência escolar é termo desactualizado e sem sentido, tendo saído de moda). É a formação de gangs (está a ver, eu até falo inglês fluente) como os Jets e os Cribs, os chicanos e os irmãos muçulmanos popularizados e romantizados por filmes e musicais como o West Side Story— um excelente musical, sem dúvida— e sociedades secretas de controlo do poder como a Skulls and Bones.
    .
    A última controla o Governo Federal e os primeiros as ruas das grandes cidades. É contra este estado de coisas que o movimento Tea Party parece querer agir. No entanto, 70% das pessoas não está sob o problema dos gangs urbanos. São small town americans, a essência da nação.

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  48. o sátiro's avatar
    9 Novembro, 2010 06:30

    Ó E-Ko
    Se os americanos saõ assim tão burros, como se compreende que sejam a maior potência económica, científica, militar e política, sendo, claro, na sua opinião, o resto do Mundo tão inteligente????
    Se eles fossem “inteligentes”…então eram donos do Mundo, será?
    Paranóicos e analfabetos são aqueles que dizem essas atoardas…ou melhor, frustradinhos e raivosos e desesperados pq os inimigos dos USA , dos Direitos Humanos, da Democracia e Liberdade(stalinismo e islamismo) andam constantemente a ser derrotados, apesar da selvajaria cruel que utilizam contra os cidadãos deles e dos outros.

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